Vi agora no Instagram deles parece fidedigno. Até lá há fotos da Juve Leo Matosinhos.
Isso é revenda.
Mandam vir material da UltrasFactory e depois vendem em Portugal.
Tens muito menos opção de escolha e não sei se é confiável.
Já tinha escrito noutro tópico mas fica aqui também:
A minha filha nasceu no dia anterior à meia-final da Taça da Liga, e vi esse jogo na maternidade. Foi com ela ao colo que vi os 2 golos do Jovane, naquele que foi um ponto de mudança desta época.
Desde então faço os possíveis para ela estar comigo a ver os jogos, pois penso que era o talismã que nos faltava.
Facto curioso: conheci a mãe dela há 19 anos atrás e o primeiro encontro foi marcado durante os festejos do ultimo campeonato.
Há com cada história ein!!!
Que o círculo se complete daqui uns dias!!! É o que desejo!
Nasci em 1983, tenho 37 anos, vi o Sporting ser campeão 2 vezes.
Nasci numa familia de Lampiões, no verdadeiro sentido da palavra, e nem o meu pai escapa a esse “vírus”.
Sou Sportinguista, graças a um Senhor que tinha uma mercearia na rua onde moravamos.
Sempre que a minha mãe me levava com ela lá, o Senhor Osvaldo tinha sempre algo do Sporting para me dar.
Ainda hoje tenho um pequeno calendário de 1990 com o símbolo do clube e o nome da sua loja.
A loja tinha sempre várias peças do Sporting, mas o seu escritório era um museu, coisas que fazia questão de guardar religiosamente.
Com o passar dos anos, e encerramento do estabelecimento, continuei a visitá-lo e a ver o seu sofrimento com o rumo do clube.
Lembro-me de na semana antes de sermos campeões em Vidal Pinheiro, passarmos horas e horas a sonhar com o apito final, pareciamos 2 crianças.
No dia anterior ao jogo, ao chegar a casa o meu pai chama-me a cozinha, e ao entrar la estava o Sr. Osvaldo, com um papel na mão… um bilhete para o jogo.
Acredito que esse foi o dia mais feliz da sua vida, e que prazer me deu ter vivido esse dia com ele.
É o meu amigo de alegria e tristeza, padrinho do meu casamento e de batizado da minha filha, e espero que o Covid não faça das suas, e que me permita,agora que estou emigrado, de poder viajar para Portugal para viver com o Senhor Osvaldo esta alegria tão esperada.
Alegria que so a posso viver graças a ele, que me ensinou a amar este clube.
Epa, merda! Está um gajo aqui no trabalho a ler isto e as lágrimas já aqui andam…
Estamos todos com a cabeça no mesmo, o país vai parar…
Vou deixar de vir a este tópico. Cada vez que cá venho começo a sentir um aperto no coração.
Já que estamos numa de partilhar, o meu nome é Nicolau Amadeu Grandick de Peres e espero ver o Sporting Clube de Portugal vencer o meu 21 ao vivo e o seu 23. Não me lembro bem do primeiro, visto que era bebé, mas o meu pai diz-me que o Stromp andou comigo ao colo nesse dia.
És um privilegiado! Tiveste a sorte e a honra de poder assistir a um tri e a um tetra, eu nunca assisti a um bi e este será o meu 8.
Já agora, o meu nome é António Luís da Silva Rodrigues.
hummm!!! Filho de emigrantes Yankees devias chamar-te antes Littledick
Eu tb assisti a 7. Mas só me lembro bem dos últimos 4… Em 66 tinha acabado de nascer, o de 70 era ainda bébé, e tb nao tenho recordações de 74 (tinha 7-8 anos). Talvez porque tinha voltado à pouco a Portugal… Meus pais estiveram emigrados em França de 68 a 76, mas eu voltei em 73 para começar a escola…
O de 74 respirei-o de fio a pavio, campeonato e taça!
Tenho 18 anos, nasci em 2002 o que significa que nunca vi o nosso Sporting campeão, vocês sabem como é difícil entrar-se numa escola/trabalho depois de levar 5-0 do ríval, depois de perder (roubado) um campeonato com tantos pontos de avanço como em 15/16, como foram difíceis os dias depois do ataque, mas ainda assim foram nesses dias que entrei naquela escola com a camisola do sporting vestida, pois, tinha noção que vestir após uma vitória seria algo banal e não demonstraria tão bem o que é amor, o que é resignação. Nasci numa família de lampiões (o termo é mesmo o correto) e fds como eram difíceis as noites em que eles iam festejar o bi, o tri (este então !!) e o tetra e eu ficava em casa sozinho mas com convicção inabalável que “para o ano é o nosso ano”. Os anos foram passando e passando , o amor esse mantém-se intocável, e na segunda-feira após o jogo com o braga (ninguém na minha família sabe isto) acordei mais cedo do que o habitual e caminhei até ao marquês de pombal. Cheguei com lágrimas no canto do olho, pois sei que quando voltar à universidade em lisboa o campeonato já terá acabado e não poderei estar nos festejos, tive vários minutos simplesmente a olhar para a estátua e pedi ,pedi muito, que todos nós possamos daqui a uns dias estar a festejar não só o campeonato mas de certa forma a resistência que demonstramos ano após ano. Nem sei explicar aqueles momentos (isto parece até algo reboscado) mas sai de lá com a certeza que vamos ser campeões, e no marquês, nos aliados, em casa onde for vamos fazer a festa que já deviamos ter feito várias vezes nos últimos 19 anos. Que nunca mais existe um miúdo a chegar aos 18 anos sem ver o nosso Sporting ser campeão
Eu tenho 45 anos e comecei muito cedo a ir à bola com o meu avô e o meu pai.
Lembro me até do campeonato de 82 do último jogo e do bento dar um soco no Manuel Fernandes num derby desse ano.
O título de 2000 foi uma explosão de alegria nunca vista.
O de 2002 foi pacífico porque mais ao menos já se estava à espera.
Mas nao tenham dúvidas que este se ganharmos com o fim do confinamento vai ser uma coisa nunca vista.
Não há polícia ou exército suficiente para parar a malta.
A memória mais marcante que tenho do SCP por incrível que pareça foi uma vitória nossa na luz em 85 salvo erro em que tiramos o campeonato aos gajos.
Estádio a rebentar pelas costuras a preparar a festa caixões com cachecol do SCP a simular os funerais e o inconsciente do meu pai teimoso como uma mula decide ir ao jogo e leva me com ele.
Um puto de 10 anos
Nao devíamos ser mais de 1000 adeptos nossos nesse dia
Confesso que no fim do jogo senti um pânico imenso estou ainda para saber como saimos de lá.
Este se ganharmos vou festejar por mim pelo meu pai e o meu avô que já nao são vivos.
Ninguém nos segura .
No Báneario Sagrado quando foi com o Futre falaram desse jogo, gánhamos 2-1 na etar antiga e os fruteiros por 1-0 em Setúbal.
que tópico arrepiante.
no meu caso tenho quase 22, estive duas vezes nos festejos mas efetivamente não me lembro de nada. cresci numa família de leões a ouvir o meu pai a falar de balakov e do meu avô a falar de jordao e livramento, tirando a minha tia que me tentou desviar para a rabolhice. consta que com 2 anos a minha tia tentava gritar carnide e eu chorava compulsivamente, gritava e só parava de chorar quando ela saísse da sala. desde aí é uma paixão avassaladora: em pequeno, obrigado a ir me deitar cedo, fingia que ia dormir e ficava no canto a tentar ouvir o relato( nunca me vou esquecer quando chorei de alegria e a tentar não fazer barulho ao ouvir o meu pai gritar golo e dar um soco no sofá com o golo do miguel garcia em alkmaar). apesar de ser de Lisboa sempre em inferioridade numérica na escola e a ver os outros a festejar. apercebi me cedo da singularidade de ser Sporting, jogava com os meus amigos a fantasiar com liedson e matigol e a sonhar naquilo que seria um dia celebrar um campeonato. desde cedo também o Sporting teve um poder desmedido e completamente irracional em mim, que ainda hoje não consigo controlar: estragava ou fazia me a noite/ o dia/ a semana. nunca esquecerei por um lado a falta do luisao sobre o ricardo, o pedro silva a atirar a medalha, a mão do rony, o golo do bilbao na segunda mão das meias finais que vi nos ecrãs de alvalade, a despedida do liedson, a vitória do rangers aos 90, a miséria que foi a época do sétimo lugar, as derrotas no jamor contra academica e aves que presenciei, todas as AGs em 2018, o bryan ruiz e o quanto chorei na última jornada enquanto davamos 4 em braga em 15/16. tal como não esquecerei o 5-3, o 3-0 na luz e todos os cortejos onde participei, o falhanço do joe hart aos 90, o calcanhar do xandão, o show em madrid com o golo do chuta chuta as eleições de 2013, a receção às 5 da manhã em alvalade em 2011, a champions de fustal em almhaty com o nuno dias a chorar, a champions de hóquei em casa e o pleno de vitórias no PJR que tive o privilégio histórico de acompanhar de perto. tanto as milhares de horas a sofrer a apanhar chuva e as noites mal dormidas como as conquistas e os gritos de golos aos 90 são momentos inesquecíveis e que levo para a vida.
tal como levo o golo do matheus nunes em braga e contra o benfica, a batalha da lama na madeira, o porro na taça da liga e as inúmeras aparições tardias do nosso capitão.
escrevo isto depois de um show de sportinguismo na croácia e a preparar me para ir a alvalade. está na hora de ficar na história, de ser imortal e de fazer feliz quem já sofreu e passou por tanto e se manteve incondicionalmente devoto, como é o caso de todos nós, os jovens que sonharam com isto uma vida como os mais velhos que viveram ainda mais momentos épicos mas também muito mais sofrimento, um jejum que nunca mais acabava e episódios como o varandim e o very light.
hora de expurgar fantasmas, de calar os milhões que desejam a nossa queda e de derrotar o “normal” e todos os fantasmas que os nossos anos de sportinguismo nos trouxeram.
para cima deles c######
55…
Lembrp-me bem do título de 74, até chorei na meia final contra o Magdeburgo, ouvi o relato na rádio, estudava numa escola primária no alentejo profundo temporáriamente.
Vi alguns jogos, dos quais destaco dois contra os peles vermelhas, ambos derrotas por 5-3 e 2-0, mas na final da Taca
sem Yasalde ganhamos por 2-1.
Damas era o jogador símbolo do Clube, lembro-me muito muido de ver um spot pub da gilette em que Damas defendia penaltys !
Recordo pouco anteriormente, ainda vi Peres jogar, mas são memórias voláteis.
Em 74 recordo Damas, o mestre Fraguito, Baltazar, Bastos, Yasalde claro, Marinho, Dinis, Chico Faria, Dé, etc.
Ficou essa dobradinha, podiamos e merciamos ter ido a essa final europeia…
Posteriormente e com a Forca Verde e Onda Verde nos anos 80, até no relvado vi um jogo do título.
Recordo com saudade o ritual, em menino, de acompanhar o meu Pai, nas idas para ver o Sporting.
Descia a Estados Unidos e iamos a pé pelo Jardim do campo grande, por vezes ainda lhe cravava uma volta de bicicleta, ou de carrinhos a pedal…
Mais tarde no regresso o local de conversa era a cervejaria Nova América ou o Galeto.
Os ultimos dois titulos foram comemorados de forma bem diferente.
O primeiro no salgueiral, foi a maior doideira que já vi até hoje…sem palavras !!!
Portugal parou…Lisboa era Verde, Estádio repleto, uma imensidao de Sporting, colossal !
O ultimo como foi dito, era esperado e parecia que se iriam tornar mais frequentes as vitórias no campeonato.
Chegamos aqui com essa possibilidade, acredito que vamos conseguir, ainda vamos sofrer como é previsivél, mas se isso acontecer, teremos de novo uma festa Verde ao nível do que disse anteriormente, ainda para mais com a possibildade de partilha de informacao que existe agora.
Os jovens que nunca viram e sentiram, merecem pela dedicação. e pelo seu Sportinguismo.
Tópico importante, díficil escrever memórias, porque o Sporting sempre fez e faz parte da minha Vida.
SL
Vamos embora !!!
Eu só quero ver o SPORTING CAMPEÃO ! ! !
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Esta época está a ser épica. Se haveria algo que não imaginava ser possível este ano, seria ver o Sporting campeão. Até brincava, dizendo que seria algo surreal e irónico, sermos campeões numa temporada marcada por uma pandemia e onde os festejos (por mais que queiramos) nunca teriam a real dimensão que o maior de Portugal merece e que os Sportinguistas merecem.
Pois bem… contra todas as “odds”, estamos muito perto de meter as mãos no caneco. E a verdade é que já começo a ver tudo isto com algum saudosismo. Acho que muitas das vezes queremos tanto chegar ao objetivo que nos esquecemos de aproveitar a caminhada. E que caminhada tem sido esta.
Se por um lado quero que a conquista seja garantida o mais rapidamente possível, acho que vou ter muita saudade desta época e do que ela nos vai deixar… Das receções épicas à equipa com muitos fumos e pirotecnia pelo meio, aos cânticos do união sublinhando a frase da época “Onde vai Um vão Todos”, aos festejos genuínos e autênticos da miudagem após meterem a bola na baliza, terminando nos nervos de morte até à explosão de alegria daqueles jogos onde a estrelinha bate à porta nos momentos finais. Minha gente, acreditem em mim: estamos a fazer história e esta época era digna de um documentário. Vai deixar saudades!
Aproveitem a caminhada até ao fim pois, por mais que queiramos, nenhuma outra época vai ser igual a esta. Nada é exatamente repetível duas vezes consecutivas. E este campeonato, por tudo o que aconteceu, pelo contexto e pela forma heroica como está a ser conquistado, vai ficar para sempre nas nossas memórias.
Está a terminar, e que terminemos de sorriso na cara e de caneco na mão.
SPORTING SEMPRE.