Prospecção de Treinadores

A realidade é que o Amorim é fraquíssimo taticamente. Dos piores que já vi num grande.
Leva ensaboadelas de qualquer um com jeito para isto na Europa.
É por isso que Amorim nunca fez nem fará nada de relevante a nível internacional (LC).

Só os sportinguistas cegos acham que é bom. E depois dizem mal de um gajo que é igual a ele. Só rir.
Falamos de um gajo com uma equipa monstruosa a perder 2 títulos para um Porto moribundo. Tudo porque não consegue ganhar taticamente a ninguém. Leva no cu sem vaselina do cão.

“Não preciso de um avançado”.
Como não amar?

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Adorava ler os argumentos para o Amorim ser ‘fraco tacticamente’… deve ser porque ataca sempre com defesa a 3.

Não sou fã do Abel, mas especialmente não sou fã do que vai custar. Se viesse a 0, para garantir o curto prazo e depois via-se o resto, ok. Mas deve custar tirá-lo do Palmeiras, e pede mais do que o Amorim alguma vez cá recebeu. Pelo que vão gastar acho que tinha de ser alguém com um modelo de jogo bem mais dominador e provas nesse sentido. Que ter sucesso no Brasil é muito giro, mas aquilo é um mundo de anarquia tática. Basta ver a facilidade com que vários treinadores Portugueses varreram aquilo

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Péssimo a ler o jogo, mau nas subs, rígido e incapaz de alterar o esquema tático e a forma de jogar consoante o adversário, zero plano b se um jogo começa a correr mal, incapaz de lidar com adversários que pressionavam alto, insistência absurda em pinos, podia ficar aqui a noite toda.

O que safou Amorim foi um senhor chamado Gyokeres. E ser bom mental coach. Mas sem Gyokeres ia andar a nanar por aí depois de um quarto lugar e outro terceiro ou quarto no ano seguinte.

Eu também perdi bastante consideração pelo Amorim, mas dizer que ele é fraquissímo tacticamente é uma dor de corno que não consigo alcançar.

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Não é mito. Até os brasileiros o sabem. E pior, sabem porquê, mas não resolvem.

Epá :joy: que não se queira gostar do Amorim tudo bem, mas o que disseste é só ridículo.

Dos piores dos grandes? O homem conseguiu ser duas vezes campeão com o Sporting, vocês às vezes esquecem se que o Sporting nos últimos 20 anos antes dele não tinha sido campeão.
Concordo que o ponto forte é o mental e a forma como leva os jogadores nas costas dele e como os motiva.

Mas mau taticamente? Pode não ser dos melhores, mas dos piores? Aliás, do Sporting nos últimos bons anos o único que se equiparou a ele foi o JJ, mas de resto…

O Amorim alterou completamente o seu sistema tático de 2020 até agora. Os comportamentos são completamente diferentes assim como o que pede aos jogadores. Mau nas subs? Queres que te vá buscar a quantidade de jogos que ganhou no banco? Não foram poucos. Isto para não falar da qualidade do banco na grande maioria das épocas em que cá esteve.

Não adapta o sistema de jogo? Jogaste da mesma forma com o City como jogaste com as outras equipas? Ou até com o Tottenham ou com o Arsenal. O Amorim foi campeão sem Gyokeres no primeiro ano e só não foi no segundo pelo escândalo de arbitragens que apanhámos. O Amorim teve uma má época no Sporting, uma!

Dizer que o Amorim é fraco tacticamente é de uma falta de noção assustadora.

Se não fosse o Amorim, provavelmente na época passada não existia Gyokeres mas sim Fran Navarro e Paulinho, que foi isso que lhe quiseram impingir em 22/23. Ele entre ter um avançado que não tem qualidade para o Sporting ou apostar num chermiti ou num RR, preferiu a segunda. Não se quis pagar pelos avançados que o Amorim aceitava, a teimosia foi essa.

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A melhor ação tática de todas deve ter sido quando, a ganhar na luz e com menos um jogador, fez entrar Paulinho para o meio-campo e já se sabia que se necessitasse de defender resultado… entrava Esgaio, precisasse de marcar golos…entrava Esgaio. Poderia deixar um jogador ser campeão mas… Entra Esgaio!
Eram táticas brilhantes!

Obtém-se resultados… não se questiona nada até porque os “questionadores” eram da mesma facção (rabolhos sempre defendem rabolhos).

Vamos ponto a ponto:

Pessoalmente acho que as substituições são um dos pontos mais sobrevalorizados no trabalho de um treinador. As mudanças que um treinador a sério faz durante um jogo tendem a ir bem para lá disso, e o impacto delas normalmente não é bem avaliado. Tanto que tiveste o Guardiola a varrer a melhor liga do mundo ano após ano com vários jogos que ia buscar sem fazer uma única substituição.

Quanto à leitura de jogo, para concordar contigo teria de ver no Sporting do Amorim uma tendência de quebra grande durante os jogos, e de a equipa não saber reagir a alterações tácticas do adversário. A única altura em que vi isso foi em jogos fora da 1ª volta do campeonato 22-23. De resto, não vejo qualquer base para a crítica, até porque a tendência normalmente até foi a contrária - o Sporting foi buscar muitos jogos perto do final ao longo da estadia do Amorim aqui e, particularmente neste ano e meio, foi bastante impermeável às tentativas dos adversários de travarem o nosso domínio/caudal de jogo a meio das partidas.

Essa ‘rigidez’ é característica de quase todos os treinadores de top da actualidade. Há sempre bastantes tweaks tácticos que se fazem, mas a hora dos camaleões no topo (no que diz respeito a alterações mais estruturais de jogo para jogo) já acabou. Basta ver os treinadores do Top 6 da Premier actualmente - vá, excluindo o United.

Quanto a modificações do estilo de jogo, total desacordo. A forma como o Sporting enfrentou o City foi completamente diferente da forma como enfrentou o Famalicão, por exemplo. Só que, obviamente, não são muitos os jogos em que uma equipa como a nossa vai adaptar assim tanto. Somos muito melhores que 90% dos adversários, por isso o relevante é ter uma dinâmica particularmente forte à qual eles não consigam responder minimamente.

Depende. Contra pressões altas mais ‘normais’, as dificuldades eram poucas. Basta ver os banhos que o Braga cá veio levar a Alvalade a tentar pressionar a campo todo, por exemplo. Os clássicos já foram mais apertados, mas não acho que tenham sido exemplos enormes de pressão alta. O Conceição por exemplo preparava muito bem os jogos contra nós, mas era mais uma pressão bastante organizada e agressiva em bloco médio.

Desta versão mais tacticamente desenvolvida, as dificuldades contra a pressão existiram contra equipas que pressionavam individualmente a campo todo. Foi um estilo que a Atalanta popularizou nos últimos 2 ou 3 anos (já o fazem há muito mais) depois de ter caido em desuso, e é algo com que nós, de facto, tivemos dificuldades a lidar. A Atalanta foi melhor que nós no geral dos 4 confrontos directos, tal como foi o PSV. Mas estamos a falar de equipas que, no caso da 1ª, varreram equipas com um poderio bem superior ao nosso a seguir a esses 4 jogos, e, no caso da 2ª, têm um registo incrível em casa com o Bosz, até mesmo na Europa. Criaram-nos muitas dificuldades como criam a praticamente toda a gente, porque são equipas de grande qualidade. E, apesar disso, os resultados em todos esses jogos foram muito equilibrados e decididos em detalhes - apesar de eu achar, na globalidade, que fomos inferiores à Atalanta no global dos 4 jogos e no jogo em Eindhoven.

Extremamente exagerada. Aliás, o Talent ID do Amorim é bastante superior ao de qualquer treinador Português que tenha passado pela nossa liga nos últimos largos anos. Gosta demasiado do Esgaio, sim, insistiu demasiado em não ir buscar outro avançado, e demorou a considerar verdadeiramente o Bragança, por exemplo (embora também tenha sido prejudicado pela lesão). Mas também nos arranjou 2 titulares literalmente do nada - o Geny que jogava pouco no Marítimo e o Quaresma que foi devolvido pelo Hoffenheim. E teve 1 ano e meio de paciência para a explosão do Trincão. E construiu um quadro de centrais de um nível surreal para a dimensão do nosso campeonato.

Se quiseres fazer este exercício para o Abel no Palmeiras, ou para o Conceição no Porto, garanto que vais ter bastante mais por onde pegar.

Gyokeres que foi insistência pura dele. Na altura o negócio estendeu-se e a postura de ‘Gyokeres ou nenhum’ da parte do treinador foi aqui muito criticada :grin:

De qualquer modo, o SCP dele não teve uma temporada boa, teve uma temporada má. Não esquecer que no 2º ano fizemos os mesmos 85 pontos do ano do título, e o que aconteceu no último ano e meio foi o que foi. 40 vitórias em 45 jogos do Campeonato no último ano e meio. O sucesso do Amorim aqui precede o Gyokeres, apesar de obviamente o impacto dele ter sido muito grande desde que cá chegou.

De qualquer modo, pensei que a brincadeira de que o Gyokeres ganha jogos sozinho tivesse ficado bem desvanecida nestes últimos jogos. Não só não ganha, como o impacto dele tem sido bem diferente agora sem o Amorim. Isso não belisca em nada a qualidade dele, mas se calhar a relação foi bem mais simbiótica do que tu queres fazer passar…

De resto, a evolução do Sporting entre temporadas é muito clara, diga-se. O modelo do Sporting tem evoluido de ano para ano, apesar de ter tido uma época má pelo meio (a do 4º lugar). Muito pelos tais jogos fora na 1ª volta, em que a equipa até começava bem, mas levava sempre com a 1ª contrariedade, e mal isso acontecia morriam.

No restante, a tendência foi clara. Começámos de uma base defensiva muito forte, com princípios defensivos extremamente bem trabalhados, e com o tempo fomos adicionando coisas e profundidade ao modelo de jogo. De tal forma que esta versão do Sporting tinha resolvido boa parte das falhas iniciais do modelo, sendo uma equipa completíssima e super dominadora em todas as fases, no plano nacional.

Esta evolução do modelo é completamente anormal, já agora. A tendência da maioria das equipas é estagnarem ou até regredirem no seu nível de jogo, como te dirão os adeptos do Palmeiras por exemplo. A procura constante do Amorim de refrescar as suas ideias, beber dos melhores, absorver conceitos e implementá-los é bastante única no universo de treinadores portugueses, e o maior sinal de que esta liga já era demasiado pequena para ele, de resto. A entrevista que o Adélio deu no fim do verão passado é perfeita para se perceber isto…

Mas pronto, é o que é. O Amorim é passado. A prioridade agora é ver se conseguimos manter o rumo que ele construiu neste clube, e seria sempre nesse sentido que qualquer decisão teria de ser tomada. Infelizmente, estamos a regressar à normalidade em tempo recorde. Não estou nada optimista quanto aos nossos passos futuros, mas só o tempo dirá.

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No forum SCP alucinado, o Amorim é um mestre da tática.

Risada.

O cão então deve ser um Da Vinci.

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Ontem sonhei com a palestra do próximo derby e na minha cabeça ecoava: “cabeça fria, coração quente…”.

Depois acordei…

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Outro aspeto que pouco se fala e que nunca vi nada assim no Sporting, foi o nivel físico e de intensidade que ele conseguiu atingir. Os nossos jogadores eram fisicamente superiores aos rivais em todos os momentos, não quebravam.
Aliás, desde que o RA saiu, coincidência ou não, a equipa parece que até fisicamente quebrou, está mais presa de movimentos, os casos do Trincao e do Bragança então são gritantes, parece que passaram a correr contra o vento

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Foi da fivelA

Bons argumentos

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Já disse o que tinha a dizer.

O resto é conversa inócua e desligada da realidade. Não se vai chegar a nenhum lado.

O mestre da tática cada vez que jogava uma eliminatória levava na boca.

O Arsenal que o diga, ou o Benfica.

Quem está a pedir o Abel acho que, se este vier, vai ter uma surpresa pela negativa. É bem melhor que o JP? Não há comparação, mas não me parece que consiga o que muitos esperam dele… Espero estar redondamente enganado, mas não acredito muito no Abel…

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Mesmo também não gostando do Abel, tenho a certeza que é muito melhor que o lage!
Isso neste momento chega!

O Abel é um Conceição com menos capacidade tática. Detesto a personalidade do sujeito, mas se o Conceição substitui-se o curioso que temos no banco já a partir da próxima jornada, acredito piamente que íamos ao bi.

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