Mas mais a sério, o Serra, que eu nem sabia que existia, foi o segundo melhor marcador da equipa em 64/65 - que foi uma péssima temporada, acabámos em 5º. Não terá sido culpa dele.
Voltando à questão do Ciani, a passagem dele lembra-me a mítica running gag do Arrested Developement, para quem é fã. Adorava ter assistido aos treinos e às conversas entre o Jorjus e o Brunão sobre ele
Tenho outros 2 países na lista em que um tem praí 5 ou 6 elegíveis, 1 deles só jogou amigáveis, e 1 não elegível que nem isso jogou; o outro país tem uma vedeta mundial que foi apresentada e foi embora sem jogar.
Uff! Escolha dificil. Tantos nomes lendários na lista!
E quase todos metonímias de erros e/ou tempos que queremos esquecer. Menções honrosas para
Didier Lang contratado num taxi por Santana Lopes e símbolo da queda na mediocridade após a saída de Figo e Balakov.
Valentin Rosier, em nome da depressão pós-Alcochete e da equipa horrível com que Varandas atacou a sua primeira época completa.
Koba Koindredi, representante do primeiro de três mercados de inverno que não acrescentaram absolutamente nada a uma equipa campeã - algo que nos acabaria por custar o tri.
Mas só há dois verdadeiros concorrentes, porque são representantes acabados de dois maus paradigmas de política de contratações.
Sinama-Pongolle. Aquela contratação que é feita não pelo que o jogador vale no momento ou pelo lacuna que se espera que venha a suprir na equipa, mas porque tinha no CV umas internacionalizações e uma passagem num tubarão europeu. E paga em função disso.
Naby Sarr, que representa uma ideia oposta: comprar um contentor de jogadores desconhecidos por 3 tostões, esperando que, no meio de tanta inutilidade, esteja lá esquecido um Slimani. Há quem diga que compensa. A mim parece-me que não.
Difícil, difícil. Mas acho que o Sinama-Pongolle leva a palma. Com Naby Sarr, ainda havia a desculpa que se estava a reconstruir depois de um colapso desportivo e financeiro e não havia muitos recursos. Agora bater o recorde do clube por Sinama-Pongolle num período de completo miserabilismo e falta de ambição como foi aquele do final da década de 2000 e início da de 2010, era e é indesculpável.
Esse é o primeiro país. O caso que citaste foi no final dos 80. O jogador acabou por seguir para uma carreira fenomenal, com títulos nacionais, europeus e internacionais, sendo considerado um dos melhores da década de 90.
Como treinador teve um enorme sucesso num clube, mas falhou nos outros sítios todos por onde passou. Chegou a poder ser nosso treinador a certo ponto.