Tudinho começou com Neymar floppi disk… mulas! O resto levou de tabela… Caro e brasileiro só meninas! O Félix a mesma coisa!
Ma gestão ou falta de ritmo dedicação de treino… Paím case!
não é uma questão de má gestão. é de mentalidade do jogador brasileiro, mesmo.
ainda bem que não veio. e que não venha mais nenhum dali. há outros mercados bem mais interessantes. até porque o brasileiro está caro demais para aquilo que vale.
Ontem foibo pior jogador em campo. Não é falta de talento, mas é falta de noção. Os gajos ainda acham que o jogador brasileiro vai para a Europa e é o maior. Isso já foi chão que deu uvas. O jogador brasileiro chega à Europa cada vez mais impreparado para a elite da alta competição e aqueles que vencem são aqueles dispostos a trabalhar e aprender. Se vêm armados em Neymares e Gaúchos… esquece.
Sempre gostei da aposta no mercado escandinavo, e acho que jogadores com esse perfil terão sempre espaço numa equipa. No futebol actual onde a disciplina táctica se sobrepõe ao valor individual, ter jogadores disciplinados faz toda a diferença.
São países onde as pessoas geralmente são mais “felizes”, têm bons apoios sociais, não têm aquela ambição desmesurada por bens materiais e compras desenfreadas. Os miúdos vêm de agregados familiares mais estáveis.
O que quero dizer é que mentalmente será mais provável um jogador nórdico ser mais estável, mais centrado, que um puto que cresceu numa favela e vem já com uma bagagem de “problemas”, e familiares à pendura. O mesmo diria com jogadores Japoneses.
Estou a simplificar muito uma questão complexa, mas a verdade é essa. Um jogador desses terá mais dificuldade em adaptar-se que um jogador Brasileiro? Claro que sim, há a lingua, os costumes… mas se calhar não se perdem nas noitadas e nas picanhas e gerem melhor a sua nova realidade.
Há espaço para vários perfis de jogador num grupo, também gosto de ver a habilidade e criatividade de um jogador sul-americano, ou aquela raça de fazer brute-force aos problemas. Não se encontra um Teófilo Gutiérrez, de quem gostava muito, em países nórdicos
Quando digo “má gestão da vinda para a Europa”, refiro-me à forma como ele se deixou impressionar (e os outros em redor dele), pelo interesse de um Barcelona da vida.
O miúdo é 1 ano mais velho que o Endrick, logo as comparações foram inevitáveis entre os 2. Os Brasileiros adoram essa rivalidade entre jogadores/clubes. E pelos que tenho lido acerca do VR, o miúdo não estava preparado ainda para dar o salto. Talento tem, mas ainda lhe faltava muita coisa, acima de tudo rodagem… mas acenam com uns dólares, e a imprensa faz o resto.
20% talento + 80% Hype = 100% Flop.
E não digo que seja um FLop, ou que seja (apenas) 20% de talento… mas traduz-se assim. Querem fazer dele o novo Neymar, como querem fazer a todos…e depois os putos não aguentam a pressão.
Nesse aspecto parece-me que o Brasil não sabe gerir o talento que exporta.
O Roque pode bem ter cometido um erro. Vir para o Sporting, mesmo que ele pensasse que era um passo atrás, teria sido voltar à melhor porta de entrada no futebol europeu, para um brasileiro.
Uma equipa oleada, um treinador com qualidade, um contexto de grupo excepcional, um campeonato que, tendo menos qualidade que o espanhol, lhe ia apresentar lampejos do que é o futebol europeu, no tocante a atleticismo, velocidade do jogo, equipas muito defensivas e bem preparadas fisica e tacticamente, etc… Com o acréscimo de poder jogar a Liga dos Campeões.
MAs mais uma vez a forma de olhar a questão foi - ficar em Espanha, jogar aqui bem pertinho do Barcelona para não se esquecerem de mim. E tem razão Com exibições como a de ontem, ninguém se esquece que tão cedo (se de todo), voltará a Barcelona.
Lembra muito os Baldés da vida a aconselhar Brumas, ou o Leão e o pai…
Querem o caminho mais curto e mais rápido para os dólares, não pensam a nível formativo.
Muito bom! Ouvi agora o relato da radio observador (pesquisem no youtube) e o narrador no golo do Harder a dizer “AFINAL HAVIA OUTRO, AFINAL HAVIA OUTRO”.