Em novos. Deixa passar 4/5 anos.
Ainda há 2 fins de semana voltei ao Reserva Arinto 2015… e não, aquilo enjoa-me imenso. E atenção que é das minhas regiões preferidas , simplesmente é um estilo a que não consigo aderir. Já um Luis Pato Vinhas Velhas 2015, aí sim.
A propósito, recomendo o S. Domingos Arinto Reserva 2019.
Muito fresco e elegante e com bom potencial de guarda.
Maria Gomes (Fernão Pires) sim, Cerceal nem tanto. Isto, falado exclusivamente nos meus gostos. Chardonnay… Pah, sou muito conservador nessas coisas! Tudo no seu lugar.
A Fernão Pires, a título de curiosidade, é muito consumida em minha casa como uva de mesa, apesar da sua qualidade para fazer vinhos.
Engraçado, bebi o Arinto 16 há pouco tempo e estava com a madeira bem integrada, daí ter feito aquele comentário.
Tal como o Quinta Poço do Lobo de '17, que só agora começa a perder o fulgor da madeira nova e revelar-se um ótimo arinto.
Atenção, eu também não sou grande adepto das castas estrangeiras cá (cada macaco no seu galho), pois raros são os casos em que não descaracterizam por completo o perfil de terroir local. A não ser que sejam usadas com parcimónia para corrigir/ melhorar alguns aspetos do vinho, quando misturadas em pequena quantidade.
Referi a Chardonnay por isso mesmo, porque ela tem sido fundamental para “temperar” os espumantes bairradinos e elevar a sua qualidade - nenhuma casta consegue fazer a espuma que a Chardonnay faz.
Ah, e já agora uma correção ao meu post anterior, a casta da Bairrada é a Cercial e não a Cerceal! A Cerceal é do Dão.
Tinha ideia de que eram a mesma casta, com nomes diferentes… E sim, mais do Dão. Mas também há disso por aqui pela Bairrada, em quantidades quase residuais.
Chardonnay é uma grande casta internacional, daí a sua grande utilização. Que poderá em parte descaracterizar o terroir, é possível, mas terroir não se limita à casta utilizada, caso contrário limitava se alvarinho a Monção e Melgaço, loureiro vale do lima, antão Vaz à Vidigueira, arinto a bucelas etc.
Em algumas situações Chardonnay é bem interessante na potencialização de espumantes como referiram anteriormente dada a sua versatilidade
Se encontrarem disto à venda, comprem.
Um Palhete que é autêntica poesia de fruta vermelha, fresco, com um final bem persistente e doce.
Numa casa que é muito falada pelos brancos (que tenho por ali a repousar para provar futuramente), este rótulo proporcionou uma estreia que me deixa muita, muita curiosidade por experimentar as restantes referências.
No meu caso, acompanhou sushi.
Isso também deve ser top chucha para uma grelhada no jardim, seja peixe ou carne, ou mesmo para um belo leitão, não?
Para peixes sim, carnes também é capaz de fazer boa figura com um franguinho…agora mais gorduroso que isso, já não me arrisco a dizer, só provando…
Isso parece muito interessante, compraste onde? Eu ando atrás deste há muito tempo mas anda sempre esgotado ( Fernão pires e trincadeira)
na passada 4a fºa provei isto… bonzinho
Comprei no armazém que distribui os vinhos deles aqui no Algarve.
Mas já vi em algumas garrafeiras online como a Wineclick (já comprei lá vinho e correu tudo de forma impecável) e a Outwine!
O Medieval de Ourem já bebi, comprei no Garcias (costuma ter a gama toda). Muito bom. Os Lés a Lés costumam ser excelentes!
Abri uma destas anteontem, a acompanhar uma bela grelhada de vaca. Suave mas intenso, com um toque de especiarias e ameixa.
Não sendo caro, também não é barato. Um belíssimo Douro.
Ao almoço virei 2 fitas pretas do Maçanita.
Agora ao lanche foi um polvozinho apanhado ontem + um verde caseiro de Melgaço. ![]()
Gosto muito desse tinto.
Já provei todos os Lés a Lés, falta-me esse. o meu maior amigo e companheiro de provas e petiscos (há 40 e tal anos) falei agora com ele e ele disse-me que o L´Eclerc em oeiras tem. próximo fim de semana não me escapa!!
Aposta ultra segura, vinho mto bem feito, sempre bom e seguro ( o de 2011 era maravilhoso…se bem que em 2011 quase todos eram bons) gosto bastante




