Quero muito ver.
Até gostei. Não é nada mau. Vê-se bem. Sobretudo pelas boas interpretações.
Falta-lhe mesmo assim qualquer coisa. Demasiado simplista. Fica a sensação que deveria e poderia ter sido bem melhor do que foi. Pena.
O Jeffrey Wright também está muito fixe no American Fiction ![]()
Novas salas? Que têm de especial?
Como é que é possível que o Godzilla Minus One ainda não tenha estreado em VOD após estes meses todos nem haja previsão para tal? Voltámos aos anos 90 e ninguém avisou?
Disponível na RTPPlay por uma semana.
Aos anos que ando para ver isso…
É a norma para filmes japoneses e para a Toho. 6 a 10 meses entre o lançamento nos cinemas e estar disponível em casa.
Lá para Maio mais tardar.
Tão, tão bom. Estava no meu trio de favoritos para esta Oscar season, a par do Oppenheimer e do Anatomia de uma Queda. Foi merecida a estatueta para a Da’Vine Joy Randolph, e tenho pena pelo Paul Giamatti que foi concorrer com um papelão do Cillian Murphy mas também faz um papel excelente.

Acabei de ver Dune parte II.
Estou absolutamente encantado, apesar de algumas cenas que me fizeram coçar um pouco a cabeça. Ainda estou a digerir o que vi.
A parte 3, demora muito?
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Spacing Guild; Ixians e Tleilaxu são os big players que ainda não foram explorados nestas 2 partes de Dune. Quem leu os livros sabe bem da sua capital importância para o plot.
E se não for pedir muito, que mostrem Axolotl Tanks. Motivos para tal não faltam.
Agora que já pude digerir mais um pouco a experiência de Dune, deixo aqui algumas notas sobre partes que me deixaram intrigado e/ou a coçar a cabeça.
Não vou colocar em modo spoiler pois o filme está quase a sair das salas de cinema.
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Gostei da escolha da Alia ser ainda um feto, apesar de ser à revelia do material literário.
Seria difícil fazer uma Alia “credível” com uma criança tão nova, seguindo os livros à letra. Dá também espaço para que tenhamos uma Abomination “como deve ser”, na próxima parte da saga. Ver o neto e não a neta a matar o Barão foi estranho, mas dada a escolha do DV, não poderia ser de outra forma. -
Não gostei particularmente da escolha do DV para o plot da Chani. A Zendaya passa metade do filme “frowning” (quase parece uma adolescente histérica) e é muito mais antagónica em relação às escolhas do Paul que nos livros. Percebo que possa ser (mais) uma forma de alertar para os perigos do caminho que o Paul percorre(rá) e também para cimentar um dos mantras de Dune no que ao poder/controlo respeita… Mas não fiquei agradado.
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Adorei a maneira com as BG são retratadas, nomeadamente o papel da Lady Jessica, que fica bem mais sombria e calculista com o passar do filme.
Mas aqui tenho que confessar que tenho um reverência muito grande pelas BG, no seu todo. São umas das minhas “personagens” favoritas ao longo da saga. -
O filme tem algumas cenas para encher chouriços e esse run time poderia e (a meu ver) deveria ter sido usado para dar mais background e character development ao Padishah Emperor e à Irulan. A House Corrino tem um papel relevante no plot de Dune.
Para terminar, tive que morder a língua para não me rir que nem um perdido a primeira vez que o Cristopher Walken aparece no filme.
Mal o vejo, a primeira coisa que me vêm à cabeça é a mitíca cena do relógio em cativeiro, no Pulp Fiction.
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Muito bom, já tinha ouvido falar mto dele e apanhei o agr quando passou na RTP2.
Alguém segue documentários?
Viram o documentário sobre a pedofilia em Outreau em 2001, na Netflix?
Qual a vossa opinião? Sou o único a achar que a justiça francesa é uma vergonha e meteu na rua pedófilos?
Que revolta
Como se chama o documentario?
O caso Outreau, um pesadelo francês
Disponível na RTPPlay, durante uma semana.