A História

No Portugal do PREC, justamente apelidado de “manicómio em autogestão”, tivemos muitos episódios delirantes como, por exemplo, este protagonizado pelo saudoso Pinheiro de Azevedo. :grin:

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O nosso D. Afonso IV também era muito incapaz, física e psicologicamente.

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Correto, embora no caso de Carlos II o problema não fosse apenas o prognatismo: cariótipo 47 (xxy), impotência e outras benesses da natureza.
Afonso VI era hemiplégico e… impotente.

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É o que dá existir incesto durante muit tempo…

As casa reais eurpoeias estavam todas ligadas, da muitas vezes aparecer estas defeciencias…

Não foi esse que faliu o tesouro?

Não, foi o IV, terceiro de Portugal, com as guerras da Flandres e “La guerra del segadors”

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Quando o Filipe III sucedeu ao pai, a situação económica dos Reinos não era a melhor. Principalmente do lado Espanhol (sim, porque o II sempre soube manter habilmente a separação entre ambas as coroas). Mas tal derivava do esforço necessário para manter as guerras. E não era uma bancarrota, como o Filipe IV teve.

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“Um rei, dois reinos”

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Tenho que me reciclar.

Começo-vos a ler e fico com o bichinho…

Agradeço, em especial, aos 4 - Flaviense, Invictus, Sigurd e Sérgio_Sodré - pela partilha de conhecimento.

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Obrigado!

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Uma das coisas que o Filipe II de Espanha disse de forma repetida, foi que era tão filho de Carlos V, como neto de D. Manuel I.

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O Filipe I, II de Espanha, foi um bom rei. Poderosíssimo.
Através das Cortes de Tomar cumpriu aquilo que se dizia que a península ibérica seria um rei, dois reinos.

Em 1625, com Filipe III, IV de Espanha, com a “Instruccion sobre el gobierno de Espanha” escrito pelo Conde Duque de Olivares, que nada mais que era um plano para anexar completamente o território português.

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…E com essa acabou por se lixar.

Só que era neto de D. Manuel por via feminina (D. Isabel de Portugal) enquanto Catarina de Portugal, duquesa de Bragança, era neta de D. Manuel por via masculina (D. Duarte de Portugal, 4º duque de Guimarães) e portanto tinha precedência na linha sucessória legítima…

Para além de ter invadido em armas Portugal, conduziu a marinha portuguesa de guerra à destruição com a “Invencível Armada”, em 1588, (cerca de 12 navios de alto bordo perdidos) e levou a que os holandeses atacassem o Ultramar português ao expulsar os mercadores holandeses de Portugal (sob pena de morte) e impedir que os seus navios embarcassem especiarias em Lisboa. Ao mesmo tempo que faziam a
guerra aos espanhóis nas suas fronteiras, os holandeses mantinham um
comércio marítimo intenso com a Península Ibérica. Em 1585, Filipe II decretou
um embargo a esse comércio, proibindo a entrada nos seus portos de navios
holandeses e também de ingleses.

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A marinha Portuguesa detinha dos melhores navios de guerra da altura, boa parte foi aos ares mas curioso como os Holandeses de uma simples província Espanhola (se bem me lembro) por herança de Carlos V para uma das superpotencias marítimas e coloniais assim como quem “pisca” o olho. Diz-se que eles beneficiaram muito da diaspora Judaica que fugiu de Portugal e Espanha para lá que ajudou a criar com a “burguesia” local um sistema Bancário inovador que ajudou a financiar o VOC e o seu counterpart Americano.

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A sua linhagem foi assegurada, se bem que não de uma forma direta… :sweat_smile:

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Desculpem lá se me estou a repetir, mas quando se fala do Pinheiro de Azevedo lembro-me sempre da seguinte cena (que ouvi pessoalmente da boca de um dos três presentes):

Estava o Pinheiro de Azevedo no edifício governamental com dois oficiais da Marinha amigos e um deles, para se meter com ele, pergunta-lhe:

  • não te causa impressão estares aqui onde o Salazar esteve tanto tempo?
    E o inefável almirante responde-lhe:
  • realmente, há uns dias vinha a descer as escadas e ouvi uma voz, “é pá não percebes nada disto!”
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