Concordo que no modelo actual a coisa não funciona, mas segundo eu percebi o Nosso Presidente a ideia é alterar o projecto. Este ano ocorreu assim porque houve um período de tempo de dois a três anos, no passado, em que foi feito um total desinvestimento na Nossa Formação.
Espero é que se consiga corrigir esse dito desinvestimento e melhorar o modelo actual de modo à equipa B poder ser utilizada como deve de ser.
A notícia do Record é com base em hipoteses e não está confirmada pelo clube. Mas se houvesse a ideia de acabar com a equipa B para reduzir custos até concordo. Preferia ver um Gauld a jogar na primeira divisão num Setubal ou um Medeiros num clube como o Brugge , Lens ou até um clube da championship inglesa do que estar na segunda liga sem objectivos desportivos.
Se for acaso se isso não for verdade, a equipa B neste momento está na mesma a ser destruída pela competência do ’ brilhante ’ Joao de Deus. …
A ideia de criar uma equipa C não é absurda, mas, neste momento, atendendo à dificuldade que há em gerir a equipa B é uma ideia que não tem pernas para avançar.
Os jogadores que indicas aí não têm jogado porque não tem existido capacidade para ir rodando a equipa B. O que é perfeitamente natural, quando na equipa B se tem que dar minutos ao Sambinha, ao Enoh, ao Slavchev, ao Gauld, o Cissé, etc., isto é, jogadores que foram contratados e que não tem espaço na equipa principal.
A equipa C teria um problema na criação. Em que escalão ia jogar? É que se for para criar uma equipa de raiz e colocá-los a jogar na distrital, sinceramente, não vale a pena. Se o futebol da II liga já é o que é, então no distrital nem se imagina. Se for para os colocar no CNS directamente, temos de conseguir a licença de alguém.
Depois temos um problema na gestão: vamos colocar jogadores juniores na equipa C? O CNS é assim tão mais competitivo do que o campeonato de júniores? Estou a perguntar porque não sei mesmo.
Eu gosto da ideia equipa C, acho interessante, principalmente se a aproveitássemos para fazer algumas experiências. Contratava-se um Sambinha, um Enoh, um Gazela, um D. Salomão, etc. e andávamos a recrutar jogadores perdidos, trabalhávamos os jogadores durante uma época e logo se via se tinham qualidade ou não. Quando um jogador proveniente da equipa B andasse a jogar pouco ia lá dar uma perninha, etc. Só que, no fundo, isto torna-se desnecessário. Um jogador que num equipa B que vai rodando, num campeonato muito longo (a II liga tem imensos jogos) e que, mesmo assim, não consegue ganhar o lugar, justifica-se andar a pagar-lhe um salário?
Não sei até que ponto, nestes casos, não seria mais vantajoso celebrar um protocolo com um clube do CNS e fazer deles uma espécie de satélite. O Sporting CP encontrou o Enoh no Sourense. Contrata o jogador, oferece-lhe um contrato e, de seguida, coloca-o no tal clube, por empréstimo e logo vê o que ele consegue fazer. Nesse clube estará um responsável do Sporting CP que vai enviando relatórios. Em Janeiro e em Julho logo se vê se o jogador tem ou não capacidade para vir a fazer parte do plantel.
22 jogadores no máximo. Os juniores podem subir à equipa B.
Se as alterações forem aquelas sugeridas no record(em especial um dos pontos referidos), continuo a dizer que prefiro a extinção da equipa B.
A equipa B não deve servir de residência para contratações falhadas.
Como já disse, se calhar com a extinção da equipa B isso obrigaria a direcção a ter uma gestão de recursos diferente da actual.
Há males que vêm por bem por vezes.
Contratar um miúdo que passa 6 meses ou uma época na equipa B, a integrar-se no futebol português, para ser opção na equipa principal após esse período… será um falhanço ?
Sinceramente, não me parece. Aliás, como já disse por aqui, quem me dera que tivesse havido equipa B para Carrillo, Rubio e Arias, entre outros e só para não ir muito atrás no tempo. O problema é que a malta quer vedetas para o agora, depois o resto, os pagamentos e os salários, que pague o bôda.
Não concordo com tudo o que já foi feito, longe disso, mas considerar absurdo contratar miúdos que passem pela equipa B primeiro, é ridículo. Não faz sentido comprar 4 alas se tivermos outros 4 com potencial, evidentemente, e esse sim tem sido o erro… a falta de rigor nas opções, ignorando (aparentemente, vá) o que já há por cá, antes de contratar.
O grande problema, para mim, têm sido as contratações para a equipa principal. Aí sim, não há espaço para tentivas, para compras por atacado a ver se serve… Terão de ser poucas e acertivas. Isso não tem sido feito… Ainda assim, em nada belisca o facto de ter toda a lógica ter miúdos a passar pela B. A não ser que acreditem na utopia (ou ingenuidade, ou estupidez até) de considerar que todos os miúdos por nós formados têm condições de ser, no imediato ou no futuro, jogadores de primeira equipa.
O problema também passa por saber quais são as contratações para a equipa principal. A mim não me choca nada ter o Gauld na equipa B e que o Sporting CP tenha pago uns M€ por ele. É um miúdo cheio de potencial, nota-se que tem qualidade e que tem tudo para chegar longe. Chegou, foi integrado na equipa B, neste momento ninguém tem dúvidas: o Gauld é tão jogador da equipa principal como o Wallyson.
Mas quando pegamos no caso do Slavchev a história muda. O Slavchev foi contratado e ninguém colocou em causa a sua contratação, sendo que o jogador já tinha sido sugerido no fórum várias vezes. Mas o Slavchev tem sido integrado onde? Na equipa principal não tem minutos. Na equipa B tem poucos. O jogador está a passar um período de adaptação sem jogar? Não tenho a menor dúvida de que ele tem qualidade (se quiserem fazer dele um 10 duvido que consigam), mas tenho duvida de que o investimento que foi feito venha a ser rentabilizado, visto que, o jogador, não joga. Não se justificava que tivesse uns minutos, por exemplo, no lugar do Fokobo?
Depois, temos exemplos de contratações como o Sarr. Ninguém coloca em causa que o francês possa ter potencial. O que se coloca em causa é se esse potencial é suficiente para que o jogador tenha começado o campeonato a titular. Mais do que isso: qual é a justificação para se ir contratar o Sarr e para se colocar o Sarr na equipa principal quando, nos jogos que fez, tem revelado que está tão ou menos preparado para assumir um lugar na equipa principal como, digamos, o T. Figueiredo.
Muito se fala na motivação dos jogadores da equipa B e que há alguns que se arrastam no campo. Não coloco em causa as palavras (que, muitas vezes, me parecem verdadeiras). Mas porra, se até eu fico desmotivado quando vejo o Capel a entrar em campo, nem imagino como se deve sentir o I. Medeiros ou o D. Podence quando vêem o mesmo acontecer.
Tens toda a razão no que dizes e nos exemplos… Agora a maneira como as coisas são feitas, no geral, não invalida a utilidade da equipa B, mesmo com estes erros todos.
O erro, e isso advém da tal questão do “plantel A” enorme, havendo equipa B, é precisamente fazer-se essa distinção entre “jogador da equipa A ou da equipa B”. Se isto fosse bem feito, havia um plantel do Sporting, de 36/40 jogadores. É evidente que teremos sempre um núcleo duro de jogadores que nunca jogarão nos B’s… Mas a mescla nos restantes deveria ser total. Não consigo entender a lógica de ter um 3º avançado como o Tanaka (e eu adoro o tipo, como é sabido), um 5º extremo como o Heldon, entre outros exemplos. O problema está aí.
Depois, temos a questão do Slavchev e do Rabia, que me parece algo diferente e estranha, até. Não entendo o porquê de terem desaparecido dos relvados. Tiveram dores de crescimento, falharam, é evidente que sim. Fez dói-dói nos adeptos ? Paciência. Um clube formador a sério não se preocupa minimamente com a opinião de quem está de fora… Isso poderá importar, dentro do razoável, na equipa principal onde os resultados contam. Ali não deveriam contar. O objectivo de ter por lá o Slavchev e o Rabia, entre outros, seria precisamente esse… errarem. Errarem, aprenderem, crescerem, adaptarem-se. Depois sim, serem julgados, quando fosse “a sério”. Cedeu-se à estupidez do adepto tuga, incapaz de entender algo tão básico quanto a diferença de exigência resultadista entre equipa A e formação (sim, equipa B é, ou deveria ser, formação, pelo menos na sua base), e encostou-se os que estavam a ser alvos de maiores críticas. É pena.
Na minha opinião, há muita matéria-prima de qualidade. Paralelamente, há muita que não a tem. Há muita coisa que foi bem feita e muita coisa que foi muito mal feita. Janeiro está aí e está na altura de a malta de sentar, ganhar um bocado de humildade, reconhecer os erros de casting e procurar corrigir, procurar arranjar um plano real de médio prazo para todos os ex-juniores, para os miúdos recém-contratados e para o plantel principal. Ver quem terá espaço na primeira equipa no curto/médio prazo e agir em conformidade com os muitos que dificilmente terão. Tudo deveria começar por cima, pelo emagrecimento do chamado “plantel principal”. Se queremos ser, realmente, um clube formador, teremos de conseguir muito mais do que promover o João Mário ou convocar o Podence contra um Espinho desta vida. Há tempo, há matéria-prima… espero que haja essa consciência.
Essa é uma das maiores críticas que se pode fazer. Falávamos dos tripeiros e dos lampiões por andarem a jogar com sul americanos que custaram um fartote de milhões e agora estamos a cair no mesmo erro. Vemos contratações feitas para a equipa A como o Cissé a tirar lugar ao Betinho que anda por Inglaterra ao Deus dará. Não tem sido correta a gestão feita pela estrutura da equipa B.
O problema não passa tanta por vir um jogador tirar o lugar a outro. Isso é o normal no futebol: contratam-se jogadores que são melhores que outros para jogarem. Não me choca nada ter o Rabia, o Slavchev, o Gauld e outros que tais a jogarem na equipa B. estou cabalmente de acordo com o Vedrix, principalmente quando diz isto:
O problema é ter jogadores inferiores, vindos de fora, a tirar lugar a jogadores da casa que são melhores. E este raciocínio vale para a equipa principal e para a equipa B. A mim tanto me chocam os 20 minutos dados ao Capel em detrimento do I. Medeiros ou do D. Podence, como me chocam os 20 minutos dados ao Sambinha em detrimento do D. Duarte.
Não é que não apoie contratações como a do Sambinha ou do Enoh. O problema é que, pura e simplesmente, já se viu que as contratações não estão a funcionar, portanto, há que seguir em frente. Se ainda há uma réstia de esperança nos jogadores que se pegue neles e que se faça um empréstimo onde eles possam jogar regularmente. Se não há réstia de esperança, se não são melhores, têm de sair e abrir espaço para outros.
:arrow:
Não se trata de proceder a uma revolução em Janeiro, mas, tão-só, de deixar sair quem está a mais.
1 - Acho absurdo criar uma Equipa C. Seria só mais uma forma de eternizar os miúdos em escalões competitivos onde a qualidade de jogo não é grande, e como tal onde não evoluem muito.
2 - O propósito da Equipa B nunca pode ser ganhar. Estando na II Liga, o propósito tem de ser dois: manter-se nesse patamar competitivo, e fazer a transição dos nossos miúdos do futebol formação para o futebol sénior nesse Campeonato.
3 - A Equipa B, como a concebo (ponto 2), é absolutamente essencial para o Sporting. Mesmo com alguns desvios que foram feitos este ano nesse planeamento ideal (na minha opinião, ao contrário da de outros, existiram… mas também, ao contrário da de outros, não foram dramáticos), continua a ser um projecto absolutamente essencial para o Clube.
4 - O plantel da A deve depender do da B e vice-versa… se o da A for maior em quantidade e qualidade, o da B deve ser mais fraco (sem jogadores que ambicionem dar o salto no curto-prazo). Isto para mim significaria ter apenas jogadores com idade máxima de séniores de 1º ano (eventualmente, com 2 ou 3 excepções, mas no geral jogadores sem experiência de I e II Liga, e com experiência ou de CNS ou de futebol formação). Se o plantel da B for mais curto em quantidade (como acho que deve ser), então o da B pode e deve ter alguns séniores de 2º ano, alguns jogadores já com 1 ano de experiência de II Liga e/ou de Sporting B, etc. Ainda assim, não deve ser excessivamente longo em algumas posições onde exista qualidade na equipa Sub-19 (permitindo a integração ocasional desses talentos já na B).
O CNS é muito superior em relação ao escalão de juniores. Nem pode haver dúvidas quanto a isso.
Exemplo prático. Jogadores que jogaram uma época inteira nesse campeonato e que estão brilhar ou pelo menos a serem dos mais utilizados no Vitória:
Bernard, Hernâni, Alex e Cafu.
Mas vou dar por terminada esta discussão da equipa C porque nem é um cenário em equação. Apenas trouxe isso à baila porque mais facilmente se criava outra equipa do que se acabava com a B. Portanto não centremos a discussão numa questão que apenas foi levantada de forma a ridicularizar uma notícia que fala numa possível extinção a equipa B.
Quanto a acabar com a equipa B é um disparate. Os jogadores, mesmo que a equipa não tenha bons resultados e apresentem bom futebol, crescem jogando. E ao contrário do cenário catastrófico colocado por alguns, nomeadamente o Alexandre que diz que seria melhor acabar com a equipa B, os jovens têm tido tempo de jogo.
Um exagero tremendo dizer-se que neste momento na equipa B só jogam as contratações.
L. Ribeiro - 1710 minutos
Tobias Figueiredo - 1415 minutos
Riquicho - 1035 minutos
Mica Pinto - 1429 minutos
Wallyson - 1710 minutos
Iuri Medeiros - 1003 minutos
Podence - 1143 minutos
Ricardo Esgaio - 570 minutos + 270 equipa principal no campeonato+90 na Liga dos Campeões + 21 na Taça
Gelson Martins - 485 minutos (aqui acho que deveria ser mais mas está relacionado com o excesso de jogadores no setor)
Não entrando em exageros traçados fora da realidade e por pessoas que demonstram estar mal informadas, também concordo que a equipa B tem sido palco de vários equívocos. Equívocos esses que já várias vezes tive a opurtunidade de falar em vários tópicos.
Há claramente jogadores que já merecem outro patamar competitivo. Estão a ocupar espaço a outros jovens e pararam de evoluir. Iuri Medeiros, Esgaio, Dramé,etc…
Há outros que simplesmente não têm qualidade: Enoh e Sambinha.
Os reforço desta época, ao contrário do que se diz por aqui, tirando o Sacho e o Gauld, até têm tido utilização pontual na equipa B.
Portanto não vale a pena radicalizar a questão e as opiniões. A equipa B está a funcionar mal, tem de se corrigir algumas situações mas continua a ser essencial para o futuro do clube. E apesar de não estar a funcionar da melhor forma continua a dar tempo de jogo a jogadores com grande futuro. Nem tudo está a correr mal.
Seria importante termos uma postura crítica mais assertiva. Por aqui ou está tudo muito bem (gestão financeira) ou está tudo péssimo (política desportiva). Haverá algum meio termo no meio disso tudo?
Não concordo no primeiro ponto. A fase final do escalão de júniores (e sublinho: a fase final) não deve grande coisa ao CNS (pelo menos no formato em que foi transformado). Em termos colectivos e individuais.
Para mim, teria de dever muito (o que não acho que seja o caso) para fazer sentido lá ter uma equipa para os ex-júniores. Porque a ideia tem de ser os jogadores subirem de patamar com o tempo, aumentarem as dificuldades para crescerem.
Quanto ao Hernâni e ao Alex, o primeiro antes de chegar ao Guimarães já tinha dado cartas ou na II Liga ou no CNS (não me recordo), pelo que já aí estava preparado para subir de nível. Não foi a adaptação ao CNS em Guimarães que o fez melhorar… aliás, a subida à primeira equipa quanto muito pecou por tardia. O Alex, sem ter muita qualidade, também tenho ideia que antes de ir para a equipa secundária do Guimarães já tinha dado carta na II Liga, salvo erro no Santa Clara (e esteve por ex/ no Mundial Sub-20). Para a qualidade que tem (mediana), o facto de ter sido regulamente titular na II Liga com aquela idade diz muito.
Quanto ao resto, concordo. Os únicos reforços que estão este ano na B com uma ideia “mais alta” são o Gazela, que subiu de nível (pois jogava no CNS), o Dramé (que chegou tarde ao futebol português e que fez sentido manter-se na B este ano), o Enoh e o Sambinha (mesmo não lhes vendo qualidade, mesma situação do Gazela… não se eternizaram na II Liga). Daí também ter dito que a questão das contratações para a B não foi dramática.
Para mim foi “dramática”, sim, duas coisas: algumas das contratações da A não terem tido já qualidade para jogar na A este ano (falo pelo menos do Rabia, Slavchev, Geraldes, etc). Jogadores cujo patamar não é (pelo menos ainda) da A mas que também não é bem da B, o que tira algumas oportunidades à promoção dos da B em jogos das Taças da primeira equipa; e a manutenção de 2 ou 3 jogadores na B que, ficando a A com um plantel tão extenso, também não foram a melhor das soluções (mas o problema, repito, está mais na extensão do plantel da A que no não empréstimo de alguns B’s… apenas o Iuri e o Esgaio deviam ter subido de escalão “no matter what”, os outros regra geral faz sentido continuarem a titular na B).
Depois há o caso muito específico do Gauld, que vendo a frio nem foi má ideia ter começado na B, mas que por esta altura já devia ter alguns minutos na A, pelo menos nos jogos das Taças e num ou noutro mais fácil do Campeonato (vs Setúbal, Boavista, etc). Quando nem convocado para as Taças and a ser. Novamente, o problema é mais da extensão do plantel da A. Apesar de ficar a nota que com 4 competições e as competições internacionais em Janeiro (CAN e Taça das Nações Asiáticas) isso também deva ter estado previsto quando se planeou o plantel…
Só uma questão relativamente ao teu comentário. É verdade que no 2 casos que mencionaste os jogadores já tinham mostrado qualidade na 2ª Liga. Mas o facto é que estando tapados na equipa principal sempre é preferível jogarem do que estarem parados. Podem nem ter evoluído mas pelo menos somaram minutos e tiveram ritmo de jogo.
Não será o mesmo válido para os B e os juniores menos utilizados? Atenção que essa equipa não serviria de etapa intermédia. Serviria apenas para menos utilizados. Os jogadores com grande potencial como Podence, Gelson ou Domingos Duarte seriam sempre para passar diretos para a equipa B.
Só acho que a equipa C enquanto equipa de jogadores menos utilizados até seria útil para motivar e preparar esses jogadores para lutarem pela titularidade nas suas equipas de origem. Neste caso a Equipa B e a de Juniores.
O Flavio Silva, nosso ex-junior (foi dispensado no inicio da epoca) e que ainda joga nos juniores do Torreense (marcou-nos o golo da vitoria em Alcochete), tem ido regularmente à equipa Senior do Torreense no CNS onde leva 6 ou 7 jogos (a titular) e o mesmo numero de golos. Logo, não vejo o CNS ser muito superior ao CN Juniores. É obvio que há excpções como as que foram apontadas, mas é normal em tantas equipas haver jogadores que merecem mais!
Muitos dos melhores jogadores do mundo, nunca passaram por nenhuma equipa B. No entanto, a evolução dos jogadores nem sempre é uma linha reta.
De qualquer modo num Sporting como clube formador por excelência, a equipa B tem uma importância estratégica importantíssima. Não pode é continuar a ser gerida com tantos erros de gestão desportiva.
Percebo o que dizes, mas muitos desses jogadores menos utilizado da B e júniores menos talentosos não teriam mais potencial que um Alex, por exemplo (que referes e bem). E sendo assim não vejo grande necessidade em ficar com eles.
O treino ajuda a desenvolver os jogadores, mas não há milagres… e se no Guimarães ou Braga dá para ter 1 ou 2 jogadores desses na A, no Sporting é mais difícil… Por isso é que acharia um desperdício de recursos (tempo e dinheiro) fazer mais uma equipa, dar contrato profissional a mais ex-júniores, etc.
1º ter uma equipa C quando não se concorda com a gestão da B (mas teoriza-se sobre o potencial da tal C) é estúpido.
2º a malta está toda a criticar a gestão desportiva dos dois planteis, mas tal como já foi apontado aqui no fórum, não será possível que essa “má” gestão tenha algo a ver com pedras no sapato que não esperaríamos “em condições normais”? Estou a referir-me ao simples facto de não termos praticamente nenhum jogador emprestado a clubes da 1ª e 2ªs Ligas.
3º As contratações para a B não existem. Contratam-se jogadores para o Sporting e por ordem de prioridades/expectactivas/impacto dos jogadores nos treinos logo se decide como é encaminhado o futuro do jogador (ou alguém aqui pode afirmar que qdo o Slavchev foi contratado, nem o BdC nem o Inácio estavam a pensar metê-lo a rodar na 1ª Liga?) EDIT: contratações para a B têm os rivais, c Zé Antónios e afins.
4º Até ao momento estou realmente em crer que estamos a ter azar. Fomos roubados na equipa A nalguns jogos, mas sinceramente se acham que o Moreirense foi o nosso pior jogo, o que dizer do que acabámos de ver? Já na equipa B, acho que a falta de impacto do treinador, aliado ao problema de não conseguirmos escoar os excedentários para rodar em clubes que lhes promovam a adaptação necessária ao nosso campeonato, criou uma falsa crise que noticias como a do record apenas vêm tentar dividir a malta…
Neste momento e até haver confirmação oficial por parte de quem o garante, não posso acreditar em nada do que apareceu na imprensa.
Primeiro não acredito, mesmo que o tal plano de mudanças existisse, que o Sporting metesse as coisas na mesa naqueles termos. Não conheço outro episódio em que o tenha feito.
Depois, não posso crer que a Direcção equacione tal plano. Se equaciona, sou inteiramente contra. Tudo aquilo que sempre defendi numa reactivação da B (e há muito que defendo) vai contra o que foi por aí descrito como “exigências” (ou algo do género). E se for para aquilo, prefiro que acabem com a B.
Mas recuso-me a acreditar que o mesmo Clube que defende gestão racional de recursos, pretenda uma forma de andar a rodar As e não a desenvolver Bs. Contando ainda com a manutenção de um número elevado de jogadores na A e uma porrada de ex-juniores sem jogar na B ou a irem até um satélite qualquer do CNS ou algo que o valha. Basicamente estamos a falar de modelos seguidos por outros clubes, nomeadamente os rivais.
A equipa B dentro de tal ideia que se tinha há tempos atrás, junto com a ideia de uma redução dos dois plantéis, somado a ideia de promoção dos Bs e não rodagem dos As, não choca em nada com a contratação de jovens promessas para a equipa B e sua maturação na II Liga. Nada!
Totalmente de acordo com o que aqui vai sendo dito nesse sentido!