Política Internacional - Parte 3

https://x.com/techwontsaveus/status/1846907719006957870?t=sIBud_iEJW7eO3VcnTd7Dg&s=19

Porra o project 2025 é melhor do que eu estava à espera

São “sondagens” do polymarket.
Pesquisa, que borregou esta semana. :clown_face:

Também me parecia muita fruta.

Se 62% dos americanos votassem em Trump seria necessário rever o posicionamento estratégico da UE com urgência. Particularmente a política de segurança comum.

Jamais o fará por sua iniciativa, a não ser que seja o Trump a mandar a Europa cagar, que eu espero que ele faça (de vez, deixando-se de ameaças), a bem da América, que precisa de se focar na China (já não há na América capital político suficiente para engordar o orçamento militar), e da própria Europa, que precisa, não de uma política de defesa comum, mas de depender menos dos Americanos e mais dos países mais importantes da Europa: UK, boches, croissants, spaghettis e polacos. Alguém pode dizer que não há nos países que ditei capacidades económicas e tecnológicas suficientes para assegurar, pelo menos, que a Europa Ocidental não é conquistável, encostada às cordas e neutralizada? Claro que há. Não há é vontade, nem auto-estima. E há muita paciência da parte dos americanos. É assim agora e foi assim na Guerra Fria.

Trump foi presidente entre 2016 e 2020 e não aconteceu absolutamente nada de palpável à relação entre a América e a Europa no campo militar, apesar das birras, das ameaças e das palhaçadas que os europeus disseram sobre a correcta e necessária posição do Trump sobre a excessiva dependência dos europeus na América.

Quanto à Ucrânia, por mais que simpatizemos com ela, a sua autonomia não é vital para o Ocidente. Se o fosse, o apoio deste teria sido substancial desde o primeiro dia, que não foi. É mais importante para nós que os russos paguem caro a invasão do que a Ucrânia não se tornar um satélite da Rússia. Sangue, material e dinheiro russos contam mais que ucranianos e a independência da Ucrânia. Isto é inegável. Mas não pode ser dito.
Se fosse vital para nós, se a queda da Ucrânia ameaçasse realmente o Ocidente e particularmente a Europa Ocidental, já estaríamos lá a lutar ao lado deles, ou, como foi sugerido há algum tempo pelo general na reserva que foi líder das tropas britânicas no Afeganistão, poderíamos ajudar a Ucrânia em termos humanos, nas zonas distantes do campo de guerra, para permitir à Ucrânia canalizar para o teatro de guerra todos os meios humanos disponíveis, entre muitas outras ideias (por exemplo, assegurar que os portos ucranianos mais economicamente importantes continuam a operar), ou proteger com meios aéreos a parte ocidental da Ucrânia, ou criar um buraco negro aéreo na fronteira entre a Ucrânia e a Bielorrússia, ou brincar aos soldados na fronteira da Bielorrússia para fixar soldados e material russo neste país. Temos feito o quê, na verdade? Fornecido material e informação e apoio político. Talvez haja soldados americanos e britânicos a operar equipamento que tem matado russos. Talvez. Não chega.

A Ucrânia quer expandir a guerra e usar armamento mais letal e sofisticado. Não falta, por enquanto, vontade de lutar. Tem faltado é autorização dos seus aliados. Além disto tudo, duvido que a China não faça nada se a Rússia não aguentar, se o regime de Putin ficar em perigo. A partir daqui, passam a valer, se é que já não entrámos nesta fase há algum tempo (não é confiável o que a imprensa ocidental diz sobre a guerra), números de mortos, número de homens recrutáveis e capacidade de reaprovisionar equipamento militar. Neste aspecto, a Ucrânia está mortalmente dependente de terceiros.
Se a vitória ucraniana é assim tão importante, por que razão não foram deportadas as centenas de milhares de jovens em idade militar que estão escondidos na Europa Ocidental, enquanto o seu país está a braços com uma ameaça que, se não for derrotada, significará o fim da nacionalidade e autonomia ucranianas?

Há um divórcio entre o discurso do Ocidente e o que ele tem feito (ou não feito). Quando os russos invadiram, o primeiro contacto entre o líder do Ocidente e o presidente ucraniano foi: queres fugir daí a que horas? O ministro das finanças alemão (liberal), que no momento da invasão estava junto do então ministro das relações externas ucraniano, disse-lhe, “a Alemanha não vai fazer nada, vocês vão cair dentro de uma semana”.

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UK e EU são o mesmo bloco. O UK quando saiu da UE aprofundou ainda mais essa realidade.

Há acima de tudo interesse americano em manter o status quo da sua posição hegemónica no ocidente pós II guerra. Muito por isso se deve essa “paciência”, ou leia-se interesse.
A autonomia estratégica da UE não é desejada, só o Trump por estupidez e falta de visão (na perspectiva americana) a poderá provocar.

Não é vital para os EU, serve os seus interesses. Mas é existencial para a Ucrânia e muito importante para a Europa. Que saiba a Europa também é ocidente.

Pode e deve ser dito, essa é a motivação dos EU desde o início desta proxy, e já cumpriram os principais objectivos geopolíticos. De forma brilhante diga-se. Putin como até já tinha tendências imperialistas, caiu como um verdadeiro patinho. Afastaram a Rússia por décadas da UE (destruindo o Nord Stream como garantia, velho objectivo) e afastaram a Russia da Ucrânia, especialmente com a guerra, pois mesmo com o Maidan a sociedade continuava um pouco dividida. Agora acabou de vez para os russos, excepto nas zonas ocupadas. Falta apenas um geoeconómico, a recuperação do Donbas, mas esse é secundário, se o custo não o justificar fica para trás.
Só há um problema no meio disso tudo, o completo sacrifício da Ucrânia, que não merecia nada disto. Continua dar um exemplo de resiliencia, mesmo já tendo entendido que não vai ter aquilo que pretende.

Muitos mercenários de várias origens, mas não chega. Tínhamos a obrigação de fazer mais, mas lá está, a integridade territorial da Ucrânia é secundária. Há um esforço máximo já definido para esse fim, se não for suficiente não vai ser ultrapassado.

O Putin é velho, pode ser que morra antes do fim da guerra. De outra forma não acredito numa revolução com sucesso enquanto for vivo, nem num colapso económico.
Uma coisa é certa, se os russos perdem mesmo que consigam “apenas” os territórios ocupados, muito longe do objectivo inicial, a UE fica também com uma imagem extremamente fragilizada.

A guerra na Ucrânia vai acabar nos próximos meses , nem russos , nem ucranianos têm mais soldados para lá meter.

Só estão à espera das eleições americanas , para que se ponha termo às hostilidades.

https://x.com/BitcoinNewsCom/status/1848365386758053973?t=zif4fY9CJqYybTY0lvI8yw&s=19

Isto é um excelente anúncio, obrigado Barraca Abana

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https://x.com/visegrad24/status/1848646674773586110

Enquanto isso a Europa continua a dormir à sombra da bananeira…

Depois queixam-se e choram porque acham que vivemos todos no mundo da Heidi.

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https://x.com/camalees/status/1848327856524284036?t=Cp26NOdQLo5oQlEMgMJn4Q&s=19

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Fazer um post a idolatrar o Netanyahu :joy:

E depois passado 10 min vai para a CNN criticar o Putin :clown_face:

Como não amar

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https://x.com/MAGACult2/status/1848481106150191548?t=Ox8tnSSz1K1dDsObkWi8iQ&s=19

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https://x.com/atrupar/status/1848811701283536958

O Trump só faz merda

https://x.com/AP/status/1848836810870329547

https://x.com/nytimes/status/1848848361228837050

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Para perder uma grande guerra? :rofl:

Bem o regime nazi tinha generais brilhantes, fossem eles a mandar e se calhar teriam ganho a guerra