Ex-jogadores do Sporting - Parte 2

Não sei onde anda o tópico do João Pereira. Porque fazem tópicos novos sobre a mesma pessoa?

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Fdx quem o viu e quem o vê…

Nasceu lampião mas vai morrer leão!

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O homem era tão mal tratado por cá e olhem para ele todo feliz a dizer que ama o Sporting.
Ainda bem que nunca vieste ao forum-

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Precisamente!

Diziam tão mal dele, que não jogava nada.

Pois não, mas faz parte da Seleção que ganhou à equipa do Mendes e que já está apurada para o Mundial do Qatar.

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Não era de topo, só que na altura jogava-se tão mal que nem se conseguia decifrar de quem era a culpa. E tantas vezes se pedia para colocar o Petrovic que jogaria muito melhor e depois de 1 ou 2 jogos, já era, mal por mal, que jogue o Gudelj.

Ninguém escapa ao tribunal do fórum. E é normal, ninguém joga sempre bem ou tem sempre um comportamento impecável etc

Mas parecia mais magro ontem, em melhor forma e com mais genica :slightly_smiling_face:

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SAÍDA DO SPORTING? “FOI UM BOCADINHO INESPERADO”

Na primeira entrevista após sair dos leões, Luís Maximiano falou sobre a experiência em Granada, abordando ainda a última temporada de verde e branco

Duarte Pereira da Silva

Texto

16 de Novembro 2021, 11:17

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Luís Maximiano revelou, em entrevista ao jornal ‘A Bola’, que esperava ter tido mais oportunidades do Sporting. O guardião, atualmente no Granada, falou ainda sobre o seu processo de saída e o recente sucesso em Espanha.

Saída do Sporting? “Foi um bocadinho inesperado”

  • “Foi um bocadinho inesperado (saída do Sporting). Quando surgiu a oportunidade de ir para o Granada não estava bem à espera, fui apanhado um bocadinho de surpresa e é sempre difícil deixar um lugar onde somos felizes e onde cresci”.
  • “Privei diariamente com pessoas durante anos, que me apanharam desde miúdo, e foi difícil deixar de ter aquela rotina. Foram 10 anos a ir todos os dias para o mesmo sítio e, de um dia para o outro, deixei de o fazer. Foi um bocado duro, mas são coisas pelas quais se tem de passar e agora estou feliz e estou bem”.

Oportunidades? “Poderia ter mais tempo de jogo e afinal fiz cinco jogos”

  • “Como tinha vindo de uma época em que fiz 33 jogos, a jogar todas as competições, achei que na época seguinte, apesar da contratação do Adán, poderia ter mais tempo de jogo e afinal fiz cinco jogos. Não culpo ninguém por isso, nem fico chateado. São decisões que os treinadores tomam e nós, jogadores, temos de trabalhar bem, fazer as coisas bem e ser sempre profissionais. E depois o mister escolhe quem joga”.
  • “Foi uma época muito dura em termos mentais, pois vinha de uma temporada a jogar 33 jogos para depois não jogar. Foi um momento difícil essa época que passei no Sporting, mas claro que fui mais um para ajudar e sempre que tive de jogar acho que dei uma boa resposta e tentei ajudar os meus colegas todos os dias”.
  • “Continuei a trabalhar sempre e, por isso, quando voltei a jogar passado um ano, também me senti bem. Trabalhei sempre, porque quando surgisse a oportunidade, no Sporting ou noutro lado, queria estar preparado. Nunca me desleixei e continuei sempre a trabalhar bem”.

“Apareceu a possibilidade de sair para ter mais hipótese de jogar. Foi uma escolha minha”

  • “Penso que quando se trabalha bem acreditamos sempre que podemos jogar, mas é verdade que o Adán também estava bem, e confiam muito nele no Sporting. Então, quando apareceu a possibilidade de sair para ter mais hipótese de jogar, foi uma escolha minha, uma decisão que tive de tomar, pois por muito que me pudesse custar, estar dois anos sem jogar seria duro para as expectativas de carreira que quero ter. Iria lutar na mesma para jogar, mas com a oportunidade de ir para o Granada e poder ter mais minutos tive de agarrar, por muito que me pudesse custar”.
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«SENTI-ME TRISTE E INJUSTIÇADO… ACHO QUE MERECIA ALGO MAIS»

SPORTING 09:45

É a primeira entrevista desde que saiu do Sporting. Luís Maximiano, guarda-redes de 22 anos, aborda pela primeira vez o processo que culminou com a sua transferência para o Granada. Admite que foram tempos muito difíceis, mas diz que está tudo ultrapassado e continua a falar dos leões com respeito e um brilho nos olhos.

- Como estão a ser estes primeiros meses em Granada? Coletivamente assim assim, mas individualmente as coisas estão a correr bastante bem…

  • Está a ser uma experiência nova, tudo novo. Foi uma mudança grande para mim, pois passei muito tempo no mesmo sítio, mas a adaptação está a correr melhor do que aquilo que esperava e estou a gostar muito da experiência no novo clube. Tem sido bastante agradável e estou muito feliz nestes primeiros meses.

- E a adaptação? O facto de ter saído de Celeirós, em Braga, com 13 anos, para jogar no Sporting, facilitou neste processo?

  • Sim, acho que sim… Estou habituado a estar longe de casa desde cedo para correr atrás do meu sonho e esta foi uma mudança do mesmo género. Se saí com 13 anos do Braga para ir para o Sporting atrás do meu sonho, agora com 22 anos tive de mudar de país, e ir para Granada, para continuar atrás desse sonho. São idades distintas, mas é uma mudança de vida, é completamente diferente, sabendo que quando se sai do país nunca sabemos quando voltamos. Isso às vezes deixa-nos um bocado tristes, passamos momentos difíceis, pensamos que os bons momentos em Lisboa, provavelmente, não vão voltar, e tem sido esse o desafio, saber que estamos fora de casa porque temos de estar. Espero que valha a pena, é isso que tento fazer, que valha a pena a mudança.

- Mas o mais difícil já passou…

  • Nos primeiros tempos foi difícil. Chegamos a um contexto completamente diferente, um país novo, com outro idioma…

- Já fala bem espanhol ou é mais portunhol?

  • [risos] Fui aprendendo no Sporting, onde muitos companheiros falavam espanhol, embora quando se chegue lá seja tudo novo, falam mais rápido, é diferente. Mas apanhei rápido e agora acho que falo bem.
    Mas nos primeiros tempos tive receio de tudo, não conhecia nada, tudo novo, pessoas novas, fiquei num hotel enquanto procurava casa. Os primeiros tempos foram mais complicados, mas agora provavelmente estou pronto para fazer isso, já estou mais preparado. Mas os primeiros tempos não foram fáceis.

- Percebeu-se que lhe custou deixar o Sporting. O vídeo de despedida, com lágrimas à mistura, era bem explícito…

  • Porque foi um bocadinho inesperado. Quando surgiu a oportunidade de ir para o Granada não estava bem à espera, fui apanhado um bocadinho de surpresa e é sempre difícil deixar um lugar onde somos felizes e onde cresci. Privei diariamente com pessoas durante anos, que me apanharam desde miúdo, e foi difícil deixar de ter aquela rotina. Foram 10 anos a ir todos os dias para o mesmo sítio e, de um dia para o outro, deixei de o fazer. Foi um bocado duro, mas são coisas pelas quais se tem de passar e agora estou feliz e estou bem.

- Naquela altura pensava mais na saída ou na hipótese de ganhar a titularidade?

  • Penso que quando se trabalha bem acreditamos sempre que podemos jogar, mas é verdade que o Adán também estava bem, e confiam muito nele no Sporting. Então, quando apareceu a possibilidade de sair para ter mais hipótese de jogar, foi uma escolha minha, uma decisão que tive de tomar, pois por muito que me pudesse custar, estar dois anos sem jogar seria duro para as expectativas de carreira que quero ter. Iria lutar na mesma para jogar, mas com a oportunidade de ir para o Granada e poder ter mais minutos tive de agarrar, por muito que me pudesse custar…

- Contava ter tido mais oportunidades no Sporting?

  • Sim… Como tinha vindo de uma época em que fiz 33 jogos, a jogar todas as competições, achei que na época seguinte, apesar da contratação do Adán, poderia ter mais tempo de jogo e afinal fiz cinco jogos. Não culpo ninguém por isso, nem fico chateado. São decisões que os treinadores tomam e nós, jogadores, temos de trabalhar bem, fazer as coisas bem e ser sempre profissionais. E depois o mister escolhe quem joga. Mas na verdade foi uma época muito dura em termos mentais, pois vinha de uma temporada a jogar 33 jogos para depois não jogar. Foi um momento difícil essa época que passei no Sporting, mas claro que fui mais um para ajudar e sempre que tive de jogar acho que dei uma boa resposta e tentei ajudar os meus colegas todos os dias. Continuei a trabalhar sempre e, por isso, quando voltei a jogar passado um ano, também me senti bem. Trabalhei sempre, porque quando surgisse a oportunidade, no Sporting ou noutro lado, queria estar preparado. Nunca me desleixei e continuei sempre a trabalhar bem.
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Em nenhum lado o Max fala de Tristeza e Injustiça por não jogar. A única menção é feita à tristeza por abandonar um clube e pessoas que conhecia tão bem.

Jornaleiros gonna jornalate.

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[quote=“TugaBee, post:514, topic:54475”]
Em nenhum lado o Max fala de Tristeza e Injustiça por não jogar
[/quote] cala te

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Como disse quando foi vendido, a minha esperança é que o Sporting ficou com parte do passe. Que evolua em Granada e que volte quando o Adán começar a baixar de rendimento. Quando voltar que traga o Domingos Duarte com ele, ou segui-lo, dá-me igual desde que voltem.

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Tenho de te ensinar a ler?
Onde vês que está triste ou se sente injustiçado? Apenas que contava jogar mais.

Eu posso-me calar, mas só depois de aprenderes a ler.

no fim do texto (noticia) está o seguinte…
" Leia a entrevista na íntegra na edição impressa ou na edição [digital]"

Obviamente que o titulo não foi inventado, podes ler na versão completa da entrevista!

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Este não volta.

E sim, sou da opinião que devia ter ficado como número 2, teria era que jogar bem mais, dava-lhe os jogos das taças.

Neste momento não há numero 2…

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Pelo que ele disse na entrevista, parece me que ele é que dever ter pedido para sair, porque apercebeu que o Adan está noutro nivel e ele teria poucas oportunidades para jogar! Eu endendo-o, porque ele nesta fase tem é de jogar para evoluir!

Como assim obviamente? seria a primeira vez que um jornal dá a volta às palavras para dar um novo spin?

Arranja-me a notícia no seu todo e se for caso disso faço um mea culpa. Agora, com o texto que publicaram aqui não há nada do Max que indique sentimento de Tristeza e Injustiça (principalmente o último) por não jogar.

Percebo mas podiam ter sido dados mais jogos ao rapaz, taças etc…não se fez essa gestão, natural a insatisfação

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