Sporting fecha acordo com novo banco sobre vmocs

o que tem essa mulher que ver com os lamps ? Nao era crescido no tempo dela, sempre é bom ficar sabendo

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/amp/ferreira_leite_diz_benfica_pagou_4_milhoes__fisco_garantias_com_accoes_no_anterior_executivo_act2

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https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-betclic/benfica/detalhe/manuela-ferreira-leite-aceita-pedido-para-isencao-de-sisa

https://twitter.com/CorrupcaoNewsPT/status/1413464380348407813?t=RdKSPiIkRGS-aBmyw5eYPw&s=19

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Aceitou acções como garantia para uma divida deles de impostos

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https://twitter.com/OArtistaDoDia/status/1740165416016859386

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Esta notícia é muito boa, muitos parabéns a direção por este acordo histórico.

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Apagaram me o post , não tinha nada de mal, só me limitei a constatar o óbvio, mas pronto siga…

Quem investir não vai investir numa lógica de controlo, mas sim numa lógica de retorno. Retorno esse que pode vir por duas (três) vias:

  1. A valorização da marca Sporting e consequentemente da Sporting SAD - E aí o interesse do investidor é vender a sua participação com uma mais-valia X anos depois;

  2. A melhoria dos resultados líquidos da Sporting SAD e um acordo de remuneração por via de dividendos (obrigaria, creio, a uma revisão dos estatutos atuais da SAD, que não os permitem);

  3. Um acordo parassocial no qual, caso 1) e/ ou 2) não se verifiquem, obriga o Sporting a recomprar as quotas alienadas pelo seu valor mais um X de mais-valia ao fim de um determinado número de anos.

Para tal acontecer, terá que haver um business plan muito credível e “conseguível” por parte da Sporting SAD e/ ou um investidor com dinheiro a mais para abdicar do controlo do mesmo.

Claro que, existem ainda outras formas de por o dinheiro a render, como por exemplo, a Sporting SAD entrar em certo tipo de negócios, como sejam ser incubadora de jogadores de determinada proveniência, ser veículo de determinados patrocinadores ou até coisas como jogadas imobiliárias.

Portanto, não vejo como a ausência de controlo possa ser impedimento de um investimento externo minoritário.

Já agora, alguém viu o Álvaro Sobrinho?

Era bom que soubessem que essas acções não existiam. O que ela aceitou foram os papéis higiénicos da operação coração. Operação essa que nem foi cotada em bolsa e valia zero… É como irem ao banco pagar a casa com um pirolito. Só porque levamos uma garantia falsa. :cowboy_hat_face:

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E isso, por si só, pode ser atraente para um investidor que o faça de forma muito substancial?

Por outro lado, o retorno pode não significar sucesso desportivo. Nem sempre se consegue obter um ponto de equilíbrio. A nossa gestão desportiva mais recente demonstrou isso mesmo, como sendo uma dificuldade. Podemos chegar ao ponto de sermos muito atractivos para investidores minoritários, mas pouco atractivo para o substracto do clube, que pretende ter sucesso desportivo por via da SAD.

Não querendo ser o Velho do Restelo, mantenho sempre muitas reservas a este tipo de abordagem, porque consigo ver alguns problemas que podem surgir, nomeadamente, o do equilíbrio entre a satisfação do investidor e a satisfação dos adeptos.

Como digo, depende do perfil do investidor. O que não falta por aí são investidores profissionais a comprar participações minoritárias.

Mas eu percebo o que dizes, e até concordo de certo modo. Eu também tenho mais cabeça de “empresário” do que de investidor, por isso, na minha mente, jamais investiria numa sociedade que não pudesse controlar (deixo de fora as cotadas, que isso são outros 500).

E muito sinceramente não vejo grandes caminhos para haver retorno que não o sucesso desportivo (mesmo como incubadora de jogadores, para eles darem dinheiro têm que ter qualidade, e a qualidade, à partida reflete-se na qualidade do plantel e consequentes resultados desportivos).

A não ser que o retorno possa advir, sei lá, de uns terrenos que até nem ficam muito longe do putativo futuro aeroporto de Lisboa. Aí sim, poderíamos ter a tal dissonância entre o sucesso do projeto desportivo e o sucesso do projeto de investimento.

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Sim as ações nem na bolsa estavam cotadas é como tu dizes é como eu ir comprar algo e apresentar uns papeis de jornal em vez de dinheiro e isso ser aceite.

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https://www.cmvm.pt/PInstitucional/PdfVierAllCommunication?Input=097A744E19A946DD9BFC395A7DBD9D06ABBE7113F6749F8853AF2D65B7AF0F67

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Aqui, coloco a questão a este nível: que tipo de investimento estou disposto a fazer, numa estrutura que não controlo, que seja decisivo para se dar um salto? Por exemplo, quanto preciso o Sporting para poder escalar alguns degraus na escala evolutiva? 10M ou 50M? Entre estes valores, parece óbvio qual o cenário que se pretende. Então, eu vou investir 50M numa estrutura que não controlo? Hmmmmm…

Mas, se calhar, consigo lá colocar 10M e espero que os gajos façam uns brilharetes, tenham uns resultados financeiros porreiros (com ou sem dividendos), para vender a minha participação valorizada. Mas que tipo de valor traz isso ao futebol?

Esse é que é o busílis da questão? Será que é mesmo necessário ter sucesso desportivo para haver sucesso financeiro? O exemplo da distribuição do prémio pelos administradores, na última temporada, é um bom exemplo: fizeram-se umas vendas, que nos enfraqueceram no campo e, também por isso, nos impediram de atingir os objectivos desportivos, mas houve lucro. E na conjugação dos factores de ponderação…havia lugar ao pagamento de um prémio por resultados financeiros, mesmo que ao arrepio dos maus resultados desportivos.

Se, no final desta época, não formos campeões, o Sporting, teoricamente, pode sempre fazer 60M no Inácio, 100M no Gyokeres e até os 80M no Diomande.

Ora, isto preocupa-me.

Mas há outro factor de preocupação, que advém, neste momento, de mera especulação jornalística: se o parceiro for o Chelsea ou o dono do clube?

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Será alguém de confiança do Mendes. Poderemos comprar com esse dinheiro mais um Esgalho e outro Wang. Ficamos pior e mais leves na carteira… Isto devia ser apresentado aos sócios com a presença do investidor para ser interpelado.

Coitadinhas das lamparinas, quando precisam de dinheiro têm de ir pedir aos labregos dos adeptos para lhes transferirem o dinheiro das reformas e subsidios, nem lhes sobra dinheiro para o vinho de pacote.

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Mas qual perdão? As Vmocs implicava que no fim do prazo os bancos ficassem com as acções. Ou isso ou negociavam.

Quando as negociaram inicialmente custavam 1€, agora valem no máximo cerca de 60c. Aos bancos nesta altura, segundo as novas regras do Banco Central Europeu, não é permitido ficarem com elas. Logo tiveram de negociar com o Sporting, o Sporting fez a parte dele conseguiu compra-las por 30c. Ou seja no máximo perderam 30c por acção e não os 70 que falam…

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Artigo muito interessante e bastante explicativo.

Quanto ao “perdoou”, já se sabe o que rabolhos e fruteiros pensam.

E afinal parece que não será o Chelsea, mas o Liverpool (ou quem o detém) o clube que se perfilha no horizonte.

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