Não, por acaso não estou. Estou a seguir uma linha. Defendes (e bem) os erros num jogador porque ele tem características no jogo que o levam a tomar determinadas opções. Essas opções são de maior risco. Tem lógica. No mesmo tópico destratas outros, apontando erros e chegando até a “inventar” supostos erros, sendo que em ambos os casos (os reais e os imaginários) resultam de opções de risco. Em qualquer um dos casos, seja o Quaresma, sejam outros, há também opções táticas (corretas ou não, é indiferente para o ponto) subjacentes.
Claramente dois pesos e duas medidas.
Mas já agora, indo mais além e saindo do foco, a intensidade e a agressividade por vezes também são más conselheiras e ficar, não dando nas vistas e não tendo ação direta, muda o jogo. Raramente isso é salientado. Não escrevo isto a querer cortar nessas qualidades, nada disso. As é o que é. Isto até já entrando mais para outros jogadores, noutros sectores.
Claro que temos. Só se deixaram de ter esta época, ams ainda não tenho amostra suficiente. Ainda na época passada a equipa ajustou-se depois de um desastre tático evidente na Europa.
Eu já li aqui e já ouvi noutros aldos muitas explicações e teorias sobre o jogo contra o PSV. Um jogo. Na maioria discordo, mas cada um com a sua. Para mim foram tomadas opções erradas e acho que houve alguma desvalorização por parte de toda a gente (99% dos adeptos incluídos). Mas também acho que bastava poder ter mudado uma peça e mudava muito do que foi o jogo. Não que ache que passasse a ser um passeio, nada disso. O Peter Bosz andou a ter aulas de realidade.
Para mim qualquer jogador é transferível, desde que haja alternativa que não baixe significativamente a qualidade na posição especifica e que a equipa não perca qualidade coletiva (tirando casos estratosféricos, que não temos em Portugal, a equipa pode sempre compensar a saída de um indivíduo, desde que se reorganiza).
No caso do Inácio, eu não acho que seja assim. Não é o único na equipa. O mais fácil seria desenvolver essas soluções futuras, ams não estou a ver acontecer. O Inácio na direita lançava, mas estava praticamente determinado para determinada zona de passe. Podemos arranjar qualquer coisa assim para a esquerda, mas será sempre redutor.