Movimento "Dar Rumo ao Sporting"

Resumindo o pensamento do “ingénuo”:

Brás da Silva era inteligente, gostava do Sporting e fazia sonhar com os 50 milhões de Angola. Era preferível sonhar com a vitória, do que ter um Clube adiado até ao desaparecimento.

Godinho Lopes podia parecer da continuidade, só podia parecer, mas ninguém o poderia confirmar.

Dias Ferreira era um candidato muito forte, muito mais do que Godinho Lopes, e de um Sportinguismo garantido.

Bruno de Carvalho, esse desconhecido, não tinha projectos que pudessem não ser mais do mesmo.
E era de desconfiar das palavras bonitas, porque o que era preciso era dinheiro, e ele não era como o Brás da Silva que tinha dinheiro de Angola. Cuidado com o romantismo e idealismo.

O Dias Ferreira ganha pontos em todos os debates e o Bruno de Carvalho além de mostrar pouca determinação, de projectos não tem nada e não oferece mais nada ao Sporting.
O Dias Ferreira embora tenha colaborado com os 15 anos do Projecto R. já mudou de ideias e tem muita paixão e um bom projecto.

Depois o Dias Ferreira passou a ser o único que pode trazer o novo Sporting. Porque tem ambição mas não tem milhões. No entanto sem investimento não haveria retorno. (?)

Para agravar o perigo do Bruno de Carvalho, ele aliciou os seus apoiantes a terem uma forma baixa de não aceitar a derrota. Foi uma vergonha o que se viu na televisão, e só os brunistas podiam ser os responsáveis. Na televisão não se viu bem a superior postura do candidato “derrotado” quando apelou à compostura dos Sportinguistas que o apoiavam.

Finalmente embora Dias Ferreira não tivesse sido o eleito era preciso dar uma oportunidade ao Godinho Lopes, em quem tantos “bons” anti-continuidade confiavam. Não podiam ser uns vendidos mas sim fervorosos Sportinguistas.

Portanto houve, há e haverá sempre uma dependência dos “notáveis” e “bem relacionados”, pois uma mudança muito radical fará muito mal à saúde do Clube.
Que só poderá ser governado por quem não acompanha e sofre com as suas Equipas desde criança.
Só quem se interessa pelo SCP depois de instalado e “bem instalado” na vida, pode meter as mãos no Clube.

E perante nova ameaça, que possa levar o SCP a ser dirigido por um Sportinguista apaixonado, estudioso por amor ao Clube, e disposto a retomar as antigas Glórias que leu em criança no livro do Avô, prefere-se a continuidade da desvalorização do Património material e humano, para caber facilmente nos bolsos dos abutres de cartola.