
Ao que este país chegou… Vergonhoso.
Um tipo que não passava de um preto labrego, de um alcoólico, um gajo que nem Português era… Nossa senhora, ao que esta merda chegou!
E subscrevo o post acima!
mais um dia de campanha lampiã com motivos de ordem nacional, o rei já ia morto e a cheirar a aquilo que sempre cheirou. Tenho pena de ver o meu dinheiro desperdiçado com hipocrisia e tratamento a gente que era malcriada, alcoólica e que tinha violência domestica, não concordo que o comum dos mortais que nada faça de glorioso e grandioso ao seu país vá para o Panteão Nacional como se de um “herói nacional” se tratasse, não passou de um jogador Lampião (que por acaso até foi formado Sporting de Maputo). Imagino que Carlos Lopes, Hilário, Rui Silva, Cristiano Ronaldo e tantos outros atletas que representaram portugal de forma gloriosa tenham lugar marcado no Panteão assim que morrarem, porque depois desta palhaçada o Panteão vai ser pequeno para colocar tanto Herói.
:naughty:
Eu por mim, nem haveria um Panteão. Acho que é uma parvoíce a própria existência de um, pois, sinceramente, não compreendo qual é a graça de ver túmulos que, ainda por cima, não são obras de escultura ou arquitectura. Aliás, o panteão foi criado pela 1ª República para propagandear o seu regime, deixa que o Estado Novo aproveitou, e que a agora a 3ª República está a fazer.
Mas alguém pode levar a sério um Panteão onde estão enterrados um ditador ( Sidónio Pais) e um cãozinho de serviço do Salazar ( O.Carmona).
Os únicos que merecem lá estar são o Humberto Delgado, o Garrett, e talvez o Arriaga. A Amália também, obviamente. Os outros estão lá por capricho político, como o Eusébio: foi simplesmente usado como propaganda pelos políticos. Até mesmo Sophia de Mello Breyner, que eu admiro, não devia lá estar. Foi uma escritora prolífica, mas daí a considerá-la uma das maiores figuras da Nação já é esticar a corda…
Também concordo com esta visão de que o Panteão foi criado para propaganda aos heróis da I República e imitado pelo Estado Novo e replicado pelo actual regime.
Se quisermos ser mais estritos, eu não acho que nenhum mereça assim tanto estar lá no panteão.
O Humberto Delgado foi um militar que ficou conhecido por desafiar o regime publicamente, nada mais. Não teve grande arte, era fala-barato e pensava que eram favas contadas.
A mãe do Miguel Sousa Tavares… a sério… sentido nenhum.
Bem, no fim de tudo, até acho que o Eusébio é a consequência natural.