Jornal do Sporting - Parte 2

OS GUARDIÕES

Por Pedro Almeida Cabral
22 Set, 2022

OPINIÃO

Foi no passado fim-de-semana que se escreveu mais uma página de ouro na longa História do basquetebol Leonino. Conquistámos com garbo e inteiro merecimento a Supertaça, derrotando o SL Benfica por 89-84. Ao jogo já lá vamos. Deixo primeiro três curiosidades que enaltecem o feito. Foi a primeira vez que o Sporting CP conquistou duas vezes seguidas este troféu, juntando-se a SL Benfica e a FC Porto, que também já o tinham feito. A segunda curiosidade é que em 36 edições da Supertaça de basquetebol esta é apenas a oitava vez que a prova é ganha pelo vencedor da Taça de Portugal frente ao vencedor do campeonato. Por último, embora não menos importante, em duas presenças na Supertaça, duas vitórias, com plena eficácia. Tendo em conta que a equipa sénior masculina só regressou ao Clube em 2019, 24 anos depois da extinção em 1995, é caso para dizer que o Sporting CP teve um regresso de Leão.

O dérbi foi o que se espera de um Sporting CP vs. SL Benfica. A turma encarnada gozava do natural favoritismo que acompanha a equipa que se sagra campeã nacional. Porém, talvez o adversário não contasse com tamanha compostura defensiva da nossa parte. Nem com o superior aproveitamento Sportinguista em momento decisivo: imediatamente antes de fechar a primeira parte, alcançámos vantagem de 11 pontos. Na ponta final, foi LoVett Jr. que marcou sete dos últimos dez pontos em pouco menos de três minutos, impedindo veleidades benfiquistas, o que lhe valeu ser o MVP e o melhor marcador do encontro, com 22 pontos. Mas nem só do base norte-americano se fez esta vitória. Travante Williams, Diogo Ventura e Ivica Radić souberam dar a consistência necessária para segurar firmemente este triunfo.

Desde que voltámos a ter equipa sénior masculina de basquetebol, em 2019, já enriquecemos o palmarés do Clube com um campeonato, três Taças de Portugal, duas Supertaças e uma Taça Hugo dos Santos. O mérito é dos cincos que vestiram a verde e branca, dos dois treinadores, Luís Magalhães e Pedro Nuno, de toda a secção, da estrutura directiva e de todos os Sócios e adeptos que acompanham e dão força ao basquetebol do Sporting CP. Mas permitam-me também destacar os que sonharam e concretizaram o regresso da equipa tão amada pelos Sportinguistas há escassos três anos. Só verdadeiros guardiões da essência Sportinguista podiam compreender a importância deste retorno. O Clube será sempre amanhã aquilo que fizermos dele hoje. E ao fazer regressar o basquetebol sénior masculino, fizemos também regressar a alegria deste e de tantos outros títulos.

Porreiro, pá. Espero que não venhas publicar fotografias do bilhete rasgado, guarda-o bem.

JORNAL SPORTING JÁ DISPONÍVEL

Por Sporting CP
22 Set, 2022

JORNAL SPORTING

Em versão papel e em formato digital

Já está disponível, em versão papel e em formato digital, o Jornal Sporting desta semana. A edição 3890 do semanário verde e branco tem como principal destaque a equipa principal de basquetebol do Sporting Clube de Portugal, que venceu o SL Benfica e voltou a conquistar a Supertaça.

Nova época, hábitos antigos e uma entrada à Leão agora com Pedro Nuno Monteiro como técnico.

No futebol, destaque para a derrota inglória da equipa principal no Bessa e para os jogos da formação no passado fim-de-semana, assim como para o triunfo sólido da equipa principal feminina diante do Valadares Gaia FC.

Destaque ainda para o significativo número de Leões nos escalões de formação das selecções nacionais: 44.

Nas modalidades de pavilhão o destaque, além da nova conquista do basquetebol verde e branco, vai para a vitória da equipa principal de hóquei em patins sobre o FC Porto (4-2) no arranque do Campeonato Nacional. O andebol também entrou da melhor maneira e venceu o Vitória FC na jornada 1 do campeonato.

Na última semana, houve mais troféus conquistados: a equipa principal de voleibol conquistou o Troféu Stromp, João Costa do tiro foi ouro na Polónia e Henrique Cruz sagrou-se campeão nacional de karting.

A Lenda desta semana é Aniceto Simões, antigo atleta Leonino que, entre tantos outros títulos, conquistou três Taças dos Campeões Europeus de corta-mato.

https://twitter.com/Sporting_CP/status/1572919703668158465?s=20&t=HO2Omn8sdZPI3R7FizspiA

JORNAL SPORTING JÁ DISPONÍVEL

Por Sporting CP
29 Set, 2022

JORNAL SPORTING

Edição n.º 3891 nas bancas e em formato digital

Já está aí o Jornal Sporting desta semana, cuja primeira página destaca a conquista – mais uma – do futsal verde e branco, desta feita a Supertaça, já a 5.ª consecutiva, para continuar a aumentar a hegemonia nacional na modalidade. Leia tudo sobre a emocionante partida em Matosinhos e os testemunhos dos Leões.

No futebol, a semana ficou marcada pela paragem para as selecções, no entanto o Estádio José Alvalade foi o palco de um momento muito especial: 307 Sócios Leoninos receberam o emblema e o cartão que assinalam os 50 anos de filiação ao Clube, numa cerimónia em que as distinções foram entregues por vários atletas e membros dos órgãos sociais. Além disso, os homenageados assistiram de perto ao treino da equipa de Rúben Amorim.

Apesar disso, a bola rolou na formação, onde os iniciados Leoninos golearam o SL Benfica por 2-5, e a equipa feminina venceu a primeira mão dos quartos-de-final da Taça da Liga.

Nas páginas seguintes, o grande destaque vai para Aurélio Pereira, que este sábado festejará o seu 75.º aniversário – 50 deles de Leão ao peito. Para assinalar a data, o Jornal Sporting recorda o seu longo – e inigualável – trajecto para traçar um detalhado perfil do ‘senhor Formação’, e reuniu ainda diversos testemunhos na primeira pessoa de quem com ele privou.

Já sobre as modalidades, espaço para o robusto triunfo europeu do andebol e para a vitória do futsal feminino no Troféu Stromp.

Por fim, Marinho Mateus, futebolista dos Leões entre 1967 e 1977, é a Lenda a recordar na mais recente edição da publicação verde e branca.

GANHAR, GANHAR OU… GANHAR!

Por Juvenal Carvalho
29 Set, 2022

OPINIÃO

Que dizer mais desta modalidade que já não tenha sido dito neste percurso único, em que o nosso futsal ganha troféus como respira… de forma natural? Direi que tudo já foi dito nesta saga em que ganhar, ganhar, ou ganhar é um lema de todo o sempre da sua existência.

Desta vez, para diferenciar um pouco de tudo aquilo que é recorrente, e que acaba com o inevitável ‘capitão’ João Matos de troféu no ar, rodeado dos seus colegas de equipa, começo pelo fim daquela que foi mais uma… apenas mais uma conquista do nosso futsal, no caso a quinta Supertaça consecutiva deste fabuloso grupo de trabalho.

E porque falo de começar pelo fim? Pelo simples facto de ver os jogadores − quase todos, dos mais velhos aos mais novos já ganharam tudo a nível nacional e internacional de Leão ao peito − a festejarem como se aquele fosse o seu primeiro troféu da carreira. A mesma alegria contagiante de sempre, a provar que nada do sucesso é por acaso. Nesta modalidade, o processo de integração dos novos é também natural. Parece que sempre foram da casa. É assim, tem sido sempre assim.

E ainda neste começo pelo fim, que lindo foi ver Bernardo Paçó, que acabaria por ser o herói dos heróis, a apontar para o símbolo, aquele que nos arrebata a todos, depois de defender o último pontapé de penalidade marcado pelo eterno rival. O do Leão rampante. Aquele que com Esforço, Dedicação e Devoção abre por si só o caminho para a Glória.

Ver Nuno Dias, com os olhos a brilhar dizer que estava a festejar este título como se fosse o primeiro, porque adora ganhar, ver todos os jogadores festejarem no fim do jogo como se aquela taça fosse o primeiro ‘brinquedo’ da sua vida.

Ver ainda o vogal do Conselho Directivo para a área das modalidades, Miguel Afonso, ser completamente arrebatador no discurso, como só ele, − e isto são palavras de quem como eu com ele priva há mais de três décadas, bem como com sua família − num elogio ao treinador Nuno Dias e ao grupo de trabalho que foi, por tão envolvente, viral nas redes sociais. Foi mesmo emocionante, ouvi-lo dizer que são horas, são dias, são semanas, são meses, são anos de um trabalho fantástico desta equipa, num discurso que teve ainda recados assertivos para quem tenta desvalorizar, sem o conseguir, este grupo de trabalho, que é ‘só’ a base da selecção nacional que ganhou tudo − literalmente tudo − que havia para ganhar. Foi também comovente, porque saiu de dentro de todo o grupo de trabalho, como grito emocional, a dedicatória deste troféu ao fisioterapeuta Andrew Durães, a passar por um momento muito complicado da sua vida.

É neste #ondevaiumvãotodos num mote transversal às modalidades do Clube, que o Sporting Clube de Portugal se distingue. Daqui, deste espaço, que tenho o privilégio de escrever, digo também eu. Força, Andrew. Quero ver-te a erguer o próximo troféu. Sim, ele vai aparecer em breve. Porque a conquista é o ADN do nosso Clube, e tu − desculpa o trato − tens que estar no meio da próxima festa.

Passada mais esta conquista, já no próximo fim de semana, vai iniciar-se mais um Campeonato Nacional, com a recepção no ‘João Rocha’ ao Eléctrico FC. Será com respeito por esse opositor, como aliás por todos os outros, que confio seja o início de mais uma caminhada para outra época plena de sucesso. Foi assim pelo fim, mas sabendo que nesta modalidade − e não só − existe sempre um princípio, um meio e um fim. Este, invariavelmente ganhador!

COMO A PRIMEIRA VEZ

Por Pedro Almeida Cabral
29 Set, 2022

OPINIÃO

E o Leão meteu a quinta! A abrir a temporada de futsal, conquistámos pela quinta vez seguida a Supertaça de futsal, frente ao histórico rival, SL Benfica. Desde 2017 que este troféu nos pertence (embora não se tenha realizado em 2020). Nos últimos anos, o domínio do futsal do Sporting CP tem sido, nada mais nada menos, que avassalador. Além dos triunfos maiores das duas UEFA Futsal Champions League, 2019 e 2021, chegámos também ao bicampeonato nacional de 2021-2022. Temos ainda três Taças de Portugal seguidas, de 2019 a 2022 (a edição de 2021 foi cancelada) e duas Taças da Liga também uma atrás da outra, de 2021 e 2022. Este pecúlio faz com que esta Supertaça recém-conquistada seja o oitavo título a nível nacional ganho consecutivamente pelo Sporting CP. São duas temporadas seguidas a ganhar tudo a nível interno. Não é para todos. Mas é para o Sporting CP.

O jogo disputado no fim-de-semana teve muita coisa. Desde grandes golos, a belas jogadas desenhadas, passando por incerteza no resultado. Mas teve, sobretudo, um justíssimo vencedor. Golos só na segunda parte. O primeiro foi um oportuno remate de João Matos a inaugurar a contagem a nosso favor. Após o empate do SL Benfica, Erick, num livre ensaiado, subiu a parada para o segundo. E, Estebán, a espreitar uma nesga desde a nossa grande área, rematou colocado para o 3-1. Porém, o SL Benfica haveria de empatar. Já no prolongamento mais um golo para cada lado, com o nosso a ser marcado por Sokolov, num belo tiro à beira da baliza, que deixa água na boca para a época que agora começou. Este equilíbrio a quatro golos teria de ser decidido nos penáltis. Para enfrentar os marcadores benfiquistas, Bernardo Paçó saiu do banco. Logo no primeiro remate, Rocha, acusando a pressão, desperdiçou. Depois, Bernardo Paçó encheu o espaço entre os postes e não deixou Arthur e Diego Antunes concretizarem. Vitória justa para quem a mais procurou.

Qual o segredo para tanta conquista perante tão apetrechado rival? Há-de ser o trabalho sério e constante, o estudo permanente do jogo, a construção cuidada dos plantéis e, como não podia deixar de ser, o apoio entusiástico de Sócios e adeptos. Decisivo também será o trabalho do nosso treinador Nuno Dias, provavelmente o melhor treinador de futsal do mundo, que consegue, ano após ano, reinventar equipas e superar-se a cada competição. Mas talvez o ingrediente secreto seja visível nas comemorações de cada título. Bernardo Paçó, escasso instante após defender o último penálti, apontou para o símbolo do Leão rampante e sorriu. Após tantos títulos, Bernardo Paçó festejou este como se tivesse sido o primeiro. A superioridade técnica dá vitórias. Aliada ao rigor táctico resulta em títulos. Mas anos e anos a ganhar só acontecem porque nunca damos nada por ganho e atiramo-nos a cada competição como se fosse a primeira vez que entramos na quadra. Tal como Bernardo Paçó nos mostrou nas suas celebrações.

Ainda não é no jornal desta semana que está o quadro com o resumo das entradas e saídas?

JORNAL SPORTING JÁ DISPONÍVEL

Por Sporting CP
07 Out, 2022

JORNAL SPORTING

Edição n.º 3892 nas bancas e em formato digital

Já saiu a mais recente edição do Jornal Sporting e o grande destaque na primeira página vai para a vitória na Supertaça da equipa feminina de rugby e para o atletismo Leonino que arrasou e venceu todas as categorias nos Nacionais de Estrada. Saiba tudo sobre estas conquistas e os seus protagonistas.

A seguir ao rescaldo da Assembleia Geral extraordinária da SAD, pode ler as crónicas dos embates da equipa principal de futebol frente ao Gil Vicente FC e ao Olympique de Marseille, bem como a do grande triunfo Leonino, em França, na UEFA Youth League.

Já nas modalidades, destaque ainda para os respectivos apuramentos europeus e vitórias no campeonato, quer do andebol, quer do basquetebol. Também o hóquei e futsal Leoninos venceram nas suas provas nacionais, enquanto o voleibol masculino conta com duas caras novas e o feminino conquistou o Troféu Stromp – completando o pleno das modalidades do Clube.

Por fim, José Pires, antigo andebolista verde e branco dos anos 80 e 90, é a Lenda a recordar na edição desta semana.

LEÕEZINHOS

Por Pedro Almeida Cabral
07 Out, 2022

OPINIÃO

De olhos fixos no presente, temos também de prestar atenção ao que será o futuro. Pode ser que tenhamos tido esta semana um vislumbre da próxima geração de talento a chegar à equipa sénior. A folgada vitória dos juniores do Sporting Clube de Portugal na Youth League, por seis golos sem resposta do Olympique de Marseille, deixa-nos a imaginar o que poderá ser a evolução de alguns destes Leõezinhos. É certo que esta competição tem características muito próprias. Os modelos de formação variam de país para país e os jogos nem sempre têm um ritmo competitivo aproximado ao escalão principal. Ainda assim, talento é talento. Quando existe em proporções generosas, há possibilidade de explodir. Mas vamos ao jogo.

Após um início mais físico em que os franceses ameaçaram e falharam inacreditavelmente um golo certo, a superioridade técnica Leonina impôs-se com naturalidade. Um fabuloso trabalho na ponta esquerda de Afono Moreira, que partiu os rins a um defesa gaulês, culminou com um toque subtil de Rodrigo Ribeiro que inaugurou o marcador. Seria novamente o ponta-de-lança Rodrigo Ribeiro a ser decisivo, com uma assistência para Samuel Justo, que marcou o segundo. Logo de seguida, o inevitável Rodrigo Ribeiro com um passe de calcanhar assistiu Mateus Fernandes para o terceiro. Na segunda parte, mais do mesmo. O Sporting CP não tirou o pé do acelerador e seguiu a grande velocidade, com mais três golos. O quarto teria novamente a assinatura de Rodrigo Ribeiro, numa cabeçada oportuna. Bem como o quinto golo, igualmente de cabeça. Aqui chegados, é tempo de balanço. O jovem jogador Sportinguista esteve, portanto, nos cinco golos, marcando três e assistindo para dois, não desperdiçando oportunidades. Segue na terceira posição dos melhores marcadores da prova e deixa belíssimas indicações que tem asas para voar mais alto. O resto do desafio ainda teve história. Houve tempo para mais um golo, desta feita de Afonso Moreira, com um remate colocado na grande área marselhesa. O jovem extremo a coroar também uma excelente exibição, iniciada com a magnífica assistência do primeiro golo. Porém, nem só de atacantes vive esta equipa. O nosso guarda-redes, Diego Callai, defendeu um penálti, deixando as nossas redes imaculadas numa tarde perfeita.

Seguimos em primeiro no nosso grupo com duas vitórias e um empate. Embora esteja ao nosso alcance, a qualificação não está garantida. Até agora, ficam sinais encorajadores de que podemos chegar longe na competição. Da nossa parte, devemos acompanhar, incentivar e apoiar estes Leõezinhos. Estou certo de que alguns deles irão dar-nos a satisfação de jogarem pela equipa principal no Estádio, sob ovação geral. E aí poderemos lembrar-nos como tudo começou, em jogos como este.

EM TODOS OS MOMENTOS

Por Juvenal Carvalho
07 Out, 2022

OPINIÃO

Numa semana em que tantos motivos tivemos para sorrir, não só no plano nacional, mas também internacional, com o basquetebol e o andebol a conseguirem o apuramento para a fase de grupos das competições europeias onde estão inseridos, com o râguebi feminino a conquistar a sua quarta Supertaça consecutiva, e ainda com o atletismo, nos dois géneros, a trazer para o Museu os títulos nacionais de estrada, os momentos menos bons também aconteceram. Isto do desporto tem coisas de difícil explicação. Claro que falo do jogo da Champions League em Marselha. Quando Trincão marcou cedo e Pote, pouco depois, poderia ter ampliado o marcador, estava no ar mais uma tarde que cairia para o Leão, mas eis que em pouco tempo, sendo isto um jogo colectivo onde os erros serão para serem assumidos por todos, Antonio Adán, um guarda-redes fantástico, e porque tenho memória lhe agradeço tanto, esteve num dia não. Foi até expulso ao minuto 23. Essa condição de ser humano e errar é intrínseca a todos. E ele é humano e um profissional de excelência. Que como humano jamais esquecerá este dia menos bom. Mas que terá que ser com o apoio de todos, como o fez, e com que propriedade, o nosso treinador ao afirmar na Conferência de Imprensa no pós-jogo ‘não preciso dizer nada ao Adán, ele já nos salvou tantas vezes’. Afinal tem estado em várias conquistas com mãos de ferro. Estarei sempre ao lado dele, como aliás de todos os outros. Ser do Sporting é estar em todos os momentos. E afinal, mesmo com este percalço, ainda estamos na liderança do grupo ao virar para a segunda volta.

Logo, desistir é para os fracos. E desses não reza a história neste grupo de trabalho de Rúben Amorim. Quarta-feira estaremos todos unos e indivisíveis. Só assim podemos seguir em frente. E eu, acredito muito que vamos seguir.

Mas como referi na entrada desta coluna de opinião, o Sporting CP é mais do que futebol, e a Europa também se rendeu ao poderio do Leão. No basquetebol, na FIBA Europe CUP ao derrotar, respectivamente, os alemães do BG Göttingen (84-83) e os belgas do Antwerp Giants (98-85), assegurando a presença na fase de grupos, e no andebol, ao afastar os dinamarqueses do Bjerringbro-Silkeborg com um agregado nas duas mãos (61-55), também continuam em prova. Em breve entrarão em acção o futsal, o voleibol, o hóquei em patins e o ténis de mesa. O objetivo é aumentar o número de 42 conquistas. E porque somos Sporting Clube de Portugal, tudo o que não seja sonhar com isso é pensar pequeno. Afinal, o nosso ADN é o de conquistas. E são possíveis. Claro que são!

Para o fim deixo a modalidade colectiva e individual que mais conquistas deu ao nosso Clube. Claro que falo no atletismo. Se em jeito de rescaldo de uma época agora terminada, no feminino, da pista ao crosse, passando pela estrada, foi alcançado o pleno de conquistas, no masculino está, quero acreditar, para breve o regresso aos títulos na pista, este ano já esteve por um fio, sendo que no crosse só um erro vergonhoso da organização nos impediu de ser campeões nacionais, e na estrada fomos mesmo campeões no passado domingo.

Falar de atletismo é falar de toda uma história de conquistas. Como nenhum outro.

HORA DE REFLECTIR… MAS DE TOCAR A UNIR

Por Juvenal Carvalho
14 Out, 2022

OPINIÃO

O rótulo de passar de bestiais a bestas é, desde sempre, recorrente no desporto, bem como o contrário. Afinal, sempre assim foi, não é de agora, e isso, porque o jogo é vivido intensamente a cada momento, até apimenta a clubite. Porque a paixão é tantas vezes irracional.

E é esta a verdade para a grande maioria dos adeptos, porque eles − eu também − o vivem sempre com a lógica da paixão, e onde tantas vezes prolifera o emocional, o que não tem, de forma alguma, de ser minimamente condenável.

É assim de todo o sempre. Assim será no futuro. É tanto isto que faz mover a paixão pelo Clube.

Eu, que não sou o pior dos pessimistas, e que tendo a ser calmo, também falo sozinho, dou palmadas nas cadeiras, chamo até nomes quando as coisas não correm bem, no fundo sou apenas mais um dos “irracionais” na vivência do nosso Sporting CP.

E se era em mais jovem, assim continuo. É sinal que o meu Sportinguismo continua exacerbado e imaculado.

Gosto de ver o nosso Clube, como todos vocês, ganhar sempre. É isso que nos move e é nisso que a cada jogo, independente da modalidade ou do adversário, acreditamos.

Na quarta-feira, confesso que esperava mais. Não o dizer seria contra a minha forma de estar. Fez-me até lembrar a Lei de Murphy a forma como decorreu a parte inicial do jogo, e não só, com os franceses. A repetir o ocorrido na semana anterior em terras gaulesas.

Escrevo ainda esta coluna de opinião a quente, logo triste com esta exibição, como com qualquer outra derrota do nosso Clube. Detesto ter este sentimento − pouco antes havia tido também no basquetebol − mas quero encontrar motivos para tentar ver coisas positivas numa derrota. Não quero passar paninhos quentes, mas quero acreditar em dias melhores. Será um chavão dizer que dias melhores virão? Que seja, mas eu acredito nisso.

Será outro chavão dizer que temos que levantar a cabeça? Que seja, mas tenho a profunda convicção que os rapazes assim o farão. Uma coisa sei e não é chavão algum. Quando as coisas correm menos bem, poderia até escrever sobre História Leonina − uma ‘praia’ que gosto tanto de abordar − e não dos resultados desportivos. Mas não. Apesar da minha ‘irracionalidade’, gosto demais do Sporting Clube de Portugal para o abandonar ou fugir do assunto nos maus momentos. Afinal, recordo-me tanto das palavras de um grande Leão, já falecido, que tantas vezes me dizia: ‘Somos do Sporting porque o amamos. Não pelos resultados do futebol. Porque se assim fosse não o seríamos’. Já agora, e para terminar, tentando ver algum positivismo num momento em que reafirmo estar a escrever a quente, e naturalmente desanimado. Ainda estamos em todas as disputas possíveis. Domingo há jogo para a Taça de Portugal, e é para ganhar.

A hora é de reflectir, mas sobretudo, e obrigatoriamente, de ter que tocar a unir.

JORNAL SPORTING JÁ DISPONÍVEL

Por Sporting CP
14 Out, 2022

JORNAL SPORTING

Em versão papel e em formato digital

Já está disponível, em versão papel e em formato digital, o Jornal Sporting desta semana. A edição 3893 do semanário verde e branco tem como principal destaque o Dia de Sporting, que se vai viver este sábado, 15 de Outubro.

É dia de Assembleia Geral, mas o Sporting Clube de Portugal preparou uma série de eventos para os Sportinguistas. O Jornal Sporting apresenta a síntese do Relatório e Contas que irá a votação.

No futebol, destaque para os jogos da equipa principal nos Açores e em Alvalade, diante do Olympique de Marseille, assim como para os jogos das equipas de formação nos últimos dias.

Nas modalidades de pavilhão o destaque vai para as vitórias das equipas principais de hóquei em patins, voleibol, hóquei em patins, andebol e basquetebol nos respectivos jogos do Campeonato Nacional. Destaque ainda, no hóquei em patins, para as seis caras novas da equipa feminina.

Nesta edição, o Jornal Sporting lança também o Mundial de Natação adaptada, que vai decorrer entre 15 e 23 de Outubro, em Albufeira. O Sporting CP vai estar representado por quatro atletas - Vicente Pereira, Diogo Matos, André Almeida e João Vaz.

A Lenda desta semana é Tomané Alves, antigo basquetebolista Leonino.

Estes e outros temas em mais uma edição do Jornal Sporting, que esta semana foi publicado e saiu para as bancas apenas na sexta-feira.

https://twitter.com/Sporting_CP/status/1580891355257401346?s=20&t=qOV2qgRFfnUWq9RP9vvlAw

TEMPOS ESTRANHOS

Por Juvenal Carvalho
20 Out, 2022

OPINIÃO

Escrevi aqui neste mesmo espaço a semana passada, após o jogo menos conseguido com o Marselha, entre outros, numa época completamente atípica, em que somámos a sexta derrota oficial em pouco mais de dois meses de competição, que o momento era de reflectir…, mas de tocar a unir.

E que o próximo jogo era para a Taça de Portugal, e que teríamos de o ganhar para darmos a volta por cima.

Pois bem, nada disso aconteceu. Antes pelo contrário. Ouvi a conferência de imprensa no pós-jogo de Rúben Amorim, que estava visivelmente agastado − como qualquer Sportinguista que se preze − e retive a afirmação de que não estamos a conseguir resolver os problemas dentro do próprio jogo, e falou ainda da nossa incapacidade latente para marcar golos, e para decidir bem, e que a culpa é dele. Gosto de quem assume, e gosto genuinamente do nosso treinador, essencialmente porque é alguém que, se mais provas precisasse em apenas duas épocas já ganhou quatro troféus, e um deles o Campeonato Nacional de 2020/21, depois de 19 anos de jejum, e a História não só não se apaga, como consigo ver ainda a luz ao fundo do túnel nesta época.

Com todo o respeito pelo Varzim SC, este histórico do futebol português está no terceiro escalão, e não é normal, longe disso, o Sporting CP ser eliminado desta forma. Dizer isto é tão óbvio que nem a minha condição de colunista do nosso jornal o inibe. Seria até falta de honestidade intelectual da minha parte, porque só sei escrever do nosso Clube emocionalmente, aligeirar este problema que o próprio treinador o assume.

Na vida a glória é tantas vezes efémera. No futebol essa é quase a cada jogada, quanto muito a cada jogo. Vivemos nas últimas duas épocas momentos particularmente felizes. Não sou favorável ao célebre ditado que o passado é museu. Não, esse não se apaga, e tivemos momentos fantásticos a fazer mesmo esquecer que infelizmente, nas últimas décadas, havíamos ganho muito menos do que o desejaríamos. Épocas houve em que os rivais falavam do nosso Natal de forma jocosa. Mas o registo tem sempre que ser mais o do passado recente, e acredito muito na volta por cima, e nunca o de voltar a tempos que queremos esquecer.

Ninguém, nem o Conselho Directivo nem o treinador, podem aligeirar − e não o irão fazer − o momento que é francamente negativo. Claro que algo está mal. Claro que não podemos, nem devemos fazer o papel de avestruz e enterrar a cabeça na areia. Ou mesmo querer tapar o sol com a peneira.

Sei que o grupo de trabalho está animicamente em baixo. É claro e notório. Quem mais do que eles quer dar a volta por cima. Quem mais do que eles deseja as vitórias.

Estará nas mãos − neste caso pés ou cabeça − deles, mas também de quem nos lidera, tanto na parte directiva como técnica, arranjar soluções em conjunto e ultrapassar este momento. Não quero(emos) voltar às décadas menos ganhadoras. Elas existiram. Por tudo isto, só podemos reagir… ou reagir. Já no próximo sábado, porque o tempo urge. E porque a esperança é verde, não pode morrer. Depois da tempestade terá que vir a bonança.

PS - Pior ainda foi ouvir no jogo de futsal do passado domingo, repetida e criminosamente, os adeptos do rival − claro que não todos, nem a sua maioria − a continuar a imitar os sons do very light da nossa tão triste recordação no Jamor em 1996. Ainda pior que qualquer derrota em campo. Até quando? O crime compensa?

JORNAL SPORTING JÁ DISPONÍVEL

Por Sporting CP
20 Out, 2022

JORNAL SPORTING

Em versão papel e em formato digital

Já está disponível, em versão papel e em formato digital, o Jornal Sporting desta semana. A edição 3894 do semanário verde e branco tem como principal destaque os quatro atletas do Sporting Clube de Portugal que brilham no Campeonato do Mundo de natação adaptada.

A prova decorre até dia 22 de Outubro, mas logo nos primeiros três dias Vicente Pereira, João Vaz, André Almeida e Diogo Matos conquistaram uma série de títulos e bateram vários recordes nacionais e mundiais.

Quanto ao futebol, além dos jogos dos últimos dias, tanto nas equipas seniores como nas de formação, destaque para a entrevista a João Couto, director-técnico da formação verde e branca: “Trabalhamos para o futebol que se vai jogar daqui a dez anos”.

Nesta edição, o Jornal Sporting – em conjunto com a Sporting TV também falou com o mesatenista Diogo Chen que está de regresso ao Clube e deixou clara a ambição que traz depois de ter jogado na Alemanha e em França: “O Sporting CP ensinou-nos a ganhar e não há outra hipótese”.

A Lenda desta semana é Orlando de Sá, guarda-redes da década de 50 do século passado.

Estes e outros temas para ler em mais uma edição do Jornal Sporting.

OS MENINOS ‘MADE IN SPORTING’

Por Juvenal Carvalho
28 Out, 2022

OPINIÃO

Londres, quarta-feira, 26 de Outubro de 2022.

Lembro esta data e local, não que o futebol jovem não tenha inúmeras datas marcantes, porque o Sporting Clube de Portugal tem dado ao longo da sua História tantos e tantos talentos ao mundo de futebol, que nem deveria constituir novidade alguma.

É até recorrente falar do nosso Clube e logo vir à baila o excelente trabalho, que é não só reconhecido pelos nossos rivais, que não o podem escamotear, bem como pelo scouting espalhado pelo mundo, que está atento ao desabrochar dos meninos da nossa ‘cantera’. Será até um caso raro a descoberta de tanto talento… talento esse que já deu dois melhores do mundo, Luís Figo e Cristiano Ronaldo, bem como muitos outros que atingiram igualmente o estrelato. Falar de Sporting CP é mesmo falar de uma “maternidade” de talentos sem fim.

E falei de Londres, porque na passada quarta-feira foi uma tarde/noite em que, como no fado de Carlos do Carmo, ‘Os Putos’, eles pareciam um bando de pardais à solta rumo à ribalta.

O meu almoço foi a degustar o talento da nossa equipa que participa na Youth League, e que assegurou, com uma vitória (1-2) a passagem à fase seguinte, desta competição, mas sobretudo porque se vê trabalho de casa e carradas de talento. De Diego Calai, na baliza, passando pela defesa e pelo meio-campo, onde Marco Cruz com dois ‘mísseis’ foi o homem do jogo, e ainda pelo ataque, onde ver Afonso Moreira faz-me voltar ao passado em que formámos extremos de classe. Como ver ainda Rodrigo Ribeiro − ambos com apenas 17 anos − me faz ter a esperança que está ali um ‘matador’ em embrião. Foi, e já que estou num paralelismo musical, recordo Chico Buarque, no seu ‘Foi bonita a festa, pá’.

E essa festa, feita de talento e esperança no futuro da formação, teve continuidade pela noite dentro. Também poderiam ter jogado na Youth League, mas feitos meninos crescidos, saltaram mesmo para a Champions League pela mão de Rúben Amorim, que mesmo ante o poderoso Tottenham, e num ambiente frenético como só em Inglaterra, não teve medo de apostar neles durante o jogo, tirando jogadores consagrados. Falo de Flávio Nazinho, Mateus Fernandes e Issahaku Fatawu − este uma ‘pérola’ ganesa descoberta recentemente em África.

Jogaram mesmo como gente grande, como o poderiam ter feito também Dário Essugo, que esteve no banco, bem como o catalão José Marsà.

Se na Youth League está resolvido, mas o objectivo é manter a liderança do grupo para chegar directamente aos oitavos-de-final, nos mais velhos, mas igualmente repleto de meninos, o objectivo é igual. Os mesmos ‘oitavos’.

Temos de continuar a formar e a criar hábitos de presença na ‘montra’ do futebol do Velho Continente. E se conseguirmos condimentar isso com a nossa ‘cantera’, com os tais meninos ‘made in Sporting’, o brilho é ainda maior. Uma coisa tenho a certeza, o caminho é com estes, e com o despontar de outros. É esta a nossa matriz desde há muitos anos. Claro que complementada com experiência, para que eles cresçam mais sustentadamente. Que na próxima terça-feira estejamos todos muito felizes. Bem o merecemos. Nós acreditamos em vocês. Nos bons, como também nos tempos estranhos que serviram de título à minha coluna de opinião da semana passada.

RAÇA DE LEÃO

Por Pedro Almeida Cabral
28 Out, 2022

OPINIÃO

As grandes equipas não se vêem quando ganham. As equipas que admiramos são aquelas que perante a adversidade lutam e deixam tudo em campo. O que mais tenho apreciado no nosso treinador é, justamente, essa capacidade de contornar obstáculos e, contra expectativas derrotistas, fazer regressar o bom futebol ao nosso onze. A seguir a um jogo azarado que nos custou a eliminação da Taça de Portugal e após dois jogos desafortunados contra uma equipa que todos subavaliaram, o Olympique de Marseille, poder-se-ia pensar que não haveria reacção. Mas não.

No sábado passado, recebemos o Casa Pia AC, e o que vimos foi um jogo à Sporting Clube de Portugal. Na primeira parte, embora tenha havido um turbilhão de oportunidades claras de golo, foram os gansos, como são conhecidos, que encostaram a bola nas nossas redes. Um golo fortuito e demasiado castigador para o futebol que estávamos a produzir. A segunda parte contou outra história. Rúben Amorim leu o jogo magistralmente e percebeu que Paulinho poderia ser a referência que faltava na grande área adversária. Dito e feito: em 120 segundos demos a volta, com uma cabeçada à ponta de lança de Paulinho e um portentoso remate de Nuno Santos. Escassos minutos depois, o penálti de Pote fechou a contagem. Nunca com Rúben Amorim se tinham marcado três golos tão rapidamente. Foi um Sporting CP de raiva que calou crítica avulsa e sem fundamento, até de alguns sectores do Estádio que, pela forma como assobiaram a equipa na primeira parte, mais pareciam desejar outro resultado.

E, na quarta-feira, o jogo grande da champions contra o Tottenham FC. O Sporting CP entrou destemido e com vontade de vencer, não se amedrontando pelo facto de a equipa inglesa seguir em terceiro na competitiva Premier League. Esta atitude em campo deu frutos tinha ainda decorrido pouco tempo de jogo. Edwards, com um remate surpresa, aproveitou o espaço disponível e corporizou a vantagem Leonina. A resistência durou quase até ao fim. Não fosse um pequeno deslize defensivo e teríamos saído de Londres com os merecidos três pontos. Destaque para a linha mais recuada, com Adán, Inácio, Coates e Matheus Reis a fazerem um grande jogo. E Ugarte e Paulinho a mostrarem a sua extrema importância no esquema táctico de Amorim. O empate a um golo faz com que só dependamos de nós para seguir em frente na prova.

Foi esta a raça de Leão que tivemos nestes dois jogos, deixando uma fase menos boa para trás. E é esta a raça de Leão que vamos mostrar nos próximos dois. Primeiro, contra o FC Arouca já amanhã e, depois, na terça-feira para o derradeiro desafio da fase de grupos da UEFA Champions League. A nós, Sócios e adeptos, só nos cabe apoiar esta equipa que, estou certo, vai continuar a reerguer-se e a lutar até ao fim por todos os títulos que ainda pode ganhar.

JORNAL SPORTING JÁ DISPONÍVEL

Por Sporting CP
28 Out, 2022

JORNAL SPORTING

Em versão papel e em formato digital

Já está disponível, em versão papel e em formato digital, o Jornal Sporting desta semana. A edição 3895 do semanário verde e branco destaca a união da equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal em busca do objectivo da qualificação para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

Os Leões de Rúben Amorim empataram a uma bola em casa do Tottenham HFC e precisam de apenas um ponto para seguir em frente na prova. O Jornal Sporting conta tudo sobre esse jogo, assim como do encontro com o Casa Pia AC.

Como habitualmente, a publicação Leonina recorda também os restantes jogos da formação e da equipa principal feminina. E, nesta edição, destaque ainda para as renovações dos jovens Leões: Diego Calai, Diogo Travassos, Mateus Fernandes e Afonso Moreira.

No futsal também houve renovações com a ‘prata da casa’: Tomás Paçó e Zicky Té renovaram a ligação ao Clube e apontam a novas conquistas.

Nas modalidades, destaque ainda para João Mansos que se sagrou Campeão Nacional absoluto de triatlo e para os Leões da natação adaptada que completaram a participação no Campeonato do Mundo de forma extraordinária e com uma série de títulos.

A Lenda desta semana é Margarida Lopes, mesatenista que nas décadas de 80 e 90 do século passado conquistou uma série de títulos.

Estes e outros temas para ler em mais uma edição do Jornal Sporting.

Raça de leão é não rasgar os bilhetes dos nossos jogos, principalmente aqueles que, simbolicamente, equivalem a títulos.