Ouvi o podcast todo, é sempre bom tentar perceber o nosso clube através de quem lá esteve. Mais uma vez estou de acordo com muitas coisas que a Mariana disse sobretudo sobre a diferença entre a realidade portuguesa e a dos EUA, é tão evidente.
Aqui neste tópico do fórum já sabem que sempre defendi a Mariana, porque gostava da forma como montava as equipas em campo e também pela postura “activista” que sempre teve pelo desporto no feminino a partir do meu clube. Mas a cada entrevista da Mariana convenço-me cada vez mais que ela andou estes anos todos no Sporting e não percebeu o que é estar num clube como o Sporting, independentemente de todos os entraves de um país que não leva/levava o desporto no feminino a sério acho que a Mariana não percebeu que o património mais importante do clube para além de um grupo de jogadoras unido (isso ela conseguiu em parte) é o próprio clube e são os adeptos!!!. A Mariana nunca colocou o clube à frente dos seus próprios “interesses”. Quando lhe perguntaram sobre o que a marcou nos 3,5 anos na equipa principal destacou a saída da Andreia Jacinto e pela negativa o empate com o Lank e Damaiense. Tive pena que a jornalista não tenha tentado aprofundar esse empate com o Lank que ajudou a perder um campeonato. Culpa própria aparentemente zero!
Percebo o recentimento dela quando diz “parece que temos que estar sempre a agradecer” por estarem a ocupar o espaço que era exclusivo dos homens mas por outro lado não entendeu o que até a Patão percebeu logo que é a ligação que tem que existir entre os adeptos e as equipas das cores que defendem, a familia é o clube… e não deve ser só o grupo restrito de jogadoras e staff. Eu detesto juras de amor ao clube porque isso não vale nada ( Borges, Diana, etc ) mas parece que foi sempre uma treinadora desligada e acima do clube e isso pouco ou nada contribuiu para uma união ainda maior da secção. Por muita razão que a MC tenha tido no caso do atraso na operação da Joana Martins por exemplo, tinha que ter sido tratado internamente e não fazer de uma conferência de imprensa de um jogo importante o local para a sua própria afirmação. Uma pena.
Em relação à GR, o estar no Bayern B, não quer dizer nada. Na Alemanha, fazem aquilo que eu defendo. Quem não joga na equipa principal, joga na B, para poder estar em condições se necessário. Quando a Maria Ghors, esteve doente, tanto podia ser a Wellman, como a Mahmutovic, que dividiam a B. Entrou a Mahmutovic, cumpriu e ficou até voltar a Maria Ghors. Ser suplente no Bayern, não quer dizer nada. Não se chega lá sem qualidade. A Cecília Runarsdottir, teve menos jogos que a Anna Wellman a época passada, esta época saiu para o Inter de Milão, e além de ser a menos batida, foi considerada a melhor GR da Itália. A GR titular da Nova Zelândia, também jogou menos que ela.
sim certo, mas também por isso o Sporting e a academia não deixam de ficar mal na fotografia. Supostamente existe um processo comum que devia ser transversal e se calhar afinal não é, já nem digo em relação ao plantel principal masculino mas nos restantes escalões de formação masculinos e femininos, até porque segundo ela no inicio do projecto a equipa principal feminina teve as condições de uma equipa de formação, apenas. E pelo que ela disse na entrevista o que está a impressionar mais nos EUA é a diferença da capacidade fisica das jogadoras que por lá andam em relação às nossas. Claro que tendo sido ela a treinadora principal tem culpa se nunca deu prioridade a essa componente do treino.
Está aqui gente tão revoltada que parece que é mais importante esta woke ter razão do que o Sporting.
Que há coisas que têm de ser melhor isso é óbvio, agora o sumo da entrevista é o tratamento do clube em relação ao futebol feminino e devo dizer que ela vá para o ■■■■■■■
Uma coisa é incompetência, outra é o clube desprezar as profissionais
Isso é conversa de tasca, de lampião com falta de dentes, com compota de ■■■■■■ bem servida regada a vinho do pacote
Poderá haver diz que disse. Ou saírem noticias de que. Mas oficialmente, muito difícilmente o Sporting se irá pronunciar acerca de reforços nas próximas duas semanas. Tivemos o exemplo da época passada e dos três principais reforços. Telma, Beatriz e Geórgia. Assinaram muito antes e inclusive a Telma e a Beatriz, foram faladas muito antes, mas só foram anunciadas já depois de terminarem contrato. É claro, que há exceções como a Anna Wellman e a Daniela Arques, que já se despediram dos clubes e poderão ser apresentadas a qualquer momento. Mas por norma, não se apresentam jogadoras ainda com vínculo.
pronto… enquanto o Sporting não apresenta ninguém e como isto aqui está tudo um bocado desanimado deixo aqui o nome de uma jogadora americana (ex U15 EUA) que acredito pode muito bem ser um dos reforços deste verão para colmatar a saída da Jacynta e para compensar paragem forçada da Miri, quem sabe…
Maggie Cagle 21a média ala ofensiva número 10.
Agora o Zerozero, o Record, a RR e aBorla que façam o seu trabalho e investiguem se há essa possibilidade ou não.
Encontrei aqui os highlights de um jogo dessa equipa onde joga a [10] Maggie Cagle contra a equipa do Notre Dame (Azuis) onde joga a Canadiana de ascendência Nigeriana, [7]Annabelle Chukwu,18a e que é a capitã da Seleção Sub-20 do Canada, onde também joga a leoa Jeneva Gray, 18a e onde até há alguns meses ainda jogou a Olivia Smith, 20a, e por isso mesmo estou certo que ela estará já muito bem referenciada pela estrutura, mas não faço a mínima ideia se estará sequer a ser equacionada para vir esta época, mas pela minha lógica, a vir agora uma próxima jogadora daquela Seleção, seguindo-se aquela regra de ter 18a, para se poder tornar FL na próxima época, tentaria que fosse ela.
Nota: Por acaso até marca o único golo desta partida.
A Annabelle Chukwu,18a detém um recorde de 39 golos em 42 jogos pelos escalões jovens dos Sub‑15 a Sub‑20 do Canadá, tendo superado o anterior recorde que era da lendária Christine Sinclair (recorde mundial sénior fem. e masc. 190 em 331) desde 2002, com 27 em 19, sendo a Olivia Smith, 20a a 3ª maior goleadora com 26 em 28.