Nem de perto nem de longe! Em todas as fotos que vi até hoje se nota que a borrada continua igual. A única diferença entre este verde Macron e os últimos verde Puma é que este está um pouco mais claro (= maior luminosidade/exposição), mais condizente com o verde do emblema do clube.
Puxei a tua resposta para o tópico criado por ti, porque acho que se enquadra mais na temática que estamos a discutir.
Sobre as camisolas da década de 80, nomeadamente as da Le Coq Sportif, parece-me que as mesmas, apesar de serem da mesma marca, sofreram variações no tipo de verde utilizado ou será que estou equivocado por causa do efeito da câmara nas fotos que tens no teu blog?
O verde de 84/85 dá-me a sensação de ser mais escuro, quando comparado com o das épocas anteriores da mesma década e até de diferentes marcas ( Puma e Cosmos).
Pelas primeiras camisolas e por relatos de algumas pessoas mais velhas e que acompanham o Sporting Clube de Portugal desde a década de 40, associaram sempre o seu verde ao British Racing Green, que o @AYRTON_SENNA falou no outro tópico.
Qual é a tua opinião sobre o assunto e qual foi realmente o primeiro verde introduzido em 1908?
Agradece ao “misterioso” colecionador do Sporting Clube, a sua ajuda para corrigir o verde das camisolas. Fico particularmente satisfeito por ter visto um presidente do clube com esse nível de preocupação.
Qual é a combinação desse verde definido? Eu por acaso não me recordo de ver nada nos estatutos sobre essa temática.
Já agora, esse “misterioso” colecionador não quer vender uma camisola da Leq Coq Sportif, de manga cumprida, ao reaction? Diz-lhe que se ele quiser, o forista troca uma camisola da época de 80 de um dos maiores astros mundiais, assinada pelo mesmo, por uma simples dessa de manga cumprida.
Por acaso não tinha conhecimento que tentaram padronizar o “verde Sporting” e estava interessado em ler as tais normas que falaste. Vou tentar procurar.
Desse período não existe nenhuma camisola “oficial” pois não? Qual é a mais antiga que temos ( já não me recordo)?
Sou visceralmente contra o verde alface ou qualquer tipo de verde-claro, seja no logótipo, nas listras da camisola ou nas cadeiras do estádio. Por definição, um verde claro é um verde esbatido, um verde “fraco”, digamos assim, e a imagem a ser projetada pelos nossos símbolos devia ser a da força, da pujança e da assertividade. Não o verde-esperança da imaturidade e da promessa que está permanentemente por concretizar, mas sim o verde carregado de um Sporting grande, amadurecido e que veio para ficar.
O melhor exemplo do meu verde favorito é o do equipamento de 1999/2000 (curiosamente fomos campeões com esse verde). Quanto ao leão do logotipo, gosto do amarelo, é a cor do ouro e faz o contraste perfeito com o verde.
O verde Sporting, o da nossa fundação e que usámos até à década de 50 / inicio de 60 é este deste equipamento. Verde escuro e seco. O verde aberto, festivaleiro, foleiro, à moda dum Vitória de Setúbal ou Rio Ave veio mais recentemente
Assino por baixo. Detesto a deriva para o verde demasiado aberto e claro que se tem verificado nos equipamentos do nosso clube desde há muitos anos até chegarmos ao deste ano. Foi reposto o nosso verde originário
Estás a sofrer de ilusão de óptica de uma forma muito simples, e passo a explicar o porquê.
Essas imagens que colocaste foram, todas elas, tiradas na sombra o que ajuda a “escurecer” qualquer cor.
Também foram tiradas durante o jogo, e com a transpiração dos jogadores também ajuda a escurecer o tecido (já todos nós lavámos roupa e sabemos como é )
A foto do Hjulmand é tirada à noite debaixo dos holofotes, o que mais uma vez ajuda a modificar a tonalidade.
Para uma análise cuidada e para se chegar à conclusão que é “mais preto que verde” deveria ser comparado exatamente nas mesmas condições.
As duas camisolas fotografadas ao sol e posteriormente ambas fotografadas debaixo dos holofotes.
Chegar a essa conclusão após o primeiro jogo, num estádio à sombra é, para mim, precipitado.
Não estou a dizer que seja exatamente isto, mas tendo em conta estar a comparar uma cor com a cor de um tecido, não se pode dizer que não seja, pelo menos, uma boa aproximação.
isso é muito complicado de dizer. As camisola dessa altura eram em tecido de fibra natural, o que leva a que a cor fique muito diferente do que fica em sintéticos que têm brilho. Para além disso, em tecido natural a cor muda ao longo dos tempos, mais do que em geral acontece em sintético. Tenho camisolas de jogo desde os anos 1950, e isso é claro, há verdes bem diferentes uns dos outros, incluindo uns verdes azulados. Quando o Sporting tentou “normalizar” a cor das camisolas, foi buscar essas poucas camisolas antigas que tinha, analisou a cor, e saiu o verde azulado com que a Puma nos brindou a partir de 2010. Ou seja, tentaram recriar esse verde do antigamente, e deu asneira. Ver O verde Sporting: a Puma e as outras marcas
Fotos da altura também não servem para tirar teimas, porque depende das câmaras então disponíveis, calibração de cor, etc - algo que, bem feito, só existe há muito menos tempo.