Nestes anos já eu posso falar,lembro-me de alguns.
Num jogo com o União da Madeira lembro-me de temos empatado a uma bola e a jogar com mais 2 jogadores e mesmo assim não conseguirmos ga nhar apesar do domínio.Lembro-me do ano de 95, a equipa era imparável fora mas em casa cedia empates como com o Farense logo na jornada inaugural da 2ª volta ou a derrota em casa com o Amadora com Balakov a falhar penalty.Acreditei que iríamos ser campeões mas aquele jogo em Alvalade em que Domingos converteu um penalty,fez com que apenas ganhássemos a taça,taça essa e confesso,festejei quase como um campeonato,e eternamente grato a Alex que nas meias finais marcou o golo da vitória frente ao FCP nos Barreiros nas meias finais.
Na temporada de 91/92 (...) A Taça termina nas Antas outra vez nos oitavos de final.
A Taça terminou com o FCP, de facto, mas o jogo foi em Alvalade. O célebre jogo em que perdemos 1-0, com o árbitro Mário Leal, de Leiria, a impedir que o SCP passasse a linha do meio campo, durante praticamente o jogo inteiro. Vi o jogo na Superior Norte e foi dos roubos mais descarados que alguma vez vi contra o Sporting. :evil:
Dasse, não tenho recordação da besta do Santana já ter sido hipótese para a presidência do clube em 1989! Depois do Bigodes tínhamos o Flopes?! :sick: O Sporting já teria fechado a porta! :arrow:
Oh Tomanas, foste parcial e muito!Encerras o capítulo negro em 95, esquecendo (foi mesmo??
) que nas 4 épocas seguintes o Sporting fica uma vez em 2º, outra em 3º e as restantes em 4º lugar. Sem vencer mais nenhuma competição, excluindo uma Supertaça, parece-me.
Deixa lá o “obscurantismo” do historial fazer o seu caminho até à temporada 99/00, na altura já com 4 anos de gerência dos tais que, esses sim, é que são muita bons!
Em 95 encerrou-se um ciclo que os factos objectivos demonstram ter sido o pior da história do Clube, e o que eu escrevi na maior parte dos casos foi o relato de factos indesmentíveis, podendo aqui e ali ter dado um aspecto mais desagradável das situações vividas, do que aquele que os admiradores do Cintra têm sobre as mesmas, mas aí a parcialidade estará tanto do meu lado quanto do vosso.
Repara o Incitatus diz que o Cintra foi o melhor Presidente que tivemos depois do Rocha e que até ganhou a única Taça no período do jejum que durou 18 anos, um terço dos quais sob o seu comando, não me podem pedir que eu escreva uma coisa destas. Se eu tivesse sido tão parcial quanto isso teria escrito que ele foi o pior Presidente da história do Clube que nunca nenhum outro conseguiu fazer e dizer tantos disparates juntos e que terá seguramente um dos piores rácios em termos de resultados, mas tentei não abusar não posso é esconder os factos e vejam lá que até tinha posto a palhaçada da pala às costas do bigodes. :oops:
Sobre o que veio a seguir ou seja o “Projecto Roquete” escreverei para a semana, seguramente que mais uma vez haverá quem tenha visões muito diferentes das minhas, mas lá estarão os factos que valem mais do que as interpretações pessoais de cada um.
PS-Incitatus onde é que eu exagerei em relação ao Queirós? :roll:
A defesa de Sousa Cintra não a faço, assumo que me merece mais respeito que os dirigentes posteriores, mas casquei tanto nele quanto nos que se seguiram.
Tu assumes um ciclo que acaba em 95, depreendo pela mudança de dirigentes e de atitude na gestão do clube, e assumes que as 6 épocas do consulado Cintrista são as mais negras do historial, no entanto pelos vistos não tens o mesmo método de avaliação para as 4 seguintes, onde usando os mesmos critérios se poderia dizer o mesmo.
E vais ao ponto de, neste ultimo post, parecer quereres responsabilizar Cintra pela questão da Pala, quando é sabido que o tema foi sobretudo uma questão com aproveitamento politico antes de mais, e até pelo que dizem ter acontecido nas eleições (com o recuo do grupo Roquette pela entrada de Cintra), ser possível acreditar que o caso aconteceu também com motivos vingativos, que aliás na altura marcavam o dia a dia do Sporting, é que se alguém se esqueceu, nessa altura não era em fóruns ou blogs que os sportinguistas (sobretudo aqueles com alto perfil) faziam as suas criticas, era na praça publica e com uma raiva surda e cega aos interesses do Sporting. Muitos deles arrancaram alguns anos mais tarde com o tal “projecto” que iria revolucionar o clube!!
Dou-te todo o valor pela iniciativa, neste exemplo concreto critico-te a parcialidade óbvia, evidente e já esperada. Mas intervenho pela ultima vez, porque não quero “sujar” o bom trabalho que, não obstante esta critica, tens vindo a fazer.
A Taça terminou com o FCP, de facto, mas o jogo foi em Alvalade. O célebre jogo em que perdemos 1-0, com o árbitro Mário Leal, de Leiria, a impedir que o SCP passasse a linha do meio campo, durante praticamente o jogo inteiro. Vi o jogo na Superior Norte e foi dos roubos mais descarados que alguma vez vi contra o Sporting. :evil:
Vi essa da Sul. Que farsa! Há poucos jogos em que tenha tanta certeza que o árbitro estava comprado como nesse. Era tão flagrante a dualidade - eles estavam à vontade para fazer entradas violentas enquanto os nossos viam amarelos ao mínimo toque. Não acabámos com duas expulsões? Tenho uma ideia de o Filipe ter sido expulso por se ter virado para o João Pinto, depois de ter passado o jogo inteiro a levar porrada de criar bicho do capitão do Porto…
Penso que o único jogador expulso nesse jogo, para aí aos 20 minutos, foi o Fernando Couto, porque tinha mesmo de ser. Foi nojento, e mais nojento se tornou porque quando o jogo já estava resolvido… começou a apitar a favor do Sporting, para se poder dizer que tinha errado para os dois lados. Inenarrável.
Penso que o único jogador expulso nesse jogo, para aí aos 20 minutos, foi o Fernando Couto, porque tinha mesmo de ser. Foi nojento, e mais nojento se tornou porque quando o jogo já estava resolvido... começou a apitar a favor do Sporting, para se poder dizer que tinha errado para os dois lados. Inenarrável.
Acho que esse foi o jogo para o campeonato. Vi-o o da Norte, porque já não havia bilhetes para a Sul. Mas tenho a ideia de ter sido muito diferente. O Couto foi de facto expulso no início do jogo, fizemos uma festa do caraças - e depois levamos um banho de bola e ficámos fora da corrida para o título. Nada a ver com a farsa do Mário Leal na Taça.
Oh Tomanas, foste parcial e muito!Encerras o capítulo negro em 95, esquecendo (foi mesmo??
) que nas 4 épocas seguintes o Sporting fica uma vez em 2º, outra em 3º e as restantes em 4º lugar. Sem vencer mais nenhuma competição, excluindo uma Supertaça, parece-me.
Deixa lá o “obscurantismo” do historial fazer o seu caminho até à temporada 99/00, na altura já com 4 anos de gerência dos tais que, esses sim, é que são muita bons!
Em 95 encerrou-se um ciclo que os factos objectivos demonstram ter sido o pior da história do Clube, e o que eu escrevi na maior parte dos casos foi o relato de factos indesmentíveis, podendo aqui e ali ter dado um aspecto mais desagradável das situações vividas, do que aquele que os admiradores do Cintra têm sobre as mesmas, mas aí a parcialidade estará tanto do meu lado quanto do vosso.
Repara o Incitatus diz que o Cintra foi o melhor Presidente que tivemos depois do Rocha e que até ganhou a única Taça no período do jejum que durou 18 anos, um terço dos quais sob o seu comando, não me podem pedir que eu escreva uma coisa destas. Se eu tivesse sido tão parcial quanto isso teria escrito que ele foi o pior Presidente da história do Clube que nunca nenhum outro conseguiu fazer e dizer tantos disparates juntos e que terá seguramente um dos piores rácios em termos de resultados, mas tentei não abusar não posso é esconder os factos e vejam lá que até tinha posto a palhaçada da pala às costas do bigodes. :oops:
Sobre o que veio a seguir ou seja o “Projecto Roquete” escreverei para a semana, seguramente que mais uma vez haverá quem tenha visões muito diferentes das minhas, mas lá estarão os factos que valem mais do que as interpretações pessoais de cada um.
PS-Incitatus onde é que eu exagerei em relação ao Queirós? :roll:
A defesa de Sousa Cintra não a faço, assumo que me merece mais respeito que os dirigentes posteriores, mas casquei tanto nele quanto nos que se seguiram.
Tu assumes um ciclo que acaba em 95, depreendo pela mudança de dirigentes e de atitude na gestão do clube, e assumes que as 6 épocas do consulado Cintrista são as mais negras do historial, no entanto pelos vistos não tens o mesmo método de avaliação para as 4 seguintes, onde usando os mesmos critérios se poderia dizer o mesmo.
E vais ao ponto de, neste ultimo post, parecer quereres responsabilizar Cintra pela questão da Pala, quando é sabido que o tema foi sobretudo uma questão com aproveitamento politico antes de mais, e até pelo que dizem ter acontecido nas eleições (com o recuo do grupo Roquette pela entrada de Cintra), ser possível acreditar que o caso aconteceu também com motivos vingativos, que aliás na altura marcavam o dia a dia do Sporting, é que se alguém se esqueceu, nessa altura não era em fóruns ou blogs que os sportinguistas (sobretudo aqueles com alto perfil) faziam as suas criticas, era na praça publica e com uma raiva surda e cega aos interesses do Sporting. Muitos deles arrancaram alguns anos mais tarde com o tal “projecto” que iria revolucionar o clube!!
Dou-te todo o valor pela iniciativa, neste exemplo concreto critico-te a parcialidade óbvia, evidente e já esperada. Mas intervenho pela ultima vez, porque não quero “sujar” o bom trabalho que, não obstante esta critica, tens vindo a fazer.
Realmente parece-me claro como água que em 95 terminou um ciclo e iniciou-se outro completamente distinto, que no entanto não poderá ser reduzido aos primeiros quatro anos de que falas.
De qualquer maneira em relação a esse período julgo que seria mais avisado aguardar pelo que irei escrever, antes de se começar já a criticar, embora eu compreenda que os mais antigos aqui do espaço já conheçam a generalidade das minhas opiniões e portanto se sintam capazes de prever a tendência do que aí vem.
Há uma coisa que devo corrigir e que já tentei explicar, quando eu remato que com a saída do Cintra se encerra o período mais negro da história do Clube, não me estou a referir apenas ao consulado dele, mas também aos três anos anteriores. Admito que não estejam de acordo com esta leitura e considerem o período “cintrista” como um ciclo à parte, só que eu identifico claramente esses nove anos como aqueles em que o Sporting perdeu a sua identidade, deixou de ser respeitado e passou a ser constantemente ridicularizado, ao mesmo tempo que competitivamente se afundou.
Em relação à pala, eu meti essa boca na resposta anterior apenas na brincadeira, como para provar que não estava de má vontade com o homem. Mas esse episódio é apenas mais um que demonstra o que eu digo desse período, ninguém respeitava o Sporting, nem tão pouco levava a sério o Zé das águas, que só sabia dizer "dimitem-se dimitem-se"com aquela cara de tanso que ele tem.
Finalmente devo dizer que quando comecei este “trabalho” cheguei a temer que fosse aproveitado para as brincadeiras e ataques do costume, mas penso que tal não aconteceu. Agora isto é um Fórum de discussão, portanto é natural que as pessoas tenham opiniões divergentes.
O que eu fiz na generalidade foi relatar factos, embora naturalmente nestes períodos que vivi intensamente, tenha pintado a coisa conforme o que sinto, mas pela minha parte vocês estão completamente à vontade para exporem as vossas visões, até para os mais novos perceberem que nem tudo é preto ou branco. Não queiram é que eu vá corrigir o texto inicial e dizer que o Cintra foi o maior porque ganhou uma Taça em seis anos nem tomem isto que se fosse uma doutrina que todos devem seguir, pois não é.
Penso que o único jogador expulso nesse jogo, para aí aos 20 minutos, foi o Fernando Couto, porque tinha mesmo de ser. Foi nojento, e mais nojento se tornou porque quando o jogo já estava resolvido... começou a apitar a favor do Sporting, para se poder dizer que tinha errado para os dois lados. Inenarrável.Acho que esse foi o jogo para o campeonato. Vi-o o da Norte, porque já não havia bilhetes para a Sul. Mas tenho a ideia de ter sido muito diferente. O Couto foi de facto expulso no início do jogo, fizemos uma festa do caraças - e depois levamos um banho de bola e ficámos fora da corrida para o título. Nada a ver com a farsa do Mário Leal na Taça.
Esse do Couto não é o do “olho de lince” do Ivkovic, que deixa a bola ir ao poste e depois vê o Kostadinov cabecear para a baliza?
No tal jogo do Mario Leal, que também recordo como a maior roubalheira que vi em Alvalade, o homem só expulsa no fim do jogo, um para cada lado.
Há uma coisa que devo corrigir e que já tentei explicar, quando eu remato que com a saída do Cintra se encerra o período mais negro da história do Clube, não me estou a referir apenas ao consulado dele, mas também aos três anos anteriores. Admito que não estejam de acordo com esta leitura e considerem o período "cintrista" como um ciclo à parte, só que eu identifico claramente esses nove anos como aqueles em que o Sporting perdeu a sua identidade, deixou de ser respeitado e passou a ser constantemente ridicularizado, ao mesmo tempo que competitivamente se afundou.
Pessoalmente acho que deveriam então ser considerados também os ultimos dois anos de JR, que aliás foi o grande responsável pelo tal afundamento (com o qual estou de acordo) do Sporting. Só que esse ciclo não terminou em 95, continuo a dizer.
Não concordo contigo quando dizes que o Sporting perdeu identidade nessa altura, porque senão que dizer do que se passou depois e ainda assistimos hoje em dia?!
O Sporting ainda hoje é ridicularizado e quase diariamente lhe faltam ao respeito, não sinto que algo tenha mudado nesse aspecto.
O que tem mudado nestes últimos anos (últimos 3 anos) é que desportivamente e mesmo com altos e baixos, o Sporting tem conseguido encurtar algumas distâncias para os adversários… eu tenho uma teoria, pouco consolidada, de que esse aproximar, para além de algum trabalho de qualidade do clube, tem também muito que ver com a maior competitividade do campeonato nacional. Posso estar errado, mas por enquanto é o que penso, a ver vamos se me conseguem convencer do contrário.
Só uma ultima achega em relação à comparação dos 6 anos de SC com os primeiros 6 anos do Projecto, em números médios:
- A média de pontos com SC foi superior à do Projecto
- O número de vitórias de SC foi superior ao do Projecto
- O número de empates de SC foi superior ao do Projecto
- O número de derrotas de SC foi inferior ao do Projecto
- A média de golos marcados com SC foi inferior ao Projecto
- A média de golos sofridos com SC foi inferior ao Projecto
- A média da distância de pontos para o campeão é superior com SC (16-14, se não me falha a memória)
Cada um faça a leitura que quiser!
Volto a sublinhar, excelente o teu trabalho, que me merece todo o respeito e simpatia, ao ponto de ainda planear perder algum tempo nalgumas arrecadações à procura de bilhetes de jogos sobretudo deste período, para colocar aqui… não sei o que restará depois de tantas mudanças, mas alguma coisa deve aparecer.
Não acabámos com duas expulsões? Tenho uma ideia de o Filipe ter sido expulso por se ter virado para o João Pinto, depois de ter passado o jogo inteiro a levar porrada de criar bicho do capitão do Porto...
Petro,
Socorrendo-me do Almanaque do SCP, aqui ficam os dados:
3 de Março de 1992
Mário Leal de Leiria
SCP 0 - FCP 1 (Kostadinov, 24 min.)
Expulsões de Amaral e Kostadinov (ambos aos 90 minutos e vermelho directo)
O Sporting, treinado por Marinho Peres, alinhou com Ivkovic, Peixe (Amaral, 66 min.), Luisinho, Leal, Paulo Torres (Filipe, 59 min.), Douglas, Litos (capitão), Figo, Balakov, Cadete e Yordanov.
OK, obrigado pelas correcções! ![]()
Na temporada de 91/92 (...) A Taça termina nas Antas outra vez nos oitavos de final.A Taça terminou com o FCP, de facto, mas o jogo foi em Alvalade. O célebre jogo em que perdemos 1-0, com o árbitro Mário Leal, de Leiria, a impedir que o SCP passasse a linha do meio campo, durante praticamente o jogo inteiro. Vi o jogo na Superior Norte e foi dos roubos mais descarados que alguma vez vi contra o Sporting. :evil:
:oops: Obrigado. Correcção efectuada
Já agora, tenho a ideia que o Cintra apelidou o Careca como o novo Pelé e não como o novo Eusébio. ![]()
Esse do Couto não é o do "olho de lince" do Ivkovic, que deixa a bola ir ao poste e depois vê o Kostadinov cabecear para a baliza?
Acho que esse foi no ano seguinte, quando empatamos 1-1. Começamos a ganhar com um golo do Juskowiak de cabeça logo no início. O golo do Kostadinov é já na segunda parte e é inacreditável - aliás o ranço do Porto contra nós nesses anos era incrível. É um cruzamento falhado da esquerda, que faz um balão com encontro marcado com as placas de publicidade. E se a bola vai à baliza, o Ivkovic agarrava nas calmas. E acerta logo na na m**** do poste e vai direitinha para o Kostadinov! Qual é a probabilidade de uma coisa daquelas acontecer?!
O Ivkovic era pródigo em cenas destas. Alguém se lembra daquele chapelaço de 40 metros do Jorge Couto em 91 (perdemos 0-2), com o gajo a acompanhar a bola com olhar, numa de “está tudo sob controlo”? E o tipo tinha estilo. Tinha piada vê-lo a mandar vir com os colegas quando era ele próprio que tinha feito asneira. Ou vê-lo a acenar à bancada que cantava “Iv-Iv-Ivkovic”! Que cromo! ![]()
Ainda assim, foi um dos raros guarda-redes de qualidade que tivemos no período entre Meszaros e Schmeichel - e comparado com o desastre da parelha Costinha-Lemajic que veio a seguir, nem se conta!
Petro, Socorrendo-me do Almanaque do SCP, aqui ficam os dados:
Contra factos, não há memórias. ![]()
Já agora, tenho a ideia que o Cintra apelidou o Careca como o novo Pelé e não como o novo Eusébio. ;)
O Careca deve ter tido quase tantos epitetos dados por Sousa Cintra como jogos de jeito que fez pelo Sporting: o “novo Eusébio”, o “cinco estrelas”…
Eu gostava do Cintra; mas ele não era exactamente bom a avaliar jogadores. Lembro-me de uma entrevista dele, pouco depois de comprar o Balakov, onde dizia que o mago búlgaro “seria um bom suplente para o Gomes”. ![]()
Já agora, tenho a ideia que o Cintra apelidou o Careca como o novo Pelé e não como o novo Eusébio. ;)
Nem uma coisa nem outra, mas uma mistura das duas: um misto de Pelé e de Eusébio! ![]()
O Romário falou em três defesas que mais dificuldades lhe deu,falou em Ricardo Gomes e Mozer do recreativo da luz e em Ricardo Rocha que jogou no Sporting.
Confesso que não me lembro dele.
Alguém sabe quem é?
Esteve durante este período de tempo?
Foi uma das unhas do Gonçalves mas jogou pouco já nem me lembro bem porquê, mais tarde foi para o Real Madrid