Isto.

«RÚBEN AMORIM LEMBRA-NOS SEMPRE DO QUE PASSÁMOS» (VÍDEO)
SPORTING 08:40
De médio ofensivo a lateral-esquerdo, das dificuldades no Moreirense e Rio Ave à glória no Sporting campeão, e as perspetivas de acabar carreira na cidade natal, S. João da Boavista (São Paulo). Matheus Reis abriu o jogo no podcast ADN de Leão, onde destacou a chegada a Alvalade.
«Mudou tudo completamente, a dimensão do clube, os adeptos, foi incrível. O que passei para chegar aqui… Joguei no São Paulo, um grande, achava que a integração ia ser difícil, mas foi muito rápido. Estava parado - nunca tive oportunidade de falar - só corria à volta do campo [no Rio Ave]. Usei isso para me fortalecer. Quando cheguei aqui o mister disse ‘vais ter 15 dias para te adaptares’ e uma semana depois entrei no jogo com o Gil Vicente, com a equipa a perder, chuva, o Coates fez dois golos e virámos o jogo [2-1], foi maravilhoso. Não podia ser melhor, após cinco meses parado. Foi incrível.»
O brasileiro destaca a união e elogia Rúben Amorim pela forma como motiva o grupo. «Nesta época, muitos jogos, pode acontecer uma fase ruim mas é nesses momentos que se vê um grande grupo e isso é trabalhado com o mister, que está sempre a picar-nos, a motivar-nos, lembrando o que passámos. Eu não estava aqui mas foi muito difícil e ele está sempre a lembrar-nos disso, é uma motivação gigantesca. A maior diferença da nossa equipa é a união. Sabemos que quando as coisas apertam podemos dar as mãos uns aos outros e segurar a bronca ali», disse.
De médio-ofensivo à… retirada em São Paulo: conheça o camisola 2 do Sporting
Revelações de Matheus Reis no ‘ADN de Leão’: já foi artista no meio-campo e central… só de leão ao peito

Matheus Reis foi o convidado do mais recente episódio do podcast ‘ADN de Leão’, onde aproveitou para revelar alguns pormaiores da sua vida, desde as camadas ‘de base’ ao local onde quer terminar a carreira - em casa. Confira as respostas.
“Até aos 16 anos jogava como 10”
- Até aos 16 anos jogava com a 10. Depois nos juvenis fui para médio-defensivo e quando cheguei aos 17 para os 18, colocaram-me a lateral-esquerdo – fui muito bem. Acabei por me tornar profissional. Eu gosto de marcar, não era um médio que não recuava. Se continuasse como médio-ofensivo, será que tinha subido a profissional? Pois é… E na época passada foi a minha primeira na linha de três.
Chegada ao Moreirense… com pouco gás e o telefonema da mulher
- O treinador [não refere o nome, mas na altura era Sérgio Vieira] ligou-me – e atenção, hoje sou amigo dele – disse para vir, que precisava de um lateral-esquerdo, eu vim, tinha o sonho de vir para a Europa, aceitei, mas cheguei aqui e não foi nada do que conversámos. A estrutura era bem menor. Fiz dois jogos em meia época e a entrar como extremo. Foi o momento em que mais cresci. Não deixei de trabalhar, pela minha honra e pela minha consciência. Acabava o treino e ia para o ginásio. Foi o momento mais crítico. Não jogava… Às vezes a minha esposa ligava para o meu empresário a perguntar porque é que eu não jogava. É bom ter alguém assim ao lado."
Prego a fundo em São Paulo
- Gostava de me retirar lá. É uma cidade gingantesca. Morei lá 10 anos, mas nunca fui nem vi ninguém ser roubado. Mas tens de saber onde andar… Fala-se muito do Rio [de Janeiro], da favela… Já fui lá muitas vezes, com a minha família. Mas sim, não posso dizer que São Paulo seja uma cidade segura. Lá, à noite, não paro nos semáforos. Quero voltar porque onde morava não tem muito roubo… É interior, mais tranquilo, todos conhecem todos.
Matheus Reis foi afastado no Rio Ave: «Só corria à volta do campo…»
Primeira metade de 2020/21 foi passada longe dos treinos em Vila do Conde, mas com foco… no ginásio

Matheus Reis entrou em litígio com a Direção do Rio Ave e a primeira parte da época passada foi passada… a treinar à parte. Isto até o Sporting, a pedido de Rúben Amorim, o ‘resgatar’ para ser campeão nacional. O defesa, de 26 anos, lembra os momentos menos bons, como os superou e a redenção, com a estreia em Barcelos - tudo no podcast ‘ADN de Leão’.
“Mudou tudo. A dimensão, acima de tudo. A estrutura, os adeptos… Foi incrível. Desde que cheguei o grupo foi impressionante. Joguei no São Paulo, uma equipa muito grande do Brasil, e quando cheguei pensei que ia ser difícil a adaptação – mas não. Estava parado, não estava a jogar [no Rio Ave]… Nunca tive a oportunidade de falar, mas estava só a correr à volta do campo. Eu usava isso para me fortalecer: procurei ter o meu PT fora para chegar aqui muito bem, que foi o que aconteceu”, recordou.
Lembra, depois, a adaptação rápida ao que seria o futuro campeão: “O míster disse-me que tinha 15 dias para adaptar-me, mas numa semana joguei, contra o Gil Vicente [em Barcelos]. A perder [0-1]. A chover. O Coates mete dois golos e nós ganhamos [2-1]. Depois de cinco meses parado, não havia melhor cenário. Só fazia trabalho de força e correr. Mas o futebol é como andarmos de bicicleta – não se esquece.”
Matheus Reis e Rúben Amorim: «O passado foi difícil e está sempre a lembrar-nos disso»
Defesa levantou o véu sobre discurso do treinador no mais recente episódio do ‘ADN de Leão’

Matheus Reis utilizou parte do tempo de antena no 39.º episódio do podcast ‘ADN de Leão’, no ar desde o início da noite de terça-feira, para levantar um pouco do véu sobre a forma como Rúben Amorim motiva as tropas dentro de portas. E tudo se resume com os tempos difíceis que o Sporting passou não há muito…
“É fácil estarmos motivamos quando estamos a ganhar. Vamos ter desafios, ainda mais numa época com muitos jogos, como esta. Pode acontecer uma fase 'ruim’, mas é aí que se vê um grande grupo e isso é trabalhado com o míster. Está sempre a ‘picar’ e a motivarmos com o que passámos. Eu não estava aqui [no Sporting], mas o passado recente foi muito difícil e ele está sempre a lembrar-nos disso. Isso é uma motivação gigantesca”, explicou o defesa, de 26 anos.
Deixa, por isso, uma garantia aos adeptos: “Podem ficar tranquilos, porque o que nos diferencia é a união. Sabemos que estamos ali, um pelo outro, a ‘segurar a bronca’. Sinto que todos têm liberdade para falar. Há uma hierarquia, claro, mas todos estão ‘liberados’ para falar no balneário.”
Gostei da entrevista dele.
Parece um gajo inteligente e humilde, que continue os bons jogos que tem feito.
Não se falou deste ontem.
Mais um onde cumpriu bem.
Nós basicamente olhámos para o plantel dum clube que no final do campeonato até desceu de divisão, reparámos que estava lá um gajo que estava encostado e achámos boa ideia ir buscá-lo e ficar com ele para jogos de liga dos campeões.
Não é preciso grandes teorias! Muito limitado! Demasiado limitado! Tentar enganar alguém e baza!!!
Não tem nível para isto, como já se sabe. Como já disse, numa dificuldade de jogos do Braga para cima, é um desastre à espera de acontecer.
Não é perna de pau escreveram por aí…certo ![]()
Este e o Feddal…aquele lado esquerdo mete medo daç.
Pela lógica do jogo com o Ajax, tem que sair para ser protegido na 2ªparte, certo?
Tem de sair para proteger o Sporting isso sim …
limitadíssimo.
Deve ser para nós perdoarmos o Vinagre.
Se bem que, por mim, é o Nuno Santos o dono do lugar. Ataca bem e defende menos mal que os outros dois, que até são ‘defesas’.
Parece me falta no golo dos turcos mas é claramente insuficiente para o que pretendemos., passa do nuno para ele é 1 dowgrade brutal
Muito fraquinho… e burro
Jogo muito fraquinho.
Nao percebo porque o NS nao foi titular na ala.
Esteve quase sempre mal!! Não sei como esteve tanto tempo em campo!! Falta de qualidade ou confiança!? Acho que as duas!!
Um pino não estorvava tanto.