Yep!
E este ano já têm várias novidades totalmente “fora da caixa” para a realidade algarvia.
Um branco feito com Negra Mole, dois vinhos de ânfora…promete!
Yep!
E este ano já têm várias novidades totalmente “fora da caixa” para a realidade algarvia.
Um branco feito com Negra Mole, dois vinhos de ânfora…promete!
veredicto em relação a estes Dão: melhorou muito em relação aos anos 1990, última vez que tinha provado. Mas por valores semelhantes, encontro muitíssimo superior no Alentejo. Volto a tentar lá para 2040 ![]()
Entretanto voltei aos Alentejanos, e para as férias comprei Cartuxa 2017, Borba reserva 2016, Herdade das Servas 2016 e Quinta do Carmos 2017. Não encontrei Garrafeira dos Sócios aqui na zona, acho que vou dar um pulinho a Évora ver o que há por lá ![]()
Se o Shiraz é doce, o Touriga Nacional, a avaliar por alguns comentários do Vivino, parece que vai pelo mesmo caminho.
Abri a Shiraz e ficou a Touriga Nacional para levar para férias.
No fim de contas, o Shiraz revelou-se uma sangria com menos gás e com mais corpo. Daí ser tão do agrado da minha mulher.
Esse branco de negra mole deixa-me curioso.
Ontem estive num jantar de vinhos estrangeiros, gostei em especial destes:
Branco (Hungria):
Tinto (Itália):
Sobremesa:
aprendi a gostar dos brancos austríacos, são muito mais leves que os nossos, francamente muito agradáveis como bebida refrescante. Os húngaros por vezes são mais doces, mas nem todos-
Este furmint é menos doce porque vem de uma zona vulcânica, explicou-me o tipo. Por exemplo provei alguns rieslings do Mosel e achei os clássicos dulcíssimos, o dry que provei já marchava melhor. Mas todos de 2019, gosto deles com alguma idade. Na Áustria também bebi coisas interessantes e foi por acaso, numa próxima oportunidade gostava de provar mais a sério.
blend , touriga, baga, cabernet e tinta roriz…belissimo vinho
Já eu estou aqui em dúvida.
Gosto de adquirir, de tempos a tempos, uma garrafa mais «puxada» para compor a garrafeira.
Estou em dúvida entre um «Touriga Nacional da Peceguina» ou um «Periquita Clássico 2014».
Alguém me ajuda a decidir? Ficam-me ambos ao mesmo preço.
@sr_chambino , fico contente por saber que se estão a fazer bons vinhos no Algarve. Do que percebo da ‘poda’, o Algarve tem clima e solos para fazer grandes pomadões. Pena que tenham perdido tanto tempo. Quantidade, não me parece. Mas qualidade…
Olha que…
A qualidade já existe há alguns anos. Mas a máquina de propaganda por cá é mais fraquinha…depois, também se associa muito o vinho a algarvio a bombas alcoólicas. E sim, temos alguns Syrah de 17º, Tourigas de 16º, mas a verdade é que são surpreendentemente suaves tendo em conta esse teor alcoólico.
Claro que tens coisas que nem para Bag in Box serviam, mas cada vez mais uma minoria.
Recomendo produtores como o Morgado do Quintão, Barranco Longo (tem um Reserva tinto e um Petit Verdot que são maravilhosos), João Clara, Quinta do Canhoto, Paxá, Quinta dos Vales, Quinta da Tôr (aqui há coisas muito boas em relação preço/qualidade)…Na Dona Niza também fazem excelentes brancos e, agora, estão a aparecer os Arvad, que ainda não tive oportunidade de provar, mas tenho curiosidade.
Destaque ainda para a Quinta do Francês e para os Villa Alvor, estes últimos parte do grupo Aveleda.
Sim, o marketing interessa muito, bem como a tendência altamente Tuga da chico-espertice. Na Bairrada andámos décadas a vender gato por lebre e com a teimosia tipicamente bairradina em inventar. Agora, que se fazem grandes pomadões, a reputação ainda anda pelas horas da morte. De modo que o enófilo menos atento (a maioria deles) ainda acham que a Bairrada é lixo. Não sei se no Algarve é igual…
O problema do Algarve é também de quantidade, anda ali taco a taco com os Açores a discutir o último lugar das regiões em Portugal em termos de produção.
Muito longe de ser um expert em vinhos, ou sequer alguém que possa falar com propriedade sobre o assunto. Aquilo que tenho ouvido, de forma assídua e de várias fontes, ao longo dos últimos anos relativamente à Bairrada é que há excelente vinho por aí. Caro, mas de grande qualidade. Tal como também há muito vinho bairradino que pouco ou nada vale. É uma terra de extremos em termos vitivinícolas.
Reforço que isto é tudo second hand knowledge e pode não corresponder à realidade de hoje.
A ideia mais ‘mainstream’ é que a Bairrada não presta. E, de facto, durante uns bons 20 anos, fez-se muito lixo por aqui. Por teimosia, por falta de conhecimento, e por procura apenas de escoar produção. Felizmente isso mudou. Mas a reputação ainda não.
A ideia mais ‘mainstream’ é que a Bairrada não presta. E, de facto, durante uns bons 20 anos, fez-se muito lixo por aqui.
Cresci a ouvir isso, sem dúvida.
Fico satisfeito por essa ideia estar a ser desmistificada. Assumindo que a premissa que me contaram é verídica, talvez não fosse má ideia haver um vinho relação qualidade preço acima da média (se existe, desconheço) mas ainda dentro daquilo que muitos consideram acessível para um vinho de consumo regular. Para ir mostrando que, afinal, também se trabalha bem na região e levar as pessoas a querer explorar mais os vinhos bairradinos.
Devo ser o único no mundo que pensou nisto, bem sei, mereço várias medalhas. /s
Sim, o que leva a que os vinhos sejam mais caros que noutras regiões.
Um vinho «entrada de gama» no Algarve custa 5/6/7 euros. No Alentejo andará pelos 3/4.
Isso entronca numa troca de ideias com um forista sobre a relação preço qualidade dos nossos vinhos.
Por um lado, é muito bom manter o status que existe actualmente, em que tens oferta a preço acessível de qualidade. Por outro, é verdade que alguns dos nossos vinhos “mereciam” estar melhor valorizados no mercado internacional. Mas isso acarreta que o bom vinho a preço acessível deixe de ser acessível ou deixe de ser bom.
Já agora, deixo aqui uma pergunta sobre os Merlot de produção portuguesa…valem a pena?
Que me dizem do Palácio da Brejoeira Alvarinho? Vale a pena o preço?
Experimentei a semana passada o Soalheiro e estava com alguma curiosidade de experimentar este também.
Eu iria para o Periquita. Um castelão bem feito no seu terroir de excelência vs uma casta fora de sítio.