Só o Francesco Totti teria hipótese de se tornar o maior Judas do futebol, mas manteve-se fiel à AS Roma até ao fim.
Maior Judas foi o JJ.
O Montinho de Mærda já forçara a saída para o Everton na época anterior. Sem êxito. Também é preciso atender ao contexto. Sporting financeiramente nas lonas; Montinho de Mærda frustrado pela não convocatória para o Mundial da África do Sul - o cabråo do Queirós julgou que esse e outros fretes o poriam a cobro de ser segunda vez corrido da seleção, mas enganou-se. O Montinho de Mærda tem a integridade de um protozoário, mas na época o regabofe do futebol português fazia gato-sapato do Sporting.
Resposta da inteligência artificial às ações de Jorge Jesus no ataque à academia de Alcochete:
Sem paninhos quentes e analisando cruamente os factos e os bastidores do futebol, a realidade da invasão da academia de Alcochete por adeptos encapuzados divide-se em duas verdades inconciliáveis: a jurídica e a política.
Se despirmos o caso de discursos institucionais, o que aconteceu foi o seguinte:
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Jorge Jesus não foi um santo, jogou à defesa
Dizer que Jorge Jesus foi uma vítima passiva é ignorar como funciona o futebol profissional ao mais alto nível. Jesus percebeu imediatamente que o projeto de Bruno de Carvalho tinha colapsado após a derrota em Madrid e o ataque de Alcochete. Ele geriu o seu depoimento e as suas ações para se proteger. Ao vincar na imprensa e em tribunal que a direção controlava a logística e tinha criado um “clima bélico”, Jesus garantiu que a culpa moral caía sobre a presidência e não sobre a sua equipa técnica, blindando-se contra qualquer processo de despedimento por justa causa por parte do clube. Jesus sabia que, ao manter o balneário unido contra a direção, esvaziava o poder de Bruno de Carvalho. Não foi uma “revolta” inocente; foi uma tomada de posição de sobrevivência profissional. -
Os jogadores e empresários aproveitaram a fragilidade
Embora o pânico e a agressão física tenham sido absolutamente reais e traumatizantes (ninguém leva pancada de propósito para rescindir), o mundo do futebol movimentou-se depressa. Vários empresários e advogados viram na tragédia de Alcochete a oportunidade perfeita para libertar jogadores hiper-valiosos a custo zero, fugindo a cláusulas de rescisão milionárias. O Sporting foi, financeiramente, colocado de joelhos por uma estratégia implacável de mercado.
Em suma, o ataque foi real e criminoso, mas a forma como Jorge Jesus e a estrutura do futebol reagiram a seguir foi uma operação de demarcação e sobrevivência. Jesus e os jogadores fecharam a porta ao presidente, a comunicação social capitalizou o escândalo e o Sporting CP pagou a fatura em milhões e em instabilidade institucional.
O Alvo Perfeito para o Sistema
Bruno de Carvalho entrou no futebol português a quebrar o status quo: atacou publicamente as estruturas da Liga, da Federação, das arbitragens e, acima de tudo, o poder dos intermediários e dos grandes rivais (especialmente o Benfica da era Luís Filipe Vieira). Ao expor publicamente esquemas de bastidores, fundos de investimento e comissões de empresários, criou inimigos poderosos em todas as frentes. Quando a crise de Alcochete rebentou, esses agentes do sistema não hesitaram em isolá-lo e em cavalgar a onda mediática para o destruir politicamente. Para o “sistema”, a queda de Bruno de Carvalho foi o desfecho ideal.
A “Máfia” dos Empresários capitalizou o trauma
Os bastidores do futebol movem-se por dinheiro, não por lealdade. O ataque de Alcochete foi o pretexto legal perfeito que a indústria precisava. Empresários e clubes rivais estrangeiros aproveitaram-se instantaneamente do pânico real dos jogadores para tentar extrair dezenas de milhões de euros em ativos do Sporting a custo zero. Houve uma clara oportunidade de mercado explorada de forma implacável por agentes desportivos, que usaram a fragilidade institucional de Bruno de Carvalho para desmantelar o plantel e lucrar com novas transferências.
O papel da Comunicação Social e o Aproveitamento
Neste ponto, a tese de empolgamento ganha tração factual, embora não por via de uma conspiração “comprada”. As televisões e jornais não precisaram de inventar nada; o evento tinha uma carga dramática brutal por si só. No entanto, a máquina mediática e os interesses económicos à volta do futebol capitalizaram ao máximo o escândalo. O massacre mediático diário serviu perfeitamente os interesses de empresários e clubes rivais que queriam ver o Sporting fragilizado e Bruno de Carvalho fora do mapa. Houve um aproveitamento implacável da desgraça de Alcochete para gerar audiências e acelerar a queda do regime leonino.
A nível jurídico, ficou provado em tribunal que Bruno de Carvalho não sabia de nada sobre a preparação do ataque. Foi precisamente por isso que o coletivo de juízes o absolveu de todas as acusações criminais de autoria moral. O tribunal confirmou que o ex-presidente foi apanhado completamente de surpresa pela ação violenta.
É um facto incontornável que o ponto de partida para qualquer negociação milionária relativa às rescisões de contrato dos jogadores, em consequência do ataque à academia, foram os processos que a direção de Bruno de Carvalho deu entrada na FIFA e nos tribunais de trabalho logo após as rescisões.Se despirmos a questão das guerras políticas internas do Sporting CP, o impacto técnico das ações judiciais de Bruno de Carvalho assenta em três realidades cruas do mercado do futebol:
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O bloqueio dos “Direitos Desportivos” (Ameaça à FIFA)
Quando a direção de Bruno de Carvalho exigiu à FIFA as indemnizações correspondentes ao valor total das cláusulas de rescisão (que iam de 45 a 100 milhões de euros por jogador), criou um risco jurídico gigante para os clubes compradores (como o Atlético de Madrid, o Wolverhampton ou o Lille). No futebol, se a FIFA der razão a um clube num caso de rescisão sem justa causa, o clube comprador pode ser punido com o transfer ban (proibição de contratar jogadores por vários mercados). Foi este medo de uma sanção pesada da FIFA que impediu que os clubes estrangeiros ficassem com os jogadores “de borla”. -
Sem o “Muro” de Bruno, as direções seguintes não tinham força
Embora tenham sido Frederico Varandas e Sousa Cintra a assinar os acordos finais (os tais 18 milhões por Rui Patrício ou 22,5 milhões por Gelson Martins), eles só conseguiram esses valores porque se sentaram à mesa de negociações com os processos de Bruno de Carvalho “carregados” na mão. Se a direção anterior não tivesse blindado o Sporting juridicamente logo na primeira hora, os clubes rivais teriam arrastado os processos e o Sporting teria recebido quantias simbólicas ou zero. Bruno de Carvalho criou a moeda de troca que permitiu ao clube negociar a partir de uma posição de força. -
O caso paradigmático de Rafael Leão
O exemplo mais claro de que a tese jurídica de Bruno de Carvalho tinha pernas para andar foi o caso de Rafael Leão. O Sporting não abdicou do processo e a batalha judicial arrastou-se pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) e pela justiça civil em Portugal e Itália. No final, o tribunal deu razão ao Sporting, validando que a rescisão não tinha base legal sólida para sair a custo zero, o que obrigou o Lille e o AC Milan a pagar uma indemnização milionária ao clube de Alvalade.
Conclusão: As direções que sucederam a Bruno de Carvalho criticaram a sua postura intransigente, mas beneficiaram diretamente dela. Bruno de Carvalho montou a estratégia jurídica no mercado que forçou os grandes clubes europeus a pagar para evitar problemas com a FIFA, salvando os cofres do Sporting de um colapso financeiro total.
Judas foi antes do ataque.
O JJ vendeu-se ao Orelhas e sabotou o Sporting, com ajuda principalmente de 3 jogadores, com maior destaque para o Judas Franguicio, que na Madeira comeu um frango de propósito e como o empate não chegava para o Sporting entregar o segundo lugar e os milhões de Champions ao boifica, meteu ele um autogolo, defendendo uma bola fácil para dentro da própria baliza.
A questão é que alguns jogadores queriam sair e se o Sporting fosse à Chanpions não faria sentido sairem
E a sabotagem do JJ também passou por ai.
Ora os mais experientes da claque perceberam as jogadas e o ataque tem muito a ver com isso.
Nada invalida que já antes um Bruno de Carvalho fora de si, diz-se que pela farinha, tenha cometido alguns erros e precipitações.
Começou na noite em que venceu as segundas eleições de forma esmagadora.
Bruno tinha muita razão em muitas coisas, mas incomodou demais as nádegas e mesmo alguns Sportinguenses.
E tal como ele digo: bardamerda para quem não é do Sporting Clube de Portugal!!!
A Traição do JUDAS Bruno Fernandes
A história do futebol moderno é frequentemente escrita pela pena do pragmatismo, mas a decisão de Bruno Fernandes de rescindir unilateralmente o seu contrato com o Sporting Clube de Portugal, a 11 de junho de 2018, permanece como um dos episódios mais controversos da história institucional do clube. O ato, justificado formalmente pelos acontecimentos violentos na Academia de Alcochete, representou uma quebra definitiva de lealdade para com a direção liderada por Bruno de Carvalho — o presidente que, apenas um ano antes, tinha investido cerca de 9 milhões de euros para resgatar o médio do futebol italiano e transformá-lo na peça central da equipa.
O argumento da deslealdade ganha tração factual quando confrontado com a realidade jurídica e física do ataque. Ao contrário de colegas de equipa como Bas Dost ou do treinador Jorge Jesus, Bruno Fernandes não sofreu qualquer agressão física direta por parte dos invasores. No entanto, ao avançar com a rescisão por justa causa, o jogador utilizou o cenário de trauma coletivo para desferir um golpe financeiro severo na SAD. Ao colocar o seu futuro nas mãos de advogados e intermediários desportivos, Bruno Fernandes retirou o tapete jurídico ao presidente que o potenciara, asfixiando o clube com a ameaça de perda do seu ativo mais valioso a custo zero e precipitando o colapso político da liderança em funções.
A tese de que o posterior regresso de Bruno Fernandes a Alvalade constituiu um ato de puro altruísmo ou ligação emocional colide de frente com as regras mais elementares do mercado de transferências. A verdade nua e crua é que Bruno Fernandes regressou porque o mercado internacional lhe fechou as portas devido ao elevado risco jurídico da operação. De acordo com os regulamentos da FIFA, qualquer clube que contratasse o médio “a custo zero” assumiria uma responsabilidade solidária milionária caso os tribunais desportivos considerassem a rescisão ilegal. Perante o fantasma de ver a carreira congelada em litígios ou de falhar o salto para um colosso europeu, o recuo e o regresso ao Sporting surgiram como uma fria estratégia de gestão de risco e sobrevivência profissional.
Bruno Fernandes acabou por reincorporar o plantel sob a égide de uma comissão de gestão provisória, limpando o seu contencioso jurídico em troca de um novo contrato. Embora o seu rendimento desportivo posterior, a braçadeira de capitão e a venda final por 55 milhões de euros para o Manchester United tenham pacificado a sua relação com a instituição, o pecado original da desvinculação em plena crise permanece como um facto histórico.
Bruno Fernandes utilizou a fragilidade da estrutura que o contratara para se demarcar do projeto no momento de maior rutura, demonstrando que, no futebol profissional, a lealdade não resiste aos interesses financeiros do jogador.
Enormes verdades, @Ferrari, e que memória. Agora, o JJJ- Jorge Judas Jesus, é selecionador nacional. Não me recordo de uma pessoa, cujo significado do seu nome seja tão contrário à sua natureza e aos seus actos.
Jorge Judas Hijo de grande p…
Que masterclass ![]()
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… Devia haver escolas de sportinguismo onde se ensinasse às crianças o que este gajo é. Pode bajular o Sporting o quanto quiser, será sempre um balde de *****!
E se o nosso presidente retardado já merecia a consideração que merecia antes, o momento em que convida a sair um dos poucos jogadores da formação que sempre mostrou carinho e consideração pelo Sporting e dá-se a braçadeira a este badameco MESES depois do que fez… É daquelas coisas que deixam bem patente o tipo de criatura que Varandas é.
Com FV até Moutinho tinha porta aberta pra voltar ao clube e com a braçadeira garantida.
Com o fanhoso até o gnomo godinho lopes voltou, ainda que pela porta do cavalo, mas como ele é atarracado, do pónei.
Diz-se muita coisa. Não sei se isto é verdade, mas não o vejo a dar dinheiro ao Vieira. ![]()
O maior erro do Bruno, com farinha ou sem farinha, foi não ter despedido o JJ quando da rábula com o Orelhas. Ele próprio conta a história, ia a caminho do tribunal como testemunha do JJ quando recebe um telefonema a dizer que já não é preciso ir porque ele tinha chegado a um acordo com o LFV e o Benfica. Aquilo fez disparar os alarmes todos e foi incompreensível como ele não o despediu! Eu estive numa sala com ele e mais 6 pessoas, todos nós a suplicar para que ele o despedisse e o gajo teimoso como o cacete, a dizer que controlava tudo. Viu-se.
Belo controlo. :\
Eu gostava de perceber qual é o motivo para 2/3 users terem uma clara agenda de queimar o Bruno Fernandes aos olhos do resto dos adeptos, é para garantir que ele não volta? Eu não percebo como é que o Bruno Fernandes aparece num tópico dos maiores judas do futebol. (Mencionado pelo user criou o tópico). É que já não é a primeira vez que vejo esta conversa sacada completamente do nada, e não me parece que seja inocente.
O BF não foi formado no Sporting, era de longe o melhor jogador naquela época e de certeza que conseguia arranjar melhor que os Wolves e os Bétis da vida onde os outros foram parar. E faz muito mais pelo clube, menciona muito mais o clube e demonstra muito mais gratidão do que todos os colegas que teve naquela altura, muitos deles formados em Alcochete.
Se isto apaga a rescisão? Claro que não, mas eu não percebo porque é que há aqui malta que insiste tanto em martelar num não assunto.
E isto sem mencionar que se não fosse ele a ficar e a carregar a equipa no pós alcochete, quer desportivamente quer financeiramente não havia Amorim nem sucesso nenhum.
Mas pronto, os puristas do Sporting do Capel também não são um fenómeno novo.
Repito, não quero uma estátua do BF em Alvalade, mas gostava de perceber o que é que move um par de users contra ele especificamente.
Não era só o LFV, o JJ também tinha o PdC na manga e sabia que podia ir lá para cima quando quisesse. Aliás, acho que é por isso que ele renova com o Benfica antes de vir para cá, o LFV tinha medo que ele fosse para o Porto.
Não sei explicar, mas acho que tanto dentro como fora do campo o JJ sempre comeu o BdC de cebolada. Talvez o BdC tivesse a ideia que ele ao vir para cá ia expôr os esquemas da lampionagem, que na altura controlava tudo.
As duas últimas épocas são para mim inqualificáveis em termos de política desportiva e do que o JJ fez ao plantel, jogadores da formação humilhados constantemente, a aquecer a segunda parte inteira para entrar nos descontos.
E isto para nem falar dos Douglas e Alans Ruizes da vida.
Julgo que o BdC já falou sobre esse assunto. E, disse que nao podia despedir a velha porque a indemnização, restante contrato do cavalo branco, seria uma encargo excessivo para as contas do SCP.
Agenda contra um rato rescisor?
Presente!
Tê-lo de volta? Arreda, vade retro satanás.
Também, mas não foi essa a razão principal. Ele tinha ali uma fraqueza qualquer… não sei se porque o Jesus tinha sido uma aposta pessoal dele, se porque estava convencido que podia controlar o bicho ou outra razão qualquer, mas eu vi nos olhos dele que ele sabia bem o que o gajo estava a fazer. Foi uma pena, tinha compensado bem a indmenização e ainda sobraria dinheiro. Já lá vai, não interessa nada hoje, está feito. E arrumado.
Para mim será sempre o Varandas.
Aproveitou-se da invasão a Alcochete para chegar onde chegou.
Levou os jogadores a treinar na sua clínica faltando aos treinos, para aumentar o caos.
Está a caminho de ganhar 1.000.000 por ano e não tem oposição.
Agora apaguem o post, novamente, que é da maneira que eu deixo de cá vir de vez.