O Rui Borges, no quesito de exigência, é uma maria-mole. Vê-se sempre que a câmara o mostra: parece que tomou alguma coisa para dormir. O homem quase está a dormir junto à linha ou, então, está sentado a olhar para o tablet — é o que ele sabe fazer.
O único jogo em que o vi com energia, com garra, a gritar e a dar indicações foi contra o Bodo. Jogo esse em que, por curiosidade, “comemos relva”; nunca tínhamos visto um Sporting da era Rui Borges a jogar daquela maneira.
Os jogadores correrem ou não correrem, para ele dá na mesma.
O banana quer um treinador banana; assim pode fazer o que quiser, sem a exigência do treinador.
Porque, na cabeça do Rui, ele não fala, porque, se falar, sai do Sporting.
Precisamos de um treinador que meta estes jogadores a correr a sério. Assim não dá.
Dou um exemplo claro: o Luis Enrique no PSG . No sistema dele, quem não corre e não dá tudo em campo, simplesmente não joga. O próprio Ousmane Dembélé já falou disso.
Antes, era um jogador inconsistente, fazia os mínimos e jogava quando queria — viu-se bem na passagem dele pelo Barcelona. Mas com o Luís Enrique mudou completamente: ou corres e trabalhas para a equipa, ou vais para o banco. Simples.
É esse tipo de exigência que falta aqui. Sem isso, não vamos a lado nenhum.
Mas esse varandas já não sei o que dizer