Li que foi o proprio governador (ou como se chamaria a posicao) de Ceuta que nao reconheceu D Joao como Rei de Portugal e assim passou a territorio espanhol.
Todo o territorio espanhol 'e um saco de gatos…
Li que foi o proprio governador (ou como se chamaria a posicao) de Ceuta que nao reconheceu D Joao como Rei de Portugal e assim passou a territorio espanhol.
Todo o territorio espanhol 'e um saco de gatos…
Não sei se não terá reconhecido João IV como rei de Portugal, o que sempre ouvi dizer é que Ceuta preferiu pertencer à coroa espanhola por uma questão de estratégia comercial.
Acho que faz falta um livro sobre as personagens da História de Portugal que ‘não jogavam com o baralho todo’. Tivemos alguns. O D. Pedro ‘O Cruel’, a D. Leonor Teles, D. João II, D. Sebastião, D. Afonso VI, D. Maria I, o ‘Capacidónio’, a D. Carlota Joaquina…
Todos por motivos diferentes. Todos malucos…
…
Marcelo, O Cúmplice
(não tenho juízo nenhum… :)))
O D. João II, apesar de não jogar com o baralho todo, deverá ter sido o melhor rei de Portugal, a quem, e por este motivo, D. Isabel, a católica, se referia como el hombre, por antonomásia. Penso que a “loucura” só terá surgido após a morte de seu filho, D. Afonso, e aqui teremos que recorrer a outro cronista que ainda não foi mencionado, Garcia de Resende.
D. João II foi só o melhor rei de Portugal.
Tornou Portugal no país mais poderoso do mundo devido à sua visão e sagacidade, pena que os que se seguiram foram um bocado medíocres.
Acabando no irresponsável do D. Sebastião.
Após a morte do príncipe D. Afonso, D. João II tentou a elegibilidade de D. Jorge de Lencastre, seu filho natural, para seu sucessor. Parece que já desconfiava que a casa de Beja não seria grande espingarda, neste caso besta…
Não é bem assim.
Já existem várias obras que abordam alguns dos aspectos mais excêntricos, violentos e “picantes” de diversas figuras históricas portuguesas:
Inclusivamente, existem alguns livros sobre esses temas dirigidos a um público mais jovem: ![]()
Curiosamente esse D. Jorge também não era mentalmente muito são. Sucedeu-lhe o irmão da rainha, D. Manuel, que também foi um grande rei, apesar de algumas más decisões (todos tiveram). Sim, o Príncipe Perfeito foi um grande Rei. Não era fácil suceder ao seu pai, D. Afonso, que também ‘virou do capacete’ e chegou a abdicar, tendo-se arrependido depois. D. João dizia que era o Rei das Estradas, já que D. Afonso tinha distribuído tudo pelos nobres. Daí que tenha sido tão implacável a recuperar bens para a coroa e o seu reinado tenha sido tão impopular e cinzento.
Ainda que quanto a loucuras (católicas) não haverá como as de D.Francisco, irmão de D. João V; e de D. Carlos, filho de Filipe II da Espanha.
Ainda que quanto a loucuras (católicas) não haverá como as de D.Francisco, irmão de D. João V; e de D. Carlos, filho de Filipe II da Espanha.
Filipe II de Espanha e I de Portugal foi outro grande Rei de ambos os países.
Pena a descendência não ter a qualidade dele, desembocando no Carlos II, “el hechizado”. Enfim, os problemas da endogâmia, aqui no forum também há disso: jubas, greenleo, fajuto, jb, daniel(ca)brito, stepahead, dakine, sunshine, prince, …
Rei de meia Europa e ainda chegou a ser princepe consorte de Inglaterra
E tentou ser rei, através de Isabel I, mas ela declinou.
“Rey de un imperio donde no se ponia el sol”.
Pena a descendência não ter a qualidade dele, desembocando no Carlos II, “el hechizado”. Enfim, os problemas da endogâmia, aqui no forum também há disso: jubas, greenleo, fajuto, jb, daniel(ca)brito, stepahead, dakine, sunshine, prince, …
Até mesmo nos retratos oficiais de Carlos II a sua patologia está bem evidenciada…
Quanto a loucuras, não esquecer nas paredes do Júlio do Matos o famoso “Ó Vasco, ao menos vem à consulta!”… , se bem me lembro… ![]()
Prognatismo mandibular comum entre os membros da Casa de Habsburgo…
Quanto a loucuras, não esquecer nas paredes do Júlio do Matos o famoso “Ó Vasco, ao menos vem à consulta!” … , se bem me lembro…
No Portugal do PREC, justamente apelidado de “manicómio em autogestão”, tivemos muitos episódios delirantes como, por exemplo, este protagonizado pelo saudoso Pinheiro de Azevedo. ![]()