Quando tens NeNucos assassinos que são defendidos por um advogado exclusivo defensor de narcotraficantes, que só para dizer olá cobra 10000€, quer dizer muita coisa.
Como é que um mero NeNuco contrata um dos advogados mais rasteiros deste país, Carlos Melo Alves?
Refiro-me ao Luís Pina, o assassino do Marco Ficini.
A mim faz-me mais confusão a CS e muitos portugueses conseguirem aceitar estas frases.
Morreram duas pessoas e foram violadas mais “n” pessoas mas existe lata de um porco lampião, Luís Vílar, dizer que Alcochete é o episódio mais negro e o auge da violência no desporto.
Seria bom se destas detenções se acabasse por saber mais alguma coisa sobre Alcochete.
Na altura, no primeiro artigo que saiu no DN também diziam que tinham sido os casuals a ir lá. Depois afinal foi a JL. No julgamento do processo de Alcochete, a juíza chegou a perguntar a alguns dos arguidos se eram dos casuals e se sabiam explicar o que era ser casual. Ficou a ideia que os principais actos de violência (Bas Dost, etc) foram cometidos por casuals, mas se calhar não foi bem assim.
Mas também foram do grupo do Barbini, ou não ?
Pelo menos o Barbini e o Tusta estavam num dos grupos que combinou o ataque a Alcochete.
E o Tusta até escreveu mensagens a dar instruções em tempo real.
Pronto, não sei até que ponto o Tusta e o Barbini são casuals ou se são do grupo dos casuals ou se não tem nada a ver. Mas ambos costumam estar na Superior Norte, certo ?
Malta que não se identifica com a actual liderança da JL.
Mas é mentira que eles estavam no grupo Whatsapp ?
Pelo menos foi provado em tribunal.
A cassete que ouvimos durante meses na comunicação social e até por aqui é que não foi provada. Ou seja, BdC foi inocente de qualquer envolvimento no ataque a Alcochete.
Podem participar assim “anonimamente” membros das claques nos casuais, senão não tapavam a cara. É uma maneira de fazer asneiras fora das claques devido ao registro de cada membro a autoridade.
Uma coisa eu sei, pouco se falou aqui, mas eu tenho dito um par de vezes. No grupo que foi a Alcochete foram alguns rabolhos. o Bas Dost foi agredido com um cinto e fivela, cinto esse que só por acaso é usado só por uma claque dos rabolhos…
A pessoa que agrediu o Bas Dost com o cinto foi identificada em tribunal.
Seria fácil meter aqui o nome, vasculhando na net, sobretudo nos sites do Observador e da tribuna do Expresso, que foram quem fez uma cobertura mais exaustiva do julgamento do caso Alcochete. Se me lembro bem, essa pessoa não era rabolha, mas era um dos tais casuals/grupo do Barbini.
De que interessa falar de “alguém” que, hoje, se desresponsabiliza recorrentemente porque “Alcochete ainda foi só há 4 anos” e se afirma como o grande arauto da luta contra as claques, mas que, ontem, escolheu para a sua lista ao Conselho Diretivo um indivíduo que estava num dos grupos de whatsapp que organizou Alcochete?
Não interessa pra nada! Já está, já está! Até convém esquecer, não é?
O que interessa é falar de violência, pyro, feridos por tochas (inédito), de claques, de crimes e da polícia.
E já agora não descurar o grande papel de quem se afirma como o grande “capitão coragem” que pôs esses gajos na ordem e assiste feliz (ou ordena, à diferença do presidente da liga perante uma tochada) a uma carga policial por causa de uma tarja.
Ah, se todos fossem como o grande “ómem” que, finalmente, não os deixa comandar a direção, mas se quis fotografar profusamente com o tal indivíduo numa ação de campanha durante uma ida na caixa das claques ao curral!
E eu até concordo que só interessaria caso a coerência e o carácter fossem uma marca nesse “alguém” que enche a boca com “os valores”