Política Nacional - Parte 2

Aquele partidão forte e unido, que vai fazer o sistema tremer!

É o problema quando se juntam os revoltados todos.

às tantas revoltam-se todos uns contra os outros…

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A educação não, que os defensores do leste sempre disseram que os progressos económicos advem fantástico sistema de ensino soviet

Era isso que referia… um dos argumentos que andam muito em voga e a taxa de alfabetizacao das ex republicas sovieticas e por isso e que nos ultrapassam…

Portugal faz lista para devolver património a ex-colónias
25 nov 2022 06:34 • Atualidade • MadreMedia
O governo português vai fazer um inventário de bens culturais para devolver aos países originários.
Portugal faz lista para devolver património a ex-colónias
© 2012 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
É uma polémica com algum tempo, em vários países, concretamente aqueles que em tempos tiveram colónias. Essas exigem a devolução de bens que dizem ser seus e agora alguns líderes de Estado admitem fazê-lo.

No caso de Portugal ainda não há nada em curso, mas o jornal Expresso revela que o Ministro da Cultura português, Pedro Adão e Silva, já está a planear um inventário sobre os bens em causa.

“São obras de arte, bens culturais, objetos de culto e até restos mortais ou ossadas retiradas das suas comunidades originais”, lê-se na publicação.

Um dos grandes impulsionadores da devolução deste património a ex-colónias foi o presidente francês Emmanuel Macron, que em 2018 pediu um relatório sobre as pretensões de alguns países africanos. Esse estudo abriu assim precedentes para que outros países fizessem o mesmo. Agora é a vez de Portugal.

Estes filhos duma grande ■■■■ roubam me dinheiro todos os meses para pagar as despesas dos museus e nem me pedem opinião para oferecerem bens que me pertencem

Common Tate W

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A escumalha apátrida do costume… Exigir ao Macron que devolva o que os franceses roubaram nas invasões napoleónicas é que não.
Petição | Pela restituição dos bens culturais saqueados pelas tropas napoleónicas francesas em Portugal (parlamento.pt)

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Marcelfies voltou a falar dos direitos humanos no Quatar, já fez merda.

Aparentemente o Quatar vai colocar o nosso país na lista negra, juntamente com outros países.

Ainda á anos andamos a pedir lhes de joelhos pra investir na nossa dívida…

O marcelo está a ficar biden, perdão, está a ficar demente

No paraíso socialista médicos não têm tempo para ir ao teatro

Por mim podem devolver tudo.

Pelo caminho fecham-se metade dos museus e poupam-se uns cobres.

O Marcelfies conseguiu a proeza de ser Presidente apos o Cavaco e conseguir fazer pior.

Uma salva de palmas…

E que tem sido palermice atras de palermice. Seja na politica internal, seja na externa e principalmente na comunicacao.

Com esta situacao do Catar conseguiu dizer merda ca dentro e ir fazer merda la para fora para apagar a merda que disse ca dentro, criando um turbilhao de merda gigante que agora deve andar no MNE para tentar resolver.

Por outro lado aqui acho que o Marcelo esteve muito bem. O palerma foi o bastonario… o juramento de Hipocrates e um juramento de missao de um medico. De alguem que ‘jura’ dedicar-se ao bem do seu paciente. Como tal, nao faz qualquer sentido andar a falar de questoes que sao puramente ‘sindicais’. No juramento de hipocrates e na cerimonia nao se discute quantas vezes um medico deve ir ao cinema… E a responsabilidade do bastonario, numa altura em que tanta gente apenas se preocupa com o pastel, devia ser em incutir na nova geracao de medicos aquilo que representa o juramento que fazem - que nao e um juramento sindical mas de comprometimento para com o doente. O que o Marcelo fez - e bem.

Ok, até posso concordar.

De qualquer forma o juramento de hipocrates nos dias de hoje é uma piada.

O “Primum non nocere” é hoje “darei o maximo de medicamentos anti-depressivos, sedativos, para o colesterol etc que conseguir”. E aquela parte de não matar bebes também passou a ser “darei todo e qualquer medicamento abortivo ou aborto”

Fechar museus? Não, vão devolver material e para repor vão encomendar peças a artistas portanto vamos gastar a devolver e a reencher os museus

Para além de que de todo o despesismo do estado querer começar por museus que guardam a nossa memória colectiva é completamente demente.

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Isso dizes tu que és racista igual á minha pessoa.
Está esquerdalha rançosa quer reescrever a história do país.
Para o bem e para o mal os anos dourados da nossa nação foram os anos dos descobrimentos e das antigas colónias.
Foram feitas muitas coisas horrorosas aos dias de hoje mas perfeitamente aceitáveis na altura.
Olhar para o mundo de á 300/400/500 anos atrás com os olhos actuais é simplesmente um crime intelectual de pessoas que não merecem qualquer respeito.

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Yup, esses revisionismos históricos normalmente não acabam bem. Não tarda vamos discutir destruir o padrão dos descobrimentos. Ou destruir igrejas para devolver ouro ao Brasil. Ou acabar com a indústria da porcelana porque o seu início foi na China ou wathever. Ou parar de usar jeans porque isso é roupa de cowboys e não de europeus

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Convem ver que tipo de pecas estamos a falar.
Talvez algumas ate faca sentido devolver como ligados 'as tribos que habitavam os locais que agora pertencem a esses paises.
E talvez outros nao facam sentido ou devessem ser partilhados ficando temporariamente em exposicao num e noutro pais.

A questão da destruição do Padrão dos Descobrimentos não é preto no branco.

Tens o grupo que quer destruir porque é um monumento de celebração de um passado colonial. Este caso é só ridículo como bem se apontou aqui, porque embora a história colonial tenha episódios atrozes e deva ser recordado como tal, estar a classificar o que se fez há 500 anos atrás com o que se faz agora é errado.

Depois tens o grupo que quer destruir porque é um monumento de um regime fascista, com o objetivo de promover a ideologia fascista vigente. O Padrão dos Descobrimentos não é um monumento histórico como um castelo ou uma torre, mas sim uma obra de um regime fascista a celebrar um passado que se considera de sucesso (Descobrimentos) *para justificar atrocidades do regime vigente (Colonialismo e Guerra Colonial). É um daqueles exemplos clássicos de um regime fascista.

Aquelas pessoas que defendem a destruição do Padrão dos Descobrimentos, defendem o análogo à destruição dos monumentos da Alemanha Nazi pelos aliados após a guerra ou dos monumentos da União Soviética após a sua queda. Acontece imenso quando há revoluções, especialmente a coisas que não têm outra utilidade sem ser o decorativo (os outros são “apropriados”), é uma maneira de “cortar com o passado” de forma física. Na Alemanha Nazi não há monumentos nazis, foram todos destruídos ou censurados.

Na altura, houve um dos deputados falou sobre o assunto nesse contexto. Que recorde, o deputado não era grande exemplo como deputado, mas o argumento era íntegro. As revoluções vêm com esse tipo de cortes radicais com o passado, o próprio deputado falou em “sangue” metafórico, sendo este caso a destruição de monumentos fascistas ou a “apropriação” (o caso da ponte 25 de Abril).

Pessoalmente, gosto do Padrão dos Descobrimentos, não o quero ver destruído. Mas entendo o argumento de quem o quer destruir por ser um monumento fascista (e só nesse caso), acho é que vão tarde porque a fazê-lo tinha sido logo a seguir à revolução. Outra razão, é porque o Padrão de Descobrimentos existe há 60 anos, por isso pode não ser equiparável a um castelo mas para a memória coletiva da maioria da população é como se fosse porque existe desde que a grande maioria se lembra. Ainda outra razão é que o Padrão dos Descobrimentos representa um evento de há 500 anos e não o regime propriamente dito, existe ao dobro do tempo fora da ditadura do que existiu dentro da ditadura, e por isso para a maioria das pessoas, o Padrão dos Descobrimentos (ou a ponte 25 de Abril) é pouco associada ao fascismo. Como o 25 de Abril foi “pacífico” (não houve sangue), é natural não ter havido destruição de monumentos ao fascismo, quanto mais a um que sem contexto não é sobre o fascismo.

Outra questão polémica foi a revisão histórica que o regime impões. Na maior parte das escolas, a conquista portuguesa é ensinada com óbvios exageros e largas omissões, fruto das diretrizes do regime. Na minha opinião, tanto não está certo ensinar história falsa (a imposta por Salazar) ou história sem consideração social, como não está certo ignorar contexto ou aplicar a moral do presente em eventos de 500 anos atrás.

Um exemplo clássico de que a história tem de ser ensinada com contexto é a guerra de inverno na segunda mundial. De um lado temos a Finlândia aliada aos nazis e do outro lado a União Soviética aliada aos aliados. Quem é que estava certo, os “amigos” dos nazis ou quem lutou contra eles? Pessoalmente, acho que o contexto deve ser sempre apresentado, mas (por exemplo) as plantações de escravos americanos terem aquelas referências todas ao contexto roça o ridículo (o artigo que indiquei explica porquê, o corte ou se faz ou não se faz, porque ficar a meio caminho é péssimo), porque eu não aceito responsabilidade nenhuma sobre o que os meus tetra-tetra-tetra avós fizeram.

Neste momento, os polacos estão a deitar abaixo estátuas do Lenin. Não acho que façam mal, aliás nesse caso acho que fazem bem, são donos do seu país e não querem lá estátuas de gente que os tratou como se fossem gado.

O Marcelo e os seus comparsas Toino costa e Santos Silva puseram se a brincar com o fogo (Quatar) , e agora quem se vai lixar e levar por tabela são os portugueses lá vivem e trabalham. Obrigado Marcelo e costa!! :clap::clap:
Acabaram de colocar em risco a vida de cerca de 1500 portugueses lá vivem e trabalham! Bravo :rage:

Monumentos e edificios historicos podem ter sido construidos com intuitos em que actualmente nao nos revemos, mas isso nao deve levar a que se equacione a sua demolicao.

Por um lado podem representar historia e eras com muito maior peso sem que seja obrigatorio lhes dar o mesmo proposito que quem requesitou a obra deu.
Por outro, caso sejamn representativos de periodos negros, estes tambem devem ser mantidos como forma de nao apagar a historia
Exemplo desta segunda hipotese: Auschwitz, templo diana em Evora ou os patios da inquisicao em varias cidades portuguesas