O ultimo que provei nao me espantou nada alem.
Creio que por esses valores já compras uns LBV (Late Bottled Vintage). Recomendo os da Symington (Dow’s, Warre’s ou Graham’s) ou da Taylor’s.
Nessa fixa de preços era o que vinha sugerir, um LBV. Warre’s e Quinta do Noval são imbatíveis (da Quinta do Noval, se for o unfiltered ainda é melhor).
Vinho da Madeira a 20€, só se for um 5 anos. Recomendo Meio doce (Blandys ou Barbeito).
É vinho que a min não me diz nada, sei que o doce/seco e meio seco são para ocasiões diferentes, mas isto é cenas que só as gajas costumam pedir, tal como os baileys e afins. Hoje apanhei promoção e trouxe um macieira cream para beberem, apesar de estar o baileys tb em promoção, ao menos é nacional
Moscatel não preciso porque normalmente recebo uma Venâncio costa Lima de meio litro roxo, quando saíem
Atenção, que “o que as gajas costumam pedir” é o Tawny… O LBV é muito diferente disso (para melhor… cof… cof…).
Se calhar nunca provaste um Ruby ou um LBV (e Vintage, seguramente não)… irias gostar.
Não sou fã de bebidas doces, mas também não era de moscatel até beber o roxo Venâncio Costa lima
Quando puderes prova um bom LBV.
Conheço bem esse do Venâncio. Aliás, conheço tudo dele e da Ermelinda Freitas. Morei muitos anos no Pinhal Novo que é mesmo ao lado…
Eu conheci, porque o meu irmão vendeu lhe uma casa….so conhecia os do costume, e como não os bebia….fui oerdendo, vou dar uma hipótese ao vinho dos Andrades que os que tenho aqui normalmente é para bifes com molho de natas ![]()
Sobre LBV, gosto em especial do Warre’s, excelente RQP e aquele estilo de não filtrado é uma maravilha na sua complexidade.
Recentemente num menu de degustação tive uma harmonização excelente mas que fraquejou nas sobremesas com um colheita tardia do Douro e um moscatel que eram demasiado doces para aí, faltou ali um Porto ou um Madeira. Na Consoada provei um Porto vintage com os seus 60 anos e meu Deus, que diferença.
Um Vintage é um Vintage…
Mas um bom LBV (gosto muito dos da Symington, especialmente o Dow’s e o Warre’s) também é excelente.
Em 2009, antes de vir para o Brasil comprei uns Vintage de 2007 (ano fantástico) para trazer - 5 Dow’s, 3 Warre’s e 2 Taylor’s - Os Dow’s fui abrindo para festejar quando algum dos meus filhos chega aos 18 anos. Já só falta um, que será aberto para o ano em Maio, nos 18 anos do meu mais novo.
Grande Vintage, todos eles muito bons, mas o Dow’s está divinal. Infelizmente só resta uma… ![]()
O @Blitz já disse tudo… Para mim, um LBV tem sempre bom desempenho e não são muito caros.
Que maravilha, tenho que começar a fazer isso para os meus mas ainda não tenho capital para isso.
E atenção aos Tawnys velhos, há ali muita coisa interessante. Ofereci um Dalva de 30 anos quando a minha cunhada fez essa idade e estava muito interessante mesmo.
Os Tawny não me puxam nadinha… e já bebi alguns supostamente muito bons… mas definitivamente não são a minha praia. Já os Vintage… tenho muita dificuldade em conseguir guardar um por mais de 10 anos… ![]()
Eu gosto bastante de tawny, mas não tem nada a ver com vintage ou lbv. Vintage é a bebida dos deuses.
Que vinhos tintos ou brancos recomendam e que andem normalmente à volta dos 15-20 euros? Qualquer região.
Sim, são duas bebidas bastante diferentes por incrível que pareça…
E é engraçado porque o Tawny é o “Vinho do Porto” que normalmente se consome…
A quantidade de gente a quem eu “apresentei” o Ruby não vem no gibi, como dizem aqui… e depois passá-los ao LBV é um tirinho… o Vintage é que já requere uma aposta financeira mais forte, mas lá está, é uma aposta sempre ganha… a não ser que se tenha estragado e, nesse caso, o suícidio é sempre uma ideia… ![]()
Ainda deves arranjar da data de nascimento deles a preços acessíveis, da minha é que ja se atiram para os 200€
Depende, porque os Vintage não aparecem todos os anos.
É o IVDP que declara ou não os anos Vintage. Consoante a qualidade da colheita do ano.
Agora chama-se Vintage Clássicos, porque de há uns anos para cá, o produtor pode declarar ano Vintage por si, desde que submeta ao IVDP, a câmara de provadores.
A última tabela que tenho:
Anos a reter (Vintages clássicos)
| Década | Anos Vintage |
|---|---|
| 1960 | - 1963, 1966, 1970 |
| 1970 | - 1977 |
| 1980 | - 1983, 1985 |
| 1990 | - 1992, 1994, 1997, 2000 |
| 2000 | - 2003, 2007, 2009 |
| 2010 | - 2011, 2016, 2017 |
E havia também a modalidade Vintage de Quinta ou lá o que era, que o produtor declara Vintage e submete à camara de provadores, mas as uvas têm que obrigatoriamente ser todas da mesma Quinta.
Não sei como está isso agora.
Na altura embrenhei-me a sério nos Portos e é muito interessante, as diversas técnicas de fermentação, etc.
Na volta era um normal, eu só olhei à data 1975 não vi o que era.