Como eu costumo dizer, há por aí muita restaurante que merece ir á falência. ![]()
Sugiram aí os melhores sítios para comer uma francesinha no Porto. Sei que é uma tarefa difícil.
Eu adorei o Yuko
Gostei da Café Santiago, recomendado aqui no fórum.
Aí há a famosa Tasca do Celso. Comi menos mal na Fateixa.
Na Zambujeira do Mar, o fabuloso Costa Alentejana.
Gostei do Lado B.
Então e nos arraiais lisboetas, há algum spot que seja mais soft e eficaz?
Tive a ler as reviews e gostei.
Também já ouvi falar muito bem.
Boas.
Pessoal, recomendações no Algarve ? Sobretudo entre Armação de Pera e Vilamoura.
Conheço alguns como evidente mas quero ter novas experiências validas, sobretudo recomendadas por sangue sporting.
Malta Sporting sabe o que é bom ![]()
Saudações Leoninas
No Barranco do Velho tens a TIA BIA.
Em Armação de Pera tens o ZÉ LEITEIRO e A GRELHA
No Vale Judeu tens O RETIRO DO CAMPONÊS
Na Quarteira tens O MARCOENSE
Muito Obrigado João
Saudações Leoninas
Alxama em Quarteira para carnes
Santiago é onde costumo ir, é à maneira…
Quarteira vou uns dias todos os anos.
Peixe costumo ir à Taberna do Peixe.
Marisco à Marisqueira Sol &Mar
Grelhados ao Marufu
Bife, Zé do Norte
Italiano D. Giovanni
Nao é suposto ser cara, na generalidade são pratos inventados na pobreza, feitas com o que havia mais à mão, é naturalmente barato fazer comida alentejana em comparacao com outros pratos. Acho que normalmente sao as entradas, enchidos e queijos que encarecem mais a coisa nos restaurantes.
Armação de Pêra
Bistro 1956 (como dizem os ingleses - a hiddem gem).
Olivalmar.
Metrópole.
Mesmo ao lado de Armação, em Porches (Alporchinhos), tens o Quirinus e a Tasca 26 - ambos para carnes de qualidade.
Mas é precisamente o que penso. Mesmo nos dias de hoje, a carne de porco é bastante mais barata que a de vaca, o que se deveria reflectir nos preços, por comparação com outras zonas do país.
A minha primeira experiência, no Alentejo, foi há uns anos (antes do boom de turistas) na Tasca do Oliveirinha. Isto porque tive que tratar de uns assuntos no Tribunal da Relação de Évora, e tinha intenção de ir ao Fialho (cuja reputação de ser caro eu já conhecia, mas tinha curiosidade de passar pela experiência). Um amigo meu, que me acompanhava, sugeriu ir à Tasca do Oliveirinha que, segundo ele, era de um antigo funcionário do Fialho. E eu acedi. Quando lá cheguei, aquilo tinha pouquíssimas mesas (a esta distância, já não estou certo do número de mesas, mas que atiraria para uma 4 ou 5 mesas pequenas) e eu pensei para os meus botões: “como é que este gajo se governa?”. Pois bem, estaremos a falar de 2012 (talvez), quando veio a conta, percebi. Mais de 70€ para comer umas poucas entradas (até porque tínhamos pressa para finalizar o trabalho) e comer entrecosto com migas (sempre as migas). Já não me recordo de ter comido sobremesa, mas é provável que o tenha feito, pelo volume da conta. Hoje, por certo, seria coisa para passar dos 100€.
Os vinhos são outro tema, mas de forma generalizada e não uma questão da restauração na zona do Alentejo. No mínimo, dobra-se o preço de supermercado. Em Espanha, os produtores de Cava conseguiram estabelecer acordos com as associações de representantes da restauração, por forma a que a especulação sobre o produto fosse mais pequena. A ideia era alargar o leque de consumidores, baixando o preço a que a garrafa chegava à mesa. E isso trouxe bons resultados para todas as partes.
Em Portugal, tentou fazer-se o mesmo, sem grande sucesso porque os gajos da restauração não quiseram. Até se gastou dinheiro a desenvolver uma rolha que reduzia drasticamente a perda de gás nas garrafas de espumante, o que permitiria gerir melhor a venda a copo. Mas é o que é.
Quem me dera que só se dobrasse os preços dos vinhos na restauração. Infelizmente é cada vez mais comum encontrar vinhos a 3 ou até 4 vezes o preço de prateleira. É um disparate.
Em Espanha é como dizes e não é só com Cava, é generalizado. Chegas a beber vinhos a pouco mais de 1,5 vezes o preço de prateleira.
Ainda este fim de semana estive em Sevilha e bebi uma garrafa de Pittacum (tinto da região do Bierzo) por 19€ num restaurante de armar ao pingarelho. O vinho tem um preço de prateleira de 12€.
Se fosse um vinho equivalente num restaurante equivalente em Lisboa, facilmente estaria à venda por 30€.
Aliás, vou ainda mais longe, nem em França se colocam as margens nos vinhos em restauração que se colocam por cá. Um autêntico disparate.
E isso faz-se notar no consumo. Em Portugal 4 pessoas pedem uma garrafinha e bebem um copo cada uma, em Espanha as mesas 4 pessoas bebem 2 garrafas.