Dias Ferreira, PMAG

[b]Dias Ferreira: Ter ou não ter crise!...[/b]

Crise não é ficar vários anos seguidos abaixo do segundo lugar. Crise é ficar esses mesmos anos no segundo lugar. Crise é ir às pré-eliminatórias da Liga dos Campeões; não é crise ir às pré-eliminatórias da Liga Europa. Crise é ganhar alguns títulos, pouco importantes para uns; não é crise ter apenas um título, muito importante, oferecido!

Crise é pensar num futuro sustentado; não é crise navegar à vista e ao sabor dos acontecimentos. Não é crise realizar eleições quando convém. Crise é cumprir a lei, os estatutos e a ética. Crise é prometer o que se pode; não é crise prometer o que se não sabe se se pode cumprir.

Não é crise ir ao campo do adversário à pedrada para conseguir um título; crise são meia dúzia esperar uma equipa para a insultar.

Não é crise gastar hoje tudo daquilo que se vai receber amanhã. Crise é ter os pés assentes no chão e gastar hoje aquilo que se pode gastar. Crise é perder 7 milhões de euros por não entrar na fase de grupos da Liga dos Campeões; não é crise não ter a possibilidade de os perder. Crise é empatar quatro jogos na Liga dos Campeões, dois dos quais com o quarto classificado do pouco importante campeonato italiano (e num deles fortemente prejudicado pela arbitragem). Não é crise disputar dois jogos na Liga Europa, perdendo apenas um, com uma das equipas mais fortes de um dos campeonatos mais seguidos e interessantes da Europa.

Não é crise mudar de treinador como quem muda de camisa; crise é manter o treinador para se sustentar um projecto. Não é crise importar estrangeiros a rodos todos os anos; crise é procurar formar jogadores nacionais e aguentá-los o mais que a crise nacional e internacional permitir. Não é crise chamar à Selecção Nacional Pepe e Deco; crise é chamar Liedson!

Haver treinadores desempregados não é crise. Crise é Paulo Bento estar há quatro anos no mesmo clube. Haver jogadores portugueses desempregados não é crise. Crise é disputar jogos da Liga dos Campeões com oito ou nove jogadores portugueses e da formação própria.

Não é crise haver insegurança e crimes todos os dias; crise é a “violação” dos direitos dos criminosos e, de vez em quando, um polícia dar um tiro num assassino. Não há crise na justiça quando se levam anos a julgar casos; a crise é nos Estados Unidos onde em meia dúzia de meses se julga um dos maiores escândalos financeiros.

Não há crise nas famílias, nem de valores materiais, nem morais, crescendo de uma forma galopante o número de divórcios e separações. Crise profundíssima resulta do facto de não haver casamento entre pessoas do mesmo sexo. Crise é procurar aumentar e unir a família. Não é crise haver um défice de natalidade.

Só uma coisa não sei se é crise ou não: haver cada vez um maior número de tipos que não sabem o nome do pai ou andam à procura da mãe!..

Record

Quanto a mim ele está mais a insultar a propria CS que constantemente aponta defeitos a tudo o que acontece (seja bom ou mau) no nosso clube, enquanto em assuntos mais graves simplesmente suaviza a situaçao e fa-la passar por normalissima.

Não investe dinheiro que não tem?

Então porque é que temos 300 M€ de dívida, devem ser fruto da nossa imaginação, que nome dás à linha de credito que existe para as questões de tesouraria (ordenados, etc)… Não gastamos o dinheiro que não temos? Que ideia, o Sporting fá-lo todos os dias e não é pouco.

A questão aqui é que, do grupo dos clubes ‘tesos’, o Sporting é o mais ‘teso’. E é porque, entre outras coisas, rentabiliza pior os seus recursos e porque se livrou do seu património, diminuindo assim a capacidade em apresentar garantias para efectuar investimentos… Ou será que nunca ninguém pensou nas desvantagens da venda de património? Ah pois, o Sporting, na ânsia de pagar aos bancos algo que estes nem sequer exigem a outros com maior divida, tornou-se um clube de menor dimensão e com menor potencial para se projectar no futuro… E parece que a sangria ainda não acabou, porque a Academia aparentemente já está na calha.

Quanto ao texto de Dias Ferreira: não comento o último parágrafo porque não tenho bem a certeza do que queria ele dizer. O resto do texto acho-o reles e absurdo. Mas não espero mais de Dias Ferreira, personagem pela qual não tenho qualquer admiração. Acho-o sem qualquer nível para representar o Sporting onde quer que seja.

Quanto ao texto de José Diogo “Tá calado, pá!” Quintela, obviamente que estou de acordo com o que é dito. Certamente que o irão apelidar de destabilizador e de ser mais um dos actores do filme que está montado mas certamente que ele saberá viver com essa cruz. Deve ser algum Iluminado…

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sinceramente nao consigo compreender como é que alguem consegue ter admiraçao por este senhor que quase tudo o que diz roça o ridiculo.
Acho que so mesmo o JEB o consegue.

Mera curiosidade: existe alguma forma de contactar o PMAG de modo a que ele esclareça o que queria dizer com o último parágrafo desse texto de opinião e quem são os visados por tal frase?

Não me parece algo surreal caso o visado seja algum Sócio, terá o direito de saber concretamente o que quis o PMAG dizer com aquele parágrafo.

Existe: faz-lhe uma espera na Outurela às segundas-feiras, o ideal é à saída do programa…

Não sou de fazer esperas a ninguém. Muito menos em situações em que até posso levar algum cartão amarelo por falta inexistente, consequência de uma simulação de uma queda de um adversário.

Suponho que não exista maneira de contactar o PMAG. Se nem para contactar o Provedor do Sócio existe, para os restantes também não deve ser possível.

Se puderes assistes a uma das apresentações de associados, ele habitualmente está presente. E aproveitas para, de forma civilizada, cordata e respeitosa, te apresentares e o questionares.

Estou certo que ele não se escusará ao diálogo.

Cartão amarelo? Daquele crápula?! Aquilo é só latido, é um fala barato mas quando se vê apertado, lá vem o sr. castanho à porta da cueca.

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::slight_smile:

Não, cartão amarelo de um qualquer agente de autoridade que esteja a fazer de árbitro e que me pode admoestar caso seja iludido com alguma simulação de queda… :wink:

@Rui é uma ideia sim mas não devo estar presente em nenhuma dessas apresentações. Por vários motivos, não me vejo a ir lá participar nesses eventos, ainda que apoie totalmente o método como forma de chamariz a potenciais novos sócios.

Não pode ser!...

[b]Tenho-me interrogado muitas vezes se valerá a pena ter ideais e lutar por eles, assumir atitudes e comportamentos, manter independência de pensar e sentir?

Nos últimos tempos, que já me parecem longos, tem-me parecido que não é uma boa forma de vida[/b], tantas são as mentiras que procuram esconder a verdade, as histórias que torcem a justiça, e os actos de violência que procuram coagir a livre disposição de cada um. Na verdade, é uma forma de vida que nos dá alguma tranquilidade para o sono da noite, mas que na situação de acordado, durante o dia, nos causa uma intranquilidade e um mal-estar que são meio caminho andado para a depressão.

Curiosamente, no desporto, como na política, ou mesmo na vida de cada um, não são os adversários que nos causam esse sentimento, mas sim os correligionários, de acordo com o velho dito popular - com amigos destes, nem precisamos de inimigos! Tenho procurado uma explicação para esta posição, e não consigo ver a lógica dela, pois as consequências estão à vista. As instituições, como os clubes, os partidos políticos, e a própria família, não conseguem sobreviver quando se desagregam, deixando que os ideais, que devem presidir, se ultrapassem e ponham de lado, sendo substituídos por questões pessoais e mesquinhas.

Todos conhecemos exemplos de instituições e famílias que quando são atacadas - e às vezes até com razão - se “fecham” e unem, acabando por ter sucesso na sua luta em defesa de um objectivo qualquer, que, por vezes, nem sequer é respeitável. Todos sabemos que até a “máfia” tem princípios para serem cumpridos, e nisso reside a sua força.

A única explicação que encontro situa-se na órbita da incapacidade de assumir o que quer que seja, que não seja o ruído e a irresponsabilidade. Já que não podem ser, há que dizer mal dos que assumem responsabilidades de forma responsável!..

Faz-me lembrar uma história verdadeira - que julgo já ter contado na comunicação social - de um homem que era casado com uma mulher lindíssima, mas que, ao que se dizia, tinha devaneios amorosos, com outros homens que não o marido. E um dia, numa festa, um “amigo”, casado com uma mulher que era o oposto da outra, isto é, bastante feia, não se cansou de lhe insinuar a situação, incluindo gestos que, ainda recentemente, tomaram lugar parlamentar. Farto e cansado das bocas e dos gestos, o marido da bela acordada enfrentou o marido da “beleza adormecida” e disse-lhe olhos nos olhos: “Meu caro, pior do que ser… é não poder ser”!!!

Autor: DIAS FERREIRA

http://www.record.pt

O que pus a bold talvez explique a razão pela qual este indivíduo não consegue manter e assumir as suas opiniões e ideais. Nos últimos anos descobriu que isso não é uma boa forma de vida. O motivo é questionável mas talvez nos ajude a perceber porque consegue este senhor contorcer-se tanto, segundo a opinião de alguns.

O sr. Dias Ferreira a tentar tapar o Sol com uma peneira… ;D Não vai resultar, pelo contrário, vai bater cada vez mais forte, porque a incompetência é assim… acaba sempre por vir ao de cima.

Aqui fica uma crónica no SportingApoio sobre Dias Ferreira por parte do nosso PCF que achei extremamente interessante:

[size=14pt][b]“O mesmo Dr. Dias Ferreira?”[/b][/size] – Crónica de Pedro da Cunha Ferreira para o sportingapoio.com quinta-feira, 20 maio 2010 04:13

Sempre simpatizei com Dias Ferreira. Mesmo após desiludir-me com as suas opiniões, postura e rumo não escondo que, abstraindo-me do seu fio condutor e postura, simpatizo muito com o seu sportinguismo fervoroso e sofredor.

Recordo confraternizar com ele no aeroporto após a jornada épica de Alkmaar. Surge-me na memória as confusões que a minha querida mas anciã avó fazia, questionando o meu pai, também ele Dias Ferreira, porque “se andava ele a meter nas confusões do futebol”, atarantada por tanta referência aos apelidos Dias Ferreira na televisão, há muitos anos. Sorrio ao recordar que em dada altura, quando juntamente com outros admirados sócios do Sporting assumi a procura de uma auditoria externa e independente ao passado nebuloso recente do nosso Clube transvestido de ineficaz empresa, ter surgido a dúvida se não seria eu um familiar do nosso actual Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Mais tarde conheci-o e falei pessoalmente com ele, numa recordada Assembleia Geral na qual os sócios presentes estiveram prestes a ser convidados a votar a realização da dita auditoria, surgindo Dias Ferreira, em viva voz, com a afirmação de que ele sim era, e passo a citar, o “pai da auditoria externa”. Cruzo-me com ele frequentemente, cumprimentamo-nos. E esperando que não me leve a mal digo que no entanto não posso ficar indiferente às suas infelizes e incoerentes declarações no programa “Dia Seguinte”, onde é comentador.

Convidado a pronunciar-se sobre a resignação dos conselheiros leoninos eleitos pela lista que integrei nas últimas eleições Dias Ferreira comentou o tema dizendo, entre outras coisas que “Só no Sporting é que há conselhos leoninos e pedidos de auditorias, nos outros não há nada disso…” ou “Cá para mim, temos é democracia a mais“. O mesmo Dias Ferreira que se afirma “pai da auditoria”. O mesmo Dias Ferreira que, aquando dos dias quentes do período pré-eleitoral clamava pelo direito democrático à opinião, à liberdade, à independência. Incompreensível. Incoerente. Mas vou mais longe, e certamente o Dr. Dias Ferreira não me desmentirá, tendo-o como o leão sério e frontal que sempre nele identifiquei. É que para mim este é o mesmo Dias Ferreira que, aquando do último acto eleitoral, encontrei certa vez na sala de espera dos estúdios da SIC e que comigo visionou a entrevista no programa “Dia Seguinte” do candidato Paulo Cristóvão, que acompanhei, enquanto aguardava a sua vez de entrar, tendo abdicado de marcar presença durante essa fase da emissão. O mesmo Dias Ferreira que, para minha admiração, ia acenando afirmativamente, em sinal de concordância, à medida que Paulo Cristóvão desenvolvia o diagnóstico do estado actual do Sporting e erros ou factos inexplicáveis do seu passado nebuloso e recente, atirando a espaços um murmúrio de “tem razão”.Diagnóstico esse que incluía a vontade de realizar uma auditoria externa e independente à gestão do clube, para que tudo ficasse esclarecido e nunca mais certos erros ou abusos pudessem repetir-se no Sporting Clube de Portugal.

O mesmo Dias Ferreira que no final questionei perguntando o porquê de, atribuindo razão e esclarecimento ao diagnóstico do candidato que eu acompanhava, apoiava a continuidade evidente do estado de coisas a que havia chegado o clube. O mesmo Dias Ferreira que me respondeu, sorrindo de forma simpática, dizendo “pois é, mas eu gosto de estar por cima”.

Continuo a simpatizar muito com o Sportinguismo inquestionável do Dr. Dias Ferreira. Mas cada vez compreendo menos o seu fio condutor. Pelo que as suas declarações acabam por, não beliscando a simpatia leonina que nutro pela sua figura, não me surpreender pelo conteúdo.

Pedro da Cunha Ferreira

Releio agora aquilo que escrevi no post acima deste há uns tempos e não posso deixar de sorrir (apesar do assunto em si não ter assim tanta piada ???).

Quem diria…

Eu não fico sem compreender o fio condutor de Dias Ferreira porque, na realidade, nunca consegui ver esse mesmo fio na dita pessoa.

A minha opinião sobre a dita pessoa não mudou do que foi escrito no passado neste mesmo tópico.

Quando o Sporting tem um abrunho destes como Presidente da AG está tudo dito.

Eu simpatizava com a linha argumentativa do Dias Ferreira. Agora, ele serve quem lhe deu o tacho, mais nada. Tem zero credibilidade, além de ser um hipócrita de primeira. Queixa-se da falta de contraditório, no caso Rui Santos, mas afirma que existe “liberdade a mais” no Sporting, no caso do Conselho Leonino. Isto é o modus operandi típico de um servo.

Este tambem me saiu um belo marreta, so diz asneirada, faz me lembrar o Dias Da Cunha!

Estou mesmo a ver Dias Ferreira a dizer a um candidato ao Conselho Leonino de outra lista “pois é, mas eu gosto de estar por cima”…

A ser verdade, não percebo a coerência de por um lado ser dito que Dias Ferreira tem um Sportinguismo inquestionável quando antes lhe atribui umas palavras daquelas.

Sem ponta por onde se lhe pegue essa “crónica”.