Política Nacional - Parte 4

Bem, mais uma vez a tradicional figurinha do PCP no que toca a Ucrania.

E engracado como todos tentam associar o Chega a mais um partido de extrema direita financiado pela Russia enquanto eles batem palmas com tanta vontade ao slava ukraini

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Estás desatualizado.
A campanha agora é dizer que o CH é socialista. Diz Passos, diz Cotrim, só pode ser verdade.

A notícia é enganosa, porquanto os “trabalhadores” não só querem que a RTP não participe (o que me parece legítimo advogar) mas também que a RTP não transmita o festival (o que é claramente abusivo relativamente a todo o público)…, querem impor a sua posição a toda a nação.

Quem diria que a derradeira reunião para acordo sobre a lei laboral iria cair porque a ugt se demonstrou irredutível e sem qualquer abertura para negociar o que quer que fosse..

Assim de repente até parece que era exatamente este o desfecho que queriam desde sempre e nunca houve vontade de defender interesses dos trabalhadores :innocent:

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O interesse dos trabalhadores é que aquela merda seja chumbada, porque só piora os interesses dos trabalhadores, portanto está tudo certo.

O governo que se concentre a cumprir o programa para que foi eleito, porque até agora não fizeram nada. Quando cumprirem o que prometeram, então sim podem meter-se em novas aventuras. Não houve qualquer escrutínio popular sobre reforma laboral nas últimas eleições.

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Tu reagiste a 1 post onde eu demonstrei que a nacionalidade dos ocupantes de 1 dos carros envolvidos num acidente nâo era segredo e até foi noticiado, porque alguém perguntou porque não se podia saber isso.

Quem falou em angolanas foste tu.

Isto de falar de nacionalidades dá sempre merda, para quem fala delas e tenta insinuar “coisas”, porque a narrativa é facilmente desmontável.

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Diz-me que nâo entendes coisas sem me dizer que nâo entendes coisas.

https://www.paginaum.pt/2026/05/07/burla-nas-escolas-ministerio-da-educacao-deixou-associacao-com-redea-solta

Marant a mandar postas para o ar sem concretizar ou desenvolver nada, e novidades?

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O Governo devia deixar cair esta proposta de reforma laboral. Nem é por falta de concertação social, mas por todos os partidos estarem contra (o Chega ninguém sabe) a proposta, por a própria proposta ser pouco reformadora e por nunca se ter discutido a mesma em campanha eleitoral, sem que isso seja uma obrigatoriedade mas assim peca por pouco espírito democrata.

É simples.
A UGT nâo tem qualquer obrigaçâo de negociar o que seja.
Percebeu-se bem ontem quem manda nas negociaçôes e de onde veio a iniciativa de mudar a lei laboral: os patrôes.
A ministra é o capachinho e dá um ar institucional à coisa.

Mas é assim, como diz o ditado popular “pau que nasce torto, morre torto”, a ministra e o governo agora que se desamerde.

Acho “engraçado” a malta cair na choradeira das confederações patronais. Mas é o que temos…

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Como em todos os assuntos, nem tudo é bom, nem tudo é mau.
Mas se queres ser uma entidade credível e levada a sério numa democracia é melhor não agires da forma que eles estão a agir.
O próximo passo é chorar que ningúem lhhes deu ouvidos, siga

Will Ferrell Chill GIF

Tu, na estrada.
Atençâo às angolanas, elas andem aí! :joy:

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Speed Driving GIF

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Nâo tarda e a UGT também é uma organização terrorista :yawning_face:

Se estivesses interessado em entidades com credibilidade, tinhas subscrito o que eu disse.

A reforma laboral não foi tema na campanha eleitoral.
Não há escrutínio popular sobre o que os portugueses querem sobre o assunto, logo nenhum partido tem qualquer credibilidade para propor uma nova reforma laboral.
A UGT ou adjacentes terem ido ás reuniões com o governo já foi um gesto de boa vontade, não são eles a quem falta credibilidade mas sim ao PSD.

Aliás, mesmo que uma reforma laboral tivesse sido tema nas eleições, o PSD teve apenas 1/3 dos votos. O mandato popular que o PSD teria era para executar o seu programa mas com acordos abrangentes de outros partidos e partes interessadas.
O que volto a referir, não é o caso. O PSD não tem qualquer mandato popular para propor o que quer que seja fora do seu programa, ainda para mais de forma unilateral sem consulta de outros partidos ou partes interessadas.

Para mais, o PSD foi a eleições e ganhou-as com um programa que não executa. Todas as promessas eleitorais que fez estão para cumprir, em muitos casos o que se comprometeram a resolver só piorou. Se nem o que prometeram fazer conseguem, não têm qualquer moral para impingir assuntos que nunca prometeram.

O PSD se quer ser credível, então que cumpra as propostas para que foi eleito e não se meta em aventuras para as quais não foi eleito.

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És coagido e chantageado, e se não aceitares perdes credibilidade.

Anda assim a gente inteligente do nosso belo país.

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Visto na CNN:
O Armindo Monteiro da CIP acha que que o povo não tem que ter opinião sobre o pacote laboral porque “isto não é futebol”.
Disse também que as pessoas não são especialistas em direito do trabalho e que tudo é muito técnico.

Sentia-se o cheirinho a sentido democrático e de respeito pela inteligência dos portugueses a entrar na casa das pessoas pelo écran da televisão.

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