Já para mim também foi uma bicicleta de fora da área, mas do Mauro Bressan contra o Barcelona.
É um belo golo, sem dúvida.
Eu tenho uma vaga lembrança que houve umas conversas do Verona para irem buscar esses 2 jogadores. Sim, na altura os clubes italianos só podiam contratar 2 estrangeiros que passaram a ser 3 poucos anos depois. Nessa altura eles iam buscar quase sempre os 2 ou 3 estrangeiros do mesmo país, como foi o caso dos holandeses no Milão e alemães no Inter de Milão.
O Ronaldinho foi talvez o último representante do Futebol alegre e positivo. Era impossível odiar aquele gajo. Acho que as únicas pessoas a odiarem-no foram os adeptos dos próprios clubes onde jogou, vá-se lá saber porquê. Os do Grémio por ter saido a zero e não ter voltado, e os do Barcelona por ser festeiro (que depois perdoaram).
Aquela cena em que ele convence os colegas no Atlético Mineiro a entrarem no Estádio do Olímpia a dançar é Ronaldinho Vintage. E a fotografia ‘das bunda’ então é deliciosa.
Acho que não voltamos a ver este tipo de jogador.
Fiquei também a gostar muito do Assis. Tenho algumas memórias dele enquanto jogador, fraquinho e langão, mas com uma canhota do caraças. Mas como empresário do irmão, e chefe da família, compreende-se que muito do mérito do que o Ronaldinho é, é dele. Não tinha essa ideia.
O Ronaldinho foi talvez o último representante do Futebol alegre e positivo.
Já devo ter escrito isto aqui umas 4/5x, mas volto a escrever: foi o jogador que mais prazer me deu a ver jogar futebol. Mas DE LONGE.
Mas como empresário do irmão, e chefe da família, compreende-se que muito do mérito do que o Ronaldinho é, é dele. Não tinha essa ideia.
Sim, igual aqui. Sabia que era o empresário, mas teve uma importância brutal, principalmente na escolha pelo PSG.
Já agora, emocionou-me a homenagem dos adeptos do Atlético Mineiro, com a imagem gigante dele e da mãe. E ele mereceu essa homenagem.
Sim, igual aqui. Sabia que era o empresário, mas teve uma importância brutal, principalmente na escolha pelo PSG.
Foi brilhante!
O facto de ter sabido ver que, se equipasse Nike, era meio caminho andado para ele ter destaque na selecção brasileira (na altura era só uma jovem promessa entre tubarões como Ronaldo, Rivaldo, Cafu, Roberto Carlos, etc, etc, etc) foi absolutamente brilhante. E soube também ter a humildade de ver que, no Manchester, um puto de 20 anos, ainda por cima habituado a praia, samba e calor, ir meter-se no cinzento de Inglaterra, rodeado de vedetas, poderia ser prejudicial, enquanto que em Paris seria Rei daquela merda toda.
Mesmo depois o ter escolhido o Barcelona, com o Ronaldinho em Manchester para assinar também foi muito bem jogado. Eu sou um grande admirador do Fergie, e é uma das minhar referências no futebol. Mas ele e o Ronaldinho tinham tudo para se pegar.
Balakov.
O Renato Gaúcho foi craque? Ele considera-se dos melhores de sempre inclusivé melhor que o CR7
Depende da definição “ver”. Se for ao vivo, sem dúvida Krassimir Balakov. Se for na TV, Maradona.