“Nós, jogadores, pensávamos que éramos intocáveis”
Isso é que foi o problema, prima-donas que fizeram frete contra o Marítimo em que fizeram o Sporting perder mais de 30M€ para darem 40 aos lampiões.
Algum dia esta displicência dos jogadores ia ter uma reação dos adeptos e foi o que aconteceu no aeroporto e em vez de comerem e calarem ainda se puseram em bicos de pés a pensar a escudarem no estatuto intocável.
Quando o próprio capitão afirma mais tarde que recusou um prémio para fazerem uma coisa que são obrigados quando representam um clube que luta por todos jogos e títulos está mais visto qual eram as prioridades dos meninos.
Este, William, Anão Podence, Gelson e o maior de todos, Ratício, deviam ter os seus retratos impressos no papel higiénico dos wc do Estádio José Alvalade e do Pavilhão João Rocha.
Sim, o Sporting C.P. ganhou o litígio, não sei se foi parcial ou não, mas ganhou sem ser com um advogado que ganhou casos onde jogadores rescindiram porque caim bombas no campo onde jogavam, bombas e ganhou os casos! No nosso caso, corremos logo com esse advogado, porquê? Como dizes, ganhou parcialmente, não sei se foi, mas parcialmente ou não, em qual dos acordos com o traidores, rendeu mais do que o ganho parcial, como dizes, do que este traidor?
O Sporting C.P. foi prejudicado com os acordos, ponto! Não é especulação, é um facto! Convém lembrar que ganhamos o caso deste traidor, sendo que na altura este nem era titular, nem era internacional, nem era campeão europeu, ao contrário dos outros que rescindiram. O Sporting C.P. indo até ao fim dos processos, com o um advogado de topo, ganharia muito mais do que ganhou nos acordos, mas isso é sem dúvidas, pelo menos para mim! Agora quem é que ganhou com esses acordos? O Sporting C.P. não foi de certeza!
Como não sabes se foi parcial? Nós pedimos o valor da cláusula de rescisão e recebemos 16M (chegaram a 20 com juros de mora, creio). Isso do advogado ser de topo ou não…não te esqueças que parte do litígio correu termos num tribunal de trabalho português e o espanhol era grande especialista nas instâncias desportivas. Mas a apreciação que cada um de nós faz do sucedido, é pessoal e eu não vou contestar isso. Mas posso garantir-te que em todos os casos judiciais há sempre um factor de risco inerente. Não é à toa que se usa dizer que mais vale um mau acordo do que uma boa demanda.
No caso dos acordos, eu concordo que houve uns quantos que não eram para ser negociados. Mas, no curto prazo, o Sporting precisava de chegar a acordo relativamente a alguns dos ratos, por questões de necessidade imediata de liquidez ou de algo que abrisse crédito. Agora, a partir do momento em que tivesse garantido aquilo que eu precisava para gerir o clube no imediato, provavelmente, eu não teria feito mais acordo nenhum e levava as coisas até ao termo.
No fim de tudo, só houve uma parte que perdeu, que foi o Sporting. Disso não há qualquer ponta de dúvida. Aquele episódio custou-nos anos de desenvolvimento do clube.
Ao nível futebolístico, era uma contratação estratosférica. É um craque, daqueles que ganha jogos sozinhos. Se quisesse tinha condições para ser de topo mundial.
Mas tendo em conta a atitude deplorável que teve com o nosso clube, longe, bem longe! Rato de esgoto! Ele que pague mas é o resto do que falta, que a cláusula era de 45 milhões e não de 20!
Acho que temos aqui um caso semelhante ao Bruma, gajos que não têm noção do que fizeram e pensam que os adeptos os aceitariam de bom grado. O Bruma também quando saiu para o “Gasalataray” também disse que iria voltar para o Sporting