Génios da Táctica - Sporting CP 2012/2013

neste Sporting, a coisa seria assim (na minha opinião):

alto e ágil - Wolfs
4 operários e rotativos - Insúa; Rinaudo; Boulahrouz e Schaars/Adrien
2 organizadores e criativos - André Martins/Labyad e um dos centrais (Rojo?)
3 dinâmicos e rápidos - Cedric; Capel e Elias
1 rebelde e imaginativo - Carrillo/Viola/Jeffrén

fugindo um pouco ao jogo, meti os 11 jogadores de campo. o 12º seria o redes Patrício… alto e ágil

Estiveste quase lá ;D

Eu, como já sou um pouco entradote e um romântico do futebol, quiçá saudosista ;D, bem que gostava que o Sá Pinto tivesse tomates para apresentar uma equipa com 3 defesas centrais. Até porque, finalmente, temos plantel para isso. Faria algumas mudanças, Rojo (esquerdino) Boula (destro) e uma torre (Ony/Xandão). Dois médios de contenção (Rinaudo/Gelson/Elias) e cinco torpedos virados para a baliza, à escolha: Carrillo/Capel/Insua/Pranjic/Jeffren/Labyad/Viola/RvW, ou seja, a transposição dos Cinco Violinos para a actualidade. Nomeadamente em casa, com equipas teoricamente mais fracas, teriamos um poder de fogo notável :victory:
Sá Pinto, dá-nos lá Cinco Violinos outra vez, por favor! :mrgreen:

Isso, metam Schaars e Elias ao mesmo tempo no campo e depois queixem se que não sabemos o que fazer à bola.

Carriço??? E o Bula népias…epah esse sistema de 3 defesas seria de 2 mais um :wink:

Era melhor uma defesa do tipo : Rojo/Xandão/Boulahrouz

Volto a reforçar a ideia, depois da miséria de hoje.

Vendeu o Matías e continua a querer jogar da mesma forma. Para isso, continuava cá e saia a custo zero.

      RP

??-Boula-Rojo-Insua
Schaars-Elias
Carrilo-Pranjic-Capel
??

:arrow:

Que joguemos com dois jogadores no miolo, tudo bem. Agora não podem ser estes dois. É que nem temos carne, nem peixe. Nem coesão defensiva, nem saída de bola. Aliás, um deles deve ser Rinaudo (pelo que traz à equipa defensivamente e até pelo que já vi dele com a bola nos pés - gostava de ver mais, mas tem(os) jogado pouco :S), logo só há espaço para mais um: ou Elias, ou Schaars.

Com o que vi da pre epoca (sem incluir ainda o Labyad e o Viola que ainda não se mostraram com a nossa camisola)

Rui Patricio

Cedric
Boulahrouz
Rojo
Insua

Fito
Elias
Adrien

Capel
Carrillo
Wolfswinkel

Gsotava que o Labyad se conseguisse impor logo de incio pois poderia vir a dar mais criatividade ao meio campo mas até agora para mim é assim.
(Também gostava que o Pranjic fosse testado no meio campo mas pelos vistos para o Sá conta para DE…)

Exacto, com o meio campo que felizmente já começa aqui a ser referido composto pelo Rinaudo, Elias(AM/Adrien/Schaars) e Adrien(Labyad) temos uma dinâmica no meio campo que é da noite para o dia em comparação com o que aconteceu hoje.

O jogo de hoje é o exemplo perfeito…

Para começar, devo dizer que não sou dos que acreditam que a equipa poderia jogar bem melhor num 4-4-2. Para mim, a disposição tática da equipa não é o mais importante. Contudo, deve ser adaptada aos recursos que temos e, aí, torna-se evidente que a falta de pontas-de-lança torna complicada a opção de utilizar dois. A parte que realmente interessa são as ideias de jogo e a forma como a equipa se apresenta nos diversos momentos de jogo. A meu ver, é isso que personaliza uma equipa e que permite o seu sucesso, ou pelo contrário.

Antes de voltar a abordar essa tal filosofia colectiva, vou justificar a minha escolha do onze e discutir um pouco sobre as nossas individualidades.

Patrício: O nosso guarda-redes é uma escolha consensual para a esmagadora maioria dos nossos adeptos. Evoluiu muito e hoje dá-nos segurança e tranquilidade à frente das redes. Apenas perde para Boeck no jogo de pés.

Cédric: Para mim, é bem melhor que Pereirinha (o tal que, por alguma razão, nunca chegou a Pereira). Apesar de jovem, não me parece que possa comprometer o nosso jogo. Ataca bem e terá de o fazer chegando lá à frente na ala, que pode muitas vezes deixar de ser ocupada pelo Carrillo (ou Labyad, ou Jeffren) devido ao apoio que este deve fazer ao Wolfswinkel ou devido às incursões naturais do peruano pelo meio. Nessas ocasiões, Cédric poderá valer-se dos seus bons cruzamentos. Por fim, as minhas maiores dúvidas acerca do seu rendimento recaem nas suas qualidades a defender que não me parece que sejam superiores ou semlehnates às suas virtudes atacantes. Por isso mesmo, recebe o apoio de Elias como médio interior do seu lado neste tipo de tarefas.

Bouhlarouz / Onyewu: O lugar de defesa central destro está ainda a suscitar-me dúvidas. Onyewu foi uma peça importante na nossa equipa do ano passado e acrescenta muitos pontos ao nosso jogo aéreo. Todavia, parece-me menos capaz de jogar numa linha defensiva subida do que o Boulahrouz, por ser mais lento (???). O holandês, além disso, parece-me que seria mais capaz de ajudar a tapar também as subidas do Cédric.

Rojo: A aposta no argentino ainda não me tranquiliza a 100%, devido ao pouco que vi dele. Ainda assim, parece-me que as suas maiores qualidades são a antecipação e a rapidez. Deste modo, poderá ser uma peça essencial nesta linha defensiva, que se quer subida para enfrentar a maioria das equipas do nosso campeonato. A acrescentar a estas características temos também o facto deste ser esquerdino, único nos centrais que temos.

Insua: Continuo a não compreender porque é que o Sá Pinto está com dúvidas em colocá-lo a titular. Insua é rápido, forte, tem pulmão, bom remate, atitude e sobe bem, para além de não defender mal. Depois do que fez no ano passado, é uma injustiça se começar a temporada no banco.

Rinaudo: O nosso trinco que muita falta que ele fez no ano passado. É ridículo jogarmos só com 8s quando há este e mesmo o Gelson no plantel. O argentino terá de adequar a sua agressividade ao nosso campeonato e terá que voltar ao seu melhor nível. Se isso acontecer, terá de ser um dos elementos fulcrais do nosso plantel. Para além de ter um bom desarme, joga bem com bola, não tem medo de tê-la e prosseguir com ela (muito importante no primeiro momento de construção!!!) e passa bem, sem medo de arriscar.

Elias: O 8 brasileiro tem uma coisa que não é muito própria dos seus compatriotas: é melhor sem bola do que com ela. Contudo, esta característica pode muito bem ser aproveitada por nós. A sua resistência e a sua velocidade são essencias para uma boa pressão alta, para o equilíbrio nas transições defensivas e para a fluidez das transições ofensivas. Ainda assim, pode ceder o seu lugar a André Martins, Schaars ou Adrien em alturas em o Sporting necessite de maior criatividade no meio.

Pranjic/Labyad: Tanto o croata com o marroquino podem assumir esta posição que se quer de maior irreverência e fantasia no meio. É aqui que é obrigatório surgirem rasgos no último terço, últimos passes e mesmo remates. À partida será o Labyad que acabará por ficar a titular e, com ele, pode-se contar com um apoio ao ponta-de-lança. No entanto, pelo facto de estar mais ambientado à equipa, o Pranjic pode começar a época. Com ele, ganha-se um apoio forte e mais central a Capel e Insua.

Carrillo: Parece-me evidente que o peruano cresceu. Este ano, penso que pode assumir-se como uma peça fulcral na nossa equipa. Na direita, mas sempre a disposto a surgir na área (como aconteceu com o St. Ettiene), tem qualidade para espalhar magia sob a forma de dribles, arrancadas, tabelas, sei lá! Eu acredito nele, mas, caso não consiga triunfar, este lugar também pode ser de Jeffren (o seu pé esquerdo a derivar para o meio faria maravilhas se ele tivesse em condições).

Capel: Na esquerda e só na esquerda. A meu ver, o seu jogo perde muita qualidade na direita. O espanhol é jogador de linha e tem obviamente espaço na equipa a executar essa tarefa, apesar de não ser fabuloso (levantasses a cabeça!) como o Carrillo pode vir a ser. Terá também de ajudar a fazer a passagem do meio-campo defensivo para o ofensivo, já que segura muito bem a bola e permite à equipa que suba.

Wolfswinkel: Não é ainda uma figura consensual no nosso universo, mas, actualmente não tem concorrência a seu nível para a sua posição. Não é jogador de criar oportunidades por si só e não resolve sozinho, mas ajudado pode resolver muito. Precisa de mais jogadores próximo de si para explanar o seu jogo, que não é só golos. A sua boa movimentação aliada ao aparecimento de outras figuras na área pode fazer coisas interessantes.

Voltando então às ideias de jogo que referi no início, tenho a dizer que gostava de ver um Sporting a jogar com passes curtos, em futebol apoiado, principalmente nos primeiros momentos da criação do seu jogo, com Rinaudo a assumir a primeira fase, sem medo de levar a bola para o ataque. Lá à frente, a rapidez dos nossos extremos pode aliar-se a um jogo mais em profundidade, não feito cá do fundo, por um central.Depois é preciso aparecer mais gente para finalizar (como o jasus defende contra as equipas mais fracas). Sem bola, temos de pressionar alto frente às equipas que vêm em Alvalade para conquistar um ponto. Aqui, será essencial uma linha subida e proximidade entre os nossos jogadores (que também é fulcral no tal jogo apoiado).

Para finalizar, resta-me dizer que nada disto faz sentido se não houver uma atitude vencedora e uma preparação técnica adequada. técninc aconveniente. Rotinas, jogadas, combinações não nascem de um dia para o outro, mas criam-se.

Dá-me exemplos de jogos sem eles (basta um deles) onde mostrássemos o que saber fazer com a bola. Isto jogando ao ataque claro, pressionando e procurando dominar, que biqueirada para a frente com o campo deserto também eu.

Podes ver qualquer um dos ultimos jogos(tirando o jogo em casa do city e o na casa do Atl.bilbao) que fizemos para a liga europa onde o Elias não estava sequer inscrito e o Schaars sabia minimamente o que fazer à bola. Aí tinha mos Carriço a jogar a 6, Schaars ou AM a jogar a 8 e normalmente o Matias a 10.

Acabei de rever os primeiros 45 minutos do jogo de hoje, com mais calma, e tentando ser mais observador e menos “adepto”. Enfim, junto-me ao grupo dos que admitem “não perceber nada disto”, mas vi ali problemas que me parecem ir muito mais além de desenhos tácticos e sistemas. A movimentação sem bola dos jogadores do meio-campo é simplesmente pavorosa. A quem tiver oportunidade de rever o jogo (os masoquistas, portanto), notem o completo isolamento do jogador que recebe a bola, a frequência com que é “queimado”, não por receber a bola sem espaço, mas por ter todos os companheiros longe, ou as linhas de passe cortadas.
Não faço ideia como isto aconteceu nem como se resolve, mas a 14 dias do primeiro jogo oficial é tudo francamente preocupante.

Concordo quase em absoluto com o 11 que apresentas. Só tirava o Carrilho e puxava o Labyad para extremo, mantendo o Pranjic no meio campo, numa posição entre 10 e médio interior esquerdo. Tenho a mesma dúvida que tu no eixo da defesa, sendo que se as coisas corressem mal de inicio na época, tirava o Cédric para não o queimar, puxava o Boula para defesa direito e mantinha o Ony a central, mas isto só se começarmos mal e for para não queimar o miúdo, porque por mim ele é o titular. Ah, este 11 é o que eu acho que deve começar a época, mas não quer dizer que seja necessariamente o meu 11 tipo.

Eu só lanço esta pergunta, de quem é a culpa da falta de dinamismo dos jogadores? Da falta de coordenação entre os mesmos? Da falta de entrosamento? Da falta de ligação?

Para mim este é o melhor o onze que podemos fazer com este plantel.

Patrício- Indiscutível.

Cédric- Superior ao Pereirinha. Com 20 anos e já é um jogador muito completo. Tem tudo para ser um DD de Top dentro de poucos anos.

Boula- É experiente e não complica. Um jogador que jogue ao seu lado sente-se mais seguro e confiante com um jogador com este cartel ao lado.

Rojo- Jovem e com características interessantes. Ainda lhe falta confiança mas com o tempo vai assumir-se como um dos pilares da equipa.

Insua- Melhor DE da liga e talvez o melhor argentino neste momento. Ficar no banco é um crime.
Jogador à Sporting.

Rinaudo- Joga e faz jogar. O único do plantel capaz pegar no jogo na 1º fase de construção.
Jogador à Sporting.

Elias- Todos esperamos que seja um novo Elias, se assim for, bem-vindo. Se for o da época passada espero bem que o Sá os tenha no sitio para o meter no banco.

Pranjic- Capacidade de passe e leitura de jogo acima da média. Jogador de clube grande.

Labyad- Para mim é um dos 10 melhores jogadores da geração dele. A bola sai-lhe sempre redonda dos pés.

Izmailov- Se não fossem as lesões já não estava cá. Indiscutível quando pode jogar.

Wolfswinkel- É muito criticado mas os números é que contam. Se tiver os mesmos números do ano passado vamos ficar sem ele porque facilmente batem a cláusula de rescisão.

Uma equipa que tem 10 jogadores internacionais pelas melhores selecções do mundo tem obrigatoriamente de disputar até ao fim o campeonato, não vale a pena estar com desculpas. E a liga europa o único objectivo tem de ser ganhar.

Temos de mudar esta mentalidade de trampa. Todos os jogos a dar 45 min. de avanço e depois andamos atrás do prejuízo. Isto é o SPORTING CLUBE DE PORTUGAL, temos de jogar para ganhar do 1º ao último minuto e os campeonatos não se ganham contra o carnide, ganham-se contra as equipas mais fracas.

Hoje fiquei fodid* com o discurso do Sá Pinto no fim do jogo, a mostrar a exigência ridícula que paira no clube . Se fosse uma equipa do Mourinho a fazer uma exibição como a nossa o discurso era: " Não jogamos um caralh*, ou se põem finos ou estão fodid*s comigo." Ás vezes faz falta ser duro para ver se acordam para a vida.

A critica que tenho de fazer à tua selecção de jogadores é que o meio-campo que construíste parece ter pouca capacidade de choque e as faixas não me parecem com potencial suficiente. Eu jogaria com o Adrien no lugar do Pranjic