É isto , tenho a mesma opinião :great:
As minhas preferências (com o jesualdo até final da época)
1º Jorge Jesus
2º Jardim
3º Bielsa
Realisticamente, Leonardo Jardim.
Tem apresentado bons resultados, cá em Portugal e na Grécia, financeiramente não seria muito dispendioso e penso que seria uma boa aposta.
Em primeiro lugar espero que a questão treinador não seja trunfo eleitoral. Gostava que Jesualdo ficasse até final da época e depois com calma a nova direcção escolheria o novo treinador.
Nessa altura as minhas escolhas seriam:
- José Pekerman;
- Marcelo Bielsa;
- Jorge Jesus.
Para lá do treinador a contratação de um preparador fisico é fundamental.
Algo que encontrei acerca de Jardim, ainda antes de ir para o Braga…
É jovem, é ambicioso e por onde passou fez um grande trabalho.Talvez não saibam, mas o Beira-Mar teve que fazer captações na pré-época, tipo as distritais, não tinha lugar fixo para treinar, dava conferências de imprensas em tuneis de acesso ao relvado e com estas condições levou a equipa à primeira liga e fez um bom campeonato.
Já com o Chaves subiu à Liga de Honra.
Pode ter ainda feito pouca coisa, mas quem vai para o Braga arrisca-se a ter sucesso, o Braga tem estrutura para isso.
Quem era Domingos antes do Braga?(embora já com um pouco mais de trabalho que o Leonardo) Viram no que ele se fez?
Segundo dizem é uma pessoa autoritária, não há relaxações e tem pulso firme.
O epíteto de "Mourinho da Madeira" parece assentar como uma luva a Leonardo Jardim. O rótulo, ainda que possa ser injusto para quem o recebe, é justificado por um conjunto de similitudes que vão da preparação dos jogos à atitude durante os mesmos.Não se pense, contudo, que o novo treinador do Braga é um clone de El Especial. Não, Jardim tem ideias próprias e rege-se por três princípios dos quais nunca abdica: o rigor, a disciplina e o profissionalismo. Para o madeirense, o mais importante é sempre o grupo, nunca o indivíduo. Aliás, Pedro Ribeiro, empresário que o descobriu no Camacha e o levou posteriormente para o Chaves, revela a O JOGO que o técnico “é frontal e trata todos os jogadores da mesma forma, quer tenham um passado no Barcelona quer no Camacha”. É isto, de resto, que faz com que os atletas lhe tenham respeito, como explica Carlos Pinto, que foi orientado por Jardim em Chaves. “É muito amigo dos atletas, mas gosta que todos o vejam como líder e que saibam a sua posição”, salienta.
Quando apareceu como treinador principal no Camacha, Pedro Ribeiro confessa que o que mais o cativou em Leonardo Jardim foi “a forma como ele organizava a equipa e o conhecimento que os jogadores tinham do que estavam a fazer”. Não admira. Afinal, a preparação dos jogos começa logo no primeiro treino semanal, e todos os que se seguirem têm como único objectivo ultrapassar o adversário em questão.
“Ele é muito metódico, não gosta de facilitar em nada e muito menos que facilitem”, conta Hugo, capitão do Beira-Mar na última temporada, que ajudou Jardim a dar o salto para Braga, onde no dia da apresentação revelou outra das suas maiores características: a ambição. De resto, já em Chaves a havia exposto na primeira conversa que teve com o plantel. “No início ficámos um pouco desconfiados com aquele ‘miúdo’, mas o discurso forte e ambicioso dele agradou-nos bastante. Disse-nos que estava ali de passagem e que se em dez anos não chegasse à I Liga, o futebol para ele terminava. Ficámos todos a olhar uns para os outros e pensámos que ele era maluco, mas a verdade é que chegou”, recorda Carlos Pinto.
Pouco dado a “mind games”, uma das imagens de marca de Mourinho e até de André Villas-Boas, com quem tem uma saudável relação de amizade, Leonardo Jardim procura ser organizado em tudo, seja no trabalho ou na vida pessoal. E faz questão de separar bem as águas. Quando entra no relvado para treinar, quer o máximo empenho e a máxima concentração de todos. A maior parte do trabalho, mesmo na pré-temporada, quando tem de preparar fisicamente a equipa, é do agrado dos jogadores, pois é feito sempre com bola. “Todos os exercícios contemplam a bola. Não há aquelas correrias como antigamente. Tudo é muito bem delineado, e as tácticas que se vão usar durante a época começam logo a ser trabalhadas”, explica Hugo, convencido de que, em Braga, o método não será muito diferente. Resta saber se Leonardo Jardim manterá a mesma atitude de controlo total ou se agora delegará algumas tarefas nos adjuntos.
Artigo de “O Jogo”
PS: a conversa de abandonar o futebol se em 10 anos não chegasse à Primeira Liga é de homem. Na minha terra, chama-se a isso ter “cojones” no sítio…
Os treinos de Leonardo Jardim durante a temporada são muito virados para o jogo que se segue no calendário. Esquemas tácticos, movimentações dos jogadores ou lances de bola parada, nada é deixado ao acaso pelo treinador madeirense, que estuda os adversários até à exaustão e tenta injectar o máximo de conhecimento possível nos atletas. A presença da bola nas sessões de trabalho é uma constante, e a maioria dos exercícios é realizada com ela, para satisfação do grupo.Análise do adversário
Além dos treinos, Leonardo Jardim gosta de preparar os jogadores com o auxílio de meios audiovisuais. Na véspera dos encontros, o treinador junta o grupo numa sala para apresentar imagens em PowerPoint sobre a forma como joga o adversário, de movimentações ofensivas a lances de bola parada, por forma a que nada falhe. Para que o momento não se torne um monólogo, o madeirense procura interagir com os atletas, fazendo-lhes perguntas para tentar saber se perceberam o que lhes é exigido em cada situação de jogo.
Palestra antes do jogo
Leonardo Jardim costuma dizer que o seu trabalho termina na véspera dos encontros, com a sessão de audiovisual. Daí em diante, o que a equipa possa fazer depende exclusivamente dela. Por isso, as palestras que antecedem a entrada em campo são, por norma, bastante curtas. O técnico madeirense procura transmitir, aos jogadores, uma imagem de tranquilidade, usando palavras fortes e sublinhando a ideia de que, se cumprirem com o que foi trabalhado ao longo da semana, a probabilidade de serem bem-sucedidos aumenta.
No jogo e ao intervalo
Ao contrário de outros treinadores, Leonardo Jardim é muito tranquilo no banco de suplentes e ocupa quase sempre o mesmo espaço, corrigindo posicionamentos e dando indicações sem grande espalhafato, pois acredita fortemente no trabalho que desenvolve ao longo da semana. Mesmo quando a equipa se encontra em desvantagem ao intervalo, o madeirense não é treinador de perder a cabeça. A não ser que se aperceba de alguma falta de atitude. Nesse caso, intervém com dureza, já que não tolera quem não dê o litro.
Outro artigo de “O Jogo”
Posso confirmar que quando saiu e entrou o Rui Bento, cheguei a ver jogadores perplexos dentro do campo com o espalhafato do RB no banco, sem perceberem nada do que ele queria. Jardim transpira aquele ar de “confiança serena”.
http://www.primeiraliga.com/pl/showthread.php/40150-Leonardo-Jardim
Porque? quer queiras quer nao ele tem algumas qualidades muito boas.
Muita Ambicao
Nao come gelados com a testa
Simplifica
Exigente
Futebol atacante e atrativo
Consegue se exprimir muito bem com linguagem corporal, os jogadores estrangeiros nao tem problemas em percebe-lo
Nao vira a cara a luta
Mas tem alguns defeitos tambem:
Destroi completamente a condicao fisica dos jogadores, as segundas voltas sao sempre uma dor
Simplifica demais :mrgreen:
Futebol por vezes demasiado atacante :mrgreen:
Diz bastantes bacoradas e descoze-se todo da sua tatica nas flash interview porque tem a mania que e o maior :mrgreen:
Salario muito alto
E o treinador perfeito para o Sporting atual, ficava 3 anos e depois da equipa estar confiante iamos buscar um treinador mais inteligente e prespicaz para levar o Sporting a outro nivel.
Com as bacoradas do JJ posso eu bem, ja o facto de ele estoirar os jogadores, ja me chateia um bocado.
Ficava satisfeito com o Jardim tambem
…Um director desportivo que entendesse de futebol … a sério. Talvez um italiano, holandês (no caso de aposta no futebol jovem) e acima de tudo que estivesse por dentro do mercado. Ou então, que tivesse um apoio a esse nível (Futre ?? por ex.).
Acho que o próximo treinador tem que aceitar bem que praticamente não vai ter orçamento para transferencias e tem que apostar nos jovens. Não podemos ter um treinador que venha chorar por “pinheiros”,etc.
Como já disseram aqui, candidato que apresente treinador ou jogadores como trunfos muito dificilmente terá o meu voto.
Em relaçaao LJ, era importante tentar perceber porque nos seus ultimos 3 clubes foi despedido por razões “extra-futebol”.
Nesta fase, o mais importante é conhecer a verdadeira situação do Sporting.
Andarem já a escolher treinadores…estão a transformar as eleições numa silly season :inde:
O Leonardo Jardim não admite ingerências no seu trabalho… foi isso que resultou no despedimento do Braga e do Beira-Mar (o Salvador até andou a confidenciar em público que estava farto do gajo porque que ele queria mandar na composicão do plantel).
Do Olympiacos a razão foi o facto dos adeptos não apreciarem as exibições algo cinzentas apesar de ganhar praticamente todos os jogos internos (não perdeu nenhum, empatou 3). O meu colega fã do Olympiacos jura a pés juntos que a notícia da mulher do presidente é treta e que foi sobretudo um assomo de parvoíce por parte do presidente que deu ouvidos a uma ala mais “extremista” de adeptos, já que a grande maioria considera a decisão absolutamente incompreensível (e se calhar até pode ter sido uma vez mais por ingerências, dado que o Olympiacos tinha e tem o campeonato praticamente garantido).
Ninguém o despediu no Beira-Mar, foi ele que saiu pelo próprio pé e por sua livre iniciativa, já em Fevereiro. E no Braga foi ele que mandou o Salvador p’ro c@r@lho quando disse que a relação dele com o presidente era “meramente profissional”. Claro que com isso meteu a cabeça no cepo, mas a iniciativa foi dele, ele não é burro e sabia que dizendo isso tinha que sair. E saiu, mas saiu à maneira dele, dizendo o que lhe apeteceu dizer e ninguém o ouviu chorar mais por causa disso.
Sonho - Guus Hiddink :whistle:
Estrangeiros com experiência - Co Adriaanse , Emerson Leão e se não estivesse reformado Luis aragonés.
Tugas - Mourinho e Rui Faria
Equipas de meio de tabela - Paulo Fonseca do Paços.
Parece-me, pelo que leio, que começa a ganhar força um nome: Leonardo Jardim.
Mais pela relação qualidade/competência/preço do que outra coisa. Considero que seria uma boa escolha e que caso algum candidato “pegue” nele, devia imediatamente começar a moldar o plantel. Nunca ser publicamente assumido se possível.
Gostava que o Bruno pegasse nele. Bruno a Presidente, Jardim treinador e depois dupla Couceiro/José Eduardo como braços direitos do Bruno no Futebol.
Parece-me uma estrutura sólida e competente para aquilo que teremos pela frente.
Claro que toda a gente que me tem lido sabe que se houvesse sequer mínima hipótese, nem que isso custasse 2 ou 3 jogadores, contratava o Jesus. Sem sequer olhar para trás.
O único que teria que pensar seria o Bielsa. Dependendo da disponibilidade e do salário.
Eu penso mesmo (e já o tinha dito antes) que o Jardim encaixa que nem uma luva com o Bruno de Carvalho a presidir (caso estejam na mesma sintonia).
Eu manteria o Jesualdo Ferreira até ao final da época e depois consoante o que o projecto eleito ambicione:
Um treinador barato que seja um risco mas que vá criando um método do jogo atractivo e integrando os jovens para num futuro próximo haver maior competitividade. Algo tipo Paulo Fonseca talvez.
Um treinador que com poucos recursos e que não apresente secalhar um jogo atractivo mas apresente resultados para nos aproximar-mos já dos lugares cimeiros. Aí ía mais para Leonardo Jardim.
Ou um treinador estrangeiro que venha meter ordem na casa e elevar as expectativas, sem que esqueça o trabalho com os jovens. Seria um risco pelo facto de não conhecer tão bem o futebol português. Nesse caso apostaria em Marcelo Bielsa.
Excluo o JJ porque acho irrealista para esta altura.
Mas porque dois? Para ganhar votos e depois demorarem 1 mes a tomar decisões porque não chegam a consenso e para depois um destabilizar porque o outra tem mais importancia que ele? Quanto mais gente mais instável se torna uma estrutura.
Não gostava de ver o José Couceiro em lado nenhum no Sporting.
Para a pasta do futebol gostava que ficasse o Figo encarregue de tudo isso, seria maravilhoso. :drool:
Isso é o que parece, eu também tinha essa ideia.
No FC Porto, num sistema eminentemente presidencialista, afinal há um General Manager (Antero Henrique) e pelo menos um Team Manager (Acácio Valentim), funções que eu achava que só o gang da Quinta da Marinha, que (des)governa o Sporting, arranjava para dar a ideia de que faziam alguma coisa no Sporting.
E isto é o que se apanha na CS, portanto é só pela “rama”…
Gostaria de ver dois nomes ligados ao Sporting nestas eleições, o de Harry Redknapp e o de Marcelo Bielsa. A minha escolhia iria recair sobre um destes dois. É certo que nunca treinaram em Portugal, mas ambos à sua medida têm as suas qualidades, e é inegável que são extremamente competentes.
No entanto, não me ficaria por aqui, gostaria de ter alguém ‘por detrás do próprio treinador’, um conhecedor profundo do futebol, alguém com anos e anos de experiência, que soubesse corrigir os erros do próprio treinador, e tomar algumas decisões importantes. Não lhe chamaria um ‘manager’, mas alguém com peso na equipa técnica. Para este patamar, gostava de ver Karel Bruckner, eu sei que já terminou a sua carreira, mas é de alguém como este senhor que nós precisamos, e quem sabe não o conseguiríamos convencer a participar neste projecto.
Portanto, primeiras escolhas - Bielsa e Redknapp - com um auxílio de alguém como Bruckner.
Vi por ai várias pessoas a falarem no Jesus e no Leonardo Jardim, também acho que são opções, dentro do panorama de treinadores portugueses são - sem dúvida - as alternativas mais credíveis e apetecíveis.
Mas porque dois? Para ganhar votos e depois demorarem 1 mes a tomar decisões porque não chegam a consenso e para depois um destabilizar porque o outra tem mais importancia que ele? Quanto mais gente mais instável se torna uma estrutura.
As pessoas têm que ter sempre um enquadramento diferente.
A palavra final será sempre, mas sempre, do Bruno. O presidente não se pode esconder atrás de duplas (Olá Godinho), as duplas ou triplas ou um gajo, o que seja, serão sempre um género de consultores e gajos que possam ir até ao estrangeiro para negociar, etc, etc. Mas sempre com as condições previamente estabelecidas pelo Presidente.
É isto que tem faltado no Sporting. Mais até que a competência, a seriedade e o rigor, tem faltado Liderança, assim mesmo, com L grande. Personalidade, pulso, capacidade de agregar e motivar as pessoas. Tou farto de Doutoures e gestores com nomes apaneleirados e estrangeirados.