Que vá pela sombra , jogadores a ganharem ordenados chorudos , em campo não mostraram nada que valesse a pena investir … não obrigado , dispenso
E saliento que a minha opinião não tem nada a ver com o negócio que o colocou em Alvalade , simplesmente vejo os jogos com os dois olhos e se nenhum deles falhou o jogador não provou nada , os últimos lá jogou um pouco melhor , mas tal como referi não vale a pena o investimento
Tens 3 laterais, jogam todos basicamente o mesmo (de futuro não sabemos, apenas podemos especular), sendo que dois deles em conjunto devem receber menos que o outro só por si… Qual ou quais manténs? O que recebe mais porque é sócio?
Estou fora. Defendo a aposta na formação, mas não por isso. Por outros motivos, mas esse, apesar de importante… provavelmente nem no top5.
Mas já agora, não foi ele que se fez de difícil nas negociações ou foi tudo inventado? Não veio receber mais que antes? Se isso é tudo legítimo, e eu acho que é, dispensá-lo porque tal é benéfico ao Clube (como noutros casos parece ser a justificação, se calhar até para algumas vacas sagradas) não é porquê?
Eu defendo a aposta na formação. Mas não é de agora, que o clube está obrigado a tal e depois da contratação de 30 estrangeiros, de mais de 1 centena de milhões de prejuízo e depois também da pior época da história do Sporting. É desde sempre. Mas não é porque “sentem o clube”. Nem sei bem o que é isso. Se é o sentir “à Sá Pinto”, que é visto por muitos Sportinguistas como ídolo, é uma visão da qual não partilho, que nunca foi propriamente um admirador do jogador. Também não partilho do encantamento de muitos pelo Capel, jogador admirado pelas bancadas, pelos sprints junto à linha, pelos beijos para o publico e por declarações simpáticas no FB ou no twitter.
Entendo que os jogadores formados em Alvalade partilham, na generalidade, uma matriz. Uma matriz que passa por uma cultura de vitória, de clube grande e com conhecimentos e princípios tácticos e colectivos básicos. Mesmo os menos capazes que temos tido no plantel principal, se demonstram dificuldades a nível técnico, fisico e atlético, não têm as dificuldades de outros a nível de critério, adaptação e enquadramento com a realidade do clube. Podes ter visto por exemplo um Yannick a não controlar uma bola, mas dificilmente o viste a somar decisões erradas em cima de decisões erradas como vês Carrillo, que atlética e tecnicamente é um portento. Vês Dier, Ilori, Zezinho, Esgaio, Bruma a chegarem à equipa principal, uns com maior ou menor rendimento e a jogarem como se estivessem em “casa”, cientes do que fazer e quando fazer e sem comportamentos como peixes fora de água, como Labyad.
Acresce a isto que muitos destes jovens já jogaram juntos. Já se conhecem. Existe uma identidade ou vislumbre da mesma que interessa potenciar e que nos pode tornar distintivos relativamente à concorrência. A aposta na formação que eu defendo ( que não passa obviamente por encharcar o plantel de jovens, sem critério ) passa essencialmente, então, pela potenciação da tal identidade de jogo.
Quanto ao Sportinguismo e associativismo de Lopes, ainda bem que é dos nossos. Também Maniche o era. Que raio, Liedson, esse mesmo, o brasileiro “vendido” e que foi encher os bolsos para o Norte, estava nos cadernos eleitorais de Março passado. Lopes não demonstrou ser mais valia, não demonstrou ter “experiência” a suficiente para compensar a mediania do seu jogo, que essa “experiência” não lhe dá grande discernimento, não demonstrou ser superior à concorrência mais jovem, não demonstrou ter o critério que vejo nos jovens, mesmo os mais medianos. Que raio, Pereirinha, cuja atitude timida em campo me irritava, sabia perfeitamente definir os momentos de jogo. Carriço, o teu alvo predilecto, pese todas as insuficiências que tinha, porque as tinha e a sua falta de evolução foi evidente, é colocado no meio campo para ajudar a equipa num momento de necessidade e numa lacuna posicional que levantava alguns problemas e conseguiu “estancar” aquele sector à frente da defesa. Não tinha características para ser médio, mas sabia os mínimos para ocupar uma posição que não era a sua e ajudar os colegas mesmos em momentos e jogos de grande responsabilidade. Foi útil. Tinha escola. A nossa escola. Ora ter a nossa escola não se sobrepõe à qualidade e rendimento em campo e não é implica sentir menos ou mais o clube e nem é isso que considero relevante. Nunca foi.
Dá-me alguma satisfação, num momento de grande dificuldade para o meu clube, esta mudança de paradigma. Porque vai potenciar, assim haja senso e capacidade de valorizar os jogadores oriundos da nossa formação, a criação de uma verdadeira cultura de clube. Assim haja competência para tal. De uma coisa tenho a certeza. Que estes que defendem “a formação” estariam neste momento bem mais satisfeitos do que estão, se o clube não se tivesse lançado numa politica de contratações caríssimas em passes, prémios de assinatura e salários, sem grande critério desportivo ( os resultados assim o demonstram ) para satisfazer os caprichos do empresário à FM e a euforia por tudo o que é novo, desvalorizando o que está dentro da casa. Mesmo o que tem alguma qualidade. E bem mais baratos.
Já o disse aqui hoje, também. Adrien é formado em Alvalade, é um jogador cujo futebol à partida gosto ( não o que apresentou esta época ) e não vejo racionalidade na sua manutenção. Como não vejo na do Lopes. É simples. Não se trata de “escorraçar” ( tem graça a tua aplicação do termo. Logo tu. :mrgreen: ).
Concordo. Acho um bom jogador, cumpridor defensiva e ofensivamente e que tira pressão de afirmação ao Cedric. Noutras circunstâncias defenderia a sua permanência.
Na actualidade, dado a obrigatória descida da folha salarial e, a meu ver mais obrigatório que tudo, a necessidade imperiosa de apostar em jogadores que nos pertencam por inteiro e capazes de gerar mais valias significativas com a sua evolução( Cedric e Arias têm percentagens em fundos mas podem valorizar-se mais), aceito perfeitamente a sua venda, mesmo que por valores baixos.
Bom jogador e cumpre defensivamente, não deveriam constar numa frase que caracterize Miguel Lopes. Lamento, mas ser sócio não chega. É bom rapaz e tal… é só isso. Além da situação extra delicada em que nos encontramos e que descreves bem no segundo parágrafo.
Normalmente é assim, se é jovem, dá dois toques e não joga, fala-se do potencial. Como não há o efectivo ou manifesto.
Mas neste caso vemos dois jovens que quando jogaram acumularam erros… tal como o Miguel Lopes. E o ponto é esse! Eu ainda não li a ninguém “Miguel Lopes é um excelente jogador, completa mais valia defensivamente e ofensivamente”. Os outros, pesem os erros e os golos sofridos, quando jogaram não o fizeram a um nível tão abaixo que justifique terem ido para o banco, parando a sua evolução. Normalmente é o jogador razoável, minimamente cumpridor e com alguns momentos bons (ou maus). É da tal lesão? Mas ele sempre foi assim!
Nós já tivemos jogadores que chegaram a meio da época e foram decisivos. Depois até desapareceram, mas à chegada e até final foram-no. E foram contratados para o ser. Já tivemos o inverso. Será o caso do Miguel Lopes? Ninguém sabe, porque também já tivemos quem nunca o tenha sido, nem à chegada, nem pelo meio, nem nada.
Aqui a questão é saber se neste momento temos a possibilidade de dar essa oportunidade. Temos? Ou é altura de concentrar recursos no que não temos de maneira nenhuma? Eu nem acreditava nada no Arias (aquele SudAmericano…) e achava que o Cédric defendia mal. Estaria sempre à vontade para dizer fique este e vão os outros. Eles até continuam a mostrar erros. Mas também o Miguel, só que este custa mais que os outros dois juntos!
Isto não é ódio de estimação, não é má vontade. Parece-me é lógico!
Desde que vá andando tanto me faz, depois de ter visto sair Matias por 3 línguas de gato, este jogador é da anterior afinação e dos seus negócios de trampa logo pode sair de borla.