Futebol Feminino - Época 2022/2023

Mas o grande problema do Sporting, é que muita gente vive é em função do Benfica. A liga tem 22 jornadas e em duas tens gente que nunca pôs aqui os pés a comentar. Na Taça e na Taça da Liga, para muitos só contou um jogo. Os índices físicos têm que subir. Em relação à parte física. Eu acredito, que a Scarpeli está a ser trabalhada nos treinos para na época que vem jogar a 6. O nosso ponto fraco é a diferença física a meio campo. Este ano, o nosso trio de meio campo mais utilizado, Cláudia, Brenda e Joana, tinham uma média de 1,58 e 48 kg. Isto contra o meio campo mais utilizado do Benfica, 1,69 e 59 kg e do Braga, 1,70, e 60 kg. Se por exemplo, o nosso meio campo fosse Scarpelli, Maiara e Cláudia, teríamos 1,72 e 59 kg.

Tens € para a ir buscar?

Pois… Se não tens, concentra-te no óbvio.

não precisas de ir buscar nenhuma Aitana, mas podes tentar criar uma a partir da formação, que foi o que o Barcelona fez de resto. Não vou dizer que concordo ou não mas segundo quem está no Sporting parece ser assim que pensa.

O que eles se calhar não conseguem ver é que isso só poderá funcionar se as condições à volta dessa jogadora forem também elas de excelência - campeonato, colegas de trabalho, entidade patronal e clubes adversários.

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Lá vai o Braga fazer um investimento forte para lutar contra a formação do Sporting.

A questão é, achas mesmo que vão reter mais a frente as miúdas que tiverem qualidade superlativa?

Estão a apostar na formação porque lhes custa menos €

Quando tiverem que se chegar a frente é vê las sair para fora ou para o outro lado como saiu a outra que andava a fazer penaltis e que agora joga nas lamps

Cabral e Patão foram “separadas à nascença”. Mesma escola, mesmas ideias de jogo, mesma incompetência. Por isso, ainda vamos ganhando um ou outro derby.

Quanto à preparação física: o benfas foi buscar o deles a Inglaterra, ao Brighton. O nosso veio do Vilaverdense…

https://www.zerozero.pt/coach.php?id=48732

https://www.zerozero.pt/coach.php?id=28461

A qualidade faz diferença, mas a estratégia também é muito importante, tendo em conta as diferenças entre as equipas mesmo que as mesmas tenham vindo a baixar.
Não se pode jogar da mesma maneira quando se defronta uma equipa do fundo da tabela e quando se defronta o benfica ou o braga.
Um clube como o Sporting não pode entrar nas competições só para competir, ou para ser “diferente”, tem que entrar para ganhar, tem que haver um espírito competitivo muito forte, e este tem que vir desde do topo da pirâmide.

Talvez. Reparei que a página oficial a começou a seguir. E como não a conhecia, resolvi perguntar.

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Ai não concordo contigo. O futebol do Sporting, é a posse, o ataque apoiado de passe de pé para pé. O do Benfica é a pressão, soltar rápido e o Kick and Rush, tipico britânico.

Independentemente de se poder discutir a questão da altura e do peso (também poderíamos dar o exemplo da Brenda onde essa diferença não se nota) acho que a questão é a falta de evolução. Por exemplo, atletas como a Joana Martins e a Ana Teles (cujo talento é evidente) deveriam estar fisicamente diferentes do que se encontravam há 2 ou 3 anos atrás. Qualquer pessoa vê isso, o treinador também. Então porque não aconteceu?
Acho que esse aspeto não pode ser só uma preocupação do preparador físico. Há técnicos para o treino de força e nutricionistas para desenvolverem esse trabalho (que é notório na equipa B masculina, por exemplo), mas para isso alguém tem que querer…

Já disse aqui que tem a ver com o modelo de treino…

O preparador físico não pode passar por cima do planeamento da treinadora…

Mal comparado. É tipo no futebol de formação. Até aos iniciados, a preparação física é feita de forma forma integrada em exercícios com bola. Em juvenis e juniores já é trabalhada a endurance e resistência física. No nosso caso parece que estamos mais na primeira situação.
Como já disse anteriormente. Não vou comparar o trabalho físico do período Nuno Cristóvão com os outros. Nessa altura éramos nós e o Braga. Nós ganhamos 2 campeonatos com 2 empates, assim como o Braga, apenas tendo o Braga tido uma derrota connosco e no ano do título do Braga, foi o inverso. Os terceiros classificados ficaram sempre a 12 pontos do segundo.
Quando entrou o Benfica e o Famalicão, no período de Susana Cova, a preparação física aí já tinha mais importância. Já era preciso mais intensidade. E em termos físicos não falhamos. Com a Mariana passamos a contar também com o Damaiense e o Lank e quando seria necessária uma dinâmica e preparação física forte é quando parece que regredimos nesse campo. E aí vem se calhar o ponto a que te referes. O chefe de equipa. Possivelmente, uma professora de EF, que o seu trabalho no dia a dia é o aperfeiçoamento da parte física do corpo humano tem uma visão de trabalho diferente de uma jornalista que tem um curso de treinador.

A preparação física que eu falo é diferenciada da normal preparação no campo.
Trata-se de envolver a atleta num objetivo e trabalhá-la para atingir indicadores (massa muscular, massa gorda,….) que melhorem a sua performance enquanto jogadora de futebol, prescrevendo-lhe trabalho específico de ginásio e acompanhamento nutricional.
Temos o Francisco Tavares que é um dos melhores do mundo no treino de força e bons nutricionistas também não faltam.

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Não vou voltar a dizer o mesmo

Cada um acredita no que quiser

Da minha parte estou bem informado do que lá se passa

Bora lá 4 dias a Paris🤣

pois, provavelmente não, mas isso sabemos que é um problema transversal ao futebol todo em Portugal, não é só no Sporting, no feminino isto vai piorar se não conseguirmos subir no ranking, por exemplo. O benfica ganhou estes campeonatos por ter segurado a Cloe, a Ana Vitória e a Pauleta que por sua vez só ficaram porque tiveram UWCL …mas pouco ou nada teve a haver com a rainha da CS - Kika, “formada” lá.

Parece evidente que a estratégia da nossa direcção tem sido gastar o menos possível. Gostava de acreditar que foi uma coisa pensada (muitas dúvidas!!) e que agora sim será para investir e tentar voltar a ganhar o campeonato.

Rute Costa eleita melhor guarda redes da Liga. Por acaso acho que a americana que costuma ficar no banco é superior.
Já nem falo da Seabert…

O título do prémio é infeliz. “Menos batida” não equivale necessáriamente a “melhor”.

Mas não resististe a mandar a laracha, mesmo que com esse sofisma contribuas para desinformar os menos atentos.

Para esta decisão, foi tida em conta a melhor média de golos sofridos, ou seja, a guarda-redes que esteve mais tempo sem ver a sua baliza sofrer golos, sendo que foram apenas consideradas as jogadoras que cumpriram pelo menos metade dos jogos do campeonato (11).

Rute Costa cumpriu 1260 minutos, sofrendo 6 golos em 14 jogos, o que se traduz numa média de 0,43 golos sofridos por jogo. Em segundo lugar ficou Hannah Seabert, do Sporting, com 13 golos sofridos em 19 jogos, num total de 1710 minutos, o que dá uma média de 0,68 golos sofridos por jogo.

A título de exemplo:

E é isto. Enquanto uns brincam ao “mais com menos”, outros…