Miguel Braga - Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

So diz trampa p defender o tacho.
Nem esse triste acredita no q diz.

O costume desse fulano, a tentar passar toda a gente por parva!

Deploráveis as declarações deste lambuças. Reflexo perfeito desta direcção de incompetentes e aleivosos.

Populistas e carregadas de chico espertismo. Foram assim as declarações e assentam bem à personalidade em questão.

PASSO A PASSO

Por Miguel Braga
07 Out, 2021

OPINIÃO

“O desporto transformou a minha vida. Fiquei cega aos 12 anos e aos 13 comecei a praticar o goalball, que devolveu a minha vontade de viver e sonhar novamente”. As palavras são da nossa atleta Ana Carolina Duarte.

O Sporting CP conquistou no passado fim-de-semana o seu 41.º título europeu. O feito foi alcançado pela equipa feminina de goalball do Clube que venceu, pela segunda vez consecutiva, a Champions League (antiga Superliga Europeia).

Esta modalidade é um verdadeiro caso de dedicação, de superação, de persistência, de querer ser mais e melhor. No caso da nossa equipa feminina, treinam com os homens e não têm outras equipas para competir em Portugal, apenas na Europa. “O desporto transformou a minha vida. Fiquei cega aos 12 anos e aos 13 comecei a praticar o goalball, que devolveu a minha vontade de viver e sonhar novamente. Eu achava que não seria mais capaz de fazer desporto e a minha vida sem o goalball não é nada”. É desta forma que a nossa Ana Carolina Duarte resume a importância da modalidade na sua vida. E é assim que, em poucas palavras, explica o papel central que o desporto tem para si. “Esta vitória foi uma construção de todas nós”, disse.

O goalball nasceu pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial com a missão de integrar pessoas com falta de visão – na sua grande maioria soldados que regressaram a casa com mazelas da guerra. E foi assim, em 1946, o austríaco Hanz Lorenzen e o alemão Sep Reindle apresentaram ao mundo um novo jogo, com regras e equipamentos próprios: duas equipas (constituídas por três pessoas cada), duas balizas e uma bola a ser lançada pelo chão com o objectivo de marcar golo ao adversário. A bola tem algumas características específicas: dimensão idêntica a uma bola de basket, mais pesada, com pequenos guizos que permitirem ouvir o som do movimento. Os atletas têm ainda de usar tampões oculares e viseiras opacas de forma a garantir que todos competem em pé de igualdade.

A simplicidade das regras do jogo permitiu que o mesmo fosse crescendo até 1976 onde teve a sua primeira aparição nos Jogos Paralímpicos em Ontário – ainda que tenha sido numa versão apenas de exibição, ou seja, sem medalhas. Estes Jogos foram também os primeiros onde as pessoas com deficiência visual competiram pela primeira vez.

Para a história, fica a vitória por 12 a 2, frente ao FIFH Malmo, da Suécia. Com a particularidade de o jogo não ter chegado ao fim – o goalball tem essa regra: uma vez atingida a diferença de dez golos o jogo acaba e está conhecido o vencedor. E, neste caso, representou a conquista do 41.º título europeu para o Sporting CP. Parabéns a todos os envolvidos.

Com as vitórias do futsal masculino e do rugby feminino no passado feriado, o Sporting CP fez o pleno dos Troféus Stromp desta época, num total de dez vitórias. Mais uma demonstração de força do nosso eclectismo que nos faz encarar a temporada com optimismo em várias frentes.

Uma palavra também para os nossos supercampeões do futsal. Depois das conquistas pelo Clube, sete dos nossos Leões foram reis na Lituânia onde se sagraram, pela primeira vez na história, Campeões do Mundo por selecções da modalidade. Os nossos sinceros e sentidos parabéns.

Finalmente, no futebol, a equipa de Rúben Amorim conquistou em Arouca mais três pontos, permitindo encarar esta pausa FIFA com o foco no descanso e recuperação dos jogadores. O Sporting CP volta a fornecer vários jogadores a várias selecções, com dois destaques: a primeira vez de Matheus Nunes e a primeira vez que uma equipa portuguesa cede dois jogadores à selecção espanhola, para o caso, Pedro Porro e Pablo Sarabia. Que continuem a espalhar qualidade dentro de campo. E que regressem bem, idealmente sem lesões.

Editorial da edição n.º 3840 do Jornal Sporting

** Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal*

Fico contente de os titulos europeus do goalball voltarem a contar.

Miguel Braga: «No Sporting há uma espécie de voto profético»

Responsável pela comunicação do clube diz que “há um grupo que por uma questão de fé absolutista vota sempre da mesma forma”

A 30 de setembro, em assembleia geral do clube, os sócios do Sporting chumbaram os relatórios e contas das duas últimas épocas e o orçamento para a presente temporada. Frederico Varandas responsabilizou a “minoria de bloqueio” pelo voto contra e pediu nova assembleia geral, para o próximo dia 23, apelando à mobilização de todos os associados e deixando claro que saberá analisar os resultados da referida AG, cuja convocatória terá de ser conhecida esta semana. “Para esta direção é importante ouvir, analisar a adesão e os resultados desta AG. Que os sócios saibam cuidar do clube”, disse Varandas, a 1 de outubro.

O responsável de comunicação do Sporting considera que “o que está em causa é a reputação do próprio clube e da SAD” perante os bancos e restantes parceiros, no fundo “se existe, ou não, um sentido de responsabilidade dos sócios do Sporting quando votam.” “O voto político é uma coisa, o voto para o normal funcionamento da instituição é outra completamente diferente. Seria saudável se conseguíssemos separar as coisas”, afirmou esta segunda-feira Miguel Braga, no programa Raio-X, da Sporting TV, antes de atacar a mencionada minoria de bloqueio. “No caso concreto do nosso clube, temos de perceber que há uma espécie de voto profético. Há um grupo que, por uma questão de fé, uma fé bastante absolutista, vota sempre da mesma forma, seja o clube campeão nacional de futebol, ganhe no futsal, ganhe a Liga dos Campeões no futsal, ganhe as Continentais no hóquei, tenha dezenas e dezenas de vitórias desportivas nesse ano… Parece que, independentemente dos títulos e do sucesso desportivo do clube, vão votar sempre contra. Está tudo certo, se não estivesse profundamente errado pela sua natureza, porque, como digo, o bom funcionamento do clube, o bom nome do Sporting, acabam por estar um pouco em causa perante esta incapacidade de gerirmos o nosso próprio sucesso”, alertou.

Voto sem ser politico, hehe comunicacao para atrasados mentais!

O que escrevi no tópico da AG, elaborar só umas coisas

Este palerma num programa com contraditório borrava as cuecas todas.

Estranho, não é? Se calhar diz bem da maneira como se gere o clube, os sócios e a expetativa dos mesmos. Se as pessoas votam só com uma fé profética, é porque acreditam em algo. Se acreditam em algo, é porque alguém lhes mostrou que pode acreditar. Se não votam de acordo com o que estes OS propõe então… Não têm capacidade de fomentar a crença, de passar a mensagem.

Mas quem está a “gerir” o sucesso, ou, o clube e SAD, não são os sócios. Portanto, o Miguel que meta a propaganda num sítio sem luz, que não somos todos parvos. Como ele, aliás, faz novamente parecer.

Mas espero que continuem prego a fundo com este discurso divisionista. A verdade é que vai funcionar para levarem algumas avante, mas quando chegar a hora da verdade (eleições) a divisão que alimentam também se vai virar contra eles.

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Este Miguel Braga vê e muito bem as “cousas”, voto profético é na mouche… um pouco como os Améns que por aqui fui replicando…o caminho faz-se caminhando… siga Sporting Clube de Portugal.

Que cartilheiro.

Sporting TV sem critério nem contraditório.

1h de tempo perdido

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:clap: :clap: :clap:

Quanto à visão diáfana do Miguel Braga, por favor, não brinques com coisas sérias. O homem lê, com muito esforço, o que lhe põem à frente.

SL

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É por estas e por outras que depois levam com o voto “profético”. Não aprendem.

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É como um gajo que espeta o carro e culpa a câmara que meteu ali o poste. Eles são a razão do voto profético, as princesas são a razão da divisão, mas a culpa é da câmara, que meteu ali o poste.

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Isto é a maneira moderna de fazer política que se vê (infelizmente) cada vez mais

MUITO MAIS QUE UM TREINO

Por Miguel Braga *
14 Out, 2021

OPINIÃO

“No Afeganistão, não tínhamos estas condições para melhorar enquanto jogadoras. É uma grande oportunidade para nós, nem consigo explicar. Podemos ser aquilo que quisermos”. Sadaf Sharifzada sabe bem de onde escapou.

É impossível compreender o que é ter a vida assim, virada do avesso, com apenas 15 e 16 anos. É impossível ficar indiferente à realidade de dezenas de raparigas que tiveram de abandonar o país de origem, cada uma com a sua história dramática, de fuga, de reencontros e de esperança (páginas 14 e 15).

O Sporting CP recebeu de braços abertos uma selecção jovem de futebol do Afeganistão para um treino conjunto com a equipa feminina de sub-15. Em causa, muito mais do que um simples treino: “quando jogo futebol sinto‑me livre, como uma rapariga normal, igual a uma qualquer que viva noutra parte do mundo”, afirmou Sadaf Sharifzada, uma das jogadoras afegãs. Apesar dos seus apenas 16 anos, Sadaf sabe bem de onde escapou: “no Afeganistão, não tínhamos estas condições para melhorar enquanto jogadoras. É uma grande oportunidade para nós, nem consigo explicar. Podemos ser aquilo que quisermos”.

É, de facto, muito difícil compreender uma realidade onde é negada a possibilidade de sonhar às jovens, onde são e irão ser negados direitos e liberdades que julgamos universais. “Quero mostrar aos talibãs que somos tão poderosas quanto os homens e que sou mais corajosa do que aqueles que dizem que as mulheres têm de estar em casa. Quero mostrar‑lhes o meu poder”. De Lisboa para o Mundo, o poder de todas estas raparigas será um exemplo para milhares de tantas outras, cujo quotidiano foi interrompido, sem prazo para regressar a uma normalidade que se deseja que seja extensível a toda a Humanidade. Estes exemplos servem também para nos obrigar a parar e pensar nos privilégios que temos e que devemos valorizar todos os dias. A toda a comitiva do Afeganistão, o Sporting CP expressou o desejo de futura cooperação e disponibilidade para ajudar no acolhimento do grupo. Será a própria sociedade portuguesa a dar os próximos passos.

Vários Leões do Sporting CP voltaram a brilhar nos SUDS Open Euro TriGames – os Europeus para atletas com Síndrome de Down −, na natação e no ténis de mesa (página 26). Começando pelo último, João Soldado conquistou quatro medalhas, revalidando títulos e provando mais uma vez a sua condição de atleta de eleição. Já dentro de água, destaque para Diogo Matos, João Vaz, André Almeida e, especialmente, Vicente Pereira – os vários recordes nacionais, europeus e até mundiais deste quarteto, ajudaram à conquista do terceiro lugar da selecção nacional no torneio por equipas. Já o nosso Vicente Pereira foi o Michael Phelps de serviço ao conquistar sozinho, nada mais nada menos que 12 medalhas de ouro com quatro recordes mundiais e cinco recordes nacionais. Impressionante.

Por último, destaque também para a primeira grande entrevista da nova vida de João Pereira (páginas 16 a 18), antigo internacional português que na época passada sagrou-se Campeão Nacional e que agora abraçou a missão de ser treinador-adjunto da nossa equipa de sub-23: “o Sporting CP é especial porque é diferente a vários níveis”. E essa diferença é um dos motores da dimensão do Clube.

Editorial da edição n.º 3841 do Jornal Sporting

** Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal*

ruaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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VONTADE DE VENCER

Por Miguel Braga *
21 Out, 2021

OPINIÃO

Para a História, ficará a primeira vitória do Clube na Turquia e um resultado que apesar de volumoso – no final o marcador registava 1-4 − poderia ter sido muito maior, estivesse a equipa com a pontaria ainda mais afiada

Como alguém disse um dia “quando há vontade, há sempre um caminho”. E foi isso mesmo que o Sporting CP demonstrou em Istambul, na Turquia, em pleno Vodafone Park, a casa do Beşiktaş Jimnastik Kulübü. Num estádio com a lotação ainda com restrições devido à pandemia, os turcos fizeram jus à sua fama e fizeram-se ouvir alto e a bom som desde que os primeiros jogadores subiram ao relvado ainda para o aquecimento. Cada vez que os jogadores do Sporting CP se acercavam de uma das bancadas – ou para fazer sprints ou as normais trocas de bola − eram brindados com um coro de assobios, antevendo uma pressão adicional para os 90 minutos de jogo. E assim foi. Empolgados pela energia e volume dos seus adeptos, a equipa do Besiktas entrou forte, mais emotiva, com aquela paixão que os caracteriza e que pode intimidar os adversários. Mas esta equipa do Sporting CP já provou dentro de campo que tem vontade de fazer mais e melhor. E foi assim que o caminho para a baliza de Ersin Destanoğlu começou a ser trilhado também desde os primeiros minutos, sustendo os ímpetos da equipa de Sergen Yalçin, o treinador que, enquanto jogador, foi conhecido como o Maradona da Turquia.

Daqui a umas décadas, muito provavelmente, poucos se recordarão destes pormenores que transformam um jogo de futebol num turbilhão de emoções. Para a História, ficará a primeira vitória do Clube na Turquia e um resultado que apesar de volumoso – no final o marcador registava 1-4 − poderia ter sido muito maior, estivesse a equipa com a pontaria ainda mais afiada e não quisessem os deuses do futebol que os remates de Paulinho encontrassem, por duas vezes, os ferros da baliza turca, antes daquele que foi o golo da noite: remate de pé esquerdo, colocado em arco e consequente explosão de alegria dentro e fora de campo. Se há jogador que merecia marcar assim, esse jogador foi, mais uma vez, o nosso 21.

Começam a faltar elogios para caracterizar as exibições de Sebastián Coates de Leão ao peito. O internacional uruguaio voltou a provar que é um especialista também na área adversária, com dois golos tirados a papel químico (o primeiro com assistência de cabeça de Gonçalo Inácio, o segundo a passe de Paulinho) e ainda um terceiro cabeceamento que originou o penálti convertido por Pablo Sarabia. Na defesa, Coates também foi seguríssimo e imperial, liderando a defesa que, ao dia de hoje, provocou mais foras-de-jogo das equipas adversárias (13) na presente edição da Champions League.

Enquanto os Leões comemoravam na Turquia, no Pavilhão João Rocha as emoções também estavam ao rubro nos minutos finais do jogo contra os suíços do Kadetten, a contar para a fase de grupos da EHF European League Men 2021/2022. Mais uma vez a vontade de ganhar imperou mesmo depois de estarmos em desvantagem por cinco golos (12-17). O golpe de teatro estava reservado para os últimos segundos de jogo, pelas mãos de Mamadou Gassama que interceptou uma bola do ataque adversário e rematou para o fundo de uma baliza vazia: 29-28 e a certeza de que o caminho da vitória se faz com vontade, com crença e acreditando do primeiro ao último minuto.

** Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal*

Miguel Braga e a troca dos 11 milhões: «Evitou vender titulares como Palhinha ou Pote»

Responsável da comunicação aborda operação que envolve chegada de Marco Cruz e saída de Rodrigo Fernandes

O resumo das operações de verão do Sporting, divulgado esta segunda-feira na CMVM, mostrou que a operação da chegada de Marco Cruz, ex-FC Porto, e da saída de Rodrigo Fernandes, agora dragão, teve um custo total de 11 milhões de euros para cada lado. Miguel Braga, responsável pela comunicação dos leões, explica que foi imperativo para evitar a venda de “titulares”.

“O Sporting tinha referenciado dois jogadores da formação do FC Porto, o Gonçalo Esteves e o Marco Cruz. O Gonçalo, conseguimos contratá-lo a custo zero, o FC Porto não conseguiu renovar e o jogador ficou mais atraído pelo nosso projeto; o Marco é diferente, pois tudo foi possível em virtude de uma oportunidade que surgiu”, atirou, à Sporting TV (programa Raio-X Sporting).

E prosseguiu: “Tem 17 anos, está referenciado, internacional e tem alto potencial. Trocámos o jogador pelo Rodrigo Fernandes, que tem mais três anos que ele e que já não tinha espaço na nossa estratégia. Referindo-me aos valores, foi esta operação que permitiu que o Sporting evitasse vender jogadores titulares como Palhinha, o Matheus ou até o Pote. Olhando para o geral, fomos buscar um jogador no qual acreditamos e muito – vai dar muito e rapidamente.”

Miguel Braga: «Sócios responderam em massa ao apelo do presidente»

A análise da Assembleia Geral por parte do responsável da comunicação leonina

O diretor de comunicação do Sporting, Miguel Braga, em declarações ao programa Raio-X transmitido na Sporting TV, comentou os resultados da Assembleia Geral do passado sábado, e defendeu que os sócios votaram a favor da “paz e estabilidade” no clube.

“Os sócios responderam em massa ao apelo do presidente, e quiseram dar paz e estabilidade ao clube. Desta vez, para votar os mesmos documentos, apareceram 10 vezes mais sócios, e os números foram bastante diferentes. Os sócios do Sporting estão contentes com o clube; com as vitórias do clube; com a direção do clube. Se olharmos para o futebol e veremos que nos últimos três anos os rivais juntos têm tantos títulos como nós, nas modalidades também temos várias vitórias… os sócios quiseram recompensar isso mesmo”, afirmou o responsável pela comunicação do Sporting que também analisou a marcação da AG para um dia de jogo: “A marcação das assembleias gerais depende da Mesa da Assembleia Geral, mas a verdade é que esta coincidência trouxe a maior votação de sempre. Sobre se irá repetir a Mesa da Assembleia Geral dirá, mas foi uma estratégia que resultou em pleno”.

Em análise esteve também o momento de Paulinho e, tal como Rúben Amorim, o responsável leonino elogiou a atitude dos adeptos que aplaudiram o avançado. “É muito injusto o Paulinho não marcar golos. Os adeptos apoiaram o ponta-de-lança campeão, que já ganhou uma Supertaça e fez um golo extraordinário na Turquia. A pessoa mais irritada com o Paulinho, como o Rúben Amorim disse, é o próprio Paulinho. É importante os sócios continuarem a apoiá-lo pois é um jogador que trabalha muito”, referiu Miguel Braga antes de ironizar com o cartão amarelo mostrado a Rúben Amorim, no jogo com o Moreirense, após a admoestação a Palhinha: “No campeonato português não estamos habituados a ver os treinadores a ficarem impávidos e serenos no banco. Pelas imagens vimos que o próprio Rúben ficou espantado com o sprint com o árbitro deu”.

Na fase final do programa, ao ser questionado sobre a renovação de Adán já adiantada por Record , Miguel Braga prometeu novidades. “A curto prazo vão acontecer mais algumas renovações. A administração trabalha diariamente para salvaguardar o futuro do Sporting”, concluiu.