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O patrício é o rei dos judas.
Não deve existir gajo tão merdoso na história do futebol :
Franga de propósito, mina o balneário, rescinde e quase coloca o clube que lhe deu tudo na miséria. Não tem qualquer tipo de perdão.
O Paulinhe do Montije, Simulão Sarnosa, Noddy Anão, Carlos Merdins, Rui Ratão Franguício, WC Rato, Anão Podence, Rafael Aldabrão e, mais recentemente, o João “Cabeça de Cotonete Pezinho Mole Rato” Mário, tenho dificuldades em escolher um.
Numa classe à parte, Fernande do Montije, Figo (aqueles festejos no banco do Inter estão-me cá entalados no gasganete) e Bruno Favolas Fernandes têm como atenuante não deixarem de se identificar com o Sporting Clube de Portugal.
Houve mais, como o Laranjeira, o Botelho, o Amaral, o Marinho, o Yannick Djaló, o André Carrillo, mas uns ou foram há muito, muito tempo ou nunca tiveram o estatuto de “ídolos” do Sporting.
No entanto, foram bem para onde foram, pois para tratar tanta merda só mesmo numa ETAR.
Pelo menos, não usou uma máscara dos rabolhos.
O que me doeu mais na altura foi o Simão. Até comprei a revista mundial por causa dele, e passado pouco tempo … Mas pronto. Também temos o João Pereira que era um rabolhão (quem não se lembra daquele lance com o Hugo Viana num derby) e agora é um leão.
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O que sinto também.
Envelheceu mal, tenho que admitir
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Fico só com o Nani e com o Cedric ahahaha
Ainda apanhei o tópico na minha resposta que é para aí a 20a, por isso deu para essas coisas.
O Moutinho ainda hoje me dói, nem consigo sentir raiva apenas tristeza.
Fez-se capitão com apenas 20 anos e cá pensava eu depois de levar com tantos Simões e Paulos Futres (mal sabia o que nos esperava em 2018) que finalmente tínhamos um jogador formado no clube que cá ficaria toda a carreira, ou pelo menos, que se saísse respeitaria sempre o clube e até prometeria voltar para terminar no Sporting.
Que pu** de ingenuidade! Para não lhe chamar outra coisa, como burricite aguda ou palas nos olhos…
Soubre o João Mário, na altura foi um bonito gesto, esta marosca para ir para o benfica é que deitou tudo a perder, acho que se tornou um judas por isso…
Soubre o Aurelio Pereira, acho que não têm muito a ver com a competencia dele em incutir Sportiguismo aos jovens, é mesmo a burrice deles e a ganacia dos empresarios a falar mais alto…
O líder dos azuis e brancos admitiu: “Quando eu pensava que não seria possível trazer Moutinho para o nosso grupo e me perguntaram se era verdade que ele viria, eu disse não é possível mas gostava porque ele é um jogador à Porto. Passado um ano foi possível”.
De não convocado para o mundial da África do Sul a estrela do Euro 2012.
Porcos e lampiões tudo a mesma m****.
O que se passou agora com o rato mário , passou-se já antes com o montinho.
Depois do que ele fez este verão, fico é a achar que fez tudo parte do circo, e já na altura desconfiei.
Claro que tem, quando o Sporting deve ter o número recorde de judas e a maioria vem da formação.
…
Até que, no verão de 2008, após o Europeu realizado em solo suíço e austríaco, a bomba rebentou. Na pré-época, mais concretamente no fim do encontro frente ao Blackburn Rovers no Torneio do Guadiana, Moutinho reuniu os jornalistas e colocou Alvalade em estado de choque.
«A minha vontade, pelas razões que tenho, é poder sair», atestou o capitão dos leões, ciente da proposta rejeitada pela direção proveniente de Inglaterra: 15 milhões de euros apresentados Everton. «Espero que possa haver uma boa solução para ambas as partes», reforçou.
Precisamente por volta dessa altura, rumores na imprensa nacional deram conta de um eventual almoço do médio com o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, com quem o próprio confirmou ter-se cruzado juntamente com Pini Zahavi, seu representante, uma vez que tinha passado «o último fim-de-semana de férias» na cidade portuense.
A polémica instalou-se por completo e o líder máximo dos portistas não hesitou em atirar mais uma acha para a fogueira , classificando João Moutinho como um «jogador à Porto» em entrevista à Visão .
A relação entre capitão e clube começou a deteriorar-se e a renovação de contrato, perto do fim de 2008/09, apanhou todos de surpresa: contrato ampliado por mais uma época, salário ao nível dos mais altos do plantel e uma cláusula de rescisão de 22,5 milhões de euros.
A direção liderada por José Eduardo Bettencourt parecia ter ganho um braço de ferro que perderia… meses depois. Não que algo de estranho não se notasse à distância, mas a saída de Paulo Bento, aliada à crise interna e ao fraco rendimento coletivo e individual que custou a Moutinho a presença no lote de eleitos de Carlos Queiroz para o Mundial na África do Sul, teve um peso considerável para o desfecho final.
Na zona norte, a situação era seguida com especial atenção e a imprensa divulgava, a cada dia, informações reveladoras. As dificuldades financeiras do Sporting eram evidentes, especialmente depois do fracasso da temporada finda, e, em inícios de junho de 2010, José Eduardo Bettencourt, João Moutinho e o seu empresário, o conceituado Pini Zahavi, estabeleceram, por escrito, um contrato no qual o agente israelita tinha um mandato para encontrar uma nova casa para o seu cliente, até ao final do mês, mediante o pagamento de 10 milhões de euros.
Dias depois, o documento viria a sofrer alterações relativamente às condições de uma futura transferência, sendo que em nenhum ponto ficou excluído qualquer clube interessado. Ora, o FC Porto não demorou a agir, mas os leões rejeitaram a abordagem, algo que, segundo os meios de comunicação, deixou o internacional luso descontente.
Moutinho confrontou a direção sobre o acordo, envolveu-se numa discussão com Costinha, diretor desportivo, e acabou por ser impedido de treinar com a equipa, apesar da informação oficial ter dado conta de «trabalhos de ginásio».
Gerou-se um problema de tal forma alarmante que Paulo Sérgio, aposta de Bettencourt para 2009/10, afirmou ter «feito coisas no Sporting que provavelmente não teve de fazer em Guimarães».
«Havia coisas que não eram do futebol ou do treinador do futebol, mas em que eu tinha de participar e partilhar. Por exemplo, a saída do João Moutinho, eu vi a aflição das pessoas a lidar com um erro tremendo que se cometeu e chamaram-me às onze da noite para ir a Alvalade para discutirmos isso», revelou, ao Expresso .
«Era uma coisa muito frágil e num ano em que o presidente contava com um determinado número de apoios que depois não aconteceram. Ele viu-se na iminência de ter de fazer a venda do João [Moutinho] para poder fazer face à temporada, porque não tinha dinheiro. (…) Lembro-me de uma frase dele: ‘Ó Paulo, eu prefiro comer ovos com salsichas o resto da minha vida do que falir o meu clube’», acrescentou.
O ponto de rutura havia chegado e a decisão de deixar sair a grande figura do plantel era, mais do que nunca, irreversível. Assim, a 4 de julho de 2010, com longas semanas de conversações e negociações, FC Porto e Sporting acordaram a transferência de João Moutinho por 11 milhões de euros - na prática, 10 - mais metade do passe de Nuno André Coelho, central que efetuou o trajeto inverso, valor esse inferior à metade da cláusula de rescisão estabelecida no anterior vínculo do médio.
Consumava-se, portanto, a transferência mais cara da história do futebol português e a segunda mais cara de sempre dos dragões (já ultrapassada a larga distância nos dias de hoje), um desfecho inesperado digno de um thriller à boa moda portuguesa. Em 2014, o assunto foi motivo de corte de relações entre ambos os clubes pela cláusula de uma futura transferência (25 por cento) estabelecida na altura, com a Comissão Arbitral da Liga Portuguesa de Futebol a condenar o FC Porto ao pagamento de 650 mil euros aos leões relativos à mudança de Moutinho para o AS Monaco.
Eternizada na memória dos portugueses ficou uma das tiradas de José Eduardo Bettencourt, ao lado de Costinha, em conferência de imprensa, assim que a operação foi oficializada: «(…) O Sporting não queria no seu pomar uma maçã podre (…)».
A Moutinho «doeu» ouvir tais palavras, mas… «Era capitão do Sporting e a minha mudança para o FC Porto não foi fácil. Uma grande decisão, uma boa decisão, uma das melhores que tomei no futebol, porque ganhei muitas coisas».
Até que, no verão de 2008, após o Europeu realizado em solo suíço e austríaco, a bomba rebentou. Na pré-época, mais concretamente no fim do encontro frente ao Blackburn Rovers no Torneio do Guadiana, Moutinho reuniu os jornalistas e colocou Alvalade em estado de choque.
«A minha vontade, pelas razões que tenho, é poder sair», atestou o capitão dos leões, ciente da proposta rejeitada pela direção proveniente de Inglaterra: 15 milhões de euros apresentados Everton. «Espero que possa haver uma boa solução para ambas as partes», reforçou.
Desta não me lembrava , um mercenário igual a Adriens.
Espero que haja a mesma tenacidade diretiva que houve em 2014, para receber o dinheiro devido pelo FCPorto aquando da transferência do Moutinho para o Mónaco, nos casos do Rafael Leão e do João Mário.
Quanto ao suinão , chamar-lhe porco é um elogio.
Contaram-me que em alvalade chegaram-lhe a matar a fome.
Está bem que os lampiões ofereceram-lhe mais , mas as provocações que fez depois de ir para os lampiões , são dignas de um ser reles do pior típico anão , aliás o Sporting não se dá bem com anões , suinão , montinho , podence.
A explicação que encontro é que os miúdos não vêem o Sporting como clube grande. Não se entende gajos como o Coates ou o Capel terem muito mais respeito pelo clube do que jogadores formados no próprio Scp.
Muita gente que endeusa o Ronaldo esquece-se que foi mais um que passava a vida a dizer que “queria dar o salto”.
Também vejo isto nos dois estarolas mas no Sporting é quase epidemia, portanto a explicação que encontro é que eles olham para nós como nós olhamos para o Pinhalnovense.
Claro que o dinheiro também faz a cabeça de muita gente (eu incluído
)
Miúdos. Quase todos miúdos. N é n verem o Sporting como grande, é olharem para o Sporting e verem um clube que ganha muito menos que os rivais. E o valor de um jogador hj, e lógico do seu contrato, mede-se tb pelos títulos que ganha. Por ex, Qualquer miúdo de valor que hj esteja no porco, hj, se tiver 2 dedos de testa, põe-se a milhas. Já sabe que por muito bom que seja, n tendo sotaque hispânico ou quatariano, nunca vai calçar. O Sporting durante muitos anos foi uma Casa a arder, e isso foi aproveitado por estas bestas. Por isso este título é tão importante, temos que inverter esta visão do Sporting do menos grande dos grandes. Esse título pertence ao porco, e é para la que irá novamente.
O maior Judas? Paulo Futre. Traiu-nos duas vezes, uma quando foi para o porco e outra quando voltou para portugal para as galinhas.
Edit: Ainda uma terceira, quando fez aquela triste figura quando era o homem para o futebol da candidatura do Dias Ferreira.
Mas a culpa destes judas todos também é muito de quem tem comandado o Sporting. As vitórias dos outros dois também não é só pelos esquemas, tem muito demérito nosso. A época passada é uma clara demonstração disso mesmo. Numa época “normal” com a pressão que os suínos fizeram acabávamos a 15 pontos deles e não tínhamos estaleca para aguentar o embalo. Por isso é que precisamos ganhar 2 campeonatos seguidos, até para os jogadores da formação perceberem que não têm de sair daqui para ganhar campeonatos.