Se for como no congresso, será necessário reunir um conjunto de votos que “trespassem” o seu direito de voto em outro sócio. Ou seja cada cabeça deixa de ter representatividade, e apenas quem reunir esse “molho” de votos pode estar presente e se fazer ouvir/representar. UMA VERGONHA PORTANTO!!!
Aviso já, deixo de ser sócio nesse mesmo dia, que os sócios “normais” permitirem isso. Sim porque para tal eles ainda precisam da nossa autorização. Se tal acontecer, estarei seguramente a mais neste clube!
A minha duvida é se os pontos colocados a votação serão, ponto a ponto. Ou serão “afinados” como o trespasse da academia?!
Se forem em bloco, votarei contra. Independentemente de haver pontos com os quais concorde!
Votarei contra, seja com braço no ar, seja com “caixinhas” a dizer “sim” e “não”, para me identificarem!
Já se perdeu a vergonha toda, não sei se os odeio mais que aos lampiões, acreditem!!!
E nesse caso das Assembleias Delegadas, como seria escolhido o sócio que representaria o voto de vários outros sócios? Essa ideia é uma aberração! E qual será a justificação que a corja pode apresentar para tentar explicar proporem essa medida?
É o grande cavalo de batalha do viscoso oliveira e costa. Será um Conselho Leonino alargado e passa a votar Relatórios de Contas, Moções, Estatutos, etc.
não me interpretem mal, mas acho que vocês não deviam referir isso sem saber quem teve realmente mais influência, e verdade seja dita, só o Freitas é que tem estado nas apresentações dos jogadores…
de facto o Freitas já contratou muito entulho, mas há alguns casos que se tem de lhe dar mérito…
só não lhe dou mérito pelas contratações a custo zero com comissões à custa do Sporting! :cartao:
Bastava apenas ser defendida por esse sabujo que é o ROC para eu ser totalmente contra.
Eu conheço o método de D’Hondt e sei como se aplica, mas não entendi a aplicação disso ao que questionei. Tipo: haveria x (imaginemos 100) sócios em quem todos os restantes delegariam os votos. Como seriam escolhidos esses 100?
O método de D’Hondt aplica-se quando há já previamente candidatos. Nesse caso, os candidatos a esses lugares (neste caso os tais 100 que referi) seriam todos os sócios do Clube?
Eu já percebi a ideia geral destas Assembleias Delegadas. Tentarei fazer de tudo e convencer toda a gente que conhecer a rejeitar peremptoriamente tal ideia, obviamente, caso seja proposta. Apenas estou a fazer estas perguntas para ficar esclarecido e poder também esclarecer os demais. :great:
Quem é que te diz a ti que não foram até os 4 a operar? Ou até mesmo o Freitas a dar a hipótese, o Duque e o Domingos a aprovar e o GL a dar o pastel…? Só rir.
Quando corre mal é culpa toda do Freitas, quando corre bem o mérito é dos outros?
A plateia exclusivamente feminina do Jantar das Mulheres do núcleo sportinguista de Castelo Branco era exigente, mas Godinho Lopes cumpriu. A participação no repasto anual, este ano na 7.ª edição, que ontem decorreu, cumpriu a tradição e no final abriu a pista de dança.
As cerca de 120 mulheres presentes no jantar saltaram das mesas e soltaram o corpo, obrigando a revelar-se um Godinho Lopes até então desconhecido. O próprio já tinha avisado: «Andei a praticar durante o último mês, portanto muito cuidado comigo a seguir!» A audiência adorou o aviso e nem esperou que os pratos de sobremesa mal comidos fossem levantados pelos empregados. A música elevou-se nas colunas e os pares tornaram movimentado o espaço reservado à dança.
Desligado do jogo da Selecção que decorria à mesma - nem se apercebeu que foi Hélder Postiga o autor do golo que deu a vitória à equipa das quinas -, Godinho Lopes materializou bem as palavras que havia dito antes do jantar, no discurso dirigido às presentes. «Não há sócios do Sporting sem mulheres do Sporting. Vocês são o futuro do clube e sinto que há aqui uma garantia para a próxima década, pelo que terão de levar comigo!»
O sportinguismo das mulheres de Castelo Branco foi levado a sério. Não foi só a presença no jantar que o revelou: todas traziam, pelo menos, uma peça de roupa verde e, algumas, até as unhas (dos mãos e dos pés) estavam pintadas da cor do leão de Alvalade. O ambiente era de quase delírio. Afinal, não é todos os dias que se tem o presidente como companhia e muito menos como par de dança. Sem maridos pelas redondezas por causa dos ciúmes, cantou-se muito «E o Sporting é o nosso grande amor». Godinho Lopes só pode ter-se sentido em casa!