A estupidez e a hipocrisia humanas não têm cor.
O reset de preconceitos em cada um de nós é impossível de ser feito.
Resta a responsabilidade de educar os mais novos, com a maior imparcialidade possível, sem os influenciarmos com as nossas convicções, apesar de termos exemplos de pessoas, com visibilidade no espaço público, manifestamente incapazes de ser imparciais.
Eu, na minha atividade profissional, evito tecer considerações sobre religião, política, ou futebol, por exemplo, porque tenho a convicção de que não me cabe a mim indicar o caminho sobre estes temas.
Fiquei a saber agora que vandalizaram a estátua do Padre António Vieira em Lisboa, a blm e os meninos estúpidos que nada conhecem do mundo andam a ver se compram guerras e depois a brincadeira pode sair é cara.
Os ditadores adoram estes extremismos. Alimentam-nos. Dão-lhes força. Depois venham reclamar do aparecimento dos mesmos, ignorando o facto de lhes estarem a criar o contexto perfeito.
Eu não estava a pedir a criação de milícias, mas não duvides que se começarem a danificar monumentos e a polícia não conseguir apanhar os culpados, que muito provavelmente vai começar a ficar gente a espera, ao pé dos mesmos, para o caso de alguém lá ir fazer mal.
Com tanta bojarda que o gajo manda, algum dia havia de acertar alguma.
Aqui concordo… aaaarrrgghhhhhhh! … com ele! Tem toda a razão.
Quem vandaliza estátuas de figuras ou momentos históricos, sejam eles mais ou menos revisionistas, pretende apagar a memória de coisas que aconteceram em determinada época, em determinado momento, em determinado contexto.
Um povo, uma sociedade, sem memória dos seus feitos bons e/ou maus, como é que pretende corrigir-se e evoluir como um todo?
Esta geração das redes sociais, que consome avidamente “fake news” e desinformação, que destila ódio venenoso via teclado, que para eles ter memória é ter mais gigas de ram no laptop, caminha perigosamente para o abismo. E a culpa? Tem que ser repartida por nós todos.
Que ironia, uma brasileira vem para um país estrangeiro e acusa esse país de ser racista. pode parecer mal mas bolas, pq é que ela está cá? Porque é que não volta para o país dela? Porque é que não nos deixa a nós racistas sem a sua visão progressista? A esquerda identitária está a destruir o país, com o mesmo playbook que estão a usar nos EUA. Para quando uma resposta musculada contra os sjws, soyboys e slutwalkers? É que se o estado não tem mão firme e tiverem que ser os cidadãos individuais a protegerem-se toda a gente sabe como acaba
Não sei se é a esquerda identitária que está a destruir o país ou não. Mas este modus operandi tem-se vulgarizado nos últimos tempos. O imigrante exige que o país que o recebe se adapte à sua cultura ao invés de adaptar a sua cultura ao país que o recebe! Quem diz o imigrante, diz qualquer membro de uma minoria que apareça num território nacional. Um exemplo gritante é o dos ciganos, que são uma minoria em território nacional, e que, continuamente, se recusam a obedecer a uma coisa tão simples como o facto dos putos terem que ir para a escola. Mas depois, tenho que apanhar com reportagens na TV, da miúda cigana que chegou até à faculdade e é alvo de racismo e de xenofobia quando descobrem que é cigana. Com o devido respeito, não é alvo de racismo e de xenofobia. É alvo de um sentimento de estranheza face a uma coisa que não é normal. Quando eu vejo algo que não é normal, fico com um sentimento de desconfiança.
O busílis disto tudo é a aproximação do PS e amigos aos africanos que podem votar.
Porque vem aí as Presidenciais. E o PS já se engatou no comboio eleitoral.
Novo público-alvo, nova massa eleitoral, “sensibilizando” quem, por norma não exerce o direito de voto.
Basta verem a visita do Marcelo ao Bairro da Jamaica, o assassinato do rapper “bollycao”, a permissão da tal manifestação anti-racista na passada semana, entre outros pormenores.
Já tinha reparado na inclinação do Governo neste segmento do eleitorado em específico nos últimos meses.
Onde tradicionalmente víamos candidatos ou caras apelando ao voto de uma forma mais encapotada, desta vez é à descarada.
E o Ventura faz o seu trabalho, a mando do PS e lampionagem.
Uma marioneta criada para darmos porrada livremente, discordarmos ou concordarmos com os soundbytes que este larga impunemente; demonstrando aos Portugueses que a Democracia reinante é muito abrangente, bonita e pluralista.
Até deixam que bestas dessas preguem a mensagem, com o aval do PS (e os amigos).
A vergonha de 500 anos de escravatura e colonização ainda pesa na cultura Portuguesa.
Reforçada pela queda do Estado Novo e o Ultramar, onde mudámos a bitola rácica para não parecer mal, pois a multiracialidade e multiculturalidade é que estão a dar.
Eu costumo dizer: O racismo é algo intrínseco na nossa cultura.
Constantemente ensinado no dia-a-dia, pelas famílias que absorveram o Salazarismo, que mantém uma tradição conservadora-cristã (a Igreja também tem o seu quinhão de culpa no cartório), ao verem a afro-americanização a nível cultural que continua a propagar-se, é natural que mantenham esse modo de pensar.
Tudo palmadinhas fofas para convencer os ursos.
Ainda bem que não voto por uma questão de consciência política.
O meu é que não levam.
Isso é tudo muito bonito mas se por algum infeliz acaso, um destes imberbes tenta largar fogo à torre de Belém ou mete um explosivo improvisado (porque existe gente maluca o suficiente para isso) no padrão dos descobrimentos, o que tu e todos nós vamos ver, será uma mudança radical na população portuguesa.O facto que nem o Costa nem o Marcelo vieram a publico, tanto quanto sei, criticar este actos, faz deles coniventes com os mesmos.
Este género de actos que se estão a ver pela Europa fora, são a definição de brincar com o fogo, e como o Chown disse e muito bem, é por merdas destas que gente como o Hitler chega ao poder.
A conivência é propositada.
Porque, como afirmei, fica mal se criticares.
No parecer bem e no silêncio é que está o voto.
A mesma coisa se passa, talvez de uma forma mais acérrima e declarada, com o anti-semitismo.
Não dizes nada, és amigo. Contrarias de alguma forma, és anti-semita, mesmo que não o sejas.
O racismo, de há alguns anos para cá, (não discutíamos, nem ligávamos a tal há 20 anos) transformou-se numa arma de arremesso político a bel-prazer desta democracia corrupta.
Apesar de já não termos um racismo directo fruto da mentalidade herdada, hoje vês um racismo subtil a funcionar.
Hipocrisia á Portuguesa.
Estamos a dançar o spin do voto, e eles agradecem.