Espírito de Leão, autêntico homem do Norte de antes quebrar do que torcer, nunca vira a cara a luta e nunca mostra má cara nem baixa os braços quando tem que recuar para LE.
Tivessem o RV e o JC a sua mentalidade e estaríamos muito mais competitivos.
Aquele chapéu de ontem à trave merecia muito mais.
Pode ser que tenha começado os implantes.
Se o incomodava e não interfere no rendimento desportivo, faz bem em corrigir o problema.
Sempre se sente mais confortável.
Por acaso acho que não só apareceu muito bem nos espaços como não finalizou mal. Teve azar e teve um guarda-redes a responder muito bem. Na última oportunidade podia ter feito melhor, mas nas 2 primeiras colocou a bola como e onde devia ter colocado. Não acho que seja mais demérito dele do que uma boa resposta do guarda-redes e azar com os ferros. Até porque não eram execuções facílimas.
Não é um grande jogador, mas é um bom jogador com oscilações de forma. Neste momento está numa grande forma.
Se isto é sobre o lance com o Akanji, é só para dizer que era claramente falta, no sitio perigoso, foi empurrado claramente pelas costas sem precisar de repetição alguma, esse lance, o amarelo ao Matheus, não ter mostrado amarelo ao Witsel, Reus, mesmo num jogo onde fomos perto de 0 é nojento, sempre, seja cá dentro ou lá fora o critério é sempre a ■■■■■ o Sporting.
A estatística é aquela coisa dos 2 frangos, não é?
Eu vi bem o eclipse dele no Dragão, num jogo em que era primordial estarmos a bom nível. Assim como, já esta época, o vi desperdiçar a oportunidade de enterrar o Porto, aqui em Alvalade. Mesmo no Estoril, o homem perde uma ocasião de golo e não consegue isolar o Paulinho, tendo tempo para fazer um passe melhor do que aquele que fez. Com o Marítimo…foi azar.
Eh pá, ontem entrou com medo do jogo. Para mim, não tenho a mais pequena dúvida de que lhe falta presença de espírito nos momentos em que a pressão aumenta. Porque tecnicamente ele é apto, tem velocidade, tem compromisso. Só que há momentos em que desaprende e não consegue fazer coisas no último terço, que consegue fazer noutras zonas do campo. Não consigo aceitar que um gajo válido, naquela circunstância, não consiga tirar um cruzamento bem tirado.
No Estoril, além da ocasião de golo, não posso aceitar que faça um passe tão mau, em que pode pôr um colega na cara do golo, com o tempo que ele teve para executar a acção.
Nestes jogos, em que é preciso tirar alguma coisa deles, o Nuno Santos e o Paulinho não podem ser os “focal points” ofensivos. Falta-lhe a classe de, quando é preciso, meter a bola lá dentro ou definir um momento com uma assistência perfeita. Têm que crescer mentalmente para não terem esse tipo de baques.
Frangos ou não, são golos e valem pontos. E ele marcou dois golos ao Porto e um golo ao Benfica no último ano e meio. Não sendo um goleador nato, ainda melhor se torna este registo. Dizer que o Nuno é uma fraude nos jogos grandes é mentira, não há grande volta por onde dar.
Portanto, nos jogos que referes, fizemos 2 pontos em 6 possíveis. Ou seja, 1 ponto na temporada passada e 1 ponto nesta temporada. Quantas ocasiões desperdiçadas?
Eu não acho que ele tenha que marcar paletes de golos. Só espero que aproveite as que tem. Em casa, com o Porto, essa sua falta de virtude custou-nos a vitória, por exemplo. E o jeito que dava estar a 2 pontos do primeiro lugar, tendo nós jogado com Braga e Porto, ao contrário do líder. A pressão que isso metia nos índios, mesmo que não a confessassem em público. Além do significado de uma prova de força do campeão. Mas a desperdiçar ocasiões, quando as há, é difícil fazer uma afirmação de poderio desportivo.
Com o Ajax e com o Dortmund, que considero jogos grandes, pelo grau de dificuldade, também o seu contributo não foi positivo, que se junta ao eclipse do Dragão, num momento importante da época.
Com o Paulinho em campo, tenho muitas dúvidas sobre a bondade de manter os 2 em campo. É demasiada gente com capacidade criativa mas com pouco poder de fogo.
Se o Paulinho fosse um Jardel, não tinha problema algum em considerar o NS titularissimo. Até porque a sua função seria simplificada e reduzida ao municiamento do atacante. O problema é que o Paulinho não é um Jardel, nem um Acosta, nem um Derlei, nem um Liedson…se calhar, nem sequer é um Alecsandro. E isso obriga a que o Nuno tenha que ser mais do que um tipo que serve bem os atacantes e obriga-o a meter as mãos na massa de outra maneira.