A alternativa é seres empalado por trás. E ser membro de 1 sindicato é mais barato que pagar a um advogado (se tiveres o pilim para pagar).
Não, não é…
Um sindicato não faz milagres.
O que o sindicato te oferece é acesso a um advogado de direito laboral mais facilitado porque o dinheiro que lhes pagas mensalmente ou anualmente serve para pagar esse tipo de representação.
Mas consultar um advogado para perceber se tens fundamentos para te defenderes não fica tão caro quanto isso, não significa que tens obrigatoriamente de ir para tribunal.
Poderão haver situações pontuais onde te compense ser sindicalizado quando tenhas um problema, mas no fundo é como teres um seguro do telemóvel.
Se precisares compensa, se não precisares é dinheiro ao lixo.
Depois cabe a cada um aferir se realmente precisa disso ou prefere não ter a despesa e correr o risco de estar por sua conta eventualmente.
Felizmente na minha área isso nem se coloca, não existem sindicatos para sustentar meia dúzia de preguiçosos à custa dos outros todos.
E claro que há situações onde os sindicatos podem ser úteis, ninguém diz o contrário.
O meu maior problema é quando os sindicatos se misturam com partidos políticos e tentam obter poder político à custa das pessoas que representam, quer essas pessoas queiram, quer não.
O trabalhador que ganha 800e não tem capacidade monetária para o arrastar de uma situação dessas.
Ser sindicalizado custa uns 6/7 euros por mês, creio eu, e tem direito a todo o suporte necessário.
@ShadowCitizen , Olha que dos casos que conheço, o act e sindicato entraram em ação e os pontos foram todos postos nos is.
Não estou a dizer o contrário. Só estou a dizer que não fazem nada que advogados não consigam fazer.
Simplesmente no pacote que te vendem está incluída representação legal (com os advogados escolhidos por eles) no caso de necessitares dela.
Isso pode ser bom se os advogados forem bons, ou podem arranjar-te uns bananas que só te prejudicam.
Tudo pode ser visto por vários ângulos, estás sempre a depositar a tua confiança para resolver um assunto sério noutras pessoas, a troco de pagares menos por isso.
edit: A ACT é outra história que nada tem a ver com sindicatos.
E ainda bem que referes a ACT, porque é outro órgão que podes tentar consultar @Nightwish76 para procurar aconselhamento
Eu sei.
Sei bem o “poder” de um e outro. Trabalho num sítio onde tem havido litígios até ao caraças.
Quanto à política não quero saber nem percebo, como disse, mas também sei que estão ligados (sindicato).
O custo nâo está no consultar, obviamente, o custo está quando um advogado te começa a cobrar as horas que está a trabalhar no teu caso.
Telefonema para o Sr. X, 12 minutos: 160.00
Carta enviada ao Sr. Y: 230.00
Reuniâo com a Sra. X, 2 horas: 375.00
Sessâo tribunal, 4 horas: 750.00
Ajudas de custo: 110.00
Iva 21%:
etc etc e tal por ai adiante
Deve ser frustrante saber que tens razâo mas nâo teres pilim para proceder.
Um sindicato faz isso pelo seus membros, a consulta e tudo o resto que seja necessário.
Não sei quais os custos no privado, mas no público pago 1% por mês e só em esclarecimentos a dúvidas por telefone e e-mail já estou a lucrar. E são tarimbadíssimos nestas questões laborais com o Estado.
1% para mim é um roubo, e eu não sei como é que tens assim tantos problemas com a tua entidade patronal para estares constantemente a precisar de ajuda do sindicato xd
Eu trabalho há alguns anos, já passei por algumas empresas e nunca precisei de nada que não conseguisse decifrar por mim próprio…
Qualquer coisa tenho o ACT que consegue esclarecer qualquer questão de direito laboral…
Mas hey, you do you, no entanto para mim 1% do meu salário ainda é dinheiro xd
Ao fim do ano eram umas centenas de euros para o sindicato
Eu não sei que advogados andas a consultar amigo, mas estás a ser roubado xd
Ou eu é que os arranjo baratos…
230 paus para enviar uma carta? xd
160 paus por um telefonema de 12min? xd
É certo que despesas legais não são brincadeira, mas também não é preciso exagerar…
E again, tu já estás a assumir que as coisas têm que ir para tribunal.
Da experiência que tenho, e claro que haverão sempre casos diferentes, basta saber os meus direitos que a entidade patronal também os sabe.
Imbróglios vão sempre haver, mas a esmagadora maioria das pessoas nunca vão precisar de assistência legal por problemas com a entidade patronal.
Cabe a cada um se quer essa proteção, como cabe a cada um saber se quer um seguro para o telemóvel, ou um seguro de saúde, ou ser sócio do automóvel clube português e por aí fora…
E até aí tudo bem, agora o que eu me recusaria é a pagar para dar poder político a marmanjos, mas isso sou eu.
Se eu quisesse ser representado por um sindicato (num cenário hipotético já que não existem sindicatos na minha área), teria de estar a subscrever as causas políticas do PCP, mesmo sendo totalmente anti comunismo.
E é esse envolvimento político que a mim me causa asco, porque garanto que uma enorme franja dos sindicalizados não tem noção que está a dar poder a essa malta, e não se revê nas posições políticas deles, mas para verem os seus direitos laborais protegidos têm de suportar todo um partido político.
Pessoal muito obrigado a todos pela ajuda. ![]()
A pessoa em questão não sou eu mas é a minha esposa.
Os funcionários são apenas 3 , sendo que 1 delas vai-se reformar para o ano e portanto nem conta para o assunto.
Em relação á minha Maria , ela para a semana vai ao ACT informar-me e posteriormente terá uma reunião com os 2 principais acionistas do actual emprego.
Depois logo se verá como corre.
Existem várias hipóteses em cima da mesa, e se eles se armarem em filhos da p…, existe até a hipótese de ela meter baixa psicológica no imediato e avançar com a queixa/ideminizacao no ACP.
Porque se não lhe derem o actual horário na nova empresa, os patrões dela mentiram-lhe e faltaram com a palavra e quando assim é…
O melhor é mesmo o act.
E na minha opinião, assinar novos contratos é zero. Não vás nisso, novo contrato é o começar tudo de novo.
Edit: dá-me um nojo desgraçado as entidades patronais quererem fazer o que lhes apetece achando que as pessoas têm de se “sujeitar” a coisas ilegais e ao que eles querem.
Vão comer na peida.
É tentar a ver se tem mais sorte, mas ajudaram zero acerca de um familiar.
Liguei para lá para fazer marcação precisamente para aconselhamento, para tomarmos uma decisão ponderada.
Resposta da ACT: pode tentar a sorte com os colegas mas só pode fazer marcação para queixa ou para pedidos de intervenção, não damos aconselhamento
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Dos casos que conheço, há sempre uma reunião para avaliação e estudo do caso, depois avançam com o processo mas já com tudo direitinho. Não é fazer a queixa e aquilo está tratado, como deves imaginar.
Deve haver milhares de queixas que “são nada”.
Teve azar, eu conheço uma pessoa a trabalhar na ACT que já me referiu ter aconselhado pessoas em relação à lei laboral.
Faz a marcação e depois pergunta, não custa tentar
É isto!
Só referir que em relação ao horário de trabalho vai sempre depender do que está estipulado no contrato mas olhando para os meus contratos, nos que não tive isenção de horário, tinha sempre um intervalo referido mas também estava referido que a empresa poderia alterar esse horário a qualquer momento.
Se a tua esposa tiver isso, não pode pegar por aí…
Não podem é pagar menos ou exigir mais horas de trabalho
Eu estava na sonae quando a sonae comprou os carrefours .
Na altura o pessoal que trabalhava nos carrefours tinha desconto de 10% nas compras e os da sonae nenhum desconto ( o normal dos belmiros ) depois das negociações todos ficaram com 6 ou 7 % ( ja nao me recordo bem ) de desconto em cartão nas compras.
Isto tudo depende da boa fé de ambos os lados .
Se uma empresa compra outra empresa e assume os funcionários da empresa que foi vendida no mínimo tem de manter as condições salariais que esses funcionários já tinham.
Não te quero enganar mas tenho quase a certeza que podem alterar o horário de trabalho sem o consentimento da tua esposa apenas sendo obrigados a avisar com algum tempo de antecedência que ao certo desconheço qual é.
Isso é obvio que depende sempre da boa fé de ambos.
Mas não podem chegar ao pé duma pessoa (mãe dum filho menor de 12 anos) e dizer que a partir do proximo mês começas a entrar ás 7h30 no trabalho.
Do sitio onde moramos até chegar ao local de trabalho teria de apanhar 3 transportes , sair antes das 6h da manhã de casa…quem é que depois levava o miudo á escola?
É impossível.