Pois. Eu também não acredito.
Deve ser lixado de aguentar para alguns foristas a diferença de nível nas intervenções do anterior CD e do actual…
O dia de hoje deve estar a dar umas dores de corno a alguns… que grande burrice esta de andarmos a mando de lampiões e de CMTVs
Pois. Aí está o grande problema.
Desonestidade?! Por interpretar aquilo que é dito no momento em que é dito?
Nesse caso proponho que se aplique essa regra a todas as pessoas do mundo. Deve aguardar-se uns meses desde que determinada declaração é proferida até que se saiba o seu real significado. Nunca mais haverá problemas organizacionais, familiares ou societários.
Daqui por um ano vai aparecer um expert em varandices para nos demonstrar que todas as alarvidades que têm sido ditas agora não são para ser tidas em conta. Porque o contexto é duro.
As alarvidades que têm sido ditas estão à vista, demonstráveis e demonstradas. E o Sporting a sofrer, gerido por incompetentes, mentirosos e arrogantes. É sobre isto que os sportinguistas têm que actuar, diria eu. Mas não, toca de encher chouriços.
Quando se discute a capacidade profissional de um possível candidato ao mais alto cargo da nação (Presidente do Sporting Clube de Portugal), isso não é encher chouriço.
Não tenho dúvidas de que o fim (do mandato, entenda-se) do atual Presidente está próximo. Se calhar um dos passos a dar é, precisamente, avaliar os putativos sucessores.
No caso em concreto de Carlos Vieira, eu (e muitos outros…) quero saber se ele é uma pessoa capacitada como demonstra nas suas intervenções públicas ou se é um calão, que apenas sabe usar o Excel e que andou a viver à custa dos méritos de outros.
É legítimo saber-se isso no momento da decisão.
Tu sabes que não é a mesma coisa, BDC se já batia mal, na altura destas afirmações já devia estar num manicómio, disparava para todos os lados, era o Dom quixote a investir sobre os moinhos de vento.
Sinceramente acho que Carlos Vieira poderia ser um eventual forte candidato a umas eleições, tem conhecimento e moderação e acima de tudo, pode ser o agente mobilizador dos sportinguistas, alguém que consegue reunir, competência, conhecimento e alguma moderação que o cargo exige.
Tretas.
Sentiu-se foi as dores por o catraio do Zenha ter levado uma lição publica de Carlos Vieira.
Que foi um CFO competente. Não o responsável por méritos dos grandes contratos e das receitas record como se eleitoralmente se quis “vender”, mas alguém conhecedor, coerente e de grande carácter, que perdoou a BdC pela estupidez que disse num contexto muito dificil.
Aliás e neste aspecto, o nucleo duro do anterior CD bate aos pontos estes tipos que lá estão.
Pelos vistos, essas palavras perturbaram-te mais a ti do que ao próprio visado. O que é normal, não fosses tu o exemplo perfeito da ala dos “moderados, não seguidistas, que são do Sporting e não de presidentes, que até votaram em BDC e não no varandas e que pensam pela sua propria cabeça, patati patatá”.
Conversa encher chouriços…

UM HOMEM NA MARATONA
Por que não candidatar o Sporting CP à Taça Olímpica, instituída pelo Comité Olímpico Internacional, para que também muitos dos seus atletas ou treinadores possam ganhar a Ordem Olímpica.
25 Fev 2020, 08:00
Domingo foi dia de maratona. Chegar ao fim da mesma, quando passava pouco das quatro horas de corrida, no quentinho de Sevilha é uma sensação incrível para quem, como eu, só se meteu nestas coisas nos últimos dois anos. Tenho de reconhecer que em todas as pessoas que se deixam contagiar pelas corridas de longo curso, há um pouco de loucura e de um vício que se cria e que nos faz sentir, cada dia que passa, agradecidos por continuarmos a correr, evitando lesões e criando um espírito de salutar crescimento pessoal.
Ter conhecido pessoalmente Carlos Lopes, o nosso (de Portugal) homem da Maratona, em 2013, deixou também em mim uma marca pessoal. Claro que tendo ele (e todos nós) celebrado a sua vitória em 1984, com a melhor marca de sempre em Jogos Olímpicos à altura, de 2h09m21s (fenomenal!) me deixa aterrado sobre o que se teria de progredir e trabalhar para poder chegar a metade da distância entre o que fiz no passado domingo e o que o que Carlos Lopes fez nesse ano.
Quanto ao facto de o ter conhecido, na altura quando se estava em campanha para uma vitória eleitoral no Sporting, e de, depois ter trabalhado com ele, de me aperceber do seu estilo de liderança e de amizade criada com os seus atletas, reconheço que tudo o que nos rodeia é importante para o nosso sucesso. Família (e o Carlos tem-la, linda), amigos (sérios e a sério), colegas e parceiros são fundamentais para o que fazemos e para o que projetamos fazer no futuro.
Quando no passado domingo regressava a Lisboa com o meu companheiro das corridas, ia acompanhando as vitórias no futebol das nossas mulheres contra o Benfica e dos nossos homens contra o Boavista. Soube muito bem. Como sabe bem saber que tudo o que se faz de bem requer trabalho, paciência, estudo e inteligência. Assim como na preparação de uma maratona. Claro que muitas vezes a sorte também sorri, mas como o grande Professor Moniz Pereira dizia, “a sorte dá muito trabalho”. E a este propósito recordo com carinho a exposição organizada em março de 2018 no Museu Sporting, exatamente com aquele título, onde tivemos a oportunidade de ver celebrada esta capacidade de trabalho, planeamento e motivação que o Professor transmitia aos seus pupilos¹.
Finalizo sugerindo que todo este trabalho desenvolvido pelos atletas e treinadores do Sporting Clube de Portugal possa ser mais dignificado e que para os continuarmos a produzir no futuro, lhes sejam dadas condições de trabalho melhores e mais compensadoras. Pois foi assim que o Sporting, sempre na linha da frente, conseguiu ter sucesso em diversas modalidades. E dentro deste espírito porque não candidatar o Sporting Clube de Portugal à Taça Olímpica, instituída pelo Comité Olímpico Internacional, para que também muitos dos seus atletas ou treinadores possam ganhar a Ordem Olímpica ou a Medalha Pierre de Coubertin, seguindo os exemplos dos Professores Mário Moniz Pereira e Henrique Reis Pinto?
1 – https://www.sporting.pt/pt/noticias/clube/noticias/2018-03-26/a-sorte-da-muito-trabalho
Leonino
É o único rosto visível de oposição a esta direção e isso irá colher frutos, se avançar para uma candidatura futura.
Desculpa lá, mas há aqui afirmações que não são circunstanciais nem justificáveis por qualquer contexto.
Ou o Carlos Vieira admite que estas acusações são verdadeiras e depois pode ou não perdoar o BdC por tornar isto público ou então duvido que alguma vez mais venham a trabalhar em conjunto.

DA JUSTIÇA EM CRISE
Faço votos que as dúvidas e desconfianças que muitos dos Portugueses hoje têm possam ser rápida e eficazmente eliminadas. Sem uma confiança plena nos Tribunais não há Estado que nos valha.
10 Mar 2020, 08:00
Já escrevi e tenho vindo a dizer às pessoas com quem me relaciono que os atuais membros dirigentes do Sporting Clube de Portugal não reúnem as condições para continuar nos seus cargos. Por várias ordens de razão mas, principalmente, porque, tendo sido eleitos numa lista que se candidatava a um mandato claro, com objetivos precisos, elencados no seu programa eleitoral, desde cedo se percebeu que o compromisso se tinha esbatido num estilo belicoso e desprovido dos valores primordiais do Clube que todos amamos. Um Clube são pessoas. Um Clube como o Sporting Clube de Portugal é constituído por pessoas que têm valores e ideais comuns que, a meu ver e de muitas outras pessoas (estejam ou não em manifestações públicas), não estão a ser cumpridos pelos referidos dirigentes.
Mas hoje o meu artigo dedica-se à Justiça. Quando num país como Portugal vemos as notícias relativas a formas, alegadamente (já aprendi que devemos utilizar bastante este vocábulo se nos queremos salvar de processos judiciais futuros), ilegítimas de conduzir os processos judiciais em alguns Tribunais Portugueses sentimos que algo colapsa. Sempre entendi os Tribunais como um espaço com um equilíbrio que concede aos mais fracos e desfavorecidos serem acolhidos nas lutas contra entidades teoricamente mais fortes e em que o conhecimento e a capacidade dos juízes nos permitem confiar que as nossas demandas podem ter sucesso. Na minha vida corrente, sempre que ia a Tribunal, tratei os seus elementos como partes importantes da nossa Democracia. Mesmo quando estamos toldados pelas nossas certezas e em que achamos ter toda a razão do nosso lado e há uma decisão contrária às nossas preces, sempre senti que a decisão era tomada com equilíbrio, com uma visão salomónica que permitia o tal equilíbrio que advém de uma visão, do juiz ou dos juízes, não contaminada pela vivência dos que se apresentam como contendores.
Houve dois momentos na minha vida de dirigente no Sporting Clube de Portugal que senti que as decisões tomadas o foram em bases diferentes das que sempre aprendi a louvar. Uma, foi no caso do processo interposto pela Doyen contra a Sporting SAD, no Tribunal Arbitral do Desporto, na Suíça. Como este tribunal não é o que pretendo analisar neste artigo, deixá-lo-ei para uma outra oportunidade.
A segunda vez (ou melhor, vezes) teve a ver com o momento que antecedeu a destituição de que fui alvo, juntamente com colegas meus de Direção, em 2018. Depois dessa destituição, apercebi-me de diversos comentários, de diversos quadrantes, que se regozijavam de, depois de termos ganho a primeira providência cautelar interposta contra nós, à altura, se tinham coordenado e garantido que todos os processos relativos a providências cautelares relacionados com o Sporting iriam sempre parar a dois ou três juízes que nunca iam dar hipótese de vitória a mim ou aos meus colegas.
Sempre achei uma gabarolice, que justificava um sentimento de vitória acrescido de algum gosto pessoal de vingança, a que dei a importância que entendia que merecia aquela afirmação. Ou seja, nenhuma.
Um ano e meio volvido, deparamo-nos com muitas situações que, alegadamente, perpassam o sistema judicial, entre (alegadas) encomendas de juízes, (alegados) sorteios condicionados e uma (alegada) adulteração das regras fundamentais de equilíbrio num Estado de Direito Democrático.
Estando a ponderar iniciar procedimentos judiciais relacionados com o que entendo serem direitos fundamentais meus, entendi dedicar o artigo desta semana a esta crise, mais importante que muitas outras coisas importantes. Faço votos que as dúvidas e desconfianças que muitos dos Portugueses hoje têm possam ser rápida e eficazmente eliminadas. Sem uma confiança plena nos Tribunais não há Estado que nos valha.
Leonino
O problema é deixarem no avançar… vão no travar na questão dos 5 anos de quotas ininterruptas…
Pra mim creio que dificilmente se voltarão a juntar…
Concordo plenamente.
Há coisas que saem da boca e que não se podem justificar porque “se estava com muito stress”…até porque algumas foram verdadeiramente atentatórias da honra do CV…
Pelo menos é como eu me rejo na vida…até posso perdoar, mas não esqueço e certamente que há palavras que me quebram por completo uma relação de confiança
Carlos não sei o que andas a beber para quereres o inze no museu Sporting.
Muito me desiludes.
Epá oh Carlos Vieira faz um favor ao Sporting e desaparece da vida do clube e leva contigo o Varandas e restantes croquettagem…querer Eusébio no museu do Sporting…será que o ridículo neste clube não acaba?
Quem é este gajo? Não reconheço… Deve andar a almoçar com o Dias da Cunha.