Tópico dos Filmes - Parte 2

O BOSS VAI VOLTAR AOS 84 ANOS :muscle::grin:

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O Chuck Norris marcou bem ou mal a sua época. :muscle::joy::joy:
Go Ranger!!!

Pequena nota…
Na sua época áurea, não precisava de um colete contra as balas. :sweat_smile:

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No final da semana passada, quinta, sexta, sábado, talvez domingo também, deram vários filmes do Buster Keaton e do Charles Chaplin no canal Star Movies. Ainda devem conseguir ver alguns se andarem para trás na box.

Eu do Chaplin só tinha visto o City Lights e partes do Modern Times e do Buster Keaton nunca tinha visto nenhum, por isso aproveitei para ver alguns. Até porque são bem curtinhos.

Fiquei bastante impressionado no geral, especialmente com os filmes do Keaton, mesmo sendo todos eles filmes mudos.

O final do Steambot Bill Jr., Marinheiro de Água Doce em Portugal, inclui uma cena prolongada com uma tempestada que inclui objetos de grandes dimensões a serem arrancados do chão e levados pelo ar. Verdadeiramente impressionante para um filme de 1928. E aparentemente foi na época uma das cenas mais caras de produzir e filmar até então.

Mas o que mais me impressionou foi o filme The General (1926), Pamplinas Maquinista em Portugal, também do Buster Keaton. O filme é essencialmente uma fuga e perseguição durante quase toda a sua duração. E mesmo sendo um filme mudo conseguiu-me prender a atenção como os melhores filmes dos nossos dias. Se só virem um filme do Buster Keaton, vejam este.

Agora fiquei curioso para ver outros filmes dele como o Sherlock Jr. ou o The Cameraman. Ou filmes do “concorrente” Harold Lloyd, como o Safety Last! .

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Do Chaplin deram os principais, todos! Do Buster nem tantos.
Eu que vi quase tudo, já há anos, nunca percebi o porquê do Harold Lloyd ser tão falado.
Mesmo o Safety Last que tem a cena icónica do relógio, vê-se bem, mas quanto a mim, por exemplo o The General é muito melhor.

Buster Keaton, preparava e fazia tudo ele mesmo, não precisava de duplos para nada. Para mim o Chaplin é outro estilo e prefiro esse. Quando puderes aproveita para ver alguns filmes do Harold Lloyd, esse tambem fazia tudo sem duplos, chegando a perder alguns dedos numa explosão na cena das filmagens.

Uma filmografia selecionada para ver ou rever:

Charles Chaplin: The Kid (1921), The Gold Rush (1925), The Circus (1928), City Lights (1931), Modern Times (1936) e The Great Dictator (1940)

Buester Keaton: Our Hospitality (1923), Sherlock Jr. (1924), The Navigator (1924), The General (1926), Steamboat Bill jr (1928) e The Cameraman (1928)

Harold Lloyd: Safety Last (1923), Seven Chances (1925), The Freshman (1925), The Kid Brother (1927) e Speedy (1928)

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E já agora o Limelight (1952) do Chaplin, que conta com o próprio como protagonista e com o Buster Keaton num papel secundário, naquela que foi a única colaboração entre os dois, já cinquentões.

É um dos filmes que deram agora no Star Movies e ainda me falta ver.

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O mais interessante os 2 começaram a carreira contribuindo em curta metragens com o Roscoe “Fatty” Arbuckle. Primeiro o Chaplin em 1914 e depois o Keaton em 1917. Claro que os 2 eram genios, mas o Fatty foi o tipico gordinho simpatico que teve sucesso e era a estrela na altura, ele teve uma grande amizade com o Chaplin e Keaton.

Não sei se foi na cena do relógio que o Harold Lloyd ficou sem um dedo.

Foi num outro filme, não me lembro de qual.

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Gostei 7/10

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RIP

Fui ver ao cinema com a família e gostámos.

Mais melodramático do que eu estava á espera …:sweat_smile:

7/10

Olha, também fui ver ontem e fiquei com a mesma sensação. Não consigo dar um 7. Tem um potencial para desdobrar a narrativa de outra forma e acrescer uma pitada de humor, com um ator como o Ryan. Mesmo as personagens animadas carecem de algum carisma.
É curiosa a vertente de, não declarando que se passa num espaço temporal anterior, há um toque pitoresco decorativo, do uso de acessórios de outras gerações, desde a câmara de filmar, ao gira-discos grafonola, que nos dá uma certa nostalgia e será essa a maior vertente do filme. Um regresso às “raízes”, passado, infância inocente, de sonhos, mas também medos.
Tem um “pace” muito lento e não se entende muito bem para onde a “trama” se está a orientar, sendo que quando tentam incluir uma pitada de humor, na altura em que tentam conhecer os IF’s, corta com o ritmo e não traz tanta qualidade humorística como podiam usar.
A abertura é uma cópia muito dissimulada do filme “Up”. A banda sonora é um dos pontos altos do filme.

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Concordo, mas o filme para se desdobrar mais tinha de ter pelo menos 2h, o que na minha opinião para crianças pequenas já começa a ser demasiado tempo no cinema.

Assim é mais filme de pipoca, consome-se melhor.
De qualquer das maneiras podiam ter trabalhado mais a parte do humor…mas parece-me que o intuito não era esse.

Há vários minutos a “engonhar” que se poupavam para outra forma de desenvolver a história.

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Hum… estava a pensar ir com o meu de 7 anos, mas sendo assim, vou pensar melhor :grin:

No geral quem vai ver o filme não sai do cinema a dizer que não gostou…pelo contrário.
Mas o filme é um bocado lamechas, talvez mais virado para o público feminino.

Eu (e a família) não me arrependi de o ter ido ver até porque passa ali uns “valores” interessantes.

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Olha, esperava algo muito mais divertido, sou sincero. Se não for essa a expectativa, não é um filme mau. O meu filho disse que gostou do filme e tem 6 anos. Mas havendo o Garfield em exibição, se calhar é uma escolha menos arriscada.

Pois, já tinha pensado nisso

Fui ver há 2 dias com a família toda. Custou-me muito a chegar ao fim.
Nada no filme me despertou qualquer interesse…
Mas também nunca fui um fã de Garfield.

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