@FranciscoG Um furinho abaixo do Cuvée de Noirs, mas também um extraordinário espumante:
entretanto, graças a vocés, a velhota já recebeu vinte e tal garrafas lá em casa. quando aí for pela pasqua, bom vinho não vai faltar![]()
Abri está um dia depois de beber o Cuvée de Noirs. Já conhecia mas gosto muito também.
Páscoa ![]()
Para quem aprecia whisky
Nunca provei…
No outro dia tive de comprar vinho dos rabolhos para cozinhar. 20€ por cinco litros de vinho de pacote, fds…
Não resisti em mandar vir uma Papa Figos e uma Altano, ambos tinto. Estavam a pouco mais de 10€ cada.
Não é nada de extraordinário, mas aqui num país abstemio, e debaixo de bombardeamento, sempre ajuda a acalmar. ![]()
Já alguém comprou online na Cave Lusa?
É de confiança ?
Gosto imenso, é dos claretes que andam por aí com melhor RQP. Aliás, é uma pena que se andem a fazer tão poucos por aí quando basicamente sempre foi o tipo de vinho mais consumido em Portugal ao longo dos séculos.
Acho que vou encomendar 6 garrafas para provar
Confiança máxima. Em 48h estás a receber a encomenda.
E recomendo a visita à loja física a quem andar por Viseu.
Eu tenho uma espécie de relação amor-ódio com Claretes/ Palhetes. Até não desgosto, mas onde eles resultam bem prefiro estar com um branco.
É a preferência geral dos conhecedores, sempre fui do contra aí mas acho que ter as raízes no Minho tem relação com isso. Também adoro brancos de inverno a acompanhar algumas carnes.
Mas ou é de mim, ou é carote a loja?
Como se portou o Laranja Mecânica? Confesso que desde que li a publicidade do Maçanita sobre a pancada que levou do Robert Parker fiquei com curiosidade.
Dos brancos que provámos, para mim, foi o terceiro em três.
Gostei muito do Trincadeira das Pratas e do Canada do Monte, tendo eu dado primazia ao primeiro.
Nos tintos, o Douro foi o que melhor me caiu, mas já é apanágio. O Enxarrama bom, dentro do seu estalão, mas não é o que melhor me cai no palato. Já me tinha acontecido com o Pêra-Manca. O tinto insular, da Madeira, não me caiu bem no goto.
Foi o segundo vinho da prova de brancos. Talvez possa ter sido prejudicado pela maior vivacidade do Trincadeira das Pratas. Talvez, porque não consegui, na primeira prova, notar nenhum aspecto em particular. Em bom português, não senti sabor. Uns minutos mais tarde, senti um vinho mais seco, menos fresco. Não é vinho que eu comprarei com o entusiasmo de consumo, talvez compre para tirar teimas.
O Enxarrama foi surpresa, já no final. Notei uma forte evolução do nariz, entre o momento de servir e o de beber, com alguns minutos de intervalo. No nariz, intrigou-me, porque me fez parecer um vinho de outra região, se bem que, pela cor, me tenha logo parecido Alentejo. Na boca, é claramente Alentejo…forte. Não duvido que seja um óptimo vinho para apreciadores. Mas, para mim, é agressivo, tal como o é o Pêra Manca.
Como me pareceu um bocado fora da caixa, a relação entre o aroma, o sabor e a cor, fui ver a ficha técnica. E é Alicante Bouschet, em 85%. Hence, o nariz diferente de um Trincadeira dominante, julgo eu.









