Futsal Masculino - Época 2026/2027

A gente está a borrifar-se quem é o nosso Presidente.

Não somos carneiros como os Andrades, que a perder faziam do Villas Broas um rapazote incapaz, mas a ganhar de qualquer maneira ou a qualquer custo é no novo Ayhatolah ou lá como se escreve.
Sucedendo ao Bufas.

Padrinho II
Em vez de Vito Corleone é o Miguelle Corleone.

Qualquer dia também os temos a eles no futsal.

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Sim mas devia haver limites.

Puxar cabelos tem uma moldura penal no desporto o dobro de soco.

Que fosse igual.

O Coelho era expulso, a gente tinha 2 minutos com 4 para 3 e não jogava o jogo seguinte.
E havendo mais jogos, ficaria ausente 2.
Pelas penas de puxar cabelo serem dobro de soco.

Assim como cortes com mão serem sempre amarelo.
Mas fingiram não ver.
3 lances de mão e mais 5 faltas após a 5a.

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Concordo. Equipas equivalem se e para sermos campeões no fim vamos precisar do “pormenor” Zicky …vamos precisar dele a 100% para (naturalmente) sermos campeões.

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A expulsão do Rocha não é defeito, é feitio mesmo, quando estava do outro lado também beneficiamos de mais do que uma expulsão dele…

Agora o que me dá cabo do sistema nervoso são as subidas tresloucadas do Bernardo.

Eu não percebo porque é que com o Rocha assim, não se aposta no Ruela. O que é o pior que pode acontecer? Ser tão mau como o Rocha?

O Erick faz muita falta…a nossa defesa está medonha porque quando o Tomás descansa não temos substituto.

Se havia algo que caracterizava o ND era defesa compacta e eficaz…perdeu-se isso

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Hoje o mister também dedicou o empate aos queixinhas?

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Desilusão.
Mas não nos podemos queixar de nada a não ser da nossa nabice a finalizar.

Igualdade no dérbi

Por Sporting CP
27 Set, 2026

Futsal

Leões do futsal empatam com SL Benfica (3-3)

A equipa de futsal do Sporting Clube de Portugal recebeu e empatou com o SL Benfica por 3-3, na tarde deste domingo, em jogo a contar para a terceira jornada da fase regular da Liga. Um resultado frustrante para os Leões, que somaram inúmeras oportunidades para vencer a partida, mas acabaram por mostrar alguma ineficácia na cara do golo.

Com Bernardo Paçó, Tomás Paçó, Bruno Maior, Wesley e Alex Merlim no cinco inicial, os Leões criaram a primeira oportunidade de golo aos três minutos: Rocha apareceu desde a direita, ‘cortou’ para o meio e rematou para desvio oportuno da defensiva visitante.

Com o avançar do cronómetro, e após um período de maior encaixe inicial, os Leões iam ocupando de forma cada vez mais dominante o meio-campo adversário e o primeiro golo acabou por surgir, assim, com alguma naturalidade. Aos quatro minutos, Alex Merlim assumiu um livre desde a esquerda que Léo Gugiel defendeu para canto; na sua marcação, o ‘Mago’ serviu Diogo Santos e o camisola 7 encheu o pé, à entrada da área, para fazer o 1-0.

A resposta encarnada chegou, porém, logo depois: ainda no mesmo minuto, Silvestre Ferreira apareceu solto na zona central e, com um forte remate, igualou as contas de um dérbi, como sempre, e como esperado, intenso e dividido.

Com ataque cá, ataque lá, e as bancadas do Pavilhão João Rocha a vibrar, sucederam-se as ocasiões. Aos 6’, Bernardo Paçó agigantou-se e, com uma dupla intervenção, impediu a reviravolta encarnada. Já na resposta, foi Leo Gugiel a travar as intenções de Tomás Paçó. Pouco depois, no equador da primeira parte, Wesley, sozinho no meio, rematou a centímetros do poste da baliza encarnada e depois foi Rocha, de baliza aberta e com algum azar à mistura, a desperdiçar uma assistência com selo de golo de Felipe Rufino.

O Sporting CP parecia novamente mais dominante, e apostando sobretudo no jogo de pivô, conquistou uma grande penalidade aos 11 minutos, após mão de Silvestre Ferreira na área. Bruno Pinto mostrou, contudo, demasiada pontaria e acertou com estrondo na barra da baliza defendida – então – por André Correia.

Apesar da contrariedade, os Leões mantiveram a toada dominante e Bernardo Paçó começou a aparecer em zonas cada vez mais subidas. Foi numa dessas ocasiões, aos 15’, que o guardião verde e branco obrigou Léo Gugiel a mais uma importante defesa. Um minuto depois, também Bruno Pinto, descaído para a direita, testou os reflexos do guarda-redes do SL Benfica - que voltou a levar a melhor.

A eficácia, ou falta dela, ia-se assim revelando decisiva para o desfecho do jogo e, aos 18’, também Rúben Teixeira, isolado numa transição rápida, e Bruno Maior, na ressaca, voltaram a desperdiçar uma boa ocasião perante a ‘muralha’ Léo Gugiel; em situação de 2 para 1, nem um nem outro conseguiram desfazer o nulo com que as equipas acabaram a descer aos balneários.

Os segundos 20 minutos antecipavam-se, por isso, tão intensos quanto os primeiros, e as expectativas dos amantes de futsal não saíram defraudadas: ainda aos 21’, Bernardo Paçó evitou o segundo golo encarnado, e, aos 22’, voltou a desviar com o pé mais um remate de Cléber Souza. Pelo meio, Diogo Santos rematara às malhas laterais, criando um momentâneo ‘frisson’ nas bancadas.

Aos 24’, Wesley e Bruno Pinto protagonizaram um lance caricato, mas exemplificativo, da falta de sorte verde e branca: o brasileiro galgou terreno e, numa excelente jogada individual, rematou forte à baliza encarnada. A bola, caprichosa, embateu no pé do português, que, em cima da linha de golo, acabou por cortar inadvertidamente um golo certo.

O jogo abriu e, do outro lado da quadra, também Tchuda acertou nos ferros, aparecendo ‘na cara’ de Bernardo Paçó. O SL Benfica chegaria, porém, ao golo logo depois. Aos 26’, Bernardo Paçó subiu uma vez mais no terreno, mas os encarnados pressionaram em zona alta, recuperaram a posse e Edmilson Kutchy finalizou, com natural facilidade, uma rápida transição.

Com os Leões agora à procura do empate, Léo Gugiel assumia-se, cada vez mais, a grande figura do encontro. O guardião das águias, que, com mais duas defesas de altíssimo nível, voltou a negar a festa a Diogo Santos e a Bernardo Paçó, não conseguiu, porém, evitar o autogolo de Carlos Monteiro aos 28’: Alex Merlim bateu um canto fortíssimo desde a direita e a bola desviou no jogador encarnado, selando o 2-2.

O 3-2 chegou dois minutos depois, para delírio dos adeptos verdes e brancos. E que golaço! Wesley recuperou a bola em zona central e, ainda em desequilíbrio, avançou na quadra, disparando uma ‘bomba’ imparável para colocar o Sporting CP nova, e justamente, na frente.

Com sete minutos por jogar, os Leões continuaram pressionantes, à procura de dilatar a vantagem, mas esbarraram, agora, em André Correia. Com duas magníficas defesas consecutivas, o guardião encarnado negou o golo a Tomás Paçó e a Rocha, prolongando a indefinição no resultado.

Quem não marca, sofre, já avisa a sabedoria popular, e Cléber Souza comprovou-o ainda no mesmo minuto, após uma boa condução individual de Edmilson Kutchy.

Com tudo novamente empatado, o Sporting CP sofreu nova contrariedade aos 36’, quando Rocha foi expulso por acumulação de amarelos. A jogar com menos uma unidade durante dois minutos, os Leões mostraram uma enorme capacidade de sofrimento, segurando o resultado, e já de igual para igual, projectaram-se para o ataque. Aos 39’, Felipe Rufino tentou servir Felipe Valério, mas com demasiada força, e, a 23 segundos do fim, Alex Merlim quase fazia o 4-3, mas o remate saiu a milímetros do poste direito da baliza encarnada.

Contas feitas, igualdade no dérbi, num jogo onde o Sporting CP tudo fez para conquistar os três pontos, mas encontrou pela frente um enorme Léo Gugiel. Os Leões focam-se agora na visita ao Eléctrico FC, agendado para o próximo domingo, dia 4 de Outubro.

Sporting CP: Rafael Ruela, Tomás Paçó, Diogo Santos, Wesley, Rúben Teixeira, Tiaguinho, Felipe Valério, Bernardo Paçó [GR], Bruno Pinto, Alex Merlim [C], Felipe Rufino, Bruno Maior, Rocha e Oleksandr Sukhov [GR]. Treinador: Nuno Dias. Disciplina: cartão amarelo para Rúben Teixeira (18’), Rocha (19’), Bruno Maior (29’), Rocha (36’); cartão vermelho para Rocha (36’).

Nuno Dias: “O Sporting CP perde dois pontos”

Por Sporting CP
27 Set, 2026

Futsal

Técnico lamentou falta de eficácia no dérbi (3-3)

Em conferência de imprensa após o final da partida, Nuno Dias mostrou-se frustrado com o resultado e sublinhou que “o jogo é de um desequilíbrio enorme”, decidido sobretudo pela falta de eficácia verde e branca. Contudo, frisou, o técnico está “bastante satisfeito” com a prestação da equipa naquilo que já se leva da temporada 2026/2027.

Falta de eficácia é decisiva para o empate?
"Este jogo, comparado com o da Supertaça é de um desequilíbrio enorme. O Sporting CP vence a Supertaça num jogo equilibrado, com oportunidades de parte a parte. Hoje não. O número de oportunidades que o Sporting CP criou foram bastantes. Falo de oportunidades claras: contra o guarda-redes, às vezes dois, o penálti, lances em que a bola passa debaixo do pé ao segundo poste… mas o que fica para a história é o resultado, 3-3.

O Sporting CP perde hoje dois pontos que poderiam ter ido conquistados se tivéssemos sido mais eficazes. Umas vezes teve a ver com erros nossos, outras vezes com mérito de quem defendeu, tanto o Léo [Gugiel] como o André [Correia], mas o que fica mesmo é o resultado e sinto que perdemos dois pontos num jogo que, comparado com o da Supertaça, é bem mais desequilibrado."

Análise à prestação dos pivôs
“Tanto o Rocha como o Felipe Rufino estiveram bastante bem. Criaram dificuldade nos fixos do SL Benfica, criaram chances, criaram chances para os colegas. Acho que fizeram um belíssimo jogo. Aliás, acho que o Sporting CP fez um belíssimo jogo e não tenho nada a apontar à forma como os meus jogadores foram atrás do resultado, como quiseram sempre mais, como procuraram e conseguiram criar oportunidades. Estiveram todos muito bem. Nada a apontar à qualidade, à entrega e à atitude, que foi a mais correcta sempre.”

Reacção à inferioridade numérica
“O normal no futsal é haver golo numa situação de 4 contra 3. O mais usual e frequente é a equipa em desvantagem sofrer, mas, felizmente, defendemos muito bem essa situação. Mesmo nessa altura, não me recordo de nenhuma grande chance do SL Benfica. Lateralizaram e tentaram encontrar vantagens e superioridades, mas nós conseguimos sempre organizar-nos e equilibrar. Estamos a falar de uma altura do jogo onde o cansaço já se fazia sentir bastante e não permitir que o SL Benfica conseguisse sequer finalizar foi extraordinário. Por outro lado, seria uma injustiça enorme se sofrêssemos golo nessa altura.”

Balanço da temporada até ao momento
"A equipa teve um jogo menos bem conseguido com o Portimonense SC, na primeira jornada, depois de ter vencido a Supertaça. Sabemos que, após um troféu, há sempre algum relaxo. Não queremos, fazemos tudo para que não aconteça, mas acontece. Mas, tirando esse jogo, estou bastante satisfeito. A equipa está muito bem, mesmo com algumas ausências, e tem feito jogos extraordinários. Fez um grande jogo contra a AD Fundão, contra o FC Famalicão, e fez um grande jogo hoje, novamente.

Já jogámos quatro jogos, um jogo antecipado, e estou bastante satisfeito com a prestação da equipa."

Condição física dos lesionados
“O Zicky [Té] foi operado ao joelho e contamos que em Janeiro esteja a jogar. Com o Erick [Mendonça] e o [Iván] Chishkala, penso que seja uma questão de - pouco - tempo. Acredito que comecem a treinar muito rapidamente.”

Adaptação de Rúben Teixeira e Felipe Rufino
"O Rúben era um jogador emprestado e, até antes disso, chegou a fazer uma pré-época no Sporting CP. É um jogador integrado. Não tínhamos dúvidas nenhumas quanto à facilidade com que iria encaixar na nossa forma de jogar. Não há qualquer surpresa quanto ao que ele nos podia apresentar.

O Rufino é um miúdo de 20 anos, que joga pela primeira vez fora do Brasil, e que antes jogou meio ano na equipa principal do Joinville EC. Se com jogadores experientes - e tivemos aqui e pela Europa fora muitos casos de demora na adaptação à intensidade do modelo jogo e do treino, que são diferentes - sabemos que é difícil, é-o principalmente para um miúdo que é profissional a este nível há apenas meio ano.

Agora, para mim, está a ser surpresa pela forma rápida como se está a conseguir encaixar. Não é normal um miúdo com a idade dele, com o tempo que tem de Europa, de Sporting CP e de profissional, estar a jogar da maneira que está a jogar connosco ao fim de oito semanas. É uma surpresa pela positiva. Acreditamos muito nele, mas achávamos que ia demorar mais algum tempo a adaptar-se. Está a ser muito mais rápido. Ainda bem para nós e ainda bem para ele."

Caro Leão,

Não sei porque (ainda) não ouvi as declarações, fui comer uma fartura assim que o jogo acabou :lion:

Há muito para trabalhar, melhorar. Vejo um Sporting brilhante na frente, com acrescento ao plantel muito bom e a partir daqui vamos ser ainda mais fortes.

Elogios muito merecidos do ND ao Rufino. O rapaz não sentiu qualquer peso do futsal europeu e de jogar no campeão europeu

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excelente jogo nosso mas ainda nos falta aquele apoio com tínhamos antigamente e que outro clube da segunda circular neste momento tem

Eu acho que antes contratávamos os melhores jogadores e agora arranjamos desculpas para a incompetência de quem tem essa responsabilidade.

Os jogadores chegam a conta gotas e nem sempre com a qualidade que deveriam ter.

Sem dúvida que o Rufino está a superar todas as expectativas, grande arranque.
Não acreditava que conseguisse acrescentar tão rapidamente

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Podem dizer o que disserem, mas este panelas é de longe o mais fraco dos últimos anos.

E não há nada que justifique um festival de golos falhados da nossa parte.

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Fizeste bem :+1:t2:

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Se pensarmos que só aconteceu porque falhou aquele negócio com o marroquino..

Obrigado Deuses do Futsal :folded_hands:t2::raising_hands:t2:

Está a comprovar, que quando é necessário pagar uma cláusula, é necessário pagar uma cláusula.

Eles estão a jogar as fichas todas na 2a volta.

Faltam elementos que vão acabar a época e é nisso que eles estão a fazer fé.

Nós tivemos a oportunidade de “matar” o Benfica e passarmos a ser favoritos mas NÃO CONSEGUIMOS.

Falar em plantéis disponíveis é uma não questão. Eles tinham muitos indisponíveis mas o Sporting jogou sem Erick, Chishkala e Zicky.

São só 3 dos 5 melhores jogadores do Sporting.