Importante vender;
- Pote
- Trincão
Inevitável;
- Hjulmand
- Maxi
Vender tb:
Rui Silva
-Mangas
Vagiannidis
kocho
Faye
Ioannidis (é bom jogador)
Importante vender;
Inevitável;
Vender tb:
Rui Silva
-Mangas
Vagiannidis
kocho
Faye
Ioannidis (é bom jogador)
É mais fácil dizer os que devem ficar ![]()
Maxi inevitavel?
Antes dele ainda vao Diomande/Inacio e Fresneda
O Maxi deve ter mesmo muito mercado. Fez uma época divinal, correu, lutou , deu garra a equipa. Este sim um verdadeiro capitão.
O Maxi é que tem razão para andar cansado, não é outros, que nada fizeram esta época. E que agora deviam ser eles a puxar para a equipa, mas não foi os que afundaram ainda mais.
Com gente assim o Sporting nao vai lá e para mim é uma tristeza ver sair o Maxi e continuar a levar com POtes.
Isso sem duvida mas não significa que seja inevitável tendo em conta que temos outros jogadores mais perto da saída até pelo o tempo em que ca estão e também por bons valores.
Diria que só a partir dos 60M fixos para cima é que deixava sair nesta fase e não sei se chega essa proposta e ainda assim iria depender de como estão outros jogadores no mercado.
Já tendo muitas vendas encaminhadas, será sempre mais facil segurar
@Strikerr Penso que não estas a considerar o valor já amortizado desses jogadores nas mais valias. Morten e Fresneda já vão no terceiro ano de amortização.
Estas a considerar 105M de mais valia para “sobreviver” parece claramente exagerado. Suponho que “sobreveviver” seja Break-even pelo valor.. Mas diria que aí nem estas a contar as receitas de LE (que ainda não é garantida sequer mesmo ficando em terceiro).
Consigo perceber uns 100M de mais-valias+europa para breakeven, talvez mais um pouco tendo em conta que devemos ter menos receitas de merchandising e bilheteira estando na LE e portanto 105M parece razoavel mas apenas para Break-even e sem contar com dinheiro da LE.
Na Liga europa, Porto fez 23M este ano e não será dificil fazer pelo menos o mesmo.
Muito mais, mesmo ganhando a competição não será porque não rende muito dinheiro. 20-25M parece razoavel.
Em relação ao Fresneda já devemos ter amortizado 5,5 a 6M€ no fecho deste exercicio fiscal, 11 a 12 para o Morten, estamos portanto a falar de 16,5 a a 18M que não estas a considerar.
Na soma, estão aí 36,5 a 43M€ que me parecem que não estas a considerar.
Isto é um valor considerável.
Inacio a 45 e Morten a 45 (pelo menos 36 de Mais valia) cada + Fresneda a 30 (pelo menos 26MV) + Liga europa 20 = 127M de Mais valias + LE.
Só com estes 3 o Break-Even já deverá estar garantido e até já devemos garantir algum lucro no exercício.
Sendo que, mesmo com Champions, Morten ia sair, Inacio ou Diomande também e Fresneda seria estupido não vender havendo uma boa proposta como se tem falado.
Não estamos as portas da morte, nem estaríamos dando algum prejuízo no proximo ano se fosse necessario.
Tudo para ser uma tragédia.
Melhores jogadores terão de ser vendidos para cumprir orçamentos, num clube em que a direção arrisca zero num investimento que nos deixe em finanças negativas mas que poderá ser compensado nos anos vindouros com conquistas, entrada de milhões e vendas consideráveis.
A capacidade de prospeção está à vista de todos pelos últimos mercados de transferência. Por um Suaréz, parece haver uma ideia de que ir contratar a campeonatos periféricos é a fórmula.
Além disso, capacidade de atratividade para novas contratações. Sermos campeões, disputarmos uma Champions é um ponto bem mais valioso do que sermos o clube que acabou em 3º na Liga e vai disputar a liga Europa.
Capacidade de superação do atual treinador. Acho que Rui Borges deu o seu máximo em prol do clube e o seu máximo não é suficiente. Conseguimos à base do querer e da vontade, mas esses pagam-se no futuro. Eticamente, fosse eu treinador do Sporting nestas condições, diria à direção que gostaria de terminar a temporada, vencer a Taça e refletir sobre o que quereria para o meu futuro. Mas os milhões falam (quase sempre) mais alto.
Prova cada vez mais cabal de que a atual direção viveu um período áureo durante a permanência de Ruben Amorim e Hugo Viana (tendo alguém a trabalhar em segundo plano ou não) e que a aposta em Gyokeres foi uma que acontece 1 vez em 1 milhão.
Ainda que existisse um volte face na renovação de Rui Borges, teria de haver uma decisão de nem renovar e ainda o despedir com contrato até 2027. A capacidade de eleger um treinador em consonância com o que pretendemos para o nosso clube não se avizinha fácil. Até entre adeptos é complicada uma certa hegemonia de ideias no que a este ponto diz respeito.
Um dos pontos mais negativos deste final de época, a meu ver, é a capacidade que “terceiros” (arbitragem em primeiro ponto, mas não único) têm em espezinhar o Sporting, sobretudo quando nos encontramos na mó de baixo.
E se quiserem encontrar um ponto de esperança ou positivo para a próxima temporada, façam favor de o exibir dado que me encontro com dificuldades para o fazer.
Melhores jogadores terão de ser vendidos para cumprir orçamentos?
Vendendo Fresneda (oportunidade a nao perder), Morten (ja ia sair) e um dos centrais (também expectável mesmo sendo campeões pela gestão de RH) , cenário que iria acontecer mesmo Champions, já será suficiente para o Break-even (ver acima).
Capacidade de prospeção
De facto aqui a questão é mais duvidosa, tanto trazem bons jogadores como entulho, não sabemos o que vai sair daqui mas esse problema estava cá independentemente do final da época.
Na realidade, neste aspeto levar o tombo que estamos a levar pode ajudar a não se meterem tanto em brincadeiras.
Aqui acrescento a capacidade negocial merdosa da direção mas lá está, dentro do mal, esta chapada pode ajudar a que não estejam 4 meses a negociar pozinhos ou a ateimar em jogadores que está visto que não vai dar.
Atratividade:
Estar na LE não nos impediu de trazer Morten e Gyokeres da ultima vez.
O Porto no ano passado conseguiu Kiwior, Froholdt e Veiga (fora outros) mesmo estando na LE e vindo de época muito mais merdosas do que as nossa ultimas épocas. Inclusive fomos a revelação da Champions este ano.
Treinador
Estava muito mais preocupado com isso no ano passado do que este honestamente. Não é por ter dado merda na ultima semana que toda a época foi para o lixo e conseguiu praticar bom futebol com as suas ideias. Estabilizando e tendo um plantel em condições normais sem 1001 lesões, não tenho duvidas de que dá para ser campeão.
A direção é uma merda?
Infelizmente não é de agora mas ainda assim há condições para acreditar no próximo ano e não sendo campeão, levar a chapada que estamos a levar provavelmente ajuda como já disse.
Ir a Liga europa acaba por ser uma vantagem em termos internos, especialmente se a questão das lesões não ficar resolvida, o que seria uma vergonha.
Espero que “a estrutura” me cale e eu venha aqui mais tarde retratar-me, mas neste momento “cheira-me” mais isto que outra coisa infelizmente ![]()
Claro e óbvio que precisamos. Também para dar rotatividade á equipa. Os porcos identificaram bem os alvos com destaque para os centrais, meio campo e frente de ataque. Mas mantiveram os melhores deles do ano passado: Diogo Costa, Alan Varela, Pepê, Wiliam Gomes, Rodrigo Moura, Samu e outros onde não decidiram mexer: Martim, Francisco Moura, Zaidou, Gül. Ou seja, olhando objectivamente ficaram com 6 ou 7 titulares da equipa tipo deste ano. Também não foi apenas isso. Reforçaram a equipa técnica/desportiva e trouxeram um preparador físico inglês.
É esse o trabalho a ser feito no SCP. Embora nós precisamos de talvez 6 titulares: Gr, LD, Um 6, um 8, um extremo esquerdo e um avançado. Isto se não sair Diomonde e Maxi.
Depois precisamos de jogadores para a rotação se mandarmos alguns jogadores moles que lá andam. Urgente também alterar o departamento de futebol e unidade de performance.
O varandas e quem o acompanha atualmente são insignificantes no panorama do futebol mundial. Eles não têm capacidade para fazer aquilo que o vilas boas fez, por falta de know-how e de influência.
Não cobres o que ganharias porque simplesmente já haveria expetativa de vender os jogadores que referes (embora ainda algumas dúvidas sobre Fresneda) e o valor da Champions que deixa de existir.
Na atratividade, parece-me ainda pior. Dizendo que estavamos “tranquilos” financeiramente e andava-se a negociar por migalhas, agora, com menos “dinheiro em mão”, quer-me parecer que ainda vai ser pior.
A atratividade de um treinador como Ruben Amorim, que tinha o “charme” comunicacional, uma equipa em crescendo e em luta para “estamos a crescer e queremos chegar cada vez mais longe” é diferente daquilo que vai ser apresentado a qualquer jogador para a próxima época.
A capacidade do RB foi posta à prova nos vários confrontos que teve contra equipas ditas “grandes” e que até estiveram com moral e capacidade inferior à que foi sendo exibida pela nossa equipa ao longo da época.
Vencemos grandes clubes da Europa. Sim, como muitas vezes um clube de segunda liga vence um de primeira. Porque a fase de apuramento leva a que os “tubarões” não metam a carne toda no assador, façam algumas poupanças e gestões enquanto nós andamos a dar o máximo em todos esses jogos para nos conseguirmos superar.
Outra questão que foi um balde de água fria neste final de época (no que me diz respeito). Acreditava que, muitas vezes, quando se falava de um Sporting a encolher nas segundas partes ou depois de estar a ganhar, muitas vezes o faria exatamente pela gestão física. Porque um campeonato é uma maratona e não se vence por ser o mais rápido e intenso nos primeiros 20 jogos e depois não ter força sequer para andar. E vi clubes rivais a claudicar por isso mesmo. No entanto, esta constante existência de lesões traumáticas e musculares, junto a esta quase incapacidade em injetar velocidade e força durante os últimos jogos, mostra-me o inverso. Qualquer treinador pode evoluir. Mas o treinador quer ou consegue evoluir? Percebe onde estão as suas limitações e não se escuda nas “lesões e azares” que vão acontecendo e escondem muitas vezes a má leitura tática na preparação e, sobretudo, durante o jogo, quando as dinâmicas se apresentam diferentes daquilo que era expectável por parte das equipas adversárias? Deixará de efetuar substituições que já parecem mais trabalhadas em “casa” do que sendo uma resposta às necessidades que o jogo apresenta. Exemplo mais recente: que necessidade e ganho teria em colocar ontem um Nuno Santos que vem, novamente, de uma lesão, sendo que ainda não tinha recuperado o ritmo de jogo sequer na anterior? As substituições quase são facilmente adivinhadas, bem como os minutos em que são feitas. “O adepto quer que ponha o Manel, mas depois de meter o Manel, querem o António”. Se calhar, o adepto quer uma substituição que se adeque ao que se passa em jogo. Uma substituição que por si possa alterar o padrão de jogo e oferecer maior capacidade ofensiva ou defensiva, conforme necessidade, bem como controlo do jogo.
Não vos parece muito estranho que o melhor ataque (provavelmente) assim como o melhor marcador da liga (também provável) não sejam do clube campeão?
Não somos a melhor defesa e por imensas vezes se pôs em causa a capacidade de controlar resultados. Isto não aconteceu uma ou duas ou três vezes para ser um “acaso”. E não se notou qualquer evolução durante toda a época. Os jogos que tivemos “seguros”, foram aqueles em que conseguimos golear antes de sofrer.
Acredito que poucos adeptos achem que o Rui Silva é um GR diferenciado que vai dar pontos e garantir vitórias, que algum dos nossos laterais direitos seja suficiente, temos um lateral esquerdo de qualidade e alternativas que não são um décimo. Provavelmente desfazemos a dupla de centrais e em qualquer central que temos vamos apontar defeitos que os impedem de serem centrais completos. Ficamos sem o capitão, o nosso médio que equilibra a equipa, ficamos sem o melhor 8. Acreditam na capacidade de encontrar 2 substituições à altura e, além disso, porque é demasiado importante, encontrar e sobretudo INVESTIR em mais 2 jogadores que sejam reais alternativas? Entre Geny (um mal amado que foi o melhor extremo da época), Trincão, Pote e Luís Guilherme, parece suficiente para a posição de avançados interiores? É que duvido seriamente que o Pote volte a ser o que já mostrou no passado, o Trincão está demasiado “confortável”, o Luís Guilherme ainda tem de mostrar muito a nível ofensivo. Temos 2 PL, 1 muito bom e um que é uma incógnita. Será que recupera? Será que vai continuar lesionado como tem acontecido até aqui? E ainda nem saímos do 11 titular e 2 ou 3 boas alternativas, quanto mais a composição do restante plantel, para não termos sempre os mesmos 16 a jogar e os outros servirem para enfeitar e demonstrar que são insuficientes quando assim é exigido.
Acreditar que todos estes pontos poderão ser ultrapassados de uma vez para a próxima época, parece-me um exagero desmedido ou muita, mas mesmo muita fé.
E ainda não entrei pela questão do departamento de performance. Porque isso, parece-me, vai ser mal que vai demorar a purgar.
Por fim, apontar a inexistência da Champions como positivo parece-me, claramente, reduzir o potencial do nosso clube. Um clube em crescendo tem de estar na Champions. Deve ser o mínimo exigível. O nível da Liga Europa tornou-se mais acessível e até poderá abrir espaço a uma conquista importante para o clube. Mas aquilo que significa a capacidade financeira da Champions é muito mais “pesada” a longo prazo no clube.
P.S. Esqueci-me de referir em cima, que referiste a “cobertura” do valor perdido na Champions pelas vendas. Nem o cobre, como disse, as vendas seriam já expectáveis e não falei dos possíveis ganhos monetários pelas vitórias, porque esse é outro valor que deixa de ser tido em conta.
Na questão das vendas, obviamente que ir a Champions dá mais dinheiro e que isso é melhor, a questão não é essa!
Tinhas dito “Melhores jogadores terão de ser vendidos para cumprir orçamentos”.
Entendo que cumprir orçamentos seja pelo break-even.
O meu ponto é que vendendo o Morten que iria sair de qualquer forma, campeão ou não
+vender um dos centrais (Inacio ou Diomande) também já era expectável nesta fase mesmo que fossemos campeões
+Fresneda que toda a gente aceitaria vender pelos valores que se tem falado mesmo caso fossemos campeões, já garantem o cumprir do orçamento enquanto break-even e com margem.
Resumidamente, as vendas que ja estavam planeadas/esperadas serão suficientes para break-even no proximo ano e a partida até darem lucro. (fora pequenas vendas de excedentários).
Agora, claro que o dinheiro da Champions era bem vindo na mesmo, dinheiro nunca é demais… mas não é a catástrofe anunciada….
Em relação ao treinador, mantenho que gosto mais do que vi este ano do no meio ano anterior. Fui cético da sua vinda e mesmo tendo validado o campeonato, estava cético de que iria conseguir implementar boas ideias.
Muito raramente vi o Sporting tão serenamente como até a semana passada, apesar de todos os problemas fisicos. Dos jogos falhados, não senti que foi porque eramos piores do que o adversario, mas sim que faltou ali energia e percebendo o porquê de estar em falta.
A partir do momento em que considerando que sem problemas físicos, o sporting podia ter ganho qualquer jogo e que inclusive ganhou e ou disputou os jogos face a grandes europeus, não posso achar que o Treinador não serve.
Uma equipa que nunca joga um ■■■■■■■ é uma coisa, uma que joga bem e morre principalmente pelo físico é outra coisa e é teoricamente mais facilmente resolvido pela estrutura.
Quando a equipa realmente não joga nada, aí sim o treinador por ir de vela porque simplesmente não dá para mais
Fiquei FOD+DO no dragao e pedreira especialmente por não ter havido subs mas também dificilmente se vai passar um época em que se concorda com tudo o que o treinador fez.
Tive 2 insonias em 3 dias por causa deste clube, quando não é normal isso acontecer-me, no entanto sendo racional, não consigo pensar que as coisas estão tão mal quanto estão agora a pintar.
Obviamente que prefiro ganhar os jogos todos, obviamente que prefiro estar na champions e ter mais dinheiro, o que digo é que ir a Liga europa não traz apenas desvantagens e bem feitas as coisas, pode-se tornar um mal num bem.
Além de que falhando o objetivo da champions (que aind está aberto até na possibilidade de ir pelo 3o lugar), até é bom, apesar da dor e das insonias, que a chapada seja forte nas beiças da direção para corrigir o que fez de mal.
Explicaste bem a tua ideia, eu ao ver os nomes projetei a questão das idades e tudo somado tem lógica.
Algumas notas soltas sobre perfil de idades:
Das primeiras coisas que pensei foi no plantel do PSG que é extremamente jovem e apenas contratam jovens também. Isto para termo de comparação, as realidades são muito distintas.
Continuando na nossa realidade, como clube vendedor dependemos das vendas de jogadores e os mesmos após os 26 anos só perdem valor de mercado.
Também me faz sentido ter grande parte do plantel entre os 24 e os 28 anos, que será teoricamente a janela de maior rendimento desportivo dos mesmos, já com experiência e ainda no topo fisicamente.
Voltando à construção de plantel, o mesmo foi feito pelo Amorim ao longo de 5 anos e mesmo após a sua saída continua idêntico e o melhor encaixe ainda é esse modelo de jogo. Não se adequou o plantel ao novo treinador mas sim o treinador ao plantel.
Sabendo também da ligação que o plantel tinha com o Amorim, é compreensível haver desconfiança face a qualquer treinador que o sucedesse.
Por outro lado, há elementos que contribuíram muito para o nosso sucesso passado mas que não é previsível que tenham pernas/cabeça (+ lesões) para evoluir ou até voltar a render o que já renderam.
E é normal estes jogadores terem grande estatuto no clube, devido ao trabalho realizado, o que obriga a serem sempre opção quando disponíveis.
Em conclusão, juntando todas as peças, estamos em fim de ciclo e seria importante uma boa renovação do plantel, reconstruir o mesmo para preparar o futuro e ao mesmo tempo permitir saídas airosas a figuras da história do Sporting antes que ânimos azedem.
Não reconheço é competência ao modelo de gestão em vigor para isso… adoraria ser surpreendido pela positiva.
Os miúdos da B neste contexto faz todo o sentido por lá continuarem, importante para eles somar minutos na carreira e a Liga 2 é um contexto bom para evoluir, podem claro fazer pré época com a A, treinar com a A se adequado e ir somando minutos aqui e acolá, não podemos é entrar na época a depender deles para rendimento imediato. Travassos, Nel e Simões sim, já está na altura.
Para a nova epoca precisariamos sempre de substituir:
Parece que por aqui vai ficar tudo na mesma.
Assim sendo acho que até perde todo o sentido estar a falar em plantel, porque esteja o plantel que esteja com tudo aquilo ali de cima na mesma a coisa não tem como correr bem.
Mas é realmente preciso um upgrade no que toca a jogadores:
É obrigatório dois jogadores por posição mais uns quantos polivalentes que possam fazer várias.
Reforços, dentro do que se tem falado, fugir a sete pés do Yeremay, tentar Arribas, fugir do Altimira, tentar o Dombia dentro de valores aceitáveis. Fazia um forcing pelo gato belga, mantinha-me bem longe do mercado brasileiro e grego, olhava com atenção para o mercado nórdico, de segundas ligas de espanha, itália, alemanha e até frança.
E também mercado Uruguaio, Colombiano e Argentino.
edit: Pergunta corrigida para ser mais realista, bem jogado colegas.
Contas por alto, vais precisar de + - 8 a 9 contratações.
É uma reformulação da equipa
A minha ideia no meu post foi essa, manter alguma base de plantel e fazer 4 contratações para o 11 titular, a profundidade do plantel era para esta época, para passar a fase de Liga da Liga Europa não vale a pena, focar num bom 11, mais 3 ou 4 elementos de qualidade, depois os entulhos que não vamos conseguir despachar e não, mais equipa B.
Obviamente nada disto vai acontecer, e certamente que a estrutura nos vai presentear com um planeamento muito mais original.
Se tivéssemos de manter obrigados com 2 shotgun na cabeça* ![]()
Normalmente nesse tipo de pergunta vem uma lista de jogadores que não se quer perder ![]()
Estaria aberto a vender todos se houvesse oportunidade, iria depender mais das propostas do que do jogador em si.
Neste caso, os dois mais baratos até são os melhores por isso se fosse obrigado a ficar com um, seria entre Mangas e Kocho.