Trabalhar é que está quieto…
Não foi publicada uma lei que proíbe andar de cara tapada em público?
Porque motivo é que as autoridades não a aplicam com alguns dos manifestantes que andam de cara tapada?
Têm medo que os paizinhos saibam o que eles/elas andam a fazer?
Ou estão a pensar fazer alguma coisa ilegal?
Estão todos/todas com gripe ou com COVID?
Quem não deve, não teme.
Ou se fosse uma mulher com niqab ou burka já era obrigada a mostrar a cara sob pena de ser multada?
Desculpem lá, não faço a apologia de um caso nem de outro, mas, como cidadão, desejo que a lei quando seja aplicada tem de ser para todos sob pena de não passar de letra morta.
Ou há moral, ou comem todos pela mesma medida.
São sim, caríssimo, principalmente, angolanos para depois fazerem ABnB encapotados, como tenho dois casos no meu prédio. Aliás, alugam a diversos e depois estes até subalugam.
Está a fazer-te falta vires passar uma temporada aqui ao Montijo e à Moita, principalmente à Nova Urbanização dos Moinhos.
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É uma medida com um alvo bem identificado. Uma decisão política. Mas descrimina uma frange da sociedade que tem as mesmas dificuldades que a que está a ser abrangida. Faz sentido, no entanto é preciso mais.
Já não bastava os camaradas tugas, agora temos os camaradas zucas a reivindicar ![]()
Não deixa de ter piada as narrativas que a esquerda é a culpada, mas as medidas que tivemos para o agravamento das rendas foram nos governos de direita…Já dizia o outro, e esta hein?
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Não ponho em causa os casos que relatas, mas não é essa imigração com poder de compra que se pretende reduzir. A imigração que causa celeuma e está no centro da polémica é a com poucos recursos.
Fazerem ABNB encapotados é um problema grave, que já aqui mencionei várias vezes. Supostamente não há licenças para mais AL mas estes não param de aparecer.
Aqui há ruas inteiras totalmente descaracterizadas com AL e hotéis (e não param de aparecer mais), que não só reduzem a oferta de habitação, como ainda chamam mais imigrantes para trabalhar.
O discurso contra a imigração deveria ser acompanhado com um discurso contra o turismo descontrolado, mas quem opta por dividir a sociedade não o faz.
É legítimo discutir os efeitos da imigração sobre a habitação; mas também é necessário discutir o modelo de turismo desenfreado e descontrolado que estamos a promover como modelo para a nossa economia. Questionar a conversão de apartamentos ou edifícios inteiros em alojamento turístico.
Esgotar a discussão na imigração (quando muitos dos imigrantes trabalham precisamente no turismo ou em atividades potencializadas pelo setor) é escolher encontrar um culpado fácil, e ignorar as decisões económicas e políticas que nos colocaram nesta situação. Uma economia cada vez mais dependente em turismo de massas, com a participação directa dos nossos políticos e elites económicas.
Só bandeiras da Palestina… Nem uma bandeira portuguesa.
Nada contra as manifestações pelos direitos das pessoas. Acho bem que as pessoas se manifestem pacificamente e reinvindiquem os seus direitos. Mas infelizmente nestas manifestações o que se vê são sempre os mesmos pokemons profissionais que ora estão na manif LGBT, ora estão na manif da habitação, ora estão na manif do Irão ou da Palestina.
Como é que querem ser levados a sério? Isto são manifestantes profissionais, muitos ligados à extrema esquerda.
Assino por baixo.
É fácil ridicularizá-los porque… eles se dão ao ridículo; mas como isso vai retirar foco na mensagem, que está correcta e é importante, opto por não o fazer.
Eu pessoalmente conheço quem não quer trabalhar e que acha que o estado os devia subsidiar…
Com mais de 40 anos, nunca trabalharam, com ideias anarquistas de esquerda e que acham que o estado tem de andar a sustentá-los porque só querem boa vida e não querem trabalhar…
E como o dinheiro do estado não nasce nas árvores, no fim de contas querem que alguém trabalhe por eles para terem boa vida sem fazerem nenhum…
Ou seja acham que têm o DIREITO de não trabalhar, e têm esse direito de facto, mas depois acham que o estado tem o DEVER de os sustentar…
A começar pela necessidade de um novo aeroporto mas aí já vamos tarde. O turismo é uma praga ao nível que estamos assistir mas garante receita fiscal e isso ao fim do dia é o que interessa, a quem nos governa. É quem mais contribui para a descaracterização das cidades, pois tudo se faz para montar negócios em torno disso e o impacto é muito negativo. E como enche os bolsos de muita gente e sobretudo o Estado, a ideia passa por subir, por exemplo, a taxa turística sob a justificação que serve para minimizar o impacto negativo e nada disso se vê.
E quanto a turismo em Portugal, até lá fora se fala de um tipo especial de turismo.
Mas, há quem diga que o SNS tem de estar aberto a todos e a todas, estejam cá porque motivo for.
Como eu, que tenho de fazer uma batelada de exames cardiológicos que o SNS não cobre ou, os que cobre, só os consigo fazer daqui por 6 meses, e vou ter de pagar à volta de 600€ numa entidade privada.
Também conheço um caso assim. O que é que isso tem a ver com os preços da habitação? Há muitos portugueses que trabalham e não conseguem ter casa, nem um T0.
Eu também não disse que tinha a ver com a habitação ou disse?
Estava a referir esse caso porque há pessoas muitas vezes ligadas à extrema esquerda e que aparecem em várias destas manifestações e que acham que têm direito a tudo e mais alguma coisa sem nunca terem trabalhado ou contribuído com o que quer que seja. Acham que o estado tem de lhes dar tudo.
Quanto à crise na habitação, acho muito bem que as pessoas se manifestem, pacificamente obviamente, porque os preços em Portugal tornaram-se obscenos e insustentáveis para quem quer cá viver e não se vê medidas suficientes para se ultrapassar o problema.
É isso, desde que não destruam nada estão no seu direito.