Eu ainda há dias disse que sou 100% a favor de inovações, porque a F1 é inovação. Por mais nostalgia que a malta sinta do passado, e eu também a sinto, a F1 não é uma modalidade retro, ou vintage.
No entanto, também ressalvei uma coisa: deve-se inovar, garantindo a segurança acima de tudo, porque é uma modalidade extrema, em que já morreu muita gente, e muita gente foi incapacitada ou ferida com gravidade. E, quando vejo pilotos a alertar que os carros não são seguros, há uma bandeira vermelha que deveria ser abanada.
Isso claro que sim. E o super clipping além de ir contra o espírito do desporto, do “correr” realmente, é super perigoso.
Agora, os engenheiros e equipa do Hywel Thomas descobrem um loophole nas regras e é o caos. A choradeira da taxa de compressão é que é contra o espírito da F1.
Não é ilegal mas não era esse o espírito da regra. Claro que encontraram uma forma de contornar a coisa e estão a explora-la bem.
Para mim o grande problema é mesmo os 50/50. Já em termos conceptuais era absurdo. Depois de ver o que se passou neste fim de semana é óbvio que terão que alterar a regra. Façam 70/30 que evitam toda a confusão
O Lando só se queixa por ter um carro inferior aos outros, pois na pré-temporada criticou as críticas que o Max andava a fazer, até o aconselhou a ir embora. Coerência zero. O mesmo se aplica ao Russell, quando, e se acontecer, tiver um carro inferior ou ao nível dos outros, vai se queixar. O Max tem sido o único coerente nas críticas e há muitos meses.
Também o Perez se queixou, diz ter dificuldades em gerir a parte elétrica, quando carrega, quando descarrega, afirmou que a F1 hoje é distinta da F1 que ele estava acostumado.
É normal as críticas, com o passar do tempo, mais adaptados, os carros mais eficientes, haverá por certo uma maior aceitação.
A Mercedes fez mais de 40 voltas com pneus duros, a Ferrari com melhores pneus nunca lhes ganhou tempo. É bem mais que o motor, eles conseguiram ter ali um carro eficiente entre motor, gestão da componente elétrica e aerodinâmica. Se forem competentes nas retas, nunca vão ter concorrência pois aí é que parece estar o grande problema destes novos carros.
Em Shangai, com uma reta bem grande, dois carros bem próximos, se o da frente ficar sem parte elétrica, quem vem atrás pode se enfiar na traseira sem chance de se desviar a tempo. Isto é um problema ao nível da segurança. Btw.. aconteceu no Bahrein entre o Bottas e alguém da RB, o Cadillac quase parou..
A Ferrari vai levar para lá a asa traseira (Macarena) para ver se consegue reduzir um pouco essa diferença. Se por acaso correr bem, até acredito que consigam aproximar-se.
Mas fala-se que depois do GP China vão existir alterações nos regulamentos para minimizar a utilização da energia elétrica.
Mercedes a passear na qualificação para a Sprint, inclusive com os McLaren e um Alpine (também Mercedes) a intrometerem-se no meio dos Ferrari, e a ficarem à frente dos Red Bull. E novidades?
Até acredito que com o andamento da época a McLaren e a Ferrari se aproximem. a McLaren quando compreender melhor como funciona o motor Mercedes vai estar próximo, a Ferrari tem algumas inovações no chassis e na asa que, se acertarem, vai colocar-lhes mais perto.
O gap na corrida também é menor mas, até ver, Mercedes é full dominance. Sem imprevistos vão dominar China e Japão. Suzuka talvez com a chuva a coisa mude um pouco …
Sim, tens razão. De qualquer forma, motores Mercedes a andar nas horas, mesmo com as queixas de que não deram a informação toda às suas equipas-cliente (novidade do ■■■■■■■).