Trincao nos grandes jogos desaparece como sempre
E fomos torrar 11M por mais 50% do passe.
Negócio que deve ter dado jeito a muita gente, ao Sporting é que não foi.
Desculpem lá mas um atacante que só consiga render de um lado nunca poderá ser considerada estrela. Esperto é ele, sabe que o que tem aqui é imprescindível porque não tem estaleca para mais.
Mais do que isso, um jogador que nunca aparece nos jogos difíceis, nunca na vida pode ser considerado “estrela”.
Safa-se contra os mancos… o nível aumenta, e ele nunca consegue acompanhar.
Nos 10 minutos que jogou na direita fez mais do que nos restantes 80 e poucos minutos.
Não pode jogar na esquerda. E o Pote também não, portanto há aqui um problema. Até porque o Geny está num bom momento e o LG também é centro direita.
A brincar a brincar agora perto do fim esteve com a bola no pé praí uns 20 segundos… PQP…
Passou ao lado do jogo, numa posição escondido do jogo, ninguém entende a decisão do treinador.
Até começou bem. Parecia confiante, mas depressa caiu no habitual, nestes jogos. Isso de jogar à esquerda ser motivo para não jogar um ■■■■■■■, parece-me fraca desculpa. Pode não dar para render a top, mas dá para render decentemente.
Mas 10 também não dá.
O Trincão tem capacidade para ter bola mas não é colado a linha que vai criar desequilíbrios.
Mas ele não precisa de jogar colado à linha para jogar na esquerda, o Pote jogou lá durante anos e sempre foi um jogador interior no ataque.
Mas consegue gerir a posse de bola, pelo menos, não? Deve dar para permitir que o Maxi suba. E isso aconteceu apenas umas duas vezes. O Trincão tem que valer mais do que os dribles que saem, mas não saem sempre que ele quer. A idade que ele tem, a habilidade que ele tem…fdx, até a central ele tem que jogar mais do que jogou hoje a médio esquerdo. Não se pode esconder do jogo. Tem que querer bola, tem que se mostrar, tem que ser líder.
Nestes jogos, fica Francisco Conão
Na esquerda, uma nulidade. Não se entendeu a ideia do Borges aqui, algo que já todos sabíamos. Parece que gostamos de nos auto sabotar com estas decisões tácticas sem sentido. De qualquer forma o Trincão tem muitas vezes a tendência de desaparecer nestes jogos grandes.
O habitual zero nestes jogos. Mas depois lá acerta um remate ou uma finta e é o maior e merece o balúrdio que custou e que lhe pagamos.
Tenho pena, acho que não consegue sobressair com a estratégia que estava montada. Jogámos sem ter em atenção as suas mais valias - nem as do Pote e do Suárez.
No fundo, acho que não houve coragem de jogarmos o nosso jogo, foi jogar para primeiro que tudo não perder. Inaceitável. Temos melhores jogadores, temos que ir para ganhar.
Mas foi quem pegou na equipa na reta final
Completamente sonegado pelo treinador ao colocá-lo na esquerda, apareceu onde devia ter jogado. Foi um dos que pegou na equipa no final do jogo.