Não dá, ainda tentei, mas não passei do terceiro segundo. Esta pessoa é um nojo e um símbolo perfeito de tudo de errado que existe não só no nosso clube, mas na nossa sociedade. Ainda espero vê-lo algemado.
Pior que o Godas, são os c***ões da RR. Não há programa nenhum em que não inventem um personagem qualquer para atacar o Sporting e/ou o presidente. O Godas só fala porque lhe deram palco. Mais uma vez. E isso preocupa-me. Quem mexe os cordelinhos lá atrás para o gajo ter este tempo deantena? É só o parvalhão do Pedro Sousa? Não me parece.
Acho que devemos deixar de atacar e responder ao desgraçado do Godinho.
Nem sequer o devemos tratar com desdém, azedume ou agressividade.
É um velhinho que está muito doente. Aquilo que parece mitomanía (tendência patológica compulsiva para mentira), pode bem ser já uma evidência de senilidade que o deixa num estado de delírio e auto-negação, completamente deslocado da realidade, do mundo concreto. O senhor parece perdido numa espécie de País das Maravilhas, onde faz de pobre Alice.
De uma pessoa assim, devemos ter compaixão, devemos ter dó.
Vejamos a entrevista de ontem, para percebermos um pouco:
“Essa dívida nunca existiu. Deixei o Sporting com 257 milhões de dívida e quando cheguei tinha 231 milhões. (…)”
Gosto particularmente do “Essa dívida nunca existiu”. Faz-me lembrar o BES/GES, que também tinha uma “dívida que nunca existiu”, até que se tornou objectivo e claro que existiu; até que acabou com um grupo empresarial gigantesco; até que acabou com o 2º maior banco nacional; até que acabou com as poupanças de muitos portugueses que foram enganados e levados a comprar títulos “garantidíssimos”, de empresa “tão sólida”, cuja dívida “não existia”; até que os primos croquettes da finança foram varridos do meio; até que alguns foram tornados arguidos em processos de foro criminal, desgraçando-se não só a si próprios como acabando com qualquer credibilidade e com o nome de uma família inteira.
No nosso caso, passa-se o mesmo. A auditoria foi feita, os dados são públicos, verdadeiros, como é obrigatório a uma sociedade cotada em bolsa.
O que a linhagem croquetteira nunca esperou foi que alguma vez fosse feita uma auditoria de gestão. Passavam a vida a fazer auditorias financeiras, o tal procedimento que, já se percebeu (no processo BES, foi gritante!), garante a fiabilidade e correcção dos números apresentados no excel, mas é totalmente ineficaz a expor a natureza efectiva dos negócios, incluíndo “martelanços”, interesses, decisões podres e incompetentes.
Digamos assim:
Em ambos os casos os resultados das auditorias são sempre verdadeiros, mas…
Uma auditoria financeira, não impede que um banhadas possa ser banqueiro;
Uma auditoria de gestão, mostra quanto determinado banqueiro é um banhadas.
No caso do clube, o banhadas foi exposto, avaliadas que foram as suas decisões. A partir daí entrou em negação, entregou-se à birra e começou a babar-se.
Perdido, entre o Chapeleiro Louco e o Coelho Branco, clama que a dívida “nunca existiu”…
Que fazer??
“(…) Também lá deixei Rojo, Carrillo, Capel, Boeck, Labyad, Viola, Rinaudo, Van Wolfswinkel, Insúa, Ilori, Bruma, Cédric, Arias, que foi muito mal vendido. Através da venda deste conjunto de jogadores, o Sporting já lucrou muito mais do que o passivo que lá deixei”
Tudo é possível, no País das Maravilhas.
Numa condição normal, o velhinho saberia que esta conta não se pode fazer e teria alguma vergonha de dizê-lo em público: também ele, quando chegou, tinha igual número de jogadores para as mesmas posições, que também tinham o seu valor. Chama-se a isto populismo.
Mais, ninguém disse que foi deixada uma dívida de 500M€. O que foi dito foi que foi deixado um passivo de cerca 500M€, o que é substancialmente diferente, uma vez que só “fecha” contas contrapondo o activo.
O que foi dito, foi que este personagem provocou um aumento brutal do passivo. Se não estou em erro, só no seu consulado aumentou mais de 130M€. Mas, pior, com uma gestão tal que quase provocou o fim do clube. É disto que quer desviar as atenções.
Mas, pior: para sustentar o choradinho populista, enche a boca com milhões exagerados e recorda que deixou jogadores. E até diz os nomes.
Um salta logo à vista: Van Wolfswinkel.
Seja por senilidade, seja por vale tudo, o velhinho até se esquece que foi ele que vendeu Wolfswinkel ao Norwich, para pagar metade das despesas imediatas que estavam a cair, num dos últimos actos da gestão com que ia arruinando o clube de vez.
Mais: Essa venda correspondeu apenas ao recebimento de 35% do valor do passe, porque era essa a percentagem que o clube detinha do jogador.
Este, que afinal… nem sequer deixou(!!!) estava nas mesmas condições do que outros, agarrados a co-propriedades com fundos, com condições contratuais ruinosas, já para não falar na insustentabilidade da massa salarial produzida.
Como por exemplo Rojo. Que também deixou. Mas deixou… apenas 20% para o Sporting e 80% para a Doyen, a favor de quem tão diligentemente foi testemunhar, quem sabe, contribuindo para que o clube não receba os outros 80%, contradizendo-se e disparando uma bazucada nos próprios pés quando refere um nome “sugerindo” os 100%.
Ou seja: terá realmente deixado muitos nomes, mas valor…nem vê-lo, e despesas descabidas… aos pontapés.
Queria ir também à qualificação que faz de BdC que teria muito para dizer. Mas, uma vez que, quer por desespero, quer por senilidade, o senhor consegue a proeza de se desdizer, de se auto-negar, numa só frase, passo adiante, para me focar noutro delírio deste D. Quixote da banhada:
Chama “divisionista” a BdC, sugerindo que há uma divisão e que ela está a ser provocada por uma pessoa só.
Até aqui, até podia iludir algumas pessoas com esta retórica, mas depois da auditoria, mesmo aqueles que ainda consideravam a possibilidade de a linhagem croquette estar a ser injustiçada ou ele próprio poderia merecer o benefício da dúvida, acabou, kaputt, finito: toda a gente, “mais à direita” ou “mais à esquerda” percebeu as linhas com que nos cosemos durante anos!
Ou seja, chamar “divisão” a algo que envolve 3.499.000 de um lado e 1.000 (já exagerando!) de croquetteiros militantes em negação outro, compreende-se a quem já eventualmente não tenha acesso fácil à memória recente e/ou esteja em pleno delírio.
“Divisão” seria 50/50, 60/40 ou até 70/30. Mas na conjectura actual, cuja expressão é mais da proporção que referi, estamos a falar, no máximo, de um furúnculo.
Incomoda, e deve ser espremido ou lancetado para expulsar todo o pús e não fazer perigar a saúde geral.
Mas é só isso mesmo: um furúnculo.
Mais: Bruno de Carvalho gosta tanto de ter esses furúnculos como de azedas. Mas, na verdade, quem fez a petição para a expulsão deste pús foram uma série de sócios, livres, conscientes e pela sua própria cabeça.
Isolado, o velhinho tenta isolar alguém para estreitar o alvo. Mas acaba só a ser ainda mais patético: Não foi o Bruno - somos TODOS! Um porradão deles! E, mesmo os que não o querem atacar, já perceberam tudo e lhe perderam o respeito que restava.
Por fim, ainda ia desenvolver sobre a questão do Estádio e da Academia.
Mas não quero bater mais no ceguinho, de tão isolado que está e triste que é.
Ao referir-se a este assunto, apenas está a denunciar o seu próprio comprometimento e os seus evidentes receios.
Nada, no processo de expulsão, teve a ver com os resultados da auditoria agora apresentada, incluindo Estádio e Academia.
Se o fossemos expulsar por isso, não era de sócio: teria que ser do país ou do planeta!
Mas ele ainda acredita nos iluminados project-finances dos Reis de Ouros, dos qual foi fantoche e tão bem quis servir; ainda acredita que fez tudo bem conforme lhe pediram; acredita que tudo estava a funcionar sobre rodas e não tem a culpa de nada, etc, etc, o que nos obriga a fazer uma pergunta:
Será que acabaremos por vir a ouvi-lo dizer também:
“Eu nunca fui presidente” ou, pior: “Eu nunca existi”!
Quando a miséria é deste nível, resta-nos ter dó.
Tenhamos dó!
Ficou-me atravessada a diplomacia com que BdC tratou GL na TVI. Fez bem, foi inteligente e calculista e nem podia ser de outra forma, na verdade. Mas a sua vontade de rasgar este fdgp de alto a baixo era certamente ainda maior que a minha.
Proponho que se encerre este tópico.
E que tanto Godinho Lopes, Carlos Freitas e Nobre Guedes (O Duque foi apenas suspenso) possam passar a ser discutidos no tópico de ex-dirigentes, ou então noutros tópicos onde se fale de adeptos de outros clubes.
Não sejas assim tão susceptível. Ele não tem a importância que tu lhe estás a dar…
o velhinho está perdido, isolado, em delírio, baba-se e faz figura patética sozinho.
É um pobre diabo, uma figurinha medíocre, sem credibilidade nenhuma e já nem do Sporting é.
Está morto.
A única coisa que dá para ter, é o mais baixo que se pode sentir por alguém: dó!